<![CDATA[FAPEMIG]]>http://www.fapemig.br/en/pt-br<![CDATA[Pesquisador Mario Neto Borges é o novo presidente do CNPQ]]>

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, anunciou nesta terça-feira (4) o novo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O engenheiro eletricista Mário Neto Borges vai substituir o químico Hernan Chaimovich, que deixa o cargo por motivos de saúde. A nomeação será publicada no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias.

“Nós convidamos para assumir a presidência do CNPq o professor Mário Neto Borges. Isso mostra nossa preocupação em fazer com que as entidades vinculadas ao ministério tenham capilaridade e sinergia com as políticas públicas do Estado”, afirmou o ministro Gilberto Kassab durante agenda em Florianópolis (SC).

Mário Neto Borges ocupou os cargos de diretor científico e de presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), além de ter comandado o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) entre 2009 e 2013.

Graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), é mestre em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em inteligência artificial aplicada à educação pela Universidade de Huddersfield da Inglaterra. É professor titular da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ).

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/493
<![CDATA[Pesquisa Clínica no Brasil: competitividade internacional e desafios]]>O Ministério da Saúde promoverá no dia 18 de outubro de 2016, em Brasília – DF, o seminário Pesquisa Clínica no Brasil: competitividade internacional e desafios. O encontro tem como objetivo discutir o panorama brasileiro da Pesquisa Clínica e apontar os interesses nacionais na realização de ensaios clínicos.

O seminário é gratuito e aberto a todos os interessados, com o limite de 150 vagas, e será transmitido em tempo real pelo site do datasus.

As inscrições podem ser feitas on-line até o dia 11 de outubro de 2016 por este link.

Despesas de passagens e hospedagens ficarão por conta dos participantes.

Confira a programação completa.

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/494
<![CDATA[ FAPEMIG divulga resultado da chamada 05/2016]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) divulga o resultado da Chamada Pública 05/2016 – Apoio a Núcleo de Inovação Tecnológica – NITs. Ao todo, foram recebidas 36 propostas, das quais 11 foram aprovadas para contratação.

O objetivo desta chamada é apoiar os NITs responsáveis por orientar, assessorar, apoiar e gerir atividades relativas à proteção intelectual e à transferência de tecnologia com foco em inovação no Estado. O prazo de execução de cada projeto contratado é de até 24 meses, contados a partir da data da publicação do extrato do Termo de Outorga Eletrônico, no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais.

Confira:

Propostas recomendadas

Propostas não recomendadas

Outras informações: ci@fapemig.br

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/495
<![CDATA[Estratégia para potencializar efeitos da radioterapia está sendo desenvolvida na UFMG]]>

O câncer de boca atinge mais de 15 mil brasileiros por ano. Apesar dos recentes avanços no diagnóstico e no tratamento dos tumores de cabeça e pescoço, nas últimas décadas, há poucas evidencias de aumento na sobrevida dos pacientes após cinco anos. Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão trabalhando há dois anos no projeto Nova estratégia para potencializar os efeitos da radioterapia em tumores de cabeça e pescoço, que conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

O objetivo do projeto é investigar uma terapia usando nanopartículas de ouro conjugadas com cetuximab, anticorpo que associado à radiação ionizante, poderia ser capaz de controlar e tratar o crescimento de tumores de cabeça e pescoço com doses menores, o que baratearia o tratamento e diminuiria os efeitos colaterais.

O coordenador do projeto, professor Luiz Orlando Ladeira, da área de nanomateriais da UFMG, acredita que esse trabalho é altamente inovador. “No Brasil, somos o grupo pioneiro no uso de nanotecnologia associada á radioimunoterapia. Geralmente, para ter um efeito razoável no organismo, os danos secundários – devido a intensa radiação – são enormes. Queremos diminuir isso”, afirma o pesquisador.

Sabe-se que para o tratamento de tumor de cabeça e pescoço, a radioterapia já é utilizada. Segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, o cetoxinab é um fármaco com ação imunoterapica, usado nos casos onde todas as outras terapias falharam. No entanto, alguns tipos de tumores se tornam extremamente resistentes depois da radioterapia. Na imunoterapia, o anticorpo bloqueia a ação de uma molécula vital para a célula cancerosa, mas alguns tumores estão conseguindo se adaptar a isto e se tornando resistentes, tanto à imunoterapia quanto á radioterapia.


Para compreender esse processo, Luiz Orlando Ladeira explica que o tecido biológico tem entre outras coisas elementos como carbono, oxigênio, nitrogênio. O número atômico – termo usado na física e na química para designar o número de prótons encontrados no núcleo de um átomo – do material que compõe o corpo também afeta as características de absorção da radioterapia. O carbono, oxigênio e nitrogênio tem, por exemplo, o número atômico 6, 8 e 7, respectivamente. Sendo assim, é um material biológico com átomos muito leves que absorvem pouca radiação e interagem pouco, por isso para uma radiação efetiva é necessária uma dose muito elevada que pode causar danos biológicos aos pacientes. Nesse sentido, o ouro tem o número atômico 79. Sendo assim, a intensidade de radiação utilizando as nanopartículas de ouro é cerca de 400 vezes maior, de acordo com Ladeira. Isso aumenta a interação da radiação com o material, aumentando, também, sua absorção durante a radioterapia.

A pesquisadora Lídia Maria de Andrade, integrante do projeto, comenta sobre a estratégia de tratamento que está sendo desenvolvida. Os primeiros resultados no laboratório indicam que o uso de um quinto da concentração do imunoterápico ligado nas nanopartículas faz o mesmo efeito, in vitro, de quando se usa o imunoterápico sozinho “Buscamos unir a nanotecnologia para melhorar tanto a resposta à radioterapia quanto à imunoterapia. Os estudos de vários grupos de pesquisa mostram que a radioterapia e a imunoterapia apresentam efeitos colaterais de variadas proporções. No nosso trabalho observamos a aplicação de apenas um quinto da dose. A nanopartícula de ouro facilita o trajeto até o alvo, por isso pode-se usar uma concentração menor”, comenta Lídia.

Atualmente, a pesquisa encontra-se na fase de testes in vitro. “Fazemos modelos de irradiação para células em cultura, tratamos as células cancerígenas com nanopartículas de ouro conjugadas com o imunoterápico, estabelecemos doses e vemos o aumento da eficiência. Nós estamos desenvolvendo o projeto na parte in vitro. Vimos que a estratégia funciona”, diz Lídia.

Para saber mais a respeito desta linha de pesquisa visite o site do grupo de pesquisa envolvido neste projeto.

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/496
<![CDATA[DataViva lança projeto-piloto que otimiza o trabalho do Tribunal de Contas do Estado]]>
No dia 05 de outubro, foi lançado o projeto o piloto FOCUS, sistema de monitoramento de processos do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG). A ferramenta foi desenvolvida pelo Governo de Minas por meio da parceria entre o DataViva, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e o TCEMG.

De acordo com o coordenador do projeto por parte da FAPEMIG, Thiago Borges, o sistema tem o objetivo de centralizar todos os processos do tribunal. “Nesse piloto, desenvolvemos a natureza processual da denúncia, sendo que o sistema funciona de ponta a ponta, ou seja, desde a entrada do processo até o voto do relator do tribunal”, explica Borges.

O TCEMG conta com uma vastidão de informações registradas em seus bancos e possui acesso a inúmeras bases de dados de entidades parceiras. Esses dados, se estruturados e trabalhados metodológica e tecnologicamente, têm o potencial de gerar informações e conhecimentos valiosos para o aprimoramento da atividade de controle externo da Administração Pública. A parceria atuou para implementar nova tecnologia de visualização de dados e gestão de big data com vistas a melhorar a qualidade da informação para a tomada de decisão do TCEMG.

Para que esse objetivo fosse alcançado, o trabalho envolveu o desenvolvimento, mediante o aporte de recursos humanos e financeiros do DataViva e do próprio TCE, de duas plataformas tecnológicas, bem como a absorção dessas tecnologias por parte do TCEMG. São elas: Sistema Focus (ferramenta de acompanhamento e padronização dos processos internos do TCEMG) e Dashboard (painel de controle utilizado pela unidade de inteligência do TCEMG).

Benefícios

Com o trabalho realizado, ambos os sistemas desenvolvidos (Focus e Dashboard) permitirão a realização de análises oportunas e precisas a respeito dos riscos de desvios na Administração Pública, aprimorando e otimizando as atividades de fiscalização e auditoria do TCEMG.

O projeto, que mobilizou quase todas as unidades do TCEMG, foi possível por meio da assinatura de Termo de Cooperação Técnica entre o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES) e a Fundação Arthur Bernardes (Funarbe).

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/497
<![CDATA[População é convidada a debater o Código de CT&I]]>

Um pesquisador desenvolve uma solução ou produto, a indústria quer produzi-lo em larga escala, os consumidores precisam consumi-lo, mas muito tempo e dinheiro ainda se perde no Brasil nesse longo caminho que separa a ciência e tecnologia do mercado. Para discutir esses e outros entraves da política de CT&I no Brasil, a população foi convidada a participar do Debate Público Desenvolvimento Econômico-Social de MG: O impacto do Código de Ciência, Tecnologia e Inovação, no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em 7 de outubro.

A estudante de direito Ana Beatriz Rosa participou do encontro porque considera o tema fundamental para o desenvolvimento econômico e social do Estado. “Essa é uma área indispensável para a transformação da realidade. Além disso, o assunto converge com o grupo de pesquisa do qual participo, que é um dos ramos do Observatório para a Qualidade da Lei, coordenado pela professora Fabiana de Menezes, da UFMG”, conta.

Para o presidente da Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Evaldo Vilela, é importante contextualizar a sociedade sobre o momento que vivemos, principalmente em relação às oportunidades relacionadas às startups. “Precisamos perceber que a ciência é uma indústria e criar condições para que essa indústria se desenvolva no Brasil. O cientista não precisa ser empreendedor, ele precisa ter condições de desenvolver o que precisa, e ter uma legislação condizente é fundamental para isso”, afirma Vilela.

Para o representante da Secretaria de Estado de Educação, Wladimir Tadeu Silveira Coelho, a Educação Básica precisa ser reconhecida como parte fundamental do processo de amadurecimento do sistema de Ciência e Tecnologia. “A integração entre educação básica, universidades e a pesquisa científica e tecnológica já acontece, mas ainda precisamos aproximar ainda mais nossos jovens da pesquisa científica. Eles precisam ser vistos como sujeitos capazes de contribuir”, afirma Coelho.

A procuradora do estado, Liana Portilho Mattos, apresentou os fundamentos constitucionais e a base legal do Código de Ciência e Tecnologia durante o debate. A procuradora apresentou alguns avanços já conquistados, como regras simplificadas para importação de material de pesquisa. “No âmbito estadual, ainda é um desafio adaptar as regras e princípios trazidos pelo Marco Regulatório ao arcabouço normativo estadual”, acredita Portilho.

O presidente do Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec), Ronaldo Tadêu Pena, apresentou um breve panorama dos parques tecnológicos no Brasil e no mundo e defendeu um relacionamento mais próximo entre investidores, universidades e empresas. Em relação à legislação, ele acredita que ainda são necessários incentivos governamentais para empresas residentes. “Apesar dos esforços dos últimos tempos, a legislação ainda é complexa. A lógica da desconfiança ainda preside a elaboração das leis brasileiras e os controles externos se resumem aos processos, os resultados quase não importam”, ressalta Pêna.

Para Arquimedes Wagner Brandão, representante do Sindicato das Empresas de Informática, a figura do empresário ainda é ‘demonizada’ pela mídia e outros segmentos. “Não se pode usar o famoso pregão eletrônico - que foi criado para comprar papel higiênico, sabonete... – para comprar tecnologia e, em função da a Lei 8.666 de Licitações e Contratos ser tão difícil de trabalhar, as empresas optam por usar o pregão eletrônico”, desabafou Brandão.

Após as exposições, o espaço foi aberto para perguntas e a plateia, que lotou o plenário da ALMG, pode tirar dúvidas e esclarecer alguns pontos das apresentações. O professor da PUC-Minas, Humberto Marques, aproveitou para perguntar aos expositores como os professores podem estimular cada vez mais os alunos a contribuírem com o círculo virtuoso da inovação. Evaldo Vilela acredita que participar de momentos de debate como este e estimular a participação dos alunos nessa discussão é um bom começo para despertar o interesse das novas gerações.

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/498
<![CDATA[Belo Horizonte recebe a 2ª edição do Seminário de Artes Digitais]]>

O 2º Seminário de Artes Digitais: Expandindo limites tecnológicos e artísticos é uma iniciativa para se debater o atual cenário da arte digital em transversalidade com outros campos da arte e da ciência. O SAD acontece este ano no Auditório da Escola Guignard (UEMG) em Belo Horizonte, nos dias 20 e 21 de outubro trazendo convidados importantes que irão discutir sobre diversos conceitos e práticas no uso de tecnologias. O evento tem o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

O projeto é organizado pelo Laboratório de Poéticas Fronteiriças (Lab|Front), Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), e Instituto Criativo em Arte e Tecnologia (ICAT), com apoio da Escola Guignard (UEMG). Nesta edição o SAD conta com apoio do projeto Design +, da Universidade Federal de Santa (UFSM), que foi realizado em Junho com coordenação da Prof. Débora Gasparetto, e também contou com os organizadores do SAD em sua programação. Ambos os projetos propuseram intercâmbios temáticos. A curadoria do evento é de Pablo Gobira (UEMG - PPGA) e Tadeus Mucelli (FAD/ UEMG - PPGA).

O 2º Seminário de Artes Digitais, apresenta eixos temáticos em torno da questão dos limites e das expansões possíveis dentro do campo da arte digital.

No dia 20 de outubro, quinta, serão abordados os limites dos jogos digitais e das interfaces tecnológicas por Lynn Alves (UNEB), Ronaldo Gazel (Artista/BH; Gaz Games), Henrique Roscoe “hol / 1mpar” (Artista/BH e curador do FAD), Thatiane Mendes (UFMG) e Jalver Bethônico (UFMG).

O segundo dia, 21 de outubro, sexta, serão discutidas a expansão das escritas do digital e as hibridações experimentais e outras realidades. Dentre os convidados estão Tânia Fraga (Artista, IMA-SP), Antônio Mozelli (UEMG), Wallace Lages (Virginia Polytechnic Institute and State University e UFMG), Marília Lyra Bergamo (UFMG), Álvaro Andrade (Artista – BH), Lucas Junqueira (Artista – BH) e Carlos Falci (UFMG).

O SAD 2016 conta ainda em sua programação com a Performance "AS IS" com regência de Jalver Bethônico (UFMG). Haverá o lançamento de dois livros; "Poemas de brinquedo" de Álvaro Andrade Garcia e "Acidentes de leitura" de Alexandre Rodrigues da Costa.

Por fim, o próprio SAD fará o pré-lançamento do seu primeiro livro, "Configurações do Pós-Digital: Arte e Cultura Tecnológica" composto de 23 capítulos com os mais importantes nomes no campo do Brasil e convidados internacionais. O livro tem previsão de lançamento em 2017.

Serviço

2º Seminário de Artes Digitais (SAD)

Data: 20 e 21 de outubro de 2016

Local: Auditório da Escola Guignard - UEMG

Endereço: Rua Ascânio Burlamarque, 540 , Mangabeiras - Belo Horizonte

PROGRAMAÇÃO DO 2º SEMINÁRIO DE ARTES DIGITAIS DE BELO HORIZONTE

20/10/2016 (quinta-feira)

9:00h - 9:30h - Mesa de abertura do evento.

10:00h - 12:00h - Limites dos jogos digitais

Ronaldo Gazel (Artista/BH; Gaz Games) – Jogos digitais: entre a publicidade e o entretenimento.

Lynn Alves (UNEB) – Limites e possibilidades de desenvolvimento de jogos digitais na universidade

Mediação:

Pablo Gobira (UEMG)

14:00h - 17:00h - Limites das interfaces tecnológicas

Thatiane Mendes e Francisco Marinho (UFMG) – Computação vestível: entre a pele e a roupa

Henrique Roscoe “hol / 1mpar” (Artista/BH e curador do FAD) – Interfaces audiovisuais em apresentações artísticas

Jalver Bethônico (UFMG) – Interfaces audiovisuais do grupo “As Is”

Hangout com Fernando Rabelo (UFRB) – A experiência do Reconvexo

Mediação:

Tadeus Mucelli (FAD/UEMG)

17:00 - 18:00h - Lançamento de Livros

"Poemas de brinquedo" de Álvaro Andrade Garcia

"Acidentes de leitura" de Alexandre Rodrigues da Costa

21/10/2016 (sexta-feira)

09:00 - 10:00 - Performance do grupo As Is (regência de Jalver Bethônico)

10:00h - 12:00h - Hibridações experimentais e outras realidades

Tânia Fraga (Artista, IMA-SP)– MindFluctuations – a arte entre o cérebro e a máquina

Antônio Mozelli (UEMG) – Experimentos em realidade virtual na universidade

Hangout com Wallace Lages (Virginia Polytechnic Institute and State University e UFMG) – Dissolvendo a Interface Humano-Máquina

Marília Lyra Bergamo (UFMG) – Interfaces multimodais e sistemas orgânicos

Mediação:

Pablo Gobira (UEMG)

15:00h - 17:00h - Expansão das escritas do digital

Álvaro Andrade (Artista – BH) e Lucas Junqueira (Artista – BH) - O ateliê Ciclope e a escrita digital

Carlos Falci (UFMG) - Escritas da memória no digital

Mediação:

Pablo Gobira (UEMG)

17:00 - 17:45h - Pré-Lançamento de Livro

Pré-lançamento de “Configurações do pós-digital: arte e cultura tecnológicas” organizado por Pablo Gobira e Tadeus Mucelli e participação de diversos autores.

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/499
<![CDATA[Confira a retificação da Chamada Vinnova 10/2016]]>

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) comunica a retificação na Chamada 10/2016 - Projetos advindos do AIMDAY. A iniciativa é uma parceria da Fundação com a Vinnova, agência sueca para inovação. O objetivo é financiar projetos de pesquisa científica e tecnológica e de inovação na área de smart industries (Indústria 4.0). Esse campo estuda a integração da manufatura com a tecnologia de informação e comunicação, conectando pessoas, máquinas e processos.

Confira as mudanças ocorridas na chamada:

No item 4.5, na página 3, onde se lê “Por Parte da Empresa Mineira Participante”

Leia-se:

“Por Parte da Empresa Participante”

O subitem 4.5.1, na página 3, onde se lê “Ser Empresa Localizada em Minas Gerais”, foi excluído da presente chamada.

No item 6.2., na página 4, foi incluindo o subitem 6.2.4 onde se lê:

6.2.4 Diárias internacionais para participantes da equipe mineira na Suécia, tendo cada missão duração máxima de 12 dias. ”

O subitem 7.3.9 na página 6, onde se lê “Arquivo eletrônico contendo informações (faturamento, número de funcionários e portfólio de produtos) da empresa brasileira e da empresa sueca, se participarem do projeto, que demonstre terem capacidade de desenvolver o projeto”, foi excluído.

Informações adicionais na Central de Informações da FAPEMIG: ci@fapemig.br.

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/500
<![CDATA[Revista Minas Faz Ciência Infantil será lançada na FEBRAT]]>

Falar sobre ciência para as crianças é uma forma curiosa de apresentar o mundo a elas. Pensando nisso, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) lança a segunda edição da Revista Minas Faz Ciência para Crianças, que é produzida uma vez ao ano especialmente para o público infantil. O lançamento vai acontecer durante a abertura da 4ª Feira Brasileira dos Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas (FEBRAT), às 15h30, no auditório da Faculdade de Educação (FAE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A edição está cheia de surpresas: uma entrevista feita por cinco crianças à cientista Fabiana Beghini, uma matéria especial sobre a importância dos erros para a Ciência, outra sobre os mistérios dos relâmpagos e muitos outros temas, passatempos e dicas que vão surpreender a meninada. As ilustrações desta edição são uma atração à parte. Os personagens e demais desenhos foram pensados para atrair, encantar e divertir os leitores mirins. Durante o lançamento, a equipe da Minas Faz Ciência vai contar um pouco sobre como foi fazer essa edição especial.

Sobre a FEBRAT

A 4ª FEBRAT – Feira Brasileira dos Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas – é um projeto financiado pelo CNPq, MEC, SEB, MCTI, SECIS, CAPES e SEDECTES-MG. A implantação do projeto é de responsabilidade da UFMG em âmbito nacional, sendo desenvolvido e promovido pelas equipes do Centro Pedagógico da UFMG e Museu Itinerante Ponto UFMG.

A feira reunirá 113 trabalhos científicos, advindos do norte, nordeste, centro-oeste, sul e sudeste do Brasil. O evento acontecerá de 17 a 19 de outubro de 2016. A abertura será feita pela professora Laurinda Souza Ferreira Leite, da Universidade do Minho, de Portugal, no dia 17 de outubro, às 15h30 horas, no auditório Neidson Rodrigues da Faculdade de Educação (FAE), com a palestra A Ciência e a Alimentação: desafios e contributos. Logo após a palestra magna, a FAPEMIG fará o lançamento oficial da edição especial da revista Minas Faz Ciência dedicada às crianças.

Informações adicionais na Central de Informações da FAPEMIG: ci@fapemig.br.

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/501
<![CDATA[Workshop da Rede de Microscopia e Microanálise de MG]]>A Rede de Microscopia e Microanálise de Minas Gerais – financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e o Centro de Microscopia da UFMG – realiza o 2016 Workshop on Cryotechniques for Electron Microscopy, no período de 24 a 28 de outubro. O evento acontecerá no Campus Pampulha da UFMG, Belo Horizonte - MG, e as inscrições são gratuitas.

O Workshop apresentará abordagens atuais para preparação de amostras biológicas e de materiais em condições criogênicas, com vistas à preservação e estabilização de sua estrutura. O evento abordará o estado da arte em criotécnicas para microscopia eletrônica em temas como: crioultramicrotomia, congelamento ultrarrápido, criosubstituição, criofratura, criofixação, criomicroscopia de transmissão e varredura. Esses temas serão discutidos em palestras proferidas por especialistas nas áreas e são abertas a toda a comunidade. O Workshop também oferecerá a oportunidade de treinamento (hands-on) para grupo selecionado de participantes.

A programação já está disponível.

Todas as informações sobre o workshop estão disponíveis em http://www.microscopiamg.org.br

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/502
<![CDATA[FAPs e CNPq definem financiamento conjunto de projetos de INCTs]]>A definição de cofinanciamento para as propostas de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) apresentadas no âmbito da Chamada INCT - MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014 foi objeto de deliberação de reunião do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em Brasília, no dia 5 de outubro de 2016.

O encontro contou com a presença do Presidente substituto do CNPq, Marcelo Morales e da Diretora de Cooperação Institucional do CNPq, Glenda Mezarobba; além da Vice-Presidente do Confap e Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás, Maria Zaira; e representantes das FAPs do Distrito Federal, Piauí, Tocantins, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Rondônia, Rio de Janeiro, Sergipe, Ceará, Paraná, Pernambuco e Minas Gerais.

Neste primeiro momento, serão financiados, por parcerias entre os entes federais (Capes, CNPq/MCTIC e Finep/FNDCT) e estaduais, 100 projetos, resultantes da presente fase de negociação (realizada a partir das 252 propostas divulgadas em maio deste ano). As demais propostas recomendadas no mérito que não foram contempladas entre os 100 projetos selecionados para financiamento poderão solicitar um selo de reconhecimento e manter o status de INCT.

A lista dos 100 projetos selecionados será, ainda, submetida à aprovação da Diretoria Executiva do CNPq e do Comitê de Coordenação dos INCTs (Coordenado pela Secretaria Executiva do MCTIC). A previsão é a de que a lista final seja divulgada na segunda quinzena de novembro deste ano.

Minas Gerais

Entre as 100 primeiras propostas classificadas estão 10 de Minas Gerais. Essas serão financiadas no modelo de um para um, entre FAPEMIG e entes federais. De acordo com o presidente da FAPEMIG, Evaldo Ferreira Vilela, as demais serão negociadas caso a caso, dentro das possibilidades do sistema. “Algo que estamos avaliando, por exemplo, é solicitar aos demais INCTs que apresentem outra fonte de financiamento, como empresa ou organismo internacional”, comenta.

Novas definições serão divulgadas aqui, no portal da FAPEMIG.



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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/503
<![CDATA[Projeto Nova Mineração traz especialistas para discutir a mineração digital]]>

O acelerado desenvolvimento tecnológico das últimas décadas está mudando a mineração, tanto na sua forma de operar quanto na localização e tipos de reservas minerais de interesse. O competitivo mercado impulsiona o desenvolvimento de processos mais eficientes e precisos para suportar novos investimentos e sustentar a produção. Na corrida tecnológica da indústria, tecnologias como inteligência artificial e automação são e serão fundamentais para viabilizar novos projetos na superfície terrestre, no fundo do mar e, inclusive, fora dos limites da Terra.

Na próxima sexta-feira, dia 21 de outubro, o projeto Nova Mineração recebe, na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), dois especialistas para falar deste e de outros temas: Carlos Tapia Cortez a Candidato Ph.D. e pesquisador na Escola de Engenharia de Minas da UNSW Austrália e Serkan Saydam, professor associado e Diretor de Pesquisa na School of Mining Engineering UNWS-Australia.

Agenda

Reunião: Mineração Digital – Mineração Off-Earth

Local: Auditório da FAPEMIG (Av. José Cândido da Silveira, nº1500, Horto - Belo Horizonte).

Data e horário: 21 de outubro, às 13h30.

O evento é aberto ao público e será conduzido em língua inglesa.

Informações adicionais: novamineracaodcti@fapemig.br

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/504
<![CDATA[ CONFAP e British Council divulgam resultado da chamada Researcher Links]]>

As Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), em parceria com o British Council por meio do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), divulgam as propostas aprovadas na chamada Newton Fund Researcher Links Workshops 2016 Confap – British Council.

Foram aprovadas 9 propostas de workshops de pesquisa em 6 Unidades da Federação: Distrito Federal, Goiás, Santa Catarina, Pernambuco, Sergipe e Minas Gerais. Cada workshop será apoiado pela respectiva FAP de seu estado, com valores de R$85 mil a R$ 100 mil, como contrapartida aos valores oferecidos pelo British Council.

Um dos workshops será promovido por uma parceria entre pesquisadores dos estados de Pernambuco e Sergipe, liderados pela Universidade de Pernambuco. O tema será Tecnologias inteligentes para combater o zika-vírus.

Os workshops devem ser realizados entre janeiro e agosto de 2017. O resultado completo da chamada pode ser acessado neste link.

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/505
<![CDATA[ Inhotim oferece atividades gratuitas para os visitantes durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia ]]>

De hoje até domingo, 18 a 23, o Instituto Inhotim participa da 13ª Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, iniciativa coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que neste ano traz o tema Ciência Alimentando o Brasil. Fazem parte da programação o VII Seminário de Iniciação Científica, que tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), conversas com integrantes do Assentamento Pastorinhas, de Brumadinho, e várias atividades gratuitas em que o público pode conhecer plantas, sementes e o manejo dos solos.

Lidiane Arantes, supervisora de educação do Inhotim, afirma que a programação está em sintonia com alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, como os números 13 (tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos) e 15 (proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres). “O consumo de alimentos está diretamente ligado às técnicas usadas na agricultura e que, também, se relacionam com as mudanças climáticas. Devemos estimular a pensar novos modelos de produção de alimentos para que o manejo do solo seja feito corretamente, a fim de conservar a biodiversidade.” Em maio deste ano, o Inhotim assinou uma parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para a implementação da Agenda 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com foco no combate à mudança do clima e seus impactos.

Além de sensibilizar o público sobre o assunto por meio das atividades da Semana, Lidiane Arantes também destaca o Inhotim como uma instituição que auxilia na transformação de seu entorno por meio da educação, como acontece no VII Seminário de Iniciação Científica – A Formação do Jovem Pesquisador. “O Instituto age como indutor da formação inicial de jovens para a pesquisa e se aproxima do cotidiano desses participantes e de suas comunidades”. Atualmente, são realizados 12 estudos por jovens pesquisadores de Belo Horizonte e de Brumadinho, viabilizados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Inhotim tem patrocínio da IBM por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Confira abaixo a programação completa:

Bate-papo com o Assentamento Pastorinhas

Representantes do Assentamento Pastorinhas conversam com visitantes sobre agricultura familiar. Localizado em Brumadinho, é formado por famílias que usam a horticultura e a agroecologia na produção de alimentos.

Quando: terça-feira, 18 de outubro

Horário: 14h

Onde: Espaço Igrejinha (próximo ao G20 no mapa)

Observação: público livre

Gratuito

Espaço Ciência

Com o uso de lupas eletrônicas e uma apresentação em tela touch screen, o público conversa com educadores sobre manejo de solos e sistemas agroecológicos, que privilegiam conservação ambiental e biodiversidade.

 

Quando: 18 a 23 de outubro (terça a domingo)

 

Horário: 10h às 16h (terça a sexta-feira) e 10h às 17h (sábado e domingo)

 

Onde: Estação Educativa, no Centro de Educação e Cultura Burle Marx (próximo ao A17 no mapa)

 

Observação: público livre

 

Gratuito

Hoje é dia de feira!

Nos jardins do Inhotim, o público é convidado a conhecer curiosidades sobre sementes crioulas (selecionadas durante anos por agricultores e comunidades tradicionais) e as plantas alimentícias não convencionais (PANCs), dispostas em uma banca de feira.

Quando: 20 e 21 de outubro (quinta e sexta-feira)

Horário: 10h às 12h e 14h às 16h

Onde: próximo do Magic Square (A12 no mapa)

Observação: público livre

Gratuito

Oficina de Papel Semente

Nesta atividade, os participantes aprendem a confeccionar um papel reciclado, adicionando ingredientes especiais: sementes de hortaliças ou ervas.

Quando: 22 de outubro (sábado)

Horário: 10h30 às 13h

Onde: Viveiro Inhotim

Observação: Saída da Recepção, 25 pessoas. Inscrição a partir das 10h na Recepção.

Gratuito

VII Seminário de Iniciação Científica – A Formação do Jovem Pesquisador

Jovens pesquisadores expõem seus estudos realizados no Inhotim. O evento conta, também, com duas palestras: “Ciência Alimentando o Brasil”, com Carlos Mourthe, mestre em Ecologia pela UFMG; e “História das Mudanças Climáticas”, com Ricardo Figueiredo, doutorando em História das Ciências pela UFMG. O evento é gratuito. O Seminário é uma realização conjunta com a Fapemig - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais.

Veja a programação completa:

21 de outubro, sexta-feira:

10h às 12h – palestra “Ciência Alimentando o Brasil”, com Carlos Mourthe

13h às 14h – almoço

14h às 16h30 – apresentação de pesquisas desenvolvidas pelos bolsistas da Fapemig

22 de outubro, sábado:

10h às 12h – palestra “ História das Mudanças Climáticas”, com Ricardo Figueiredo

13h às 14h – almoço

14h às 16h30 – apresentação de pesquisas desenvolvidas pelos bolsistas da Fapemig

SERVIÇO

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Inhotim

Quando: de 18 a 23 de outubro (terça a domingo).

Programação gratuita para o visitante do Parque.

Horários de funcionamento do Inhotim:

de terça a sexta-feira, das 9h30 às 16h30;

sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30

Entrada: quarta-feira gratuita; terça e quinta-feira, R$ 25; sexta, sábado, domingo e feriado, R$ 40. Têm direito a meia-entrada crianças de 6 a 12 anos, idosos acima de 60 anos, estudantes identificados, professores das redes formais pública e privada de ensino identificados e funcionários de empresas parceiras.

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/506
<![CDATA[FAPEMIG lança chamada para recuperação da Bacia do Rio Pandeiros]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa de Amparo do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) lançou hoje (14) a chamada 11/2016 - Sustentabilidade da Bacia do Rio Pandeiros. O objetivo da chamada é financiar projetos de ação e pesquisa científica, tecnológica e de inovação que contribuam com a preservação, conservação e recuperação do meio ambiente na Bacia Hidrográfica do Rio Pandeiros, de forma compatível com o desenvolvimento socioeconômico da região. Os investimentos nesta chamada serão da ordem de R$1,5 milhão.

A ideia é que os projetos aprovados ajudem a desenvolver e/ou implementar, na região da Bacia do Rio Pandeiros, soluções tecnológicas que visem à preservação, conservação, recuperação e ao desenvolvimento sustentável da região.

As propostas devem ser enviadas à FAPEMIG, exclusivamente por meio eletrônico, até as 17h do dia 30 de novembro de 2016.

Confira a chamada completa aqui.

A Bacia

A bacia hidrográfica do rio Pandeiros está localizada na região Norte de Minas Gerais, envolvendo os municípios de Januária, Bonito de Minas e Cônego Marinho. Foi transformada em Área de Proteção Ambiental pela sua importância ecológica para a manutenção do ecossistema da região, o cerrado e para o rio São Francisco.

Dúvidas podem ser esclarecidas com a Central de Informações da FAPEMIG pelo e-mail ci@fapemig.br

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2016-10-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/507
<![CDATA[Pesquisadores investigam novas aplicações terapêuticas para o guaraná]]>O guaraná é uma planta da Amazônia brasileira que é amplamente utilizada na medicina popular como revigorante e estimulante físico e mental. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da área de Farmácia, têm buscado novas aplicações terapêuticas para o guaraná (Paullinia cupana), a partir da padronização do extrato e avaliação da atividade anti-inflamatória frente à inibição do TNF-alfa.

Mas, afinal, o que é isso? O TNF-alfa é considerada uma das principais citocinas inflamatórias. Entre as doenças relacionadas a essa citocina estão a artrite reumatoide, colite ulcerativa, doença de Crohn, psoríase, entre outras. O TNF-alfa desempenha papel chave na inflamação aguda e crônica, por isso muitas pesquisas têm buscado explorar o potencial desse mediador no tratamento de doenças inflamatórias. Entretanto, o número de fármacos desenvolvidos e aprovados para o tratamento de doenças inflamatórias mediadas por essa citocina ainda é pequeno, estando restrito a fármacos de base proteica, com custo elevado, o que restringe o amplo uso clínico, além dos efeitos adversos a eles relacionados, comenta a coordenadora da pesquisa, Rachel Oliveira Castilho.

De acordo com Rachel Castilho, a população também usa o guaraná para outras aplicações como antidepressivo, antidiarreico, analgésico, antitérmico, antimicrobiano, antioxidante e imunoprotetor. Baseado nesse relato da população, o grupo de pesquisa busca agregar valor ao guaraná, buscando novas opções terapêuticas, além do estímulo físico e mental. Além disso, TNF-alfa desempenha papel-chave na resposta imune, na defesa contra microrganismos e no processo inflamatório. Agentes biológicos que inibem o TNF-alfa são considerados eficazes na redução da atividade e no retardamento do dano estrutural articular na Artrite Reumatoide, por exemplo.

“A relevância dessa pesquisa é grande uma vez que não há muitos fármacos disponíveis no mercado tendo como alvo o TNA-alfa. Estamos agregando valor para uma planta que é brasileira”, afirma Rachel. Agora, estão sendo feitos novos estudos pré-clínicos, in vitro. O próximo passo é fazer ensaios in vivo (com experimentação animal) e isolar novas substâncias que podem contribuir para a atividade relacionada. O grupo também está pesquisando a farmacocinética para o desenvolvimento futuro de um fitoterápico ou fitofármaco.

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2016-10-17 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/488
<![CDATA[ALMG promove debate público sobre impacto do Código de Ciência, Tecnologia e Inovação]]>

Nesta sexta-feira, 7 de outubro, acontece o Debate Público Desenvolvimento Econômico-Social de Minas Gerais: o impacto do Código de Ciência, Tecnologia e Inovação, promovido pela Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG). As discussões acontecerão no Plenário da ALMG. Um dos conferencistas do debate é o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Evaldo Vilela. Para participar, não é preciso se inscrever.

O Debate Público é uma das modalidades de eventos criados pela ALMG para discutir temas de repercussão na vida do Estado ou do País, que possam contribuir no aperfeiçoamento da ação legislativa, dentro da política de interlocução do Legislativo mineiro com a sociedade. O evento será dividido em duas partes, uma expositiva e outra de debates. Tem como objetivo qualificar o debate sobre a regulamentação do novo marco regulatório no Estado de Minas; incluir em ambiente de sinergia e transparência todos os afetados pelo novo marco regulatório; reconstruir o cenário da política em ciência, tecnologia e inovação do estado de minas gerais; e sinalizar gargalos à harmonização de ações governamentais afetadas pelo novo Código de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Confira a programação:

Programação

  • 9 horas: Abertura
  • 9h30: Conferência

- Evaldo Ferreira Vilela, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapemig)

  • 10 horas: Sessão Temática 1 - Fundamentos constitucionais e base legal estadual vigente no cenário do Código de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Expositores:

- Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

- Renato Nunes, professor e diretor da Rede Mineira de Inovação (RMI)

- Liana Portilho Mattos, procuradora do Estado de Minas Gerais

- Miguel Corrêa da Silva Júnior, secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sects)

Debatedores:

- Leandro Novais, professor de Direito Econômico da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

- Arquimedes Brandão, representando o Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais (Sindinfor)

  • 11h30: Debate
  • 12 horas: Intervalo
  • 14 horas: Sessão Temática 2 - Quais gargalos devem ser eliminados?

Expositores:

- Fernando Peregrino, vice-presidente da Associação Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies)

- Jorge Luís Nicolas Audy, presidente do Conselho Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec)

- Eduardo Martins de Lima, controlador-geral de Minas Gerais

- Rui Werneck, presidente da Empresa de Agropecuária de Minas Gerais (Epamig)

- Bernardo Annoni, secretário executivo do Conselho de Ciência e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg)

Debatedores:

- Flávio Baeta Moreira, analista de tecnologia do Serviço de Apoio à Pequena e Média Empresa (Sebrae/MG)

- Paulo Célio Abreu Júnior, do Núcleo de Inovação Tecnológica (Nit) da Fundação Ezequiel Dias (Funed)

  • 15h30: Debate
  • 16 horas: Sessão Temática 3 - Como harmonizar a sinergia entre os diversos atores afetados?

Expositores:

- Marcos Vinícius de Souza, secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

- Luiz Eugênio Araújo de Moraes Mello, vice-presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei)

- Rodrigo Gava, professor e coordenador da Rede Mineira de Propriedade Intelectual

- Wieland Silberschneider, secretário adjunto da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag)

- José Afonso Bicalho, secretário de Estado da Fazenda

Debatedor:

Leonardo Netto Parentoni, procurador federal junto à Comissão Nacional de Energia Nuclear

  • 17h30: Debate
  • 18 horas: Encerramentoa
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2016-10-17 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/489
<![CDATA[Plataforma R3 Mineral realiza reunião geral na FAPEMIG]]>

Mais de 40 membros da Plataforma R3 Mineral se reuniram na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) no dia 29 de setembro. A reunião geral faz parte dos encontros regulares da Plataforma – que é resultado de uma linha de ação criada pela FAPEMIG após o rompimento da barragem de Fundão, para discutir a mineração sob a ótima de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

O encontro foi coordenado pelo pesquisador do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) e coordenador técnico-científico, Fernando Lameiras. Na ocasião, a plataforma e seus objetivos foram apresentados: introdução e incorporação da Economia Circular, prática da pesquisa cooperativa entre empresas, identificação de temas para Pesquisas e Desenvolvimento e elaboração de modelos de negócio. “A Plataforma R3 Mineral pode ser vista como uma arena de articulação entre empresas que geram resíduos e rejeitos de mineração e outras organizações que desejam ampliar as possibilidades de usar esses materiais como matéria-prima, expandindo a sua aplicação em larga escala”, afirma Lameiras.

Atualmente, a Plataforma é composta pelos grupos de Governança, Pavimentação, Construção Civil, Agricultura, Reprocessamento e Produtos Tecnológicos. Durante a reunião, dois novos grupos foram apresentados: Empreendedorismo Regional e Não Ferrosos. Para o empresário Bruno Pereira, da empresa de ladrilhos Ladriminas, a empresa está participando desde o início da Plataforma e pretende ampliar essa atuação. “Era para participar somente do grupo da Construção Civil, porém, como temos um projeto de interesse comum, estou sendo convidado a participar de diversos grupos”, conta.

Na área de construção civil, a coordenação é do Sinaenco-MG, sindicato das empresas que lidam com todos os projetos e estudos envolvidos em uma construção. Nessa reunião, foi representado por sua coordenadora executiva Juliana Soares. O grupo já tem onze entidades e empresas representantes: Anglo Gold Ashanti, New Stell, Samarco, Vale, Votorantim, Instituto Senai de Inovação, Ladriminas, Bacia Viva, Uni-Stein, Pedras Congonhas e Cefet-MG. “A importância do grupo é o potencial que a construção civil tem para consumir resíduos e rejeitos da mineração, seja ela de ferro ou de outras minerações”, afirma Soares.

Um outro grupo da Plataforma R3 Mineral, o de Produtos Tecnológicos, é coordenado pelo pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Rochel Lago. Esse grupo dividiu suas atividades em duas etapas: a primeira se dedicou a mapear na literatura disponível aplicações que usam dois dos principais componentes do rejeito: o óxido de ferro e o óxido do silício; e a segunda vai fazer estudos de viabilidade técnica e econômica. “Já identificamos várias aplicações em produtos mais sofisticados com alto valor agregado. O que é importante é identificarmos entre as muitas coisas que podemos desenvolver aquilo que é viável em termos de produção e mercado”, explica Lago.

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2016-10-17 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/490
<![CDATA[Conferência Internacional Sul-Americana: Territorialidades e Humanidades acontece na UFMG]]>Na última terça-feira, 4, teve início a Conferência Internacional Sul-Americana: Territorialidades e Humanidades que acontece até o dia 7 de outubro. O evento está sendo realizado em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG) e integra a programação de comemoração dos 90 anos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O intuito é discutir a globalização nas dimensões internacional, nacional e regional. Além disso, o evento é uma atividade preparatória da Conferência Mundial das Humanidades, que acontecerá em Liége, Bélgica, em 2017.

O presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, participou da sessão de abertura e reafirmou a importância das Humanidades e da realização da conferência em Minas Gerais. “É necessária uma aproximação das Humanidades ao contexto atual. Não é possível um país inovador sem a formação de jovens talentosos que contribuam em todas as áreas”, afirmou. Além disso, ele enfatizou o plano de estabelecer um programa de intercâmbio similar ao “Ciência sem Fronteiras” para as humanidades em Minas Gerais.

O reitor da UFMG, Jaime Ramírez, abordou que é preciso maior envolvimento das humanidades na busca de “respostas mais articuladas para os problemas e desafios do nosso mundo". A vice-reitora Sandra Goulart Almeida reiterou a satisfação da UFMG em realizar o evento e citou o pesquisador Donald Drakeman, que no livro Why we need the humanities expõe a necessidade de encontrar “mais espaço para as humanidades no contexto do ensino superior, na esperança de que não fiquemos presos em algum lugar no qual a ciência pura não possa nos ajudar”, citou.

Ainda participaram da mesa de abertura John Crowley, líder de equipe da Unesco para a temática “mudança ambiental global”, Luiz Oosterbeek, secretário-geral do CIPSH e membro do comitê científico do evento, Paula de Miranda Ribeiro, diretora da Faculdade de Ciências Econômicas (Face). Para Crowley “esta é uma pauta também política, e o desejo de fomentar essa pauta é uma mensagem que enviamos ao mundo, a mensagem de que, sem o investimento nas humanidades, não será possível alcançar o mundo sustentável que esperamos e planejamos para 2030”, disse.

Na sequência, a professora Susanna Hecht, da Universidade Califórnia (Ucla), abordou, em sua conferência, a territorialização e as mudanças climáticas a partir dos resultados das pesquisas que realiza sobre a Amazônia, no âmbito da ecologia política. Entre os livros que ela é autora estão The Fate of the Forest: Developers, Destroyers, and Defenders of the Amazonia e The Scramble for the Amazon and the "Lost Paradise" of Euclides da Cunha.

A primeira mesa redonda da Conferência abordou o tema das fronteiras e migrações. Os pesquisadores Francisco Eduardo Andrade (UFOP), Maria Luisa Soux (Universidad Mayor de San André, Bolívia), Maria Medianeira Padoin (UFSM, Brasil) e Elérson Silva (Cáritas, Brasil) compartilharam um pouco de suas pesquisas e experiências na área.

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2016-10-17 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/491
<![CDATA[Vencedores da 8ª edição do Prêmio Mares Guia recebem premiação]]> 

A cerimônia de premiação do Prêmio Marcos Luiz dos Mares Guia aconteceu na última segunda-feira, 3 de outubro, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), em Belo Horizonte. O Prêmio foi criado pelo Governo do Estado e se destina a destacar instituições/empresas e pesquisadores por sua colaboração com o avanço do conhecimento da ciência em Minas Gerais.

O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Evaldo Vilela, destaca a importância do pesquisador que dá nome ao Prêmio para a pesquisa mundial: “O pesquisador Mares Guia foi um excelente cientista e um homem excepcional. Os agraciados dessa noite podem se sentir honrados por esse reconhecimento e devem ser vistos pela sociedade como exemplos e verdadeiros ídolos. Estamos carentes de ídolos na ciência”, afirma Vilela.

A pesquisadora Maria Goreti de Almeida Oliveira – Diretora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde-CCB da Universidade Federal de Viçosa (UFV) – foi escolhida para falar pela família de Marcos Luiz dos Mares Guia, representada por sua filha Fabiana dos Mares Guia Camporeale. “O professor Mares Guia foi meu orientador e um verdadeiro pai científico, que influenciou nossa vida acadêmica e moral. Era um homem simples e brilhante”, declarou Oliveira. O presidente da Fiemg em exercício na ocasião, Afonso Gonzaga, lembrou que o Patrono não foi apenas um homem de ciência, mas um gestor capaz de dialogar com a indústria e transformar suas pesquisas em produtos.

Na categoria Pesquisador, a agraciada foi Elizabeth Pacheco Batista Fontes, da Universidade Federal de Viçosa (UFV) – com o trabalho “Novos mecanismos de imunidade antiviral e respostas adaptativas a estresses fisiológicos em plantas”. Na categoria Jovem Pesquisador, Matheus Puggina de Freitas, da Universidade Federal da Lavras (UFLA), foi premiado com o trabalho “Estrutura molecular e sua relação com propriedades químicas, físicas e biológicas”.

Dois pesquisadores receberam menção honrosa na categoria jovem pesquisador pelos trabalhos desenvolvidos. São eles: José Barbosa dos Santos, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) – com o trabalho “Impacto Ambiental do Uso de Herbicidas e Técnicas de Descontaminação Ambiental”; e Daniele da Glória de Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – com o trabalho “Estudo dos mecanismos imunes envolvidos na resposta do hospedeiro em modelos experimentais de dengue em camundongos”.

 

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2016-10-17 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/492
<![CDATA[Secretaria de Saúde promoveu Seminário de avaliação parcial do PPSUS Redes]]>A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou, na última quarta e quinta-feira 21/09 e 22/09, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, o Seminário de Avaliação Parcial do Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde (PPSUS) REDES. Clique aqui e confira a nossa galeria de fotos. O Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Paulo Sérgio Lacerda Beirão, participou do evento.

De acordo com  Beirão, “esta ação tem o foco claro em aperfeiçoar o SUS, buscando desenvolver novos conhecimentos e, consequentemente, melhorar os serviços de saúde ofertados à população”.

Paulo Sérgio Lacerda Beirão destacou, ainda, a grandeza do SUS e a importância de valorizar e preservar o sistema. “É fundamental identificar os problemas e buscar melhorias e aperfeiçoamento, valorizando e preservando o SUS”, explicou Paulo Sérgio Lacerda Beirão.

O Chefe de Gabinete da SES-MG, Lisandro Carvalho de Almeida e Lima, destacou a importância de pensar diferentes formas e práticas relacionadas ao SUS. “Poder contar com uma banca discutindo assuntos referentes à assistência à saúde pública contribui não só para o desenvolvimento social, mas também econômico do nosso país”, afirmou Lisandro Carvalho de Almeida e Lima.

Ao longo do seminário, cada pesquisador apresenta seu trabalho à banca, composta por outros dois pesquisadores e um representante da SES-MG. Após a apresentação, é aberto espaço para debater conjuntamente formas de aperfeiçoar o estudo.

O representante do Ministério da Saúde, José Eloy dos Santos Júnior, ressaltou que o seminário é “o momento em que o pesquisador pode falar sobre sua pesquisa e os principais resultados, fazendo com que este momento também seja um momento de criação”.

Sobre o PPSUS

Criado em 2003 pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde (Decit), o Programa de Pesquisas para o SUS (PPSUS) tem o objetivo de apoiar financeiramente o desenvolvimento de pesquisas que objetivam contribuir para a resolução dos problemas prioritários de saúde da população brasileira, fortalecer a gestão do Sistema Único de Saúde e reduzir as desigualdades regionais no campo da ciência, tecnologia e inovação em saúde.

Em Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Saúde em parceria com a Fapemig e o Decit, realiza um importante trabalho na operacionalização do PPSUS desde a 1º edição do programa em 2004. A SES-MG participa de todas as etapas operacionais do Programa, desde a definição das linhas prioritárias de pesquisa que comporão os editais até a organização do seminário de acompanhamento e avaliação dos projetos concluídos.

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2016-09-30 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/486
<![CDATA[Pesquisador mineiro fala sobre vacina contra a dengue]]>Com o início da primavera, tende-se a aumentar os casos de dengue, devido ao calor e a água acumulada pelas chuvas. Desde julho, a Dengvaxia, a primeira vacina contra a dengue disponível no país, desenvolvida pelo laboratório farmacêutico francês Sanofi Pasteur, já está nas clínicas privadas do Brasil. Em abril de 2015, a Organização Mundial da Saúde certificou a vacina e recomendou seu uso para os países onde o vírus é endêmico. Além disso, o Instituto Butantan, em São Paulo, tem desenvolvido a primeira vacina brasileira contra a dengue. Para compreender melhor esse cenário, veja a entrevista com Carlos Eduardo Calzavara, vice-Diretor de Pesquisa e Pesquisador do Centro de Pesquisas René Rachou (CPqRR), da unidade da Fiocruz em Belo Horizonte, doutor em Bioquímica e Imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e já coordenou diferentes projetos na área, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Somente de janeiro a agosto de 2016 foram registrados 1.426.005 casos prováveis de dengue no país, segundo o Ministério da Saúde. Diante desse cenário, o que pode mudar com o surgimento das duas vacinas?

Ambas as vacinas, somadas às estratégias de controle vetorial inovadoras como o uso de mosquitos infectados pela bactéria Wolbachia e a busca por antivirais específicos, nos mostram quão desafiador mas também possível é o controle de uma doença infecciosa em um país de tamanha dimensão e diversidade genética e sociocultural. Vacinas contra a dengue são prometidas desde 2010 e, apesar da demora no desenvolvimento e aprovação de uma vacina segura, ambas são muito bem-vindas e tem grande potencial em minimizar nosso cenário endêmico.

O que diferencia a vacina que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan da que já está disponível pelo laboratório Sanofi Pasteur?

Ambas são tetravalentes, ou seja, imunizam contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. A Dengvaxia é uma vacina que usou a tecnologia do DNA recombinante para construir quimeras entre o vírus da febre amarela e os quatro sorotipos do Dengue vírus. É indicada apenas para pessoas entre 9 e 45 anos de idade. Requer três doses semestrais para proteção eficaz, o que significa que, no mínimo, um ano após a vacinação massiva é que começaremos a observar seu impacto no cenário epidemiológico do país. Mesmo sendo considerada tetravalente, a Dengvaxia não protege muito bem contra a infecção pelo sorotipo 2, fato que reduz sua capacidade protetora. Entretanto, pessoas vacinadas com a Dengvaxia tem menores chances de desenvolver a dengue grave. A vacina em teste pelo Instituto Butantan, desenvolvida em parceria com Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, é tetravalente originada a partir de uma “mistura” de vacinas monovalentes testadas separadamente. Por isso, a vacina promete uma eficácia maior do que a observada pela Dengvaxia.

A vacinação é a melhor estratégia para diminuir os casos de dengue no país?

Uma estratégia de controle de uma endemia baseia-se em, ao menos, três eixos: prevenção, diagnóstico e tratamento. Nenhuma doença infecciosa é controlada exclusivamente com vacinação e nenhuma vacina é capaz de proteger completamente uma população. As opções de diagnóstico da dengue são atualmente satisfatórias. No entanto, não há tratamento específico contra a doença. Não existe, por exemplo, uma droga capaz de eliminar o vírus ou bloquear sua multiplicação, também não se sabe, de forma assertiva, o que leva um indivíduo infectado a desenvolver a forma mais grave da doença e outro indivíduo sequer apresentar qualquer sintoma. Enfim, a vacinação continua sendo nossa principal alternativa para diminuir a incidência da dengue.

Como o avanço no desenvolvimento das vacinas contribui para um novo panorama epidemiológico? Por que é preciso estar atento?

Deve-se enxergar as duas vacinas como complementares, mas não concorrentes. Vacinas precisam estar em constante evolução, adaptação (à população e/ou ao agente infeccioso) e aprendizado. As vacinas foram desenvolvidas com estratégias diferentes, e a vacina disponível atualmente mostrou boa eficácia na proteção contra a infecção pelo vírus da dengue, apesar de baixa capacidade de minimizar a infecção por um determinado sorotipo viral. Ou seja, é uma boa vacina, especialmente por sua capacidade de minimizar o desenvolvimento dos sintomas graves da doença, mas precisa evoluir. O advento da vacina do Instituto Butantan poderá preencher as deficiências da Dengvaxia e catalisar o desenvolvimento de uma terceira vacina ou estratégia vacinal mais eficiente.

Alguns laboratórios de Belo Horizonte comercializam cada dose da vacina por cerca de R$280.

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2016-09-30 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/487
<![CDATA[Lixo eletrônico se transforma em paineis solares ]]>Os computadores antigos que se transformam em toneladas de lixo eletrônico ganharam uma novadestinação. O Projeto Própolis - Polímeros para a Inclusão Social, através de uma ação interdisciplinar, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e Cemig, destina o material plástico de resíduos eletroeletrônicos para serem utilizados no processo produtivo de aquecedores solares em Empreendimentos Sociais. Com esse objetivo, instituições do setor público, privado e do terceiro setor se uniram para baratear o custo de desenvolvimento dos paineis solares de forma sustentável e promover a inclusão social.

O Laboratório de Polímeros da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi o responsável por pesquisar se o plástico dos aparelhos eletroeletrônicos podia ser utilizado para a produção dos coletores ou se era necessária a mistura de outros aditivos. Os resultados apontaram ser possível desenvolver coletores a partir destes polímeros, reduzindo consideravelmente os custos, ampliando o acesso a este tipo de energia a outras camadas da sociedade.

A equipe dos Centros Universitários UNA e UNI BH foram responsáveis por produzir o protótipo do coletor solar, que já foi desenvolvido e agora está aguardando a fábrica ficar pronta. O reaproveitamento do plástico foi o ponto de partida para o desenvolvimento do projeto, pois é um produto menos visado economicamente e gera mais volume. Sendo assim, o Comitê para a Democratização da Informática (CDI), uma organização que usa a tecnologia para transformação social, está capacitando catadores de lixo, jovens e outras pessoas interessadas em separar os materiais.

Atualmente, está na fase de construção e administração da fábrica sustentável para iniciar a produção comercial dos painéis feitos de polímeros. Essa etapa será realizada e administrada pela Instituição Social Ramacrisna, localizada em Betim. Para isso foi iniciada uma campanha de Crowdfunding no site Kickante para arrecadar doações.

Assista o vídeo sobre o projeto:

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2016-09-26 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/485
<![CDATA[Conheça os vencedores da 8ª edição do Prêmio Mares Guia]]>Reconhecer instituições e pesquisadores que contribuem para o avanço da pesquisa científica é uma forma de estimular a produção no país. É exatamente esse o objetivo do Prêmio de Pesquisa Básica Marcos Luiz dos Mares Guia, que foi criado pelo Governo do Estado e se destina a destacar instituições/empresas e pesquisadores por sua colaboração com o avanço do conhecimento da ciência em Minas Gerais. Este ano, o Prêmio será entregue no dia 03 de outubro, nas categorias de Pesquisador e Subcategoria Jovem Pesquisador. Também serão reconhecidos com menção honrosa pesquisadores das duas categorias. Conheça os agraciados:

Categoria Pesquisador

Elizabeth Pacheco Batista Fontes, da Universidade Federal de Viçosa (UFV) - com o trabalho “Novos mecanismos de imunidade antiviral e respostas adaptativas a estresses fisiológicos em plantas”.

Categoria Jovem Pesquisador

Matheus Puggina de Freitas, da Universidade Federal da Lavras (UFLA) - com o trabalho “Estrutura molecular e sua relação com propriedades químicas, físicas e biológicas”.

Menção Honrosa

José Barbosa dos Santos, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) - com o trabalho “Impacto Ambiental do Uso de Herbicidas e Técnicas de Descontaminação Ambiental”.

Daniele da Glória de Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - com o trabalho “Estudo dos mecanismos imunes envolvidos na resposta do hospedeiro em modelos experimentais de dengue em camundongos”.

O Prêmio

O Prêmio Marcos Luiz dos Mares Guia destaca pesquisas das diversas áreas do conhecimento e reconhece aqueles pesquisadores que tenham se distinguido na condução de estudos e pesquisas básicas e que apresentem potencial para subsidiar, de forma significativa, o desenvolvimento de soluções para problemas da humanidade. Desde 2010, a edição passou a cumprir o revezamento entre as modalidades, conforme previsto no regulamento. A partir de então, o prêmio é concedido a pesquisadores mineiros em anos pares e a instituições/empresas em anos ímpares.

A premiação considera como pesquisa básica os estudos que buscam compreender a natureza e aumentar o conhecimento humano. Geradas a partir da identificação de necessidades da sociedade, tais pesquisas partem de problemas existentes para criar soluções tecnológicas viáveis, capazes de trazer soluções para o dia a dia das pessoas e constituindo o processo de inovação.

A comissão julgadora é formada por seis membros indicados por instituições de ciências e pesquisa do estado, sendo dois indicados pelo Conselho Curador da FAPEMIG, um pelo Conselho Estadual de Ciências e Tecnologia – CONECIT, um do Fórum das Instituições Públicas de Ensino Superior de Minas Gerais – IPES, um do CNPq e um da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG. Entre os indicados pela FAPEMIG, ao menos um precisa pertencer à Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, instituição onde atuou o patrono do prêmio.

Marcos Luiz dos Mares Guia foi um dos mais importantes pesquisadores da área de biotecnologia do Brasil, sendo responsável pela descoberta da insulina humana recombinante. O cientista foi um dos envolvidos na criação da primeira empresa capaz de fabricar enzimas no país, dando um importante passo para a geração de inovação no estado. Escolhido como patrono do prêmio, Mares Guia foi professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG e é considerado um dos maiores colaboradores da ciência brasileira.

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2016-09-22 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/484
<![CDATA[ UFU desenvolve dispositivo que controla cadeira de rodas por músculos na face]]> 



Uma cadeira de rodas, que pode ser controlada por pequenos movimentos da face, e um simulador, para treinamento de cadeirantes em ambiente virtual, está sendo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O objetivo é tornar disponível uma ferramenta para proporcionar autonomia às pessoas com deficiência que não podem operar um joystick - presente nas cadeiras de rodas motorizadas disponíveis no mercado atual.

Com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), o projeto ViEW-EMG: cadeira de rodas virtual controlada por músculos da face busca aprimorar uma tecnologia assistiva para proporcionar mais qualidade de vida. Sendo que, no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas declaram ter dificuldade de locomoção, representando 7% da população brasileira, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o coordenador da proposta, Eduardo Lázaro Martins Naves, por ser uma estratégia não convencional, colocar alguém na cadeira de rodas para usar o dispositivo de controle na rua pode oferecer risco, por isso o simulador é importante na adaptação até a pessoa estar pronta para a situação real. Atualmente, o projeto está em fase de protótipo e seis pessoas estão sendo acompanhadas e testando a ferramenta. A próxima etapa da equipe é migrar esse controle facial, de um computador para dispositivos mais modernos, como tablets, para ser mais portável e se difundir com mais facilidade.

Entenda como funciona

A cadeira de rodas motorizada é controlada por joystick. Para habilitar o controle por meio de sinais faciais, os pesquisadores precisaram entender o acionamento dos motores por meio dos comandos enviados pelo joystick para depois ser possível recriar o mesmo controle por meio do circuito eletrônico que recebe o sinal a partir de eletrodos colocados na face. Quando a pessoa faz uma contração voluntária, o sistema tem as opções de comandos básicos para ir à direita, à esquerda, para frente e para trás, usando o recurso de um notebook acoplado a cadeira.

 

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2016-09-16 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/479
<![CDATA[Evento debate a mineração do futuro]]> 

 

​A mineração é uma atividade que gera resíduos e rejeitos em todas as suas etapas. Esse material representa, hoje, um dos maiores desafios ao desenvolvimento sustentável do setor. Pensar alternativas para a gestão e utilização de resíduos e rejeitos da mineração é a proposta do 2º Fórum Minas e Mineração no século XXI, evento que acontece hoje (14) no auditório do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN), no campus Pampulha da UFMG. Organizado pela FAPEMIG e pelo Indi, o encontro reúne pesquisadores, empresários e representantes da sociedade civil que, ao longo do dia, vão conhecer projetos e discutir possíveis caminhos para essa indústria.

O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Paulo Sérgio Lacerda Beirão, participou da mesa de abertura. Ele lembrou a importância da mineração para o Estado de Minas Gerais e como o acidente de Mariana serviu de alerta para a necessidade de pensar a atividade sob o viés da ciência. “A dimensão do problema é grande, mas é preciso buscar respostas econômica e ecologicamente sustentáveis para a questão dos rejeitos”. Ele destacou a diversidade dos atores interessados no enfrentamento do problema, frisando que esse é o caminho. “Uma instituição sozinha não conseguirá avançar. Certamente, é a cooperação e o diálogo entre as partes que irá gerar soluções e levará à mineração do século XXI que buscamos”.

Na ocasião, foi lançada a plataforma R3 mineral, uma linha de ação criada para discutir a mineração sob a ótima de pesquisa, desenvolvimento e inovação, sob coordenação técnico-científica do pesquisador Fernando Lameiras, do CDTN. O grupo é formado por pesquisadores, entidades de classe, mineradoras e empresas com potencial para utilização dos rejeitos. O foco está na utilização dos rejeitos em larga escala e em diferentes atividades com bom potencial de aplicação, como a agricultura, a pavimentação e a construção civil.

Colaboração

O diretor da Amira International, Joe Cucuzza, proferiu a palestra de abertura do evento: Waste generation: reduce, reuse and recycle and the role of collaboration. Ele falou sobre os problemas atuais da mineração, com destaque para a geração de resíduos que, segundo ele, deve ser visto também como oportunidade para novos negócios e empregos. Cucuzza listou alguns desafios que, em sua opinião, devem ser trabalhados. Um deles seria considerar a meta zero resíduos, buscando alternativas para prevenir sua geração (ou ao menos minimizá-la), ao invés de focar apenas em propostas para o reaproveitamento. Ele também acredita que é preciso desenvolver opções considerando a viabilidade econômica, pois muitas soluções para o reaproveitamento de resíduos, quando transpostas para uma planta industrial, se mostram inviáveis.

Por fim, ele deixou um recado: a colaboração é essencial para essa indústria. E colaboração não apenas entre empresas, mas entre países, já que os problemas enfrentados pelos brasileiros, por exemplo, são muito semelhantes aos enfrentados pelos australianos. “Colaboração é uma questão existencial para a mineração”, enfatizou.

O Fórum terá continuidade na parte da tarde, com uma palestra sobre Economia circular e mineração e dois painéis, um sobre Visões e contribuições de potenciais segmentos consumidores e outro sobre Caminhos futuros: metas e estratégicas.

 

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2016-09-16 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/481
<![CDATA[Jogo Papo Reto aborda sexualidade de forma interativa]]>Para descomplicar alguns tabus e abordar o tema de sexualidade de uma forma interativa e divertida, pesquisadores da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), desenvolveram o jogo Papo Reto. De forma lúdica, o jogo tem diferentes cenários como casa, escola, internet, balada e rua, e apresenta situações no formato de perguntas abertas ou fechadas. A proposta é que o conhecimento se faça por meio das interações entre os próprios adolescentes, e que as situações do jogo, retiradas do cotidiano jovem, sejam capazes de levá-los a buscar novos conhecimentos, analisar respostas e atitudes.

A coordenadora do projeto, Vânia de Souza, comenta que, geralmente, o diálogo com os adolescentes acaba sendo marcado por regras de certo e errado, de verdades tidas como únicas, que pouco ou nada têm a ver com a vivência deles. Sendo assim, quando o participante responde uma pergunta no jogo ninguém vê a resposta dos outros, mas ao publicá-la, é possível ver todas as respostas dos jogadores para aquela questão e comentá-la. Quanto mais interação, mais pontos.

“Percebemos que o jogo mostrou ser capaz de produzir mudança sem a nossa interferência”, diz Vânia. Exemplo disso, dado pela pesquisadora, é que em uma pergunta sobre violência contra o corpo da mulher, os homens também leram as respostas das meninas e se conscientizaram sobre o tema. Além disso, a plataforma do jogo tem algumas abas de apoio, sendo que uma delas é o Como buscar ajuda, que traz endereços e telefones de apoio.

Ficou curioso? Para acessar o jogo, basta enviar um e-mail sinalizando o interesse para vaniaxsouzapaporeto@gmail.com. Aproximadamente 500 pessoas já entraram nessa brincadeira, mas o objetivo é chegar a 3.000 acessos de adolescentes até o final do projeto. Para isso, a equipe de pesquisa visitou escolas em São Paulo e em Minas Gerais para explicar a proposta. O próximo desafio da equipe é transformar o jogo num aplicativo para facilitar o acesso, diante da percepção que o público alvo prefere os dispositivos móveis ao computador.

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2016-09-16 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/482
<![CDATA[Um novo olhar sobre a mineração]]>

Tijolo, telha, ladrilho hidráulico, tinta, compensado plástico e até silício metálico para fabricação de ligas de alumínio para fundição podem ser feitos a partir de rejeitos e resíduos de minério. Dependendo das características do rejeito, essa aplicação pode ser ampliada e usada na agricultura. Esse aproveitamento e outros assuntos acerca da atividade de mineração foram discutidas durante o 2º Fórum Minas e Mineração no Século XXI, que aconteceu em 14 de setembro, na UFMG.

O desastre do rompimento da barragem em Bento Rodrigues, em novembro de 2015, provou que a atividade mineradora precisa ser repensada em todos os sentidos. Beatriz Luz, especialista em Sustentabilidade Estratégica e Economia Circular da plataforma de troca de conhecimento global Exchange4Change Brasil mostrou como os conceitos da economia circular podem ser aplicados à mineração. A especialista apresenta a possibilidade como uma forma de os consumidores serem vistos como usuários e os produtos como serviços. A discussão é pautada pelo risco de escassez no suprimento de matéria-prima e pelas novas tecnologias. “No caso na mineração não existe um produto final específico, trabalha-se direto com a extração da matéria-prima. Assim, é importante pensar na diferenciação do negócio, pois esse material é finito e, quando ele acabar, como o negócio vai continuar?”, pondera Beatriz.

Para estudar os fluxos da mineração de forma aprofundada, a Vale criou a ferramenta Roadmap Tecnológico, que propõe uma gestão de rejeitos que considere novas alternativas de usos e destinos. Para isso, foram consideradas algumas megatendências mundiais que impactam diretamente o setor: escassez de água, energia e alimento; menor disponibilidade de matéria-prima e redução da qualidade dos recursos minerais; falta de espaço para armazenagem de rejeitos em virtude do crescimento populacional, entre outros aspectos. “Com esse contexto, desenhamos possibilidades de nichos de mercado com base no curto, médio e longo prazos e pensamos nos recursos e competências que precisam ser desenvolvidos. Foram priorizadas as soluções de curto prazo que consideram aquele resíduo que pode ser usado da forma como está, sem necessidade de beneficiamento.”, explica Luciana Dinardi, Engenheira Master da Vale.

Vânia Lucia de Lima Andrade, da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração participou do evento e acredita que é preciso repensar a mineração muito antes da geração do resíduo. “Se hoje são produzidas 100 milhões de toneladas de minério, também são geradas 100 milhões de toneladas de rejeito. Não podemos pensar apenas na pós-produção. A mineração precisa ser repensada desde o planejamento da mina”, opina Vânia.

A meta Resíduo Zero tem sido almejada por algumas empresas. Durante o Fórum, a Votorantim Metais apresentou a sua política de Resíduo Zero. A empresa alcançou a meta Zero Resíduo em sua mina de Morro Agudo, em Paracatu (MG), que é constituída de minerais sulfetados de zinco (esfalerita) e chumbo (galena). O principal resíduo produzido pela mina é o pó calcário. A empresa gera cerca de 880 mil toneladas de pó calcário por ano. Atualmente, 100% do pó calcário agrícola é comercializado para a indústria agropecuária, principalmente para utilização como corretivo de solo, que melhora a absorção de nutrientes e potencializa a produção agrícola. Para o pesquisador de Solos e Nutrição da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) João Herbert Moreira Viana, a iniciativa da Votorantim mostra que é possível aproveitar 100% do resíduo, mas é importante investir em novas pesquisas para que a solução seja pensada de acordo com as necessidades doe cada tipo de solo.

Metas e estratégias

De acordo com os especialistas presentes no Fórum, a possibilidade de aproveitar resíduos e rejeitos de minério é real, o desafio está em como fazer isso em escala industrial que seja economicamente viável. José Flávio Nascimento, do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) mostrou que é possível usar esse material em terraplanagem, drenagem, conservação e pavimentação de estradas. “Somos consumidores potenciais desse resíduo. O preço, condições de transporte, custo da execução e questões relativas ao licenciamento ambiental serão determinantes para isso”, afirma.

A necessidade de legislação e regulação que assegure o aproveitamento dessa matéria-prima foi outra lacuna apontada pelos participantes como prioritária. Fernando Lameiras, pesquisador do CDTN, cita como o uso do ladrilho hidráulico feito com resíduos da mineração poderia ser estimulado. “Hoje, é obrigatório o uso de ladrilho hidráulico nas calçadas de Belo Horizonte. Esse material pode ser feito com 50% de resíduo. Uma legislação que garanta que esse processo seja feito seria um bom incentivo”, acredita.

As tendências do mercado da construção civil representam outra barreira que precisa ser transposta. A cor de um tijolo ou de uma tinta feita com resíduo ainda não é algo aceito e disseminado, é preciso trabalhar nesse sentido para mostrar que esse material não é inferior em relação à qualidade. Essas e outras discussões ainda precisam ser debatidas e a Plataforma R3 Mineral se apresenta como um espaço de articulação permanente entre todos os envolvidos.

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2016-09-16 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/483
<![CDATA[Centro Cultural UFMG participará da 10ª Primavera dos Museus ]]>

Entre os dias 19 e 25 de setembro de 2016, o Centro Cultural UFMG, em parceria com o Instituto Brasileiro de Museus – Ibram/Ministério da Cultura, participará, juntamente com outros museus da cidade, da 10ª Primavera dos Museus. A proposta de atividades está bem diversificada, incluindo exposições, oficinas, ensaios abertos, palestras cantadas, concertos, visita mediada, exibição de filmes, dança, entre outros. O Centro Cultural UFMG fica na Av. Santos Dumont, 174, no centro de Belo Horizonte. Informações pelo telefone (31) 3409-8290. Para participar das oficinas é necessário fazer inscrição até o dia 16 de setembro. Confira a programação.

Exposições

Exposição ‘Uma Questão de Fé’ – Mostra constituída de esculturas em cerâmica, oratórios e pinturas do artista Hélio Siqueira. Galeria Aretuza Moura. Entrada franca.

Visualidades e Memória - Cruzamento de memórias fotográficas do prédio do Centro Cultural UFMG e do entorno, em uma perspectiva histórica em diálogo com a vivência contemporânea de Belo Horizonte. Espaço Memória e Experimentação. Entrada franca.

Oficinas

Serão ofertadas as seguintes oficinas: jogo das máscaras tradicionais da cultura popular brasileira; história da arte em Belo Horizonte; dança contemporânea com Dorothé Depeauw e Guilherme Morais; e teatro para crianças. Interessados em participar das oficinas devem se inscrever até o dia 16 de setembro, de 10h às 20h, de segunda a sexta-feira, pelo e-mail: programa@centrocultural.ufmg.br ou na secretaria do Centro Cultural UFMG, Informar nome, e-mail, telefone, idade e oficina de interesse.

O jogo das máscaras tradicionais da cultura popular brasileira - Pretende levar os participantes a experimentar e criar possibilidades de atuação utilizando as máscaras presentes nas diversas manifestações tradicionais da cultura popular brasileira. Serão utilizadas máscaras dos brincantes do bumba-meu-boi do Maranhão, das folias de reis da região sudeste, das Cavalhadas de Goiás, etc. Dias 20, 21, 23, 24 de setembro | 14h00 às 17h00 | Idade mínima: 15 anos | Vagas: 15 | Gratuita | Ministrante: Rogério Lopes.

História da arte em Belo Horizonte – Acervo do Museu de Arte da Pampulha Trazer para o público o acervo do Museu de Arte da Pampulha, atual patrimônio cultural da humanidade. Dia 20 de setembro de 2016 | 18h30 às 21h30 | Vagas: 20 | Gratuito | Ministrante: Nelyane Gonçalves Santos.

Dança Contemporânea com Dorothé Depeauw e Guilherme Morais – Pretende abordar as ferramentas empregadas pelos ministrantes no projeto Asararas. Serão pesquisados mecanismos inatos de reflexo do corpo, além das relações e escutas instintivas de si mesmo e do outro. Dia 22 de setembro | 14h00 às 16h00 | Idade Mínima: 15 anos | Vagas: 20 | Gratuita | Ministrantes: Dorothé Depeauw e Guilherme Morais.

Teatro para Crianças – Proporcionar uma experiência sensível em teatro, estimulando a imaginação e a criatividade a partir do tema “a invenção do mundo”. Dia 24 de setembro | 14h00 às 17h00 | Público Alvo: crianças de 6 a 12 anos | Vagas: 20 | Gratuita | Ministrantes: Lucas Fabrício e Luísa Bahia.

Palestra Cantada

A palestra Cantada do Samba de Terreiro visa oferecer aos participantes uma viagem de volta às raízes do samba, proporcionado momentos práticos e teóricos onde serão repassados fundamentos que deram origem ao “Samba de Terreiro”.

A palestra ocorre no dia 21 de setembro, das 18h às 21h. Há 30 vagas e o público alvo são educadores, performers, artistas de todas as áreas e demais interessados em vivenciar uma imersão no corpo construído pela musicalidade afro-brasileira. As inscrições são gratuitas e a palestra será ministrada pelo Grupo Samba de Terreiro.

Ensaios Abertos

No dia 23 de setembro, das 9 às 12h, o Coletivo Piá irá compartilhar a criação do seu espetáculo a partir dos temas “infâncias” e “criação do mundo”. Após o ensaio haverá um bate papo sobre o processo criativo e teatro em geral. O público Alvo são crianças de 6 a 12 anos e serão ofertadas 40 vagas. Inscrição gratuita. Artistas envolvidos: Adriana França, Francis Severino, Lucas Fabrício, Luísa Bahia e Raísa Campos.

Também no dia 23 de setembro, das 15 às 18h, será a vez do grupo ‘Mulheres Míticas’ partilhar com o público o processo de criação do espetáculo "O Deszerto”, que se estende desde a pesquisa teórica, até a criação dramatúrgica e encenação. A idade Mínima para participar do ensaio aberto são 14 anos estão sendo oferecidas 30 vagas.| Inscrição gratuita. Artistas envolvidos: Fabrício Trindade, Felipe Cordeiro, Gabriela Figueiredo, Jéssica Ribas, Luísa Lagoeiro e Sara Rojo.

Dança

Hip Hop no Museu - Realizado pelo Projeto UMA, crew feminina de danças urbanas é um evento que reúne três dos elementos da cultura Hip Hop. Apresentações de grupos de estilos variados e batalhas de dança são atrações confirmadas. Além disso, DJs e MCs ficam encarregados de colocar o público para dançar até o fim da noite. Dia 23 de setembro | 19h às 23h30 | Entrada Franca.

Roda de Conversa

Roda de Conversa dobre Samba com A Velha Guarda do Samba de Belo Horizonte – Oferecer uma roda de conversa com os compositores e sambistas da Velha Guarda em comemoração aos 100 anos do samba brasileiro. Histórias, prosa e conversa sobre a história do samba e a importância do samba mineiro enquanto patrimônio histórico nacional. Dia 21 de setembro de 2016 | 15h às 18h | Entrada Franca.

Música

Concerto Prata da Casa – Grupo de Trompetes da Escola de Música da UFMG. Dia 19 de setembro de 2016 | 19h30 | Auditório | Entrada Franca.

Música & Poesia – Show Mensageiro do Universo com Moisés Pescador e Banda - Canções autorais enraizadas na cultura africana. Em suas composições é abordado o culto aos Orixás e as relações com a natureza. Aborda os ritmos africanos (Afoxé, Ijexá, samba de terreiro, etc) e utiliza ainda vocalizações em suas músicas que apresentam as saudações dos orixás em Iorubá. | Dia 21 de setembro de 2016 | 20h | Hall Superior | Entrada franca.

Cinema

CineCentro - Exibição de filmes representativos da história do cinema

Doze Homens e uma Sentença | (EUA, Livre, 1957, 96’) - O filme gira em torno de um julgamento, onde um jovem é acusado de ter matado o próprio pai. Os 12 jurados se reúnem para decidir a sentença, com a orientação de que o réu deve ser considerado inocente até que se prove o contrário.

Relíquia Macabra (O Falcão Maltês) | (EUA, 12 anos, 1941, 100’) - Um detetive particular (Humphrey Bogart) é procurado por uma mulher misteriosa (Mary Astor), que alega estar sendo ameaçada. Mas tanto o seu perseguidor quanto o homem encarregado de protegê-la aparecem mortos e tudo gira em torno de uma estátua de falcão de valor incalculável. Dia 22 de setembro de 2016 19h | Auditório | Entrada franca.

Visita Mediada

UAI à Pé – Noturno na Praça da Estação - visita mediada noturna nos principais edifícios e monumentos que compõem a Praça da Estação. Dia 23 de setembro de 2016 | 19h | Vagas: 20 Gratuito | Com Alice de Mello (Centro Cultural UFMG).

(Com Centro Cultural UFMG - (31) 3409-8290 | www.ufmg.br/centrocultural)

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2016-09-12 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/476
<![CDATA[Encontro de Popularização da CT&I e empreendedorismo ocorre no Sul de Minas Gerais]]>

O I Encontro de Popularização da Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo do Sul do Estado de Minas Gerais ocorrerá no dia 21 de setembro, das 13h30 às 18h, na Universidade Federal de Itajubá (Unifei). O intuito é incentivar o compartilhamento de experiências e práticas entre gestores municipais, formuladores de políticas públicas, professores, universidades, escolas, representantes dos setores comercial e industrial, associações de classe e demais interessados na perspectiva da cidade empreendedora, criativa, inovadora e inteligente. Além disso, busca-se fomentar a criação de uma Rede de Popularização de CT&I e Empreendedorismo na região.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui. A programação conta com diversas palestras que abordarão temas como a mobilização empresarial pela inovação e o trabalho no marco regulatório de inovação e a popularização da CT&I como política de Estado. Além disso, o colaborador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Marcelo Andrade, irá falar sobre a Plataforma DataViva, uma ferramenta desenvolvida pelo Governo de Minas Gerais, juntamente com a FAPEMIG.

Confira os temas das palestras:

 

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2016-09-12 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/477
<![CDATA[Plataforma R³ Mineral discute ações para destinação de rejeitos da mineração]]>
A mineração é uma atividade tradicional em Minas e, ao longo de sua história, foi responsável por atrair empresas de diversos segmentos da cadeia, movimentando fortemente a economia do estado. Mas, os resíduos e rejeitos gerados pela indústria mineral representam hoje um dos maiores entraves ao seu desenvolvimento sustentável. Os impactos decorrentes do rompimento da barragem de minérios da Samarco, em Mariana, MG, por exemplo, trouxeram à tona a urgência da revisão de processos relacionados à atividade.

Pensando em buscar soluções alternativas que garantam mais segurança e maior preservação do meio ambiente, a Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais), em parceria com INDI (Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais) e o Sinaenco-MG (Sindicato da Arquitetura e da Engenharia de Minas Gerais), dentre outras instituições mineiras, lançam na próxima quarta-feira, 14 de setembro, durante o II Fórum Minas e Mineração no Século XXI, a Plataforma R3 Mineral.

Trata-se de uma linha de ação do projeto Nova Mineração, criado pela Fapemig em parceria com o INDI, para discutir a mineração sob a ótica de pesquisa, desenvolvimento e inovação. A iniciativa parte do entendimento de que o desastre de Mariana abre oportunidades de criar novos paradigmas para as atividades de mineração em Minas Gerais e no Brasil. O grupo de discussão foi formado em maio deste ano, sob coordenação técnico-científica do pesquisador Fernando Lameiras, do CDTN (Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear). O foco está na utilização dos rejeitos em larga escala e em diferentes atividades com bom potencial de aplicação, como a agricultura, a pavimentação e a construção civil.

A Plataforma é formada por pesquisadores, entidades de classe, mineradoras e empresas com potencial para reutilizar esses rejeitos. Para gerar ações mais efetivas e direcionadas, os integrantes se dividiram em cinco comissões distintas: Governança, Agricultura, Pavimentação, Tecnologia e Construção Civil. De acordo com o assessor da diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG e assessor especial do Projeto Nova Mineração, Renato Ciminelli, a proposta é que a Plataforma R3 Mineral não seja apenas um fórum de debates, mas também um núcleo para induzir, facilitar e estruturar projetos e ações concretas.

“Pela primeira vez, fala-se em utilização de rejeitos em larga escala e esse cenário está finalmente se desenhando graças ao envolvimento e comprometimento de atores-chave, como o meio científico e entidades de classe, como o Sinaenco-MG (Sindicato da Arquitetura e Engenharia). Grandes mineradoras já aderiram ao movimento, como a Vale, a Ferrus, a Ferromais, a Gerdau e a Votorantin e a tendência é que outras também venham fazer parte das discussões”, afirma Ciminelli.

Para Lucas Ribeiro Horta, presidente do Sinaenco-MG, é muito importante que as instituições ligadas à mineração discutam e repensem suas práticas, parâmetros e tecnologias utilizadas na atividade. “Vemos hoje um esforço das empresas que atuam no planejamento de obras, desde perspectivas distintas e complementares e que podem efetivamente contribuir para a construção de uma nova mineração, mais sustentável e socialmente responsável”, afirma o presidente do sindicato, que hoje conta com uma diretoria exclusiva para tratar da Sustentabilidade. “Esta diretoria reforça nosso desejo em nortear e apoiar as associadas no que diz respeito à implantação de ações sustentáveis. A construção de um estado para todos é um projeto a longo prazo, mas se planejarmos, faremos o país crescer, ao mesmo passo que solucionamos os desafios ambientais”, destaca.

Risco iminente

Uma reportagem do The Wall Street Journal, publicada em abril deste ano, dá conta de que o rompimento da barragem de Mariana não será a última dessa proporção no mundo. Barragens de rejeitos colossais elevam risco de acidentes como o de Mariana em todo o mundo.

“Do Chile até a Austrália e os Estados Unidos, a busca por economias de escala vem levando as mineradoras a cavar minas cada vez maiores e mais profundas, criando um volume recorde de resíduos. Para armazenar todo esse detrito, essas empresas construíram algumas das estruturas mais colossais que o homem já ergueu no planeta. Conhecidas como barragens de contenção de rejeitos, esses diques de terra retêm vastos reservatórios de lama, pequenas partículas de rocha, e água — ou seja, o que sobra depois que os metais são separados do minério.

Na teoria, as barragens de rejeitos deveriam durar para sempre. Na prática, elas falham com tanta frequência que os engenheiros do próprio setor estão soando o alarme. Um ano e três meses antes do acidente de Mariana, uma barragem de rejeitos de uma mina do Canadá, totalmente em conformidade com a regulação local, desabou e causou o maior acidente do tipo na história do país. Especialistas estimam que entre um e quatro rompimentos ocorram todo ano em barragens de rejeitos no mundo inteiro, uma frequência quase dez vezes maior que em barragens de água.”

Fonte: The Wall StreeT Journal

II Fórum Minas e Mineração no Século XXI

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI) realizam, na próxima quarta-feira, 14 de setembro, das 8h30 às 18h, no Auditório Francisco de Assis Magalhães Gomes do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) - prédio 41, no campus Pampulha da UFMG, o II Fórum Minas e Mineração no Século XXI. O evento traz uma série de seminários e workshops que se propõem a alavancar transformações positivas no setor mineral.

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2016-09-12 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/478
<![CDATA[Instituições se manifestam contra a fusão do MCTI]]>A possível fusão entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e o Ministério das Comunicações, que tem sido noticiada pela imprensa, é uma medida artificial que prejudicaria o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do país.

É grande a diferença de procedimentos, objetivos e missões desses dois ministérios. A agenda do MCTI é baseada em critérios de mérito científico e tecnológico, os programas são formatados e avaliados por comissões técnicas que têm a participação da comunidade científica e também da comunidade empresarial envolvida em atividades Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Essa sistemática é bem diferente da adotada pelo Ministério das Comunicações, que envolve relações políticas e práticas de gestão distantes da vida cotidiana do MCTI.

Além disso, há uma enorme diferença de missões. O leque de atividades na área das comunicações inclui concessões de emissoras de rádio e televisão, empresas de correio, governança da internet, fiscalização de telefonia e TV paga. Na área do MCTI, estão o fomento à pesquisa, envolvendo inclusive a criação de redes multidisciplinares e interinstitucionais de pesquisadores, programas temáticos em diversas áreas importantes para a sociedade brasileira, fomento à inovação tecnológica em empresas, administração e fomento das atividades envolvendo energia nuclear, nanotecnologia, mudanças climáticas e produção de radiofármacos, entre tantas outras. O MCTI é responsável ainda por duas dezenas de institutos de pesquisa, envolvendo pesquisa básica e aplicada em um grande número de temas: da biodiversidade amazônica a atividades espaciais; da matemática pura ao bioetanol; da computação de altíssimo desempenho ao semiárido nordestino.

A junção dessas atividades díspares em um único Ministério enfraqueceria o setor de ciência, tecnologia e inovação, que, em outros países, ganha importância em uma economia mundial crescentemente baseada no conhecimento e é considerado o motor do desenvolvimento. Europa, Estados Unidos, China, Coréia do Sul, são alguns exemplos de países que, em época de crise, aumentam os investimentos em P&D, pois consideram que esta é a melhor maneira de construir uma saída sustentável da crise.

O MCTI e suas agências têm desempenhado papel fundamental para o avanço da ciência e da tecnologia e, por consequência, para o protagonismo do Brasil no cenário científico global. Se há duas décadas o Brasil ocupava a 21ª posição no ranking mundial da produção científica, hoje já se encontra no 13ª lugar. No mesmo período, a produção científica mundial cresceu 2,7 vezes; a do Brasil cresceu 6,83 vezes – índice semelhante ao da Coréia do Sul (7,15) e superior a tantos outros países, como Canadá (2,14), Alemanha (2,0), Reino Unido (1,92), EUA (1,67) e Rússia (1,6).

Foi também a partir da existência do MCTI que o Brasil conseguiu fazer florescer um sistema de ciência, tecnologia e inovação de abrangência nacional. Hoje, todos os Estados da Federação contam com sua secretaria de ciência e tecnologia e com sua fundação de amparo à pesquisa.

Sob a liderança do MCTI, o Brasil despertou e se mobilizou para a construção de um marco legal condizente com as aspirações de nossas instituições de pesquisa e empresas que trabalham pela geração de inovações tecnológicas e pelo aumento da competitividade da economia brasileira. Foi assim que nasceram a Lei de Inovação (2004), a Lei do Bem (2005), a Lei de Acesso à Biodiversidade (2015) e o Novo Marco Legal da C,T&I (2016).

A nova política industrial brasileira, baseada na melhoria da capacidade inovadora das empresas, também só foi possível em razão da existência do MCTI e sua capacidade de articulação entre os universos acadêmico e empresarial. Deve-se registrar ainda a atuação transversal do MCTI em diversas áreas do governo federal e da sociedade, como saúde, educação, agropecuária, defesa, meio ambiente e energia.

Por essas e outras razões, cumpre preservar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Cada vez mais o MCTI deve ser reforçado, com financiamento adequado e liderança que olha o futuro, para que possa cumprir eficazmente sua missão de beneficiar a sociedade brasileira com os resultados da ciência e da tecnologia e promover o protagonismo internacional do país. Diminuí-lo pela associação com setores que pouco têm a ver com sua missão compromete aquele que deve ser o objetivo último das políticas públicas: garantir um desenvolvimento sustentável nos âmbitos, econômico, social e ambiental.

Academia Brasileira de Ciências, ABC

Academia de Ciências do Estado de São Paulo, ACIESP

Academia Nacional de Medicina, ANM

Associação Brasileira de Universidade Estaduais e Municipais, ABRUEM

Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, ANDIFES

Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras, ANPEI

Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores, ANPROTEC

Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, CONFAP

Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação, CONSECTI

Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação, FOPROP

Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia, FORTEC

Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, SBPC

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/399
<![CDATA[CNPq divulga resultado do julgamento da Chamada INCT - MCTI/CNPQ/CAPES/FAPS Nº 16/2014]]>Em observância ao estabelecido na Chamada INCT - MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014, e tendo sido cumpridas as etapas do processo de admissão, análise e julgamento das 345 propostas submetidas ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq torna pública relação das 252 propostas que receberam recomendação no processo de análise de mérito técnico-científico para financiamento no âmbito da referida Chamada. A lista está organizada em ordem decrescente de classificação. Confira aqui a relação.

Todas as 345 propostas foram avaliadas por, no mínimo, três consultores ad hoc internacionais e posteriormente pelo Comitê Julgador, que esteve reunido na sede do CNPq no período de 25 a 28 de abril de 2016. De acordo com os critérios estabelecidos no item II.3 Critérios para Julgamento do Regulamento da Chamada, dois conjuntos de propostas foram analisados: as que envolvem os 115 institutos já existentes e as 230 propostas de criação de novos institutos.

Sob a coordenação do professor Walter Colli, compuseram o referido comitê destacados cientistas brasileiros e estrangeiros, de distintas áreas do conhecimento: Alberto Barausse; Amit Bhaya ; Anibal Disalvo; Arne Ardeberg; Carlos A. Balseiro; Carlos Henrique de Brito Cruz ; Cesário Bianchi Filho; Claudio Cavasotto; Diego de Mendoza ; Francisco Fernández de Miguel; Francisco José Barrantes; Geraldo Lippel Sant'Anna Junior; João Falcão e Cunha; João Lúcio de Azevedo; John Joseph Sheehan; Jorge Daniel Riera; José Nelson Onuchic; Juan Carlos Báez; Kenneth Serbin; Klaus Jaffé; Luiz Carlos Federizzi; Márcio de Castro Silva Filho; Maria Júlia Manso Alves; Munir Salomão Skaf ; Pär Omling; Paulo de Freitas Guimarães; Pedro Albertos Pérez; Peter Turner; Raman Kashyap; Renato de Andrade Lessa ; Roberto Docampo ; Roberto Salvarezza; Thomas Maack; Ulisses de Mendonça Braga Neto e Walter Soares Leal.

Nos próximos dois meses, portanto até 11 de julho de 2016, será desenvolvida pelo MCTI, por intermédio do CNPq, negociação com as instituições parceiras (CAPES, FINEP e FAPs) para cofinanciamento das propostas recomendadas. Outros organismos, públicos ou privados, que desejarem aportar recursos também poderão participar. A partir daí, será aberto o prazo de 10 (dez) dias corridos para apresentação de eventual recurso administrativo, pelo proponente que julgar necessário contestar o resultado da Chamada.

(Fonte: Coordenação de Comunicação Social do CNPq)

Esclarecimentos da FAPEMIG

 O presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, participou no último dia 10 da reunião em Brasília que tratou do julgamento do edital dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) do ano de 2014. Presidida pela ministra em exercício de Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Ribeiro, a reunião contou com a presença do presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Hernan Chaimovich e do presidente do Conselho das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Sérgio Gargioni, entre outras autoridades.

O Presidente do CNPq apresentou, pela primeira vez, a lista das propostas recomendadas, por mérito, sem a conclusão definitiva dos que serão financiados por ainda não existir orçamento assegurado. As Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) presentes (além da FAPEMIG, também a FAPERGS e a FAPDF) enfatizaram a importância de se finalizar o processo, mas solicitaram conhecer melhor o trabalho feito pelo CNPq. Ao final das discussões, decidiu-se que seria publicado um ranking por mérito em ordem decrescente, mas sem as notas atribuídas a cada proposta, que serão repassadas, juntamente com os pareceres, às FAPs para dar conhecimento à comunidade interessada.

Assim, cada FAP decidirá quantos projetos irá apoiar, frente aos seus recursos e aos disponibilizados pelo CNPq. Além do mérito, cada FAP poderá levar em conta, para a seleção final dos aprovados, os interesses estratégicos e de políticas públicas do Estado. Por ordem de colocação, os projetos serão chamados pela FAP para a revisão dos orçamentos, tendo em conta que foram elaborados há mais de dois anos.

Foi estipulado o prazo 60 dias para cada FAP decidir o que irá apoiar, de acordo com os recursos disponíveis nas duas agências, cada uma investindo 50% do valor total da proposta. Explicações de como foi elaborado o ranking por um comitê internacional constituído pelo CNPq, com especialistas estrangeiros e brasileiros, serão dadas pelo CNPq no seu site, com a lista das proposta recomendadas.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/400
<![CDATA[Nova versão da plataforma DataViva está disponível]]>A nova plataforma DataViva, uma ferramenta desenvolvida pelo Governo de Minas Gerais, juntamente com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), foi lançada ontem no Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A ferramenta entrou ao ar em sua versão beta e está completamente modificada da anterior, disponibilizando dados sobre as exportações, as atividades econômicas locais, ocupações e educação em todo o Brasil.

Na ocasião, foi apresentada as novas e diferentes possibilidades da plataforma, que foi melhorada, facilitando a navegabilidade do usuário. Com poucos cliques, pode-se chegar à informação desejada. De acordo com o coordenador do projeto DataViva, Thiago Borges, a ferramenta possibilita de forma rápida a visualização de dados de todos os municípios do Brasil, facilitando as pesquisas em vários campos. “As pessoas poderão fazer consultas de produtos e localidades o que, com certeza, irá ajudar no desenvolvimento regional”, observa.

Para facilitar a navegação, a ferramenta foi separada de acordo com três perfis, divididos entre Empreendedores, Agentes de Desenvolvimento, Acadêmicos e Estudantes. Com isso, o usuário já identificando em qual perfil se encaixa, conseguirá de uma forma mais rápida, ter acesso à informação que esteja procurando. “Tudo foi feito escutando o usuário, pois o que desejamos é deixar a navegação mais fácil. É importante lembrar que o DataViva é uma plataforma completamente aberta, no qual, o próprio usuário pode contribuir para sua evolução e atualização”, diz Thiago.

Durante o lançamento também foi realizada uma mesa redonda com o tema Big Data: tratamento, usos e aplicações de grandes massas de dados. Na ocasião, além do presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, participaram do debate o pesquisador Nívio Ziviani – professor Emérito do Departamento de Ciência da Computação da UFMG e CEO da Zunnit Technologies; Thoran Rodrigues – Sócio-fundador e CEO da BigData Corp.; e Ana Paula Franco Viegas Pereira – Doutora em Demografia pelo CEDEPLAR/UFMG e Gestora de Avaliação Estratégica e Pesquisa da UNIMED-BH.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/401
<![CDATA[BH recebe festival internacional que apresenta projetos de pesquisa em bares e restaurantes]]>Nos dias 23, 24 e 25 de maio, bares, cafés e restaurantes de Belo Horizonte vão receber projetos de pesquisa apresentados por seus próprios idealizadores, durante o Pint of Science, festival internacional de divulgação científica. O evento chega a Belo Horizonte pela primeira vez e faz parte das comemorações de 30 anos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Durante três noites, os cientistas vão deixar as universidades e laboratórios para apresentarem seus projetos ao público e mostrar seus impactos no dia a dia das pessoas. O evento foi idealizado em 2013 na Inglaterra e, este ano, acontece simultaneamente em outros 11 países. No Brasil, único país da América Latina a participar desta edição, os bate-papos acontecem em Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Dourados (MS), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ), São Carlos (SP) e São Paulo (SP).

Um brinde à ciência

Tecnologia, átomos, DNA, galáxias, sustentabilidade. A ciência estuda temas que às vezes parecem estar muito distantes da sociedade, mas que impactam diretamente nas nossas vidas. O objetivo do Pint of Science é mostrar que as pesquisas estão mais próximas das pessoas comuns do que parece, contando sobre a rotina e o trabalho de pesquisadores em ambientes de integração e descontração.

“O evento cria uma oportunidade de estabelecermos uma comunicação mais informal, descontraída e humana, a fim de que possamos, todos juntos, oferecer um brinde à ciência”, comenta Natalia Pasternak, coordenadora da iniciativa no Brasil. A ideia é levar até a população alguns dos encantos e desafios vivenciados pelos cientistas durante suas pesquisas, abordando temas de interesse e desmitificando assuntos que parecem complexos.

Programação em Belo Horizonte

Entre os dias 23 e 25 de maio, o público da capital mineira vai poder tirar suas dúvidas diretamente com os cientistas, em conversas abertas e informais. Os bate-papos vão acontecer no Itatiaia Rádio Bar, na Cantina do Lucas e na Cafeteria do MM Gerdau, durante os três dias, sempre das 19h30 às 21h. A programação inclui conversas sobre dengue, doenças modernas, inovação, robôs, big bang, nanotecnologia, entre outros assuntos instigantes.

Segundo Miguel Corrêa, Secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes), aproximar a população da ciência faz com que percebamos a importância das pesquisas para a nossa sociedade. “Muitas das soluções que utilizamos surgiram em um laboratório ou sala de aula. Por outro lado, diversos problemas que enfrentamos no nosso dia a dia podem ser explicados ou resolvidos por meio da pesquisa. Precisamos dar mais força e relevância para a ciência e o Pint of Science potencializa essa iniciativa, de forma inovadora e divertida”, comenta.

Para saber mais sobre os temas e consultar os endereços dos bares, acesse pintofscience.com.br. O evento é gratuito e os participantes pagam somente o que consumirem nos estabelecimentos.

FAPEMIG 30 anos

Completando três décadas de existência, a FAPEMIG atua apoiando projetos de natureza científica, tecnológica e de inovação considerados estratégicos para o desenvolvimento de Minas Gerais. Para celebrar a data, a Fundação está promovendo uma ampla programação durante todo o mês de maio, com apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes). A solenidade oficial em celebração aos 30 anos acontece no próximo dia 19, às 10h, no Auditório JK da Cidade Administrativa.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/402
<![CDATA[Rede Mineira de Comunicação Científica realiza II Curso de Comunicação Pública da CT&I]]> 

A Rede Mineira de Comunicação Científica (RMCC) realiza, no dia 02 de junho, a II edição do Fala Ciência: Curso de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes). O curso é destinado a profissionais que trabalham ou se interessam pela divulgação da ciência e da tecnologia, tem 70 vagas e acontece das 8h às 18h, na sede da FAPEMIG (Avenida José Cândido da Silveira, 1500, Horto). Inscrições esgotadas!

Conheça os palestrantes

Atila Iamarino

Biólogo bacharelado (2006) e doutor em microbiologia (2012) pela Universidade de São Paulo. Pós-doutorando pela Universidade de São Paulo e pela Yale University. Atualmente é pós-doutorando da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Genética Molecular e de Microorganismos, atuando principalmente em evolução molecular. Faz comunicação de ciência no ScienceBlogs Brasil e no canal Nerdologia.

Fernando de Lucena

Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH (2010), Fernando possui experiência na área de Marketing Digital há mais de oito anos atuando em diversos segmentos. Há quatro anos, atua na comunicação voltada para a promoção do empreendedorismo e da inovação. Atualmente, é coordenador do Portal Simi (www.simi.org.br) do Sistema Mineiro de Inovação.

Juliana Saldanha

Farmacêutica por formação pela UFMG e com MBA em Comunicação e Marketing Digital na FGV. Tem experiência com o desenvolvimento de novos negócios no meio digital, de empreendedorismo e inovação. Já foi fundadora de uma startup na área social e fez parte do setor de empreendedorismo do CTIT - Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica - na UFMG. Atualmente é sócia-fundadora do Techmall, aceleradora de startups.

Lorena Tárcia

Graduada em Comunicação Social, Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1987). Especialista em Novas Tecnologias em Comunicação. Pós-graduada em Marketing, Publicidade e RP, na Inglaterra. Mestre em Educação pela Puc Minas. Formada em Convergência de Mídias pelo projeto IfraNewsplex da Universidade da Carolina do Sul, EUA. Doutora em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG/2015). Ex-coordenadora do curso de Jornalismo do Centro Universitário de Belo Horizonte, UniBH.

Atualmente, professora de Jornalismo Online e coordenadora do laboratório de Convergência de Mídias. Integra o grupo de pesquisa Tecnologias Digitais e Educação da PUC Minas. Pesquisadora do Centro de Convergência em Novas Mídias, UFMG. Ex-chefe de reportagem na Rede Globo Minas e Rádio CBN. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Convergência, Internet, Rádio, Televisão e Comunicação Organizacional. Áreas temáticas: transmídia, webjornalismo, convergência, multimídia e educação.

Rafael Pessoa

Mestrando em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na linha de pesquisa Estratégia, Marketing e Inovação. Possui graduação em Administração Pública pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração Pública e Gestão Estratégica. Trabalhou no escritório de projetos da Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo (SECOPA) de Minas Gerais. Dirigiu a Assessoria de Gestão Estratégica e Inovação da Secretaria de Estado de Turismo e Esportes e atualmente trabalha no projeto DataViva, plataforma de visualização de dados públicos, na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Valéria Raimundo

Possui graduação em Comunicação Social/ Relações Públicas pelo Centro Universitário Newton Paiva (1984), mestrado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (1998) e doutorado em Sociologia e Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (2009). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Minas Gerais. Desenvolve pesquisas na área de Comunicação Organizacional sobre a natureza dos vínculos no âmbito da dominação e seus tensionamentos no interior de dispositivos hierarquizados,com ênfase no imbricamento entre a Comunicação Organizacional e Processo de Trabalho e nos seguintes temas: comunicação interna; comunicação,organizações burocráticas e relações de poder; novas mídias e interação comunicacional em organizações; comunicação e discurso organizacional;comunicação pública da ciência e divulgação científica.

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/403
<![CDATA[FAPEMIG cria Câmara de Assessoramento para Projetos Especiais]]>No dia 12 de maio, ocorreu a reunião de instalação da Câmara de Assessoramento para Projetos Especiais – CPE da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). A CPE tem como objetivo a avaliação de Projetos Especiais, de interesse para o Estado de Minas Gerais, com foco nas demandas da sociedade e nas políticas definidas no âmbito do Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI), do Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia (CONECIT) e do Conselho Curador da FAPEMIG.

Atualmente, as propostas de Projetos Especiais recebidas pela FAPEMIG as quais não enquadram nas Chamadas são submetidas à apreciação de consultores ad hoc, para elaboração de parecer técnico, de forma isolada e não contam com orientação e discussão entre os pares, quanto aos critérios e parâmetros de avaliação de forma a permitir um julgamento e seleção, considerando o caráter multidisciplinar e ou transdisciplinar esperado para esses projetos. Com a criação dessa Câmara teremos um ganho de qualidade e de tempo nas avaliações.

A Assessora Adjunta de Inovação (AAI) da Fundação, Elza Fernandes de Araújo, considera que “fazer uma avaliação conjunta dessas propostas no âmbito de uma comissão de especialistas sênior é um grande diferencial, pois aprimora o julgamento e a seleção dos projetos com foco em resultados e na amplitude devida”. Para isso, uma equipe de 16 pessoas foi designada como membros da Câmara, por meio da Portaria PRE N. 018/2016, criada por decisão do Conselho Curador. São eles:

Coordenadora: Elza Fernandes Araújo Saúde

Saúde: Dulciene Maria de Magalhães Queiroz

Biociências: Sérgio Danilo Junho Pena

Veterinária: Rômulo Cerqueira Leite

Agronomia: José Magid Waquil

Ecologia: Francisco Antonio Rodrigues Barbosa

Engenharias: Evando Mirra de Paula e Silva

Ciências Exatas: Ado Jorio de Vasconcelos

Ciências da Terra: Wolney Lobato

Ciências da Computação: José Luis Braga

Letras e Artes: Maurício Alves Loureiro

Filosofia: Ivan Domingues

Direito: Liana Portilho Mattos

Econômica: Clélio Campolina Diniz

Administração: José Edson Lara

Educação: Carlos Roberto Jamil Cury

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/404
<![CDATA[Prêmio da Juventude por Alimentos Sustentáveis 2016]]>A inciativa visa aproximar os jovens universitários das oportunidades acadêmicas, científicas e empreendedoras para o desenvolvimento de alternativas que aumentem a produção de alimentos e também fomentem a sustentabilidade dos sistemas produtivos. Este é o objetivo principal do “Prêmio Novos Talentos para a Agricultura Sustentável”, que foi lançado nessa segunda-feira, dia 16, na sede do Banco Mundial, em Washington D.C, nos Estados Unidos, e que contou com a presença do presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, como um dos anfitriões.

O projeto vai premiar trabalhos de jovens estudantes universitários das Américas do Norte, Central e do Sul que tiverem ideias implementáveis e factíveis para enfrentarem o desafio de produção de alimentos em uma escala global, levando em conta a sustentabilidade. Em 2016, haverá duas edições: o Prêmio Novos Talentos das Américas para o Alimento Sustentável e o Prêmio Novos Talentos para o Alimento Sustentável/Brasil, com premiações que superam o valor de 50 mil reais.

Podem participar estudantes de mestrado, mestres, estudantes de doutorado e doutores que tenham menos de 35 anos de idade. As inscrições podem ser realizadas até o dia 16 de setembro e a divulgação dos resultados ocorrerá dia 22 de Novembro de 2016, em Brasília.

Mais informações aqui: http://premionovostalentos.com/ing/web/sobre.html

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/405
<![CDATA[Horizon 2020: Oportunidade de pesquisa em países da União Europeia]]>No dia 18 de maio, às 10h, ocorre no auditório Carlos Ribeiro Diniz, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG,) a reunião de trabalho sobre Internacionalização, com enfoque no Programa Horizon 2020 – Oportunidade de Pesquisa em Países da União Europeia. O evento antecederá o Fórum CONSECTI-CONFAP, do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação e Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, no dia 19 de maio.

O evento Horizon 2020: Oportunidade de pesquisa em países da União Europeia integra a programação de comemoração dos 30 anos da FAPEMIG e consiste numa oportunidade para pesquisadores mineiros receberem orientações sobre como submeterem propostas ao Horizon 2020 – maior programa de investigação e inovação da União Europeia. Oitenta milhões de euros em financiamento serão disponibilizados ao longo de sete anos (2014 a 2020), possibilitando que este programa seja uma resposta à crise econômica por meio do investimento em empregos do futuro e crescimento.

A proposta do programa é que, através da excelência científica, da indústria competitiva e da superação dos desafios sociais, as melhores ideias cheguem mais rápido ao mercado e sejam utilizadas nas cidades, hospitais, fábricas, lojas e casas, tão rápido quanto possível. Para isso, Piero Venturi, da Comissão Europeia de Pesquisa e Inovação, vai apresentar e conceituar o Horizon 2020. Um tutorial com enfoque nos programas de mobilidade internacional - Marie Skłodowska-Curie - MSCA será realizado. Além disso, o evento contará com uma apresentação do programa e orientações para elaboração de projetos, direcionados pela Assessora Internacional do CONFAP para EU, Elisa Natola.

Confira a programação

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/406
<![CDATA[FAPEMIG completa 30 anos com homenagens e novas parcerias]]>Durante as comemorações dos 30 anos da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG) também haverá espaço para lançar novas parcerias reconhecer pessoas que contribuem para o avanço da CT&I no Estado.

Durante a solenidade, dia 19/05, às 10h, no auditório JK da Cidade Administrativa, serão entregues algumas homenagens a pessoas e instituições importantes para a história da Fundação. A homenagem reconhecida como Amigo da ciência, amigo da FAPEMIG tem como objetivo reconhecer o trabalho e o compromisso com a área da CT&I por meio da dedicação, colaboração dos trabalhos realizados para a FAPEMIG.

Durante o evento, serão assinados dois termos de cooperação: um com a Secretaria de Estado de Educação e outro com a Prodemge, empresa de tecnologia da informação do Governo de Minas Gerais. O primeiro prevê um aporte de R$98 milhões em três anos, para criar um programa estadual de iniciação científica voltada aos alunos do Ensino Médio, com vistas a estimular o espírito de investigação científica nos adolescentes. O segundo termo de parceria tem por objetivo trazer maior efetividade à comunicação de Minas Gerais com o cidadão, facilitando o acesso aos serviços e soluções do estado com o cidadão e terá o aporte de R$10 milhões.

Para o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, o momento é de destacar o que já foi feito pela ciência e tecnologia do Estado até hoje e pensar nos próximos passos. “O brasileiro tende a achar que, no Brasil, não existe cientista. Ele sempre vê na televisão os cientistas estrangeiros, falando em inglês e sendo traduzidos. Precisamos mostrar que no Brasil e em Minas Gerais existe uma ciência de ponta que ajuda a melhorar a vida das pessoas”, deseja. 

Serviço

Evento: Solenidade em Comemoração aos 30 anos da FAPEMIG

Data e horário: 19 de maio, às 10h

Local: Auditório JK – Cidade Administrativa – Belo Horizonte.

Confirmação de presença: cerimonial@fapemig.br

Cadastramento de imprensa: acs@fapemig.br

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/407
<![CDATA[FAPEMIG busca diminuir inabilitação em projetos]]>As propostas submetidas à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) com documentação e informação incompleta são consideradas inabilitadas e portanto, não são encaminhados para julgamento e seleção. Para diminuir essa ocorrência, o Departamento de Programa de Bolsas (DPB) junto com o Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), da FAPEMIG, lançou na última quarta-feira (18) um novo formulário de submissão de eventos.

Desde o dia 18, em cima de cada aba para preenchimento do formulário terá um aviso com informações sobre como completar o formulário adequadamente. “Com a mudança, a vantagem é que isso facilitará a redução da inabilitação das propostas, pois permite que o pesquisador compreenda o que é necessário para o preenchimento”, afirma o chefe do DPB, Fabiano Valentin.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/408
<![CDATA[Homenagens e novas parcerias marcam a solenidade de 30 anos da FAPEMIG]]>A solenidade de aniversário de 30 anos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) foi marcada pela emoção, com homenagens e anúncios de novas parcerias. O Auditório Juscelino Kubitchek, na Cidade Administrativa, ficou lotado de pesquisadores, funcionários da Fundação, ex-diretores e pessoas que acreditam no poder que a Ciência tem de mudar a sociedade. A solenidade sinalizou também a abertura do Fórum do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia (Consecti) e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à pesquisa (Confap).

No encontro, foram anunciados cinco termos de cooperação, com diferentes instituições. Um acordo entre a FAPEMIG e a Vinnova (Suécia), que visa apoiar projetos advindos do Aimday, ter por objetivo promover o desenvolvimento de soluções inovadoras na área de Smart Industries. Outro termo foi assinado entre o Consect, o Confap e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial – Embrapii, com o objetivo de proporcionar a atuação da Embrapii nos estados, por meio dos referidos Conselhos. Um terceiro acordo, entre a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa – RNP, o Consecti e o Confap tem o intuito de contribuir para a consolidação e integração do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e para o desenvolvimento de ações de interesse conjunto dos estados.

O Termo de Parceria entre a FAPEMIG e a Prodemge prevê o aporte de R$10 milhões, com o objetivo de trazer maior efetividade na comunicação do estado com o cidadão, facilitando o acesso aos serviços e soluções para Minas. Com a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, a FAPEMIG firmou termo de parceria que prevê a criação da iniciação científica júnior em Minas Gerais, incentivando as escolas mineiras a estimular o espírito de investigação científica ainda dentro do Ensino Médio. Somente este termo prevê o investimento R$ 98 milhões em três anos, com início previsto para agosto de 2016.

O diálogo Ciência/Sociedade norteou a fala do Presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela. “Esse é um momento especial para nós e é importante celebrar com tantas pessoas importantes para a história da Fundação. A ciência só faz sentido se ela for percebida pelas pessoas comuns. Os brasileiros precisam perceber que há muitos cientistas de qualidade no Brasil e esse é o nosso papel”, defendeu Vilela. O Secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa, representou o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e destacou a importância da parceria da Sectes com a Fundação. “A FAPEMIG é uma grande parceira nos esforços de desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado. É uma honra fazer parte desse momento”.

Homenagens

- Homenagem do Confap ao representante da Comissão Europeia de Pesquisa no Brasil, Piero Venturi

- Homenagem do Consecti e do Confap à Secretária Executiva do Ministério de Ciência, Tecnologia e Comunicação, Emília Curi

Homenagem “Amigo da Ciência, Amigo da FAPEMIG” com a entrega de troféu a membros da academia, sociedade civil e empresarial:

- Professor Og Francisco Fonseca de Souza (UFV)

- Professor Jader dos Reis Sampaio (UFMG)

- Professor Luciano Mendes Faria Filho (UFMG)

- Professor Yurij Castelfranchi (UFMG)

- Professor Nívio Ziviani (UFMG)

- Ana Déborah Antunes (Funcionária FAPEMIG)

Placa Homenagem 30 Anos FAPEMIG

- Secretário Inovador: Miguel Corrêa Júnior (Sectes)

- Secretário Gestor: Helvécio Magalhães (Seplag)

- Gestor Inovador: Marco Antônio Castelo Branco (Presidente Codemig)

Confira aqui a reportagem do Programa Ciência no ar sobre a comemoração de 30 anos da FAPEMIG.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/409
<![CDATA[AIMDay reúne pesquisadores, em BH, para discutir soluções para a nova revolução industrial]]>Pesquisadores brasileiros e suecos se reuniram, na manhã desta quinta-feira, 19 de maio, com grandes empresas para discutirem soluções para os desafios da chamada indústria inteligente (smart industry), durante o workshop AIMDAY- Smart Industry, na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Considerada a nova revolução industrial por integrar a manufatura com a tecnologia de informação e comunicação, a smart industry busca conectar pessoas, máquinas e processos inteligentemente. “É um tema extremamente importante. A gente tem que se preparar para essa indústria do futuro. A tendência é que a indústria vai se automatizar cada vez mais”, afirma o especialista em redes neurais artificiais e professor da UFMG, Antônio Braga.

Durante o evento, o público assistiu às palestras de renomados pesquisadores, como Anders Malmberg da Uppsala University, que destacou a importância da inovação no setor industrial.

“Devemos ter um approuch amplo para a inovação, visto que nem toda inovação é tecnológica, mas também organizacional, de mercado, etc. Novas combinações de coisas já existentes. Processos de inovação são tipicamente realizados pela interação dos atores mais do que pelos atores em si”, ressalta.

Em seguida, empresas como, Vale, Ericsson Telecomunicações e Volvo, trouxeram perguntas para os pesquisadores ajudarem a solucionar problemas internos. Cada empresa se reuniu com especialistas das diversas áreas que podem, no futuro, virem a desenvolver os desafios propostos.

Ainda de acordo com Antônio Braga, vai chegar um momento em que a indústria irá se tornar autônoma, pois, aos poucos as maquinas vão assumindo as funções humanas. O professor destaca também que o momento atual é bastante propício para a smart industry. “Os custos dos dispositivos de hardware estão mais baixos, os modelos matemáticos que podem ser incorporadas nesses dispositivos estão mais avançados”, destaca.

 

Minas sai na frente

 

Para Antônio, é extremamente importante trazer esse tipo de evento para Minas Gerais. “A indústria local e as academias começam a discutir e, consequentemente, se preparar para buscar soluções para os desafios apresentados”.

 

O acadêmico destaca também que já existem iniciativas semelhantes em outros países, “mas elas também estão começando. Agora estão surgindo políticas nacionais, diretrizes futuras para o desenvolvimento e absorção dessas novas tecnologias”, finaliza.

 

O Workshop AIMday Smart Industries integra a programação do Brazil-Sweden Excellence Seminar. O evento foi organizado por meio de uma parceria multi-institucional entre o CISB, a Uppsala University, a Linköping University (LiU), a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O evento tem apoio do Sistema Mineiro de Inovação-SIMI.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/410
<![CDATA[Urgências nacionais da área de CTI dominam a pauta do Fórum CONSECTI-CONFAP]]>Na tarde de 19 de maio, Francilene Garcia, presidente do CONSECTI (Conselho nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação), abriu a reunião do fórum conjunto de sua instituição e o CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa), debatendo o conteúdo da Carta de Belo Horizonte, em construção. O documento elenca algumas medidas necessárias para as entidades da área e solicita o encaminhamento de algumas propostas consideradas urgentes. “Gostaríamos de aproveitar o momento de encontro entre os dois fóruns para discutir esta carta e as demandas da nossa área ao governo interino de Michel Temer, e ao ministro Gilberto Kassab”, disse Francilene.

Nesta semana, Gargioni se reuniu com o recém-nomeado ministro de CTI, e disse que acredita que Kassab esteja abrindo o diálogo com várias entidades importantes da área. “Dada a experiência que ele já tem como gestor público e sua influência política, pode dialogar com as autoridades e nos auxiliar a tocar nossos projetos e levantar recursos, atendendo nossas demandas”. Na reunião, os presidentes das FAPs e secretários estaduais manifestaram suas opiniões sobre o conteúdo da carta.

Outro assunto na pauta foi o Marco Legal de CTI. A mesa contou com a participação da assessora jurídica da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Cristina Leftel, e o assessor da Secretaria Executiva do MCTI, Luiz Fauth. Cristina e o CONFAP se propuseram a auxiliar as FAPs a adaptarem e atualizarem suas legislações estaduais, “porém, enquanto não houver a regulamentação do Marco Legal, não é possível estabelecer um modelo, por causa dos pontos controversos”. Para que seja formulada a regulamentação, está em andamento uma consulta pública que atenda as necessidades da academia, do setor público e da iniciativa privada, que deve encerrar em 30 dias. Após a consulta será elaborada uma minuta da regulamentação, que, de acordo com Fauth, deverá ser apresentada na Reunião Anual da SBPC, de 03 e 09 de julho, em Porto Seguro (BA).

Uma breve apresentação sobre as ações do Fundo Newton e o cronograma das chamadas foi feita por Camila Almeida, representante do Conselho Britânico. Ela falou sobre o Researcher Links, o Researcher Connect e o Institutional Links, que atualmente é realizado apenas no estado do Amazonas, em parceria com a FAPEAM (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas). O assessor de assuntos internacionais do CONFAP, Mario Neto Borges, declarou que existe perspectiva de estender o programa para outros estados, por meio de parceria com o Conselho Britânico.

Encerrando a tarde, os secretários estaduais de CTI e presidentes das FAPs se reuniram com representantes das agências e fontes de fomento federais: FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Para Idelazil Talhavini, da CAPES, é importante que as agências participem dos fóruns e tenham contato direto com os parceiros, pois isso dá rosto aos programas, além de fortalecer as ações conjuntas e dar mais intensidade à sua execução. Para ela, o CONFAP é o ponto focal do diálogo entre a CAPES e as FAPs.

30 anos da FAPEMIG

A abertura do Fórum ocorreu na parte da manhã, durante a cerimônia de comemoração dos 30 anos da FAPEMIG (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais). O presidente do CONFAP, Sergio Gargioni, parabenizou a Fundação anfitriã: “nós estamos vivendo um momento de transição e turbulência na CTI. Porém hoje estamos aqui festejando a consolidação dos sistemas estaduais de pesquisa e inovação, e a FAPEMIG sempre foi um exemplo de modernidade e defesa dos interesses da ciência como desenvolvimento social do país”.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/411
<![CDATA[Pesquisadores levam ciência aos bares de BH]]>O festival internacional Pint of Science aconteceu simultaneamente em sete cidades brasileiras e em outros 11 países, nos dias 23, 24 e 25 de maio. Pela primeira vez em Minas Gerais, o evento mostrou que qualquer lugar pode ser espaço para falar de ciência. Em Belo Horizonte, o Itatiaia Rádio Bar, a Cantina do Lucas e a Cafeteria do MM Gerdau, foram palco para um debate descontraído com pesquisadores mineiros.

No total, mais de 1500 pessoas participaram de paineis com pesquisadores que discutiram genética, transgênicos, nanotecnologia, cultura maker, robótica, novos modelos de ensino, doenças da modernidade, empreendedorismo, dengue, zica e chicungunya. A iniciativa fez parte das comemorações dos 30 anos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e foi realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior (Sectes).

Ficou curioso sobre essa dose de ciência nos bares? Confira a cobertura jornalística realizada durante o evento na capital mundial dos botecos. O projeto de divulgação científica da FAPEMIG Minas Faz Ciência registrou o Pint Of Science através do Snapchat, Periscope, Twitter e Facebook. A FAPEMIG fez um álbum com as melhores fotos do evento. O Portal SIMI e a Sectes realizaram uma cobertura especial do brinde à ciência e à FAPEMIG.

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O Tempo: Aceitação do público prova que ciência pode ser assunto de bar

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/412
<![CDATA[ Conferência Tec.con começa nesta quinta-feira]]>Nos dias 2, 9 e 16 de junho acontece a segunda edição do Tec.con. O Parque Tecnológico de Belo Horizonte BH-TEC abre as portas para a conferência que tem o intuito de possibilitar um espaço para apresentação e discussão de temas de grande importância para negócios de base tecnológica, inseridos na economia do conhecimento. As inscrições são gratuitas e já podem ser realizadas aqui para a primeira mesa redonda.

A programação do Tec.con contempla três painéis que abordarão os temas de Negócios em Economia Criativa (2/06), Fortalecimento de redes para a geração de negócios (9/06) e Fórum de empresários (16/06). Realizado pelo BH-TEC, a Conferência ainda conta com o apoio do Núcleo UFMG Jr e do Sistema Mineiro de Inovação (SIMI).

Confira a programação completa:

02/06 – 16h – Negócios em Economia Criativa

Palestrantes:

Paulo Tadeu Arantes (UFV)

Henrique Portugal (Skank)

César Piva (Agência do Polo Audiovisual e Fábrica do Futuro)

Mediação: Bernardo Mata Machado (FJP)

Encerramento: Lançamento da “Aceleradora Transmídia – Estações Criativas”, a ser instalada no BH-TEC.

09/06, às 16h – Fortalecimento de redes para geração de negócios

Palestrantes:

Filipe Reis (Supersonic)

Dany Carvalho (CUBO Coworking).

Mediação: Paulo Renato Cabral (Instituto Inovação)

16/06, às 16h – Fórum de empresários

Palestrantes:

Berthier Ribeiro Neto (Google)

Marcelo Miranda (Precon Engenharia)

Fernando Kreutz (FK Biotecnologia).

Mediação: Roberto Oliveira (Take.net)

Confira como foi a edição do ano passado:

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/413
<![CDATA[Fapemig será homenageada no Plenário da ALMG na sexta]]>A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizará, na próxima sexta-feira, 03 de junho, Reunião Especial de Plenário, às 19 horas, para homenagear a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerias (FAPEMIG), pelo seus 30 anos. O requerimento da homenagem é de autoria do deputado Paulo Lamac (Rede).

Um dos objetivos da Fapemig é incentivar os pesquisadores do Estado a realizarem projetos tecnológicos e científicos e de inovações, que são relevantes para o desenvolvimento econômico e social de Minas gerais.

Durante o Fórum do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia (Consecti) e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à pesquisa (Confap), a Fapemig firmou um termo de cooperação com a agência de inovação Vinnova, do governo da Suécia. O termo de cooperação apoiará projetos vindos do workshop Aimday-Smart industry, que aconteceu no dia 19 de maio de 2016, na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte e reuniu representantes das maiores empresa do setor. Durante o Workshop, foram debatidas soluções para a Chamada Indústria inteligente (Smart Industry).

Com o orçamento de 1% da receita do Estado, em 2015, foram executados 3.305 projetos, com apoio da fundação, sendo distribuídos 7.043 bolsas, apoiando 6.989 trabalhos em eventos na área de Ciência e Tecnológica e inovação (CT&I). Na Chamada Universal, que financia várias áreas do conhecimento, a Fapemig investiu em 2015, mais de R$ 23 milhões, com 2.264 projetos, destes 635 foram contratados.

 

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/414
<![CDATA[II Fala ciência capacita comunicadores e pesquisadores para divulgação científica]]>esquisadores, jornalistas, estudantes e profissionais de diferentes áreas participaram na última quinta-feira, 02 de junho, do II Fala Ciência - Curso de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia, realizado pela Rede Mineira de Comunicação Científica (RMCC), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e da Secretaria de Estado de Tecnologia e Ensino Superior (Sectes).

Durante a abertura, o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, ressaltou a importância da capacitação e prioridade da Fundação em habilitar profissionais para falar de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). A coordenadora de Comunicação da FAPEMIG e membro da equipe de coordenação da RMCC, Vanessa Fagundes, esclareceu a finalidade da Rede de reunir esforços para fortalecer à popularização da ciência no Estado. Com esse objetivo, representantes de Universidades, Centros de Pesquisa e do Governo têm se reunido para pensar soluções e alternativas que tornem a ciência um assunto mais próximo da população em geral.

Como resultado desses esforços, o II Fala Ciência teve a participação de 90 pessoas, entre pesquisadores, divulgadores da ciência, estudantes e profissionais da área de comunicação e de diferentes áreas científicas de Minas Gerais e do Brasil. Entre eles, representantes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e da Fundação de Apoio à Pesquisa à Inovação Tecnologia do Estado de Sergipe (Fapitec-SE). “Poder participar e compreender a atuação da FAPEMIG e da Rede Mineira de Comunicação Científica na promoção do Fala Ciência nos ajudou a pensar novas estratégias que queremos levar para Goiás, por meio da Fapeg. São excelentes ações que podem aprimorar o nosso trabalho na difusão da ciência”, ressaltou Renan Rigo, da Assessoria de Comunicação da Fundação goiana.

Durante a programação matutina, Juliana Saldanha, farmacêutica e com MBA em Comunicação e Marketing Digital, falou sobre inovação, empreendedorismo e tecnologia, mostrando as possibilidades no setor e os cuidados ao falar de inovação. Em seguida, a professora de Jornalismo Online da UNI BH e doutora em Comunicação Social, Lorena Tárcia abordou as ferramentas digitais na cobertura de ciência, mostrou cases e possibilidades a serem exploradas.

Na segunda parte do curso, o biólogo, doutor em microbiologia e comunicador da ciência, Atila Imarino, falou sobre as plataformas digitais como meios para dar visibilidade a conteúdos de CT&I. Ele compartilhou a experiência do Canal Nerdologia e do blog Rainha Vermelha na cobertura científica e ressaltou a possibilidade de falar sobre um contexto que interessa o público pelo YouTube, fazendo da ciência um caminho e não o destino final.

Para finalizar, a doutora em Sociologia e Política e professora da UFMG, Valéria Raimundo abordou os estudos de recepção pública da Ciência. Após a apresentação dos quatro módulos do curso, o portal do Sistema Mineiro de Inovação (Simi) e da plataforma DataViva foram apresentados por Fernando Lucena (Simi) e Matheus Fonseca (Simi) e Luiza Lages (Data Viva) e Rafael Pessoa (Data-Viva).

A analista de comunicação da Fundep, Angela Cruz, compartilhou suas percepções após o evento. “Participei do primeiro Fala Ciência e agora da segunda edição e percebo que um evento é importante para ampliar as possibilidades e trazer novas perspectivas que podem ser levadas e implantadas no trabalho que desenvolvemos. Houve muitos cases ricos e inspiradores que são viáveis para nossa prática”, afirma.

Guilherme Ximenes, estudante de engenharia de sistemas e do canal @Oláciência, comentou que o que mais chamou sua atenção durante o evento foi a proximidade da FAPEMIG em relação à divulgação científica e ao público jovem. “Sempre escutei falar da Fundação, mas eu nunca a senti próxima de gente da minha idade. Sempre tive interesse na internet, mídias digitais e hoje percebi que a FAPEMIG também fala sobre as mesmas coisas que costumo falar”, conclui.

Confira as apresentações dos palestrantes:

Juliana Saldanha

Lorena Tárcia

Atila Imarino

Valéria Raimundo

Apresentação do Portal Simi

Apresentação da Plataforma DataViva

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/415
<![CDATA[Nota de pesar]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) lamenta o falecimento do ex-governador de Minas Gerais, Hélio Garcia, na manhã desta segunda-feira, em Belo Horizonte, em virtude de uma embolia pulmonar.

Em agosto de 1985, o então governador Hélio Garcia anunciou a criação da FAPEMIG a partir da Lei Delegada nº 10. No ano seguinte, em 19 de fevereiro, foi aprovado o estatuto da Fundação e Garcia nomeou os membros do Conselho Curador. Em maio de 1986, foi realizada a primeira reunião deste órgão, o que marcou o início dos trabalhos da FAPEMIG. Hélio Garcia foi governador de Minas Gerais de 1984 a 1987 e de 1991 a 1995.

O velório do ex-governador Hélio Garcia ocorre a partir da 14h desta segunda-feira, no Cemitério e Crematório Parque da Colina. A cerimônia de cremação está prevista para as 17h.

 

 

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/416
<![CDATA[ Evento discute mineração e desenvolvimento econômico no século XXI]]>Dia 15 de junho, acontece o fórum Minas e Mineração no Século XXI. A iniciativa é realizada pelo Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI) e pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), através do Projeto Nova Mineração. O evento será das 8h30 às 18h, na sede do BDMG, em Belo Horizonte.

 A programação conta com quatro paineis que propõem debates sobre a mineração e o desenvolvimento econômico no Estado, o crescimento e a competitividade do setor no contexto mundial, os desafios tecnológicos e a cadeia produtiva e o território minerador e a organização urbana. O fórum compreenderá palestras de empresas e pesquisadores que estão relacionados ao tema. Entre eles, o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, que integra a lista de palestrantes e debatedores. Confira a programação completa aqui.

Desde o rompimento da barragem em Bento Rodrigues, em novembro de 2015, a FAPEMIG tem incentivado pesquisadores a estarem mais próximos às demandas da sociedade relacionadas ao desastre. Para isso, em janeiro, a Fundação lançou a Chamada 04/2016 - Tecnologias para a Recuperação da Bacia do Rio Doce e, em abril, a Chamada 06/2016 - Apoio a Redes de Pesquisa para Recuperação da Bacia do Rio Doce.

Além disso, outra iniciativa é o projeto Nova Mineração, que tem o intuito de mobilizar protagonistas dos setores empresarial (mineração e cadeia produtiva), científico, educacional e governamental para conduzirem os processos de mudança necessários para uma mineração mais sustentável, competitiva e inclusiva. Essa iniciativa foca a agenda de pesquisa, desenvolvimento e inovação, por ela ser central para a construção de novos cenários para o setor em Minas e no Brasil.

Para confirmação de presença no evento é preciso enviar um e-mail para indics@indi.mg.gov.br. As vagas são limitadas. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (31) 3915-3851.

Serviço

Evento: Minas e Mineração no Século XXI

Data: 15 de junho

Hora: das 8h30 às 18h

Local: Rua da Bahia, 1600, Lourdes, Belo Horizonte - Auditório Camillo Penna – BDMG

Confirmação de presença: indics@indi.mg.gov.br

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/417
<![CDATA[ Navegação robótica inteligente é desenvolvida por pesquisadores do CEFET]]>Criar sistemas inteligentes e que apresentem um grau razoável de autonomia é uma tarefa desafiadora na área de robótica. Diferentes abordagens têm surgido na área de inteligência artificial na tentativa de explicar o processo cognitivo. No Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet– MG), pesquisadores desenvolvem, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), o projeto Navegação robótica baseada em uma rede de neurônios pulsantes.

Os pesquisadores estão desenvolvendo mecanismos de software e hardware que possua um grau razoável de autonomia, sendo capaz de operar sob diversas condições sem recorrer a um controlador externo e de lidar com eventos imprevistos em um ambiente hostil em busca dos seus objetivos. O coordenador da proposta, Rogério Martins Gomes, explica que os neurônios pulsantes são modelos matemáticos de neurônios neurobiologicamente realistas e computacionalmente viáveis.

Para desenvolver a navegação robótica inteligente é preciso modelar e implementar os microcircuitos neuronais, que são grupos de 50 a 10.000 células neurais especializados em uma determinada função sensório-efetora primitiva. Em seguida é necessário determinar o robô que será utilizado, levando em conta a arquitetura de hardware, calibração de sensores e operabilidade em ambiente real. Por último, a fase de implementação e validação, através da realização de experimentos.

Uma das teorias que tem inspirado diversos trabalhos na área é a teoria da seleção de grupos neuronais proposta por Gerald Maurice Edelman. No projeto desenvolvido no Cefet, ela é utilizada para fundamentar o desenvolvimento e a análise da dinâmica de microcircuitos de neurônios pulsantes operando como um mecanismo de coordenação sensório-motora de robôs. Com isso, os pesquisadores construíram modelos computacionais dos microcircuitos ou estruturas de neurônios pulsantes interligados. “Espera-se, ao final desse projeto, que o robô seja capaz de navegar de forma autônoma e apresentar um mínimo grau de adaptabilidade a novos ambientes”, diz Rogério.

Desta maneira, a pesquisa busca contribuir para a disseminação, desenvolvimento e consolidação da pesquisa na área de organismos artificiais biologicamente inspirados e dotados de sistemas nervosos, com ênfase na construção de robôs mais robustos e adaptáveis ao ambiente real. “No campo da engenharia, os resultados deste projeto contribuem diretamente para o desenvolvimento de mecanismos de controle robótico. Já no campo científico, espera-se que esse projeto contribua para as teorias da neurociência que buscam compreender a dinâmica neural em seres vivos”, acrescenta Rogério.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/418
<![CDATA[ Prêmio Talentos de 2017 pode ser ampliado em escala global]]>O Instituto Fórum do Futuro vai propor ao Banco Mundial (Bird) a ampliação do Prêmio Novos Talentos para o Alimento Sustentável-Américas para uma escala mundial. O objetivo é estimular os jovens pesquisadores a trabalhar em soluções de produção sustentáveis de alimento também nas savanas africanas e nas estepes asiáticas, que são similares à realidade do cerrado brasileiro.

O Banco Mundial convidou o Fórum do Futuro para realizar, em novembro, a entrega do Prêmio Novos Talentos, na sede da instituição, em Washington, quando a proposta de ampliação do prêmio para 2017 será melhor discutida. O Prêmio Novos Talentos é uma oportunidade de diálogo entre a ciência e a sociedade, na medida em que aproxima da agricultura sustentável jovens universitários que desenvolvem pesquisas nas áreas de tecnologia.

O coordenador do Conselho Científico do Instituto Fórum do Futuro e presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), Evaldo Vilela, foi o articulador da proposta de ampliação do Prêmio junto ao Bird. Vilela entende que “a construção do futuro do país depende da criatividade dos jovens, mas é necessário mudar atitudes e mentalidades de nossa sociedade para que possam contribuir de fato, em velocidade e quantidade”, ressaltou o conselheiro do Fórum.

A seguir, entrevista com Evaldo Vilela.

 Se a cadeia de valor do alimento está no coração da visão de futuro do país, como alinhar a visão estratégica com o potencial criativo dos jovens?

Evaldo Vilela: Acredito muito que o aprendizado pelos jovens talentos sobre a cadeia de valor do alimento, e seu consequente engajamento no enfrentamento dos desafios, pode se dar de modo efetivo em ambientes de inovação criados com esta finalidade. Ambientes de inovação são estruturas físicas (infraestruturas com salas, ou galpões, ou laboratórios, ou uma fábrica, etc.) e virtuais (um site etc.) desprovidas de preconceitos e hierarquias, onde o aprendizado, a criatividade e o compromisso com o novo são os determinantes e as motivações centrais. Não adianta querer construir o futuro, valendo-se da criatividade dos jovens, que é fundamental, sem mudar atitudes e estruturas, que são intrínsecas aos ambientes. Estruturas, mentalidades, modos operantes antigos não servem mais, senão como referências e casos de estudo.

Quais são os principais entraves que precisam ser removidos?

Evaldo Vilela: A acomodação, a zona de conforto, a cultura que não valoriza o conhecimento, a falta de um projeto de construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, são duros entraves que devem ser combatidos e removidos da vida do país. Para isto, não pode nos faltar a determinação de construir o coletivo, de valorizar os interesses do país acima dos interesses pessoais. Não nos faltam talentos e criatividade e nem oportunidades; não nos faltam cientistas e nem empreendedores. Falta-nos, no entanto, um projeto de país, onde a economia se junta à ciência, à inovação pelo desenvolvimento, pela geração de renda e empregos.

Como a visibilidade internacional do prêmio pode contribuir nesse sentido?

Evaldo Vilela: Um prêmio, ainda mais um prêmio internacional, é sempre uma luz sobre algo que se destacou; evidencia, no caso, uma inovação na produção sustentável do alimento como fruto da criatividade, esforço e sonho de jovens talentos. Como iluminar projetos, trabalhos e mentes que podem criar uma agricultura e uma pecuária cada vez mais produtivas, mais sustentáveis, de maior valor agregado e inclusivas? A competição e a premiação, com base em critérios de mérito, é uma resposta positiva, que inspira um caminho exitoso capaz de abreviar esforços e ganhar a urgência que o desenvolvimento requer.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/419
<![CDATA[Mostra Inova Minas FAPEMIG 2016 já tem data marcada]]>Anote na agenda! A segunda edição da mostra Inova Minas FAPEMIG acontecerá entre os dias 5 e 7 de agosto, no circuito cultural da Praça da Liberdade. O objetivo da feira é divulgar, junto à sociedade, o esforço realizado pelas universidades, centros de pesquisa e empresas para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado. Para isso, serão apresentados projetos de pesquisa que contribuem para solucionar problemas do nosso cotidiano.

Esses projetos são escolhidos com base nos resultados gerados e em sua capacidade de criar soluções e gerar renda e riquezas, empregos novos e tradicionais, no contexto da nova economia. Como destaca o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, é preciso que os conhecimentos desenvolvidos em universidades e centros de pesquisa sejam mais conhecidos e utilizados para movimentar a economia. “A mostra permite que o conhecimento produzido na academia seja mostrado para o cidadão. São projetos financiados com dinheiro público e que têm impacto na vida de todos”, destaca.

A mostra é uma iniciativa do governo de Minas, por meio da FAPEMIG e da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. No ano passado, a mostra foi realizada no Palácio das Artes. Durante dois dias, mais de mil pessoas passaram pelo evento. Ao levar a Inova Minas FAPEMIG para a Praça da Liberdade, espera-se atrair um público ainda maior. Além da mostra de resultados, estão previstos também exposições interativas, encontros de inovação e campeonato de robótica.

Pitch

Os projetos que serão apresentados são selecionados por meio de um pitch – vídeo de curta duração (no máximo três minutos), que pode ser feito por celular ou câmera comum, no qual o pesquisador apresenta seu tema de estudo, impactos e resultados. Pode encaminhar material qualquer beneficiário do apoio da FAPEMIG, seja direto (por meio de editais ou chamadas de fomento) ou indireto (por meio de ações e projetos mantidos pela Fundação).

Esses vídeos começam a ser recebidos pela FAPEMIG a partir do dia 10/06). A data foi prorrogada: os interessados têm até o dia 07 de julho para enviar seu material, que passará por uma avaliação.

Junto com o pitch, deve ser enviado um formulário de inscrição, com informações sobre o projeto. As informações fornecidas no ato da inscrição serão utilizadas para a produção do anuário da mostra, publicação que traz a descrição de todos os projetos apresentados.

Os critérios para envio do pitch estão disponíveis aqui.

Neste link, é possível encontrar o formulário que deve ser preenchido para envio do pitch.

Outras informações podem ser obtidas com a Central de Informações da FAPEMIG pelo e-mail ci@fapemig.br

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/420
<![CDATA[Inscrições para Chamada Pública para Recuperação da Bacia do Rio Doce se encerram em junho]]>A Chamada pública para recuperação da bacia do Rio Doce encerra seu prazo de inscrição no dia 20 de junho. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Agência Nacional de Águas (ANA).

O objetivo é apoiar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, de caráter interdisciplinar, desenvolvidos em rede, visando à formação de recursos humanos em nível de pós-graduação stricto sensu e a geração de conhecimento, tecnologias e processos tendo como objetivo a recuperação da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e ecossistemas associados. Ao todo, serão investidos mais de R$11 milhões nas propostas aprovadas. Essa é a segunda chamada que a FAPEMIG lança voltada à recuperação da Bacia do Rio. A primeira foi a 04/2016 - Tecnologias para a Recuperação da Bacia do Rio Doce, lançada em janeiro deste ano, e que está em fase de avaliação.

O diferencial da segunda chamada é a estruturação de redes de pesquisa. Agora, cada proposta deverá envolver no mínimo três instituições, sendo pelo menos uma de Minas Gerais ou do Espírito Santo. O prazo estabelecido para conclusão dos projetos das Redes de Pesquisa é de 4 anos. Para avaliar e acompanhar as pesquisas, foi estabelecido um mecanismo no qual periodicamente os pesquisadores terão um momento de compartilhar os avanços com outros profissionais. "À medida que as propostas surgirem, elas já podem ser implantadas. Vai ser interessante esse diálogo, principalmente, entre a sociedade, órgãos públicos e empresas, pois a medida que essas soluções forem aplicadas teremos um feedback", comenta o Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Paulo Sérgio Beirão.

As propostas relacionadas a chamada pública para a recuperação da bacia do Rio Doce devem ser direcionadas de acordo com 11 linhas temáticas prioritárias. A duração máxima dos projetos será de 48 meses, a contar da data de contratação da proposta. Os recursos de custeio serão liberados em até quatro parcelas, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira das Agências.

Áreas temáticas prioritárias

Estudos Socioeconômicos: estudos socioeconômicos e de reconversão econômica para recuperar a capacidade de geração de renda pela população de áreas afetadas pelo desastre da Barragem de Fundão em Mariana/MG;

Uso do solo: uso do solo e plano de ação para a recuperação da condição de vida e de trabalho das populações em áreas atingidas pela lama de rejeitos e no entorno;

Qualidade de vida: saúde, qualidade de vida e impacto em comunidades atingidas direta e indiretamente pelo desastre;

Áreas degradadas: recuperação de áreas degradadas pela lama de rejeitos;

Qualidade da água: recuperação da qualidade da água, considerando o abastecimento de água para as comunidades e para a biota;

Biota: recuperação da biota aquática e terrestres na Bacia do Rio Doce e mitigação dos efeitos do impacto do desastre a curto, médio e longo prazo;

Mata Atlântica: recuperação da Mata Atlântica em áreas atingidas pelo desastre e em seu entorno;

Ecossistemas de estuário: recuperação físico-química e biológica da região marinha e entorno do estuário do Rio Doce e mitigação dos efeitos do impacto a curto, médio e longo prazo;

Redução de resíduos: processos para redução de resíduos da mineração, modelagem e gestão de risco de eventos relacionados com rompimento de barragens de rejeitos;

Saneamento básico: saneamento básico nos municípios que despejam dejetos na Bacia do Rio Doce;

Governança: sustentabilidade da Bacia do Rio Doce e marcos legais da mineração. 

Além disso, é possível conferir no canal do Youtube Ciência no Ar, depoimentos com os parceiros dessa Chamada pública: o presidente da Capes, Carlos Nobre; o presidente da FAPES, José Antônio Bof Buffon; o presidente do CNPq, Hernan Chaimovich e o Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Paulo Sérgio Beirão mostram o diferencial e a importância dessa chamada. Veja aqui.

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/421
<![CDATA[ Universidade do Texas divulga resultado de mobilidade]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) atua em parceria com a Universidade do Texas em Austin, UT-Austin, para promover e incentivar a mobilidade entre pesquisadores de Minas Gerais e desta Universidade. O convênio promove o financiamento da ida de professores mineiros ao Texas para o desenvolvimento de atividades de ensino e pesquisa com professores da UT.

As propostas encaminhadas em fevereiro de 2016 foram analisadas e três pesquisadores mineiros foram selecionados pela Universidade do Texas. São eles: Allison Barbieri (UFMG), Raquel Diniz Oliveira (CEFET MG) e Leonardo Parentoni (UFMG). Eles receberão da FAPEMIG as passagens e o seguro de viagem. Da UT, em Austin, terão a cobertura de lodgment. As atividades estão previstas para começar no início de 2017 e tem a duração de aproximadamente um mês.

Selecionados

Allison Barbieri (UFMG)

Raquel Diniz Oliveira (CEFET MG)

Leonardo Parentoni (UFMG).

O que eles receberão da FAPEMIG

Passagens e seguro de viagem

O que eles receberão da UT em Austin

Cobertura de lodgment (diárias)

Data prevista para a atividade

Início de 2017

Conheça outros países e instituições que são parceiros da FAPEMIG aqui.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/422
<![CDATA[Resultados das Chamadas 07/2015 e 08/2015 são divulgados]]> 

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) publicou, hoje, 13/06, os resultados de duas chamadas públicas: 07/2015 - Apoio à Organização e Execução de Ações de Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação e 08/2015 - Apoio à Criação e Consolidação das Estruturas de Comunicação e Divulgação da Ciência. Juntas, as chamadas garantirão o investimento de cerca de R$4 milhões.

07/2015 - Ações de Popularização da Ciência

Essa chamada tem o objetivo de disseminar e democratizar a informação sobre a produção do conhecimento em Ciência e Tecnologia no Estado de Minas Gerais e suas implicações no dia a dia dos cidadãos, além de promover a melhoria da qualidade do ensino nas escolas, através do financiamento de projetos.

Para esta chamada, foram recebidas 167 propostas, sendo que 33 foram recomendadas para contratação e 134 não foram recomendadas.

Confira a lista das propostas aprovadas para contratação.

08/2015 – Apoio a Estruturas de Comunicação

Partindo do pressuposto que, para comunicar suas pesquisas as instituições precisam ter uma estrutura de comunicação adequada para isso, pela primeira vez, a FAPEMIG lança uma chamada com o objetivo de oferecer apoio financeiro à implantação ou à consolidação dessas estruturas de comunicação de Universidades Públicas ou Confessionais e de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs).

Para esta chamada, foram recebidas 20 propostas, sendo que 9 foram recomendadas para contratação e 11 não foram recomendadas.

Confira a lista das propostas aprovadas para contratação.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/423
<![CDATA[Minas Gerais apresenta a nova casa do Seed, o maior programa de aceleração de startups do estado]]>O maior programa de aceleração de startups de Minas Gerais, o Seed (Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development), apresentou sua nova casa nesta terça-feira (14/6), em Belo Horizonte. Na oportunidade, mais de 200 pessoas, entre empreendedores, empresários, governo, representantes da Fiemg, Sebrae, BHTec e convidados do ecossistema de inovação compareceram ao Espaço CentoeQuatro para dar as boas vindas às 40 startups selecionadas na 3ª rodada do programa.

A recepção dos convidados ficou por conta do ator, apresentador e empreendedor com passagem pelo Seed, Erick Krominski, que lembrou de sua participação e da importância do projeto para o ecossistema de empreendedorismo do país. "Parabéns aos futuros empreendedores milionários", brincou o mestre de cerimônias. "Quando fui selecionado para o Seed, eu nem sabia o que era um pitch. Eu aprendi do zero aqui, desde montar um plano de negócio até fazer pesquisa de mercado”, recordou.

Após a inauguração com o corte da fita, as startups e todos os presentes puderam subir para conhecer o novo espaço de coworking do Seed. A ação também foi estendida ao período da tarde, momento em que as equipes conheceram um pouco do processo de aceleração e tudo que irá acontecer nos próximos seis meses.

Presente na solenidade, o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado, Miguel Corrêa, ressaltou que o Governo do Estado está investindo cada vez mais no setor. Além disso, Corrêa afirmou que o Seed é apenas um dos projetos que constroem essa nova economia. “Minas Gerais, está se tornando um dos melhores lugares para trabalhar inovação em todo o país”, apontou.

Também presente na cerimônia de inauguração, o secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, enfatizou a importância de projetos como o Seed, o empreendedorismo e a economia criativa em Minas Gerais, hoje referência nacional.

Aceleração

Os 40 projetos receberão mentoria personalizada e formação empreendedora por parte de profissionais renomados, como Aluir Dias, diretor de pré-aceleração da TechMall. As esquipes farão conexão com o ecossistema local, além de receberem capital semente de até R$ 80 mil, livres de participação.

Entre as 40 startups selecionadas, 20 são mineiras, 10 vieram de outros estados e outras 10 são estrangeiras. Em suas duas primeiras edições, o Seed acelerou 73 startups, sendo 53 brasileiras e 20 estrangeiras. Juntas, essas empresas levantaram mais de R$ 10 milhões em investimentos após seu período de aceleração pelo programa.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/424
<![CDATA[ Livro retrata o Prouni sob a ótica dos beneficiários]]>Com o objetivo de avaliar o grau de aprovação do Programa Universidade para Todos (ProUni), segundo a percepção dos alunos que cursam o Ensino Superior com bolsas do programa, as pesquisadoras Maria José Viana Marinho de Mattos e Maria Inês Martins desenvolveram, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), pesquisa que resultou no livro PROUNI: contribuições para a discussão das políticas públicas em Educação Superior no Brasil.

O ProUni é um programa do Ministério da Educação (MEC), criado pelo Governo Federal em 2004, que oferece bolsas de estudo integrais e parciais em instituições privadas de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior. A pesquisa foi realizada com a participação de alunos, professores, assistentes sociais e gestores da comunidade acadêmica da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC-Minas, campus Poços de Caldas.

Na fase inicial, o estudo permitiu sistematizar as produções acadêmicas, artigos científicos, dissertações e teses sobre o ProUni, com destaque para o maior número de publicações em 2009, período em que os órgãos oficiais do governo federal disponibilizaram pela primeira vez um rico banco de dados com informações e estatísticas consistentes sobre o Programa.

Em uma segunda fase, utilizou-se questionários aplicados em um grupo de alunos beneficiários da bolsa ProUni e de professores, assistentes sociais e gestores. Eles se posicionaram sobre aspectos diferentes no desenvolvimento da pesquisa abordando três eixos relacionados ao programa: ProUni e as políticas públicas, ProUni e a política de inclusão social, ProUni e isenção de impostos e ProUni - percepção e impactos segundo os beneficiários.

De acordo com Maria José de Mattos, a pesquisa confirmou a percepção do ProUni como um Programa que promove acesso e permanência no Ensino Superior, eleva o padrão de vida cultural e social dos beneficiários, aumentando as possibilidades de sucesso na formação e na vida profissional dos beneficiários. “Isso significa reconhecer que o ProUni é uma referência, um marco de implementação de uma política pública de ação afirmativa, respeitada e acatada nas esferas federal, estadual e municipal, a despeito das contradições pelas quais o programa atravessa, como é o caso da renúncia fiscal, dos limites à melhoria da qualidade e da falta de acompanhamento da trajetória escolar dos estudantes”, explica a pesquisadora.

Segundo a educadora, é perceptível que o conteúdo e as discussões advindas dos trabalhos acadêmicos apresentam críticas contundentes e instigantes, importantes para o processo de avaliação do conteúdo do Programa e da continuidade desta política pública de acesso à educação superior. Entretanto, há divergências de posicionamento entre os estudiosos do assunto. É válido destacar que o livro procura ampliar o diálogo e as análises sobre uma política pública educacional com forte impacto na Educação nas últimas décadas.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/425
<![CDATA[ Investimentos em tecnologia, inovação e capacitação são os caminhos debatidos no Fórum Minas e Mineração no Século XXI]]>"Estamos com a luz amarela acesa, mas ainda não chegamos à vermelha”. Essa foi uma das principais conclusões levantadas durante os debates e palestras realizados ontem (15/6) no Fórum Minas e Mineração no Século XXI – Desenvolvimentos e Tecnologias para Sustentabilidade Econômica e Ambiental. A necessidade iminente de se repensar todo o setor de mineração, assim como a premência de investimentos em tecnologia e capacitação de capital humano também deram a tônica do evento.

O encontro reuniu, durante todo o dia, aproximadamente 250 participantes, entre presidentes e representantes de empresas do setor de mineração, assim como professores e estudantes universitários. O Fórum foi uma realização da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi) e do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), em parceria com a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Em suas boas-vindas, o presidente do BDMG, Marco Crocco, pontuou que o momento é propício para discutir o setor de mineração como oportunidade para o desenvolvimento econômico sustentável do Estado, pautado pela responsabilidade ambiental e inclusão social. A presidente do Indi, Cristiane Serpa, corroborou a pertinência do debate para a busca de soluções e ressaltou a importância de alternativas transversais, envolvendo outros setores e políticas públicas.

O primeiro dos quatro painéis debateu o tema “Para Minas Gerais: Mineração e Desenvolvimento Econômico”. A primeira a falar foi a diretora de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Maria Luísa Machado Leal, que focou sua apresentação em questões que precisam ser discutidas e resolvidas pelos players do mercado como a necessidade de agregar mais valor aos produtos minerais, como produzir mais com menos água e menos resíduos, como internalizar o desenvolvimento tecnológico pelas empresas multinacionais e como potencializar o capital intelectual acumulado na mineração.

Sua palestra foi seguida pela apresentação de Lucio Cavalli, gerente executivo de Planejamento Estratégico e Desenvolvimento de Negócios Ferrosos da Vale, que mostrou detalhes técnicos aos presentes sobre o projeto S11D da empresa no Pará. Por meio de fotos, gráficos e mapas, ele mostrou detalhadamente o andamento dos trabalhos para a implantação do novo projeto que funcionará sem uso de água e deixou claro para todos que “o minério de alta qualidade no sistema Norte irá viabilizar o de baixa qualidade do sistema Sul”.

Seguiu-se uma mesa de debates para discussão sobre os temas propostos em que se evidenciou as dificuldades de competir com o minério australiano. Um dos debatedores, o ex-ministro de Ciência e Tecnologia e professor emérito da UFMG, Clélio Campolina, destacou também que a questão ambiental ainda é nova no País e estamos aprendendo a lidar ela.

Necessidade de inovação 

O segundo painel foi apresentado pelo editor da revista Brasil Mineral, Francisco Alves, com o tema “Panorama do Crescimento e Competitividade na Mineração no Contexto Mundial”. Ele trouxe à tona a história atual do setor de mineração no Brasil, incluindo as mudanças provocadas pelo superciclo no Brasil, a entrada de novos players no mercado, o fim deste mesmo superciclo e a queda dos preços.

“O Brasil ainda detém as maiores reservas minerais do mundo, mas a mineração terá que se ajustar a este novo cenário. A tendência de gigantismo da década passada deu lugar a um encolhimento planejado com redução e venda de ativos para reduzir os endividamentos. Hoje a qualidade voltou a ser mais importante que a quantidade”, afirmou Alves.

As novas ferramentas de gestão, mudanças nos processos de lavras e transportes e redução obrigatória no consumo de água, além da gestão de rejeitos e resíduos que agora estão se tornando ativos foram outros destaques debatidos após a apresentação. Fernando Soares Lameiras, professor e ex-diretor do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN), destacou que “a concorrência desleal da China pelo excesso de reaproveitamento de resíduos, políticas públicas e incentivo interno no setor” e Paulo Da Pieve, vice-presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Cimento e Mineração da Abimaq, acredita que “toda cadeia de fornecimento de equipamentos e suprimentos também precisa investir em inovação e readequação de tecnologia”.

Redefinir o papel de Minas Gerais

Miguel Antônio Cedraz Nery, diretor e presidente interino da ABDI, foi quem sinalizou que a luz está amarela (mas ainda não chegou ao vermelho) durante sua palestra sobre “Mineração, Cadeias Produtivas e Desafios Tecnológicos”. Em sua apresentação, ele fez um comparativo entre Minas Gerais e o mercado mundial, com destaque para a concorrência da Austrália e Canadá no setor de serviços e da Finlândia e Suécia, em equipamentos. “Estamos aquém de nossos concorrentes. Mas Minas Gerais ainda possui potencial competitivo. O que precisamos é de mais capacidade de financiamento e de pessoal, de diversificar as atividades econômicas e fortalecer a estrutura tecnológica”.

Durante o debate sobre o painel, o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig, Paulo Beirão, afirmou que “todo o sistema de ciência, tecnologia e inovação do Estado precisa pensar em soluções para os problemas atuais e que precisamos encontrar soluções impensadas e impensáveis que podem ser absolutamente inovadoras. As respostas podem vir de onde menos se espera”.

A última palestra do dia foi do professor Roberto Luís de Melo Monte-Mór, do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG, com o tema “Território Minerador e Organização Urbana”. O palestrante trouxe uma perspectiva oposta a tudo que foi levantado antes mostrando o conflito entre os espaço produtivo e o reprodutivo e deu exemplos em Minas e no Pará. E apresentou detalhes sobre o Plano Metropolitano para a Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O debate ressaltou que muitos centros urbanos surgiram por meio da busca pelas riquezas minerais e que o foco é compatibilizar o desenvolvimento urbano com a atividade mineral. “Tudo o que temos aqui em Minas ou foi plantado ou foi escavado”, resumiu Cristiano Monteiro Parreira, diretor da Ferrous Resourses do Brasil e diretor do Sindiextra.

Para encerrar o dia de discussões, o professor Clélio Campolina fez uma síntese dos principais pontos discutidos durante o evento, que serão transformados em um relatório setorial, pois alguns pontos ainda precisam ser mais trabalhados como a diversificação produtiva e o novo código mineral.

Otávio Camargo, diretor de Planejamento e Desenvolvimento do BDMG, ao lado de Ricardo Luiz, vice-presidente do Indi, e Paulo Beirão, agradeceu a participação de todos e antecipou o convite para mais dois seminários sobre o setor para dar continuidade ao debate, que está apenas começando. “O Fórum trouxe uma reflexão sobre todo o setor no Estado e a busca de soluções e interações para o desenvolvimento. Precisamos repensar o setor mineral no sentido da economia do conhecimento e da tecnologia e, por isso, realizaremos mais dois seminários. O resultado será transformado em uma agenda de política pública que traduza todo o conteúdo coletado”, finalizou.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/426
<![CDATA[Programa internacional para transformar pesquisa em negócios recebe inscrições]]>Estão abertas até 30 de junho as inscrições para o programa Academia-Industry Training (AIT), voltado para pesquisadores que desejam se tornar empreendedores, aplicando suas pesquisas de ponta no mercado, ou mesmo transformando seus estudos em negócios. O programa é uma iniciativa da École Polytechnique Fédéral de Lausanne (EPFL), da Suíça, e é organizado no Brasil pela Swissnex Brazil.

A iniciativa faz parte do programa um intercâmbio de curta duração no país europeu. Com o programa, busca-se capacitar pesquisadores que tenham projetos aplicáveis ao mercado e induzi-los no empreendedorismo, ressaltando habilidades para que as pesquisas saiam do laboratório e cheguem aos mercados.

O programa irá oferecer workshops para desenvolver a capacidade empreendedora dos participantes, abordando a elaboração do plano de negócios, análise de mercados, estratégias para captação de recursos e preparação para a apresentação da empresa (pitch). Além disso, os empreendedores irão visitar instituições-chaves do Brasil e da Suíça, participando de palestras e eventos de networking para identificar oportunidades de mercado e estreitar as relações entre atores dos dois países.

Pré-requisitos

– ser um pesquisador brasileiro;

– nível de mestrado, doutorado ou pós-doutorado;

– proficiência em inglês;

– interesse em transformar a pesquisa em inovação de mercado.

Datas importantes

Inscrições: até 30 de junho de 2016

Entrevista por Skype com os candidatos pré-selecionados: julho de 2016

AIT Camp Brasil (Rio de Janeiro): 03 a 07 de outubro de 2016

AIT Camp Suíça (Lausana e Zurique): 28 de novembro a 02 de dezembro de 2016

O primeiro ciclo do programa aconteceu em novembro de 2014, e o segundo em outubro de 2015. Saiba mais aqui.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/427
<![CDATA[ Minério de ferro e a essência do bem econômico]]>No início do mês de junho, o prefeito de Mariana, Duarte Júnior, esteve em Brasília para se reunir com o presidente em exercício Michel Temer. O motivo: pedir o aval do Governo Federal para o retorno das atividades da mineradora Samarco no município, afetado pelo maior desastre ambiental brasileiro. O apelo demonstra a importância da atividade minerária para o desenvolvimento econômico de cidades, gerando receitas e empregos de forma direta e indireta. A esse respeito, os gráficos a seguir apresentam como o município de Mariana tem sua economia dependente da atividade: o produto respondeu por 99,7% das exportações em 2015 e a atividade econômica de extração correspondeu a 29% da renda total do mercado de trabalho formal da cidade em 2014.

Como toda commodity, o valor de venda do minério de ferro é definido pelas relações de oferta e demanda internacionais. Assim, suas oscilações, regidas pelo mercado, vão impactar diretamente na economia de cidades que possuem a mineração como carro chefe da sua atividade econômica. Para melhor entender essas oscilações do mercado e tentar prever os impactos no desenvolvimento econômico de municípios, a Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), divulga o relatório Monitor Econômico.

O estudo apresentou de forma detalhada como está a balança comercial mineira e mostrou como as receitas com exportação do Estado seguem sendo negativamente influenciadas pelos baixos preços das commodities, em especial o minério de ferro.

A redução no preço da commodity no mercado à vista (na comparação com março/2015) também influenciou o recuo no valor exportado do produto. No entanto, o movimento de recomposição dos estoques chineses ocorrido no primeiro trimestre elevou em 3,2% o preço do mineral, na comparação com o último trimestre de 2015. Em dezembro de 2015, a média de preço foi de US$ 40/tonelada e em março deste ano, US$ 56/tonelada.

De acordo com a FIEMG, nos três primeiros meses do ano a recomposição nos estoques de minério de ferro da China impulsionou o preço do produto, elevando ligeiramente a projeção para 2016, passando de -21,4% para -19,6%. Desta maneira, a FIEMG projeta que, apesar do anúncio de estímulo ao crescimento no curto prazo pelo governo chinês, a demanda pelas commodities minerais deve ser contida em 2016, uma vez que as expectativas de enfraquecimento do mercado imobiliário naquele país ao longo do ano perduram. Por outro lado, a oferta do produto deve aumentar no ano.

A China continua sendo a principal compradora do minério brasileiro e percebe-se forte volatilidade dos preços internacionais desse bem, estabelecidos principalmente pela relação entre a oferta e a demanda da economia chinesa.

O estado de Minas Gerais é dependente da produção de minério de ferro e, por isso, seus agregados econômicos são afetados em grande medida pelas oscilações no preço do produto, notadamente o seu crescimento econômico, nível de emprego e exportações.

Considerando este panorama da pauta de exportações, neste primeiro trimestre de 2016, a economia do estado de Minas Gerais foi afetada positivamente, ainda que de maneira tímida, pelo real depreciado (US$ 3,45) e também pela recente alta nos preços mundiais da mesma commodity (US$ 70,46). Basta observar os resultados da Vale, a maior empresa mineradora do Brasil, que no primeiro trimestre de 2016 demonstraram claramente este movimento e a possibilidade de melhorias na economia por meio de ganhos expressos pela sua geração de caixa e investimentos.

Finalmente, é importante destacar que é esperado que a volatilidade dos preços do minério de ferro (influenciados principalmente pela indústria chinesa), assim a como a volatilidade cambial (influenciada principalmente pelo momento político econômico brasileiro), continuem trazendo incertezas para o Brasil e para Minas Gerais no que se refere ao desenvolvimento econômico.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/428
<![CDATA[Rede Mineira de Comunicação Científica fará cobertura conjunta da 68º Reunião da SBPC]]>Do dia 3 a 9 de julho, acontece a 68º reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na Universidade Federal do Sul da Bahia, em Porto Seguro. O evento é um dos mais importantes da área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do país e terá como tema Sustentabilidade e Tecnologias para a Integração Social.

Para garantir uma cobertura mais abrangente do encontro, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) mineiras realizarão uma cobertura conjunta da Reunião por meio da Rede Mineira de Comunicação Científica (RMCC).

A RMCC reúne as estruturas de Comunicação Pública da Ciência das ICTs de Minas Gerais, entendendo Comunicação Pública da Ciência como a informação voltada ao público não especializado. A Rede começou a se formar em novembro de 2014 com a proposta de agrupar e dar força às instituições e agentes divulgadores de ciência, tecnologia e inovação. Atualmente, a Rede trabalha em diferentes frentes com vistas a dar maior visibilidade às informações de CT&I, como a organização de cursos na área de divulgação da ciência e a mobilização em prol de chamadas públicas que auxiliem a área.

Espera-se, dessa forma, dar visibilidade ao maior número possível de discussões e projetos, especialmente aqueles de pesquisadores mineiros. De acordo com uma das coordenadoras da Rede, Vanessa Fagundes, da FAPEMIG, essa será a primeira experiência de cobertura conjunta da RMCC e a expectativa é fazer circular com mais facilidade as informações sobre o evento. “Nossa ideia é potencializar a cobertura do evento e da temática como um todo. Queremos fornecer material informativo tanto para instituições quanto para veículos de imprensa. O material ficará disponível no blog e todos poderão usá-lo”, explica.

Até o momento, são 13 instituições participantes da RMCC: UFJF, UFMG, UEMG, Cefet-MG, UFV, Puc-Minas, UFLA, UFVJM, Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), Epamig, Funed, FAPEMIG e Sectes. Saiba como fazer parte da Rede.

FAPEMIG também marca presença

A FAPEMIG também estará presente no evento com um estande institucional. Neste espaço, serão apresentados os programas da Fundação, além de alguns projetos realizados com seu apoio. Um deles é o Librário, jogo pedagógico idealizado para facilitar o ensino da Libras. Fruto de uma pesquisa desenvolvida na Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), o baralho já é utilizado em algumas escolas do ensino fundamental. Outro projeto que será apresentado é a Plataforma DataViva, que disponibiliza informações de diferentes áreas econômicas de estados e municípios, fornecendo a seus usuários suporte nas decisões referentes a políticas públicas e investimentos.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/429
<![CDATA[O teto de vidro na carreira gerencial para as mulheres]]>Quais são as dificuldades das mulheres assumirem cargos gerenciais? A média geral de cargos de alto escalão ocupados por mulheres no Brasil é de 19%, índice abaixo da média global, de 24%, de acordo com a pesquisa International Business Report (IBR) - Women in Business, realizada em 36 países pela Grant Thornton. Para compreender melhor o cenário, a professora de Administração, Marlene Catarina de Oliveira Lopes Melo, Coordenadora do Núcleo de Relações de Trabalho e Tecnologias de Gestão – NURTEG, da Faculdade Novos Horizontes, desenvolveu, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), o projeto Mulheres de sucesso em setores predominantemente masculinos de Belo Horizonte: além do teto de vidro na carreira gerencial.

Segundo a pesquisadora, as carreiras que têm um prolongamento do trabalho doméstico são mais abertas ao público feminino. Nas profissões que fogem a esse modelo, há uma necessidade de romper o teto de vidro para alcançar os cargos gerenciais. “O teto de vidro é um termo americano que remete a obstáculos invisíveis encontrados pelas mulheres nas organizações, que aparentemente parecem não existir, sendo até possível enxergar uma possibilidade de ascensão, mas na realidade essa possibilidade não existe ou é limitada”, afirma Marlene.

Sendo assim, utilizou-se um modelo de análise do processo de empoderamento de mulheres nas organizações considerando relatos de história de vida de 22 mulheres, que desempenham a gerência na alta administração em setores de informática, telecomunicação, engenharia, militar, medicina, empreendedorismo e justiça. Pôde-se, assim, traçar um perfil das mulheres que conquistaram o empoderamento nas organizações pesquisadas.

As mulheres entrevistadas possuem mais de 36 anos, sendo que 37% delas estão acima de 50 anos. A maioria está há mais de 10 anos na organização, sendo que 50% possuem mais de 10 anos no cargo de gerência. Observou-se também que 64% das mulheres entrevistadas não percebem limitações e problemas no ambiente de trabalho por serem mulheres, mas para 36% ainda existem essas limitações, principalmente relacionadas à cultura patriarcal e machista, informa a pesquisa.

Em relação às dificuldades para quebrar o teto de vidro nas organizações, as entrevistadas elencaram algumas questões: ter que provar competência e capacidade por ser mulher (23%), enfrentar o machismo (18%), vencer a resistência das pessoas de serem comandadas por uma mulher (9%), vivenciar a maternidade (9%), entre outras. A pesquisadora comenta que “Elas ainda são vistas como sexo frágil. Há um preconceito de que a mulher não tem perfil para ser chefe e não sabe conviver com pressões, mas o perfil gerencial não tem que ser de homem, nem de mulher, mas do cargo”, acrescenta a pesquisadora.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/430
<![CDATA[Rede Nacional de Educação e Ciência se encontra na UFMG]]> 

Da abertura solene participam, da UFMG, a diretora do ICB, e presidente do evento, Andréa Mara Macedo (ICB) e a pró-reitora de Extensão, Benigna Maria de Oliveira (Proex), ao lado dos professores Wagner Seixas da Silva (Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ - IBqM) e Jorge Almeida Guimarães (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial - EMBRAPII).

A palestra magna, na sequência, às 18h, fica a cargo do professor Yurij Castelfranchi (do Departamento de Sociologia da Fafich UFMG), sobre o tema "Os públicos não são pacientes: o desafio da cidadania científica".

Especialmente na sexta, dia 1/7, as atividades serão no Museu do Inhotim, na cidade de Brumadinho.

No sábado, 2, a sessão de exposição de pôsteres científicos e a palestra de encerramento, sobre a pesquisa desenvolvida na Antártica será aberta à participação de estudantes de Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A Rede Nacional de Educação e Ciência: Novos Talentos da Rede Pública é um programa que envolve 37 grupos, vinculados a 23 instituições de ensino e pesquisa distribuídas em 15 estados da Federação e que visa a melhoria das condições de ensino de ciências a jovens carentes de todo o país. Seu principal objetivo é buscar novos caminhos para um ensino eficiente. Para isso, desenvolve metodologias que facilitam o aprendizado, desmistificando a Ciência.

O evento tem apoio de Finep, Capes, ICB e UFMG.

Veja a programação

 

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/431
<![CDATA[UEMG expõe dois projetos na 68º reunião da SBPC]]>A 68º Reunião da SBPC acontece na Universidade Federal do Sul da Bahia , de 03 a 09 de julho, e tem como tema deste ano Sustentabilidade e Tecnologias para a Integração Social. A Universidade Estadual de Minas (UEMG) vai apresentar dois projetos relacionados à temática na Expotec – mostra de ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) que reúne centenas de expositores, como universidades, institutos de pesquisa, agências de fomento, entidades governamentais e outras organizações interessadas em apresentar novas tecnologias, produtos e serviços.

O projeto Librário: libras na escola e na vida é parte do Projeto Design Digital para inclusão de deficientes auditivos e promove a aplicação de jogos pedagógicos que modificam a realidade de quem deseja aprender a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). O jogo consiste em um baralho de cartas com sinais em libras e palavras em português, que busca ensinar por meio de um jogo de memória. Foram criados dois tipos de baralho: um consiste em palavras do cotidiano e outro é um jogo de Artes Visuais.

O outro projeto é o Food Design: Um estudo para a redução da Obesidade Infantil, que faz parte do Programa de Pós-graduação da Escola de Design (PPGD) da UEMG. O projeto surge ao perceber o exorbitante aumento dos índices de obesidade infantil, influenciados pela invasão de alimentos industrializados, padronizados, pobres em nutrientes e ricos em gorduras, açúcares e sódio. Através da ludicidade dos jogos, busca-se incentivar as crianças em sua relação a práticas que conduzem a uma vida mais saudável. Um exemplo é o jogo da memória, que além de oferecer frutas e exercícios, também mostra a importância do repouso, de lavar as mãos e de se alongar. “Desenvolvemos também o jogo de tabuleiro ‘Corrida Saudável’, que apresenta os mascotes do projeto e guiam as crianças através do conceito de esforço e recompensa, em que os participantes precisam executar atividades físicas ou responder de acordo com os hábitos alimentares praticados no dia”, explica a mestranda que desenvolveu a pesquisa, Letícia Hilário Guimarães.

Quer conhecer outros projetos de instituições mineira que estarão na SBPC? Acompanhe por aqui outras notícias da Rede Mineira de Comunicação Científica.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/432
<![CDATA[Inscrições de pitches para Mostra Inova Minas FAPEMIG 2016 são prorrogadas]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) prorroga até o dia 7 de julho as inscrições de pitches - projetos apresentados por meio de um vídeo de curta duração (no máximo três minutos), no qual o pesquisador apresenta seu tema de estudo, impactos e resultados. Esses projetos serão avaliados com base nos resultados gerados e em sua capacidade de criar soluções e gerar renda e riquezas, empregos novos e tradicionais, no contexto da nova economia. Os 40 selecionados integrarão a segunda edição da mostra Inova Minas FAPEMIG, que acontecerá entre os dias 5 e 7 de agosto, no circuito cultural da Praça da Liberdade.

Qualquer beneficiário do apoio da FAPEMIG, seja direto (por meio de editais ou chamadas de fomento) ou indireto (por meio de ações e projetos mantidos pela Fundação) pode concorrer à seleção. Os interessados têm até o dia 7 de julho para enviar seu material, que passará por uma avaliação. Junto com o pitch, deve ser enviado um formulário de inscrição, com informações sobre o projeto. As informações fornecidas no ato da inscrição serão utilizadas para a produção do anuário da mostra, publicação que traz a descrição de todos os projetos apresentados.

Neste link, é possível encontrar o formulário que deve ser preenchido para envio do pitch.

Os critérios para envio do pitch estão disponíveis aqui.

Confira aqui os projetos selecionados no Inova Minas FAPEMIG 2015.

Outras informações podem ser obtidas com a Central de Informações da FAPEMIG pelo e-mail ci@fapemig.br.

Mais Notícias

Mostra Inova Minas FAPEMIG 2016 já tem data marcada

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/433
<![CDATA[Começa a 68ª Reunião SBPC em Porto Seguro]]>Música, emoção e protestos marcaram a abertura da 68ª Reunião geral da Sociedade Brasileira para o progresso da Ciência (SBPC), que acontece de 03 a 09 de julho, na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Porto Seguro. Estudantes, pesquisadores e pessoas interessadas em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) lotaram o auditório da UFSB e, em coro, protestaram contra a fusão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), demonstrando que a crítica ao atual momento político do país será uma das tônicas do encontro.

O balanço inicial mostra o potencial da reunião: 4.238 oficialmente inscritos, 560 municípios de todos os estados do Brasil estarão presentes, 487 palestrantes e mais de 10 mil pessoas são esperadas para o evento. Para Helena Nader, presidente da SBPC, a alegria do momento não exclui a crítica com que deve ser tratado esse momento. “Desde a última reunião da SBPC, em São Carlos (SP), temos vivido momentos dramáticos no país, com intolerância de todos os tipos e diversas dificuldades na área de CT&I. Acreditamos que somente com uma ciência forte, aliada à educação de qualidade, conseguiremos um país melhor. Para isso, o diálogo é essencial”, defende.

Para Kaline Gonçalves Silva, 20 anos, aluna da Universidade no curso de Licenciatura Interdisciplinar de Ciências Humanas e Sociais e suas Tecnologias, participar pela primeira vez de uma reunião da SBPC tem um sentido especial. “Estou totalmente envolvida com a organização do evento, pois sou monitora, e pretendo conseguir uma grande bagagem na minha área e também manter um relacionamento mais próximo com a sociedade”. Esse também é o objetivo da estudante de Engenharia Ambiental do Instituto Federal da Bahia (IFBA), Amanda Coqueiro Silva, 19 anos. “Eu sou de Vitória da Conquista (BA) e participo pela primeira vez dessa reunião. Acho que é um espaço importante de aprendizado e também de debate”, acredita.

O reitor da UFSB, Naomar de Almeida filho, destacou o valor de realizar a reunião da SBPC na menor e mais nova universidade do país. “Para nós, esse evento é um enorme desafio que não seria possível sem a parceria de tantas pessoas e instituições. Agradeço a todos que assumiram conosco essa missão”, disse. Em uma fala tumultuada por diversos protestos, o ministro do MCTIC, Gilberto Kassab, destacou a importância do evento para a CT&I. “As bandeiras que estão sendo levantadas aqui têm todo o nosso apoio. Estamos cientes de que precisamos de apoio governamental e recursos públicos”, falou.

Durante a abertura, foram feitas duas homenagens póstumas aos pesquisadores William Saad Rosne e Ângelo da Cunha Pinto. A 36ª edição do Prêmio José Reis de Divulgação científica também foi entregue durante a cerimônia. A agraciada dessa edição foi a jornalista e pesquisadora Luiza Massarani, do Museu da Vida - Fiocruz.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) está na Expotec da 68ª edição da Reunião da SBPC e na sessão de posters. Acompanhe outras informações do evento por aqui e nos canais da Rede Mineira de Comunicação Científica.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/434
<![CDATA[O lugar da Inovação na SBPC]]>Pelo segundo ano consecutivo, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) traz a inovação para o debate em suas reuniões anuais, por meio da SBPC Inovação. O objetivo é oferecer ao público conferências e mesas-redondas referentes a projetos e realizações em Ciência, Tecnologia e Inovação de empresas, universidades, instituições de pesquisa e fomento e secretarias de governo, apresentando a interface entre a academia e o empresariado, empresas e laboratórios.

O termo “inovação”, usado muitas vezes sem critério, pode estar meio desgastado, mas há consenso entre empresários e cientistas quando dizem que o crescimento do país está condicionado à inovação. O assunto foi tratado na conferência A pesquisa na Indústria Brasileira, proferida por Gianna Sagazio, diretora de inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A temática foi abordada a partir da percepção do setor empresarial sobre o assunto e apresentou diversos dados que demonstram aquilo que empresas e a academia já haviam percebido: o Brasil investe muito pouco em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). “Somente em 2015, houve redução de 8% na demanda da indústria por profissionais de P&D. Esse é apenas um dado preocupante, a crise nos afetou em diversas outras dimensões”, afirma Sagazio.

A diretora apresentou os caminhos que o CNI tem buscado para ajudar a mudar esse cenário. Um deles é o projeto MEI (Mobilização Empresarial pela Inovação), que é um movimento de lideranças empresariais que estão engajadas em prol do fortalecimento da inovação e competitividade no Brasil e busca ampliar a efetividade das políticas de inovação no país. Além dos encontros com essas lideranças, também são produzidos estudos de caso e diversos conteúdos que podem auxiliar empresas a trilhar o caminho da inovação.

O MEI trabalha com base em seis agendas: Marco Regulatório e Propriedade Intelectual, Governança, Financiamento, Recursos Humanos, Inserção Global via Inovação e Pequenas e Médias Empresas aInovadoras. Sagazio conta que, recentemente, a Capes procurou o programa para levantar quais cursos de pós-graduação são mais usados pelos empresários. “A ideia é fazer um trabalho de aproximação entre universidade e empresas, de forma que todos se beneficiem”, conta.

Hoje (05), também foi lançado, durante a SBPC, um estudo feito pelo Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE) que mostra que o número de programas de mestrado e doutorado triplicou no País. O levantamento aponta que, de 1996 a 2014, houve um crescimento nos cursos de 205% e 210%, respectivamente. Apesar de os números serem positivos e de a produção de mão-de-obra qualificada ser crescente, essa realidade ainda não reflete na geração de inovação. Para a coordenadora do estudo, Sofia Daher, “o crescimento dessa mão-de-obra qualificada tem sido contínuo e consistente ao longo de quase duas décadas, o que reflete uma política de Estado bem-sucedida. No entanto, ainda temos um caminho longo para trilhar”, acredita.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/435
<![CDATA[Globalização como desafio e possibilidade para a divulgação científica]]>Divulgar para proteger e valorizar a ciência. Esse foi o mote da mesa-redonda “Popularizando a ciência em um mundo globalizado”, apresentada no terceiro dia da 68ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e que teve como proposta a apresentação de estudos que visam a popularização da ciência, veja aqui uma das experiências relatadas. Coordenada pelo professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Paulo Roberto Petersen Hofmann, com participação de Luisa Medeiros Massarani, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Maria das Graças Lins Brandão, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e André Ramos, da UFSC, a mesa buscou refletir sobre como pesquisadores que desenvolvem atividades, práticas científicas e trabalhos de extensão para e com a comunidade atuam na divulgação da ciência em diversos espaços, além dos muros das universidades e institutos de pesquisa.

Diante dos desafios mas também das potencialidades advindas da globalização, a professora Luisa Massarani, vencedora este ano do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica, defendeu a formação de redes para incrementar a difusão do conhecimento produzido em centros e institutos diversos. Ela citou a experiência da organização da qual é diretora, a Red de Popularización de la Ciencia e y la Tecnología de América Latina y el Caribe (RedPop), que agrupa centros e programas de popularização da ciência e tecnologia da América Latina e Caribe. Integram a RedPop museus de ciência, parques naturais, revistas, programas de divulgação, experiências de jornalismo científico, entre outros.

Do saber local para a preocupação global a professora Maria das Graças Lins Brandão, que trabalha com estudos sobre plantas medicinais e fitoterápicas, destacou a riqueza da biodiversidade do Brasil, chamou a atenção para a diversidade de plantas existentes no país e a importância da disseminação do conhecimento sobre elas. “É necessário educar a população sobre a importância da biodiversidade, do conhecimento tradicional associado e da ciência na transformação das plantas em produtos. Ninguém protege o que não conhece”, ressalta.

Tem ciência na aldeia

Com abordagens de temas relacionados à diversidade étnica e cultural e convívio harmônico entre os povos, o professor da área de genética André Ramos apresentou projeto desenvolvido por ele que visa à inclusão científica e ao intercâmbio cultural em comunidades rurais e indígenas. Por meio do Imagine, populações indígenas têm oportunidade de aprender e aplicar técnicas de biologia molecular, utilizando os mesmos equipamentos usados por cientistas de grandes centros de pesquisa, para compreender e explicar fatos da natureza e do seu dia a dia.

Essas e outras notícias você pode acompanhar por meio do blog da Rede Mineira de Comunicação Científica (RMCC), que está na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)) para realizar a cobertura do evento e também pelo Facebook ou Twitter.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/436
<![CDATA[Tecnologia Social pelo desenvolvimento humano]]>Um jogo de cartas que ensina libras, um aplicativo que aproxima as pessoas, um banco de dados que reúne informações econômicas de todo o país, um conhecimento tradicional capaz de gerar emprego e renda para uma comunidade. O que é afinal uma tecnologia social? O tema central da 68a Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência é intrigante e requer reflexão acerca de seu significado.

Para a pesquisadora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Climene Laura de Camargo, uma tecnologia social é um método ou instrumento capaz de solucionar algum tipo de problema social e que atenda aos quesitos de simplicidade, baixo custo, fácil aplicabilidade e geração de impacto social. Durante sua conferência Sustentabilidade e Tecnologias Sociais: Promoção do Desenvolvimento em Comunidades Vulneráveis, a pesquisadora destacou que, para desenvolver tecnologias sociais, é preciso conhecer e ouvir as comunidades. “Nós não estamos acostumados a ouvir a população. Queremos criar tecnologias sociais baseadas em nossas necessidades e não nas necessidades da população. Isso é um erro”, explica.

Climene falou de sua experiência de 20 anos à frente do projeto de pesquisa Crescer, que trabalha com o desenvolvimento de três comunidades quilombolas por meio da geração de renda através de produtos locais. A pesquisadora conta que no começo ela também não entendia as necessidades da comunidade. Enfermeira de formação, queria levar informações sobre saúde para a população. “Eu queria falar de saúde, mas o que eles queriam era emprego e renda. Foi aí que montamos a cozinha experimental e falávamos sobre saúde dentro da cozinha. Toda comunidade tem um conhecimento culinário para compartilhar”, conta. A partir daí, percebeu-se que a produção de doce de banana na palha podia ser uma alternativa de renda para a população de uma das comunidades, a Moreré.

A experiência narrada pela professora no projeto mostra como conhecer a realidade de cada comunidade é de fato determinante para definir como a população local pode se desenvolver. A comunidade da Maré, por exemplo, construiu uma fábrica de placas acústicas feitas com resíduos de fibras de dendê e piaçava que antes eram inutilizadas e, a de Monte Alegre, gera parte de seu sustento por meio da fabricação de persianas. Segundo a pesquisadora, cada população tem um perfil, uma lógica de atuação e um tempo próprio de resposta às ações.

Dificuldades

A pesquisadora se emociona ao falar do projeto, mas não deixa de destacar os diversos entraves que pesquisas relacionadas a tecnologias sociais e comunidades enfrentam. A ausência de ação do poder público, a baixa alta-estima e a falta de mobilização das próprias comunidades, as dificuldades para conseguir recursos e, quando se consegue, para realizar a prestação de contas junto aos órgãos de fomento, são algumas delas. “Os financiadores estão acostumados a lidar com projetos em laboratórios, não em comunidades, por isso a prestação de contas e a lógica de todo o processo ainda não é a ideal. Somos imensamente gratos aos órgãos de fomento que nos financiam, mas ainda é preciso avançar”, critica. Outro ponto abordado pela professora é a dificuldade de reconhecimento dos saberes tradicionais pela comunidade científica e pelos próprios moradores.

Depois de apresentar um documentário sobre o trabalho nessas comunidades, a pesquisadora respondeu a perguntas de uma plateia encantada e disposta a contribuir com o projeto, como é o caso do estudante de direito Danilo Ferreira, 23 anos. “Moro em Caravelas, que é cercada de diversas comunidades tradicionais que ainda não reconhecem o valor delas próprias. Quando eu me formar, quero trabalhar com direito ambiental e oferecer apoio jurídico a essas populações”, deseja.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/437
<![CDATA[Conselheiros pedem, e Helena Nader continua presidente da SBPC]]>Em nota, conselho da entidade diz que “manifestações de caráter violento que visam desqualificar pessoas, e não debater ideias, são incompatíveis com a missão da SBPC e o estado democrático de direito”.

Em caráter extraordinário, o conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), reuniu-se na manhã desta quinta-feira e repudiou as agressões verbais sofridas pela presidente Helena Nader durante o ato #FicaMCTI, que ocorreu ontem, na 68º Reunião Anual da SBPC, este ano em Porto Seguro, Bahia. Durante a manifestação contra a fusão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação com o de Comunicações, e pela recomposição do orçamento para a área de CT&I, pessoas contrárias ao governo interino cobraram posicionamento institucional da SBPC pela bandeira #ForaTemer e proferiram palavras agressivas à presidente da SBPC. Após ser chamada de “pelega”, Helena Nader colocou o cargo à disposição.

O pedido de renúncia ao cargo foi negado de maneira unânime e veemente pelo Conselho, que ainda promoveu um ato de desagravo, com salva de palmas pela atuação da presidenta à frente da entidade. Em nota, que será lida na Assembleia Geral Ordinária dos Sócios da SBPC, os conselheiros destacaram que a gestão de Nader à frente da SBPC tem sido “marcada por uma luta cotidiana pela preservação da área de CT&I”. À Rádio UFMG Educativa, o conselheiro Eduardo Mortimer, da Faculdade de Educação, explicou o posicionamento do Conselho. Ouça.

Entenda o caso

Helena Nader comandava ontem um ato #FicaMCTI pela preservação da pasta ministerial exclusiva e preservação do orçamento para ciência, tecnologia e inovação. Um forte coro #ForaTemer foi ouvido e a presidenta foi duramente interpelada pelo conselheiro Antônio Carlos Pavão, coordenador do Espaço Ciência da Universidade Federal de Pernambuco. Nader defende-se, dizendo que “a SBPC é uma entidade sem cor política partidária e nossa sociedade não está unânime em posições. Cada um de nós tem a sua convicção tem sua convicção bem clara. Quero deixar claro porque a SBPC não está participando do segundo slogan (Fora Temer). Indivíduos podem. A sociedade não”.

Nesse momento, ouvem-se gritos de “pelega” e “chapa branca” na plateia, o que levou Helena Nader retomar o microfone para anunciar que estava colocando o cargo à disposição. Segundo a assessoria de imprensa da SBPC, a presidenta vai se manifestar sobre o assunto apenas amanhã, mas ao jornal O Estado de S. Paulo Nader disse que ser ofendida desta maneira foi praticamente tocante para ela, que na juventude se posicionou contra a ditadura: “Eu não fui presa; o que é um buraco na minha formação. Mas eu lutei pela democracia; estive presente em todas as reuniões. Eu tive amigos que foram presos e torturados; tive professores que foram violentamente torturados. A palavra ‘pelega’ para mim é muito forte, muito forte mesmo. E ela foi usada conscientemente, de propósito.”

Ainda a O Estado de S.Paulo Helena Nader disse que não será fácil continuar à frente da SBPC, mas que o fará com sacrifício, disposta a que SBPC mantenha diálogo aberto com todos os governantes. “O governo agora é interino, mas os problemas são permanentes. Ou a gente enfrenta eles agora, ou vai parar a ciência, vai parar a educação, vai parar tudo.”

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/438
<![CDATA[A FAPEMIG na SBPC]]>A FAPEMIG na SBPC

Quem passa pelo estande da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), na SBPC, percebe a movimentação de crianças e jovens, eufóricos, correndo ao redor do estande e se movimentando sem parar. O comportamento faz parte da interação com dois projetos expostos no estande da Fundação, o projeto Librário: libras na escola e na vida e o Food Design: Um estudo para a redução da Obesidade Infantil, todos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG).

O primeiro faz parte do Projeto Design Digital para inclusão de deficientes auditivos e promove a aplicação de jogos pedagógicos que modificam a realidade de quem deseja aprender a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). O jogo consiste em um baralho de cartas com sinais em libras e palavras em português, que busca ensinar por meio de um jogo de memória. Foram criados dois tipos de baralho: um com palavras do cotidiano e outro é na área de Artes Visuais.

O segundo faz parte do Programa de Pós-graduação da Escola de Design (PPGD) da UEMG. O projeto surge ao perceber o exorbitante aumento dos índices de obesidade infantil, influenciados pela invasão de alimentos industrializados, padronizados, pobres em nutrientes e ricos em gorduras, açúcares e sódio. Através da ludicidade dos jogos, busca-se incentivar as crianças em sua relação a práticas que conduzem a uma vida mais saudável. Dependo da jogada, o participante precisa realizar algumas atividades como fazer polichinelos, pular corda ou outras atividades que incentivam a prática de atividades físicas e uma alimentação saudável. Para a bolsista do projeto, Bárbara Maria Martins da Silva, o envolvimento do público está sendo surpreendente. “Com base na participação das pessoas, estamos descobrindo desdobramentos que os jogos podem ter. O envolvimento está sendo muito bom”, avalia.

Os visitantes da feira também podem conhecer a plataforma DataViva, ferramenta de big data desenvolvida pelo Governo de Minas Gerais, juntamente com a FAPEMIG. A plataforma está em sua versão beta, completamente modificada da anterior, disponibilizando dados sobre exportações, atividades econômicas locais, ocupações e educação em todo o Brasil.

Conferências

Além dos projetos na Expotec, a Fundação participou na exposição de conferência no evento. O presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, apresentou o tema Segurança Alimentar, que destacou o papel da ciência na melhoria da produção e acesso a alimentos no país. “Foi a ciência que possibilitou a redução do valor da cesta básica. Antes, dependíamos da importação de alimentos e hoje figuramos como exportadores. Foi a pesquisa que possibilitou a melhoria dos solos e de tantos outros aspectos”, afirma.

Para Evaldo Vilela, a participação da FAPEMIG na SBPC é fundamental para comunicar à sociedade o que é feito com os recursos públicos por meio do financiamento de pesquisas. “A plataforma DataViva, por exemplo, é acessada por pessoas de todo o mundo. É muito importante conhecermos e usarmos essa ferramenta para gerar mais conhecimento, pois temos muita dificuldade de acesso a dados no Brasil”, defende.

A edição Infantil da Revista Minas Faz Ciência também foi apresentada na sessão de posters da reunião. A proposta foi apresentar os desafios de se produzir uma revista voltada ao público infantil, considerando a linguagem textual e visual da publicação e as peculiaridades das crianças. A segunda edição da revista infantil já está sendo produzida e deve ficar pronta em outubro.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/439
<![CDATA[SBPC publica manifesto pelo estado de direito e pelo fortalecimento da democracia]]>A Assembleia Geral da SBPC, diante do momento político complexo pelo qual passa a sociedade brasileira, reitera e reforça os termos da manifestação da entidade, feita no dia 08 de março de 2016, sobre a importância de ser preservado o estado de direito e de se fortalecer a democracia no país. Neste sentido, os processos políticos e eventuais mudanças políticas devem ocorrer sempre em conformidade com o que estabelece a Constituição Federal, com o respeito às instituições, dentro das regras democráticas e seguindo os princípios da ética. O estado de direito não pode ser subjugado a interesses econômicos e políticos menores.

Junto de outras forças democráticas, a SBPC lutou pela democracia e para que as ações deletérias do regime ditatorial, instalado em março de 1964, provocassem o menor efeito possível na vida nacional. Da mesma forma, lutamos agora para a preservação do regime democrático e para a construção e aprimoramento da democracia, o que exige a permanente participação do povo brasileiro.

Nesse momento delicado da vida nacional a SBPC se coloca novamente em campo e conclama a sociedade civil organizada a arregaçar as mangas em defesa da democracia e a cultivar a tolerância e o respeito à divergência de opiniões. Desta vez, precisamos garantir a manutenção do estado de direito, a continuidade e o aprimoramento das políticas públicas nas áreas de ciência e tecnologia, educação, saúde, meio ambiente e cultura, bem como o respeito à diversidade e aos direitos sociais dos brasileiros. É importante que busquemos coletivamente transformar a crise atual em instrumento de fortalecimento da democracia, propugnando pelo entendimento nacional e pela paz social.

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/440
<![CDATA[Beyond papers - Worshop gratuito de capacitação na FAPEMIG]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) promove, no dia 18 de julho, o workshop Beyond papers, how can visual thinking broaden the outreach of scientific research? O objetivo central é oferecer ferramentas para capacitar jovens pesquisadores a repensar as narrativas predominantes dos papers e desenvolver estratégias para ampliar os desdobramentos das pesquisas para a sociedade.

Como explica Caio Werneck, assessor da diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG e um dos facilitadores do curso, o ponto de partida deste workshop é o reconhecimento de que o mais habitual produto de pesquisas científicas — o paper — tem alcance limitado na transposição do conhecimento gerado para além da academia. Ele menciona alguns estudos que apontam que cerca da metade dos papers é lida apenas por três perfis — editores, pareceristas e os próprios autores.

“O workshop busca uma estratégia complementar aos esforços de divulgação e comunicação da ciência já empreendidos por jornalistas científicos”, explica. O público alvo é formado por estudantes de doutorado, recém-doutores ou pós-doutorandos, sendo que bolsistas da FAPEMIG terão preferência. As vagas são limitadas e as inscrições encerram-se no dia 15 de julho, até 14h. Para isso, é preciso preencher o formulário disponível aqui.

Como será o workshop?

O treinamento proposto é introdutório e provocativo, segue um formato de trabalho ora individual, ora em grupos. Será feita uma breve capacitação sobre pensamento visual ao início, para então experimentar a metodologia Research Storytelling Canvas, que foi desenvolvida em workshops em Berlim e Portland. Buscamos com esse workshop auxiliar pesquisadores e cientistas a traduzir seus achados de pesquisa em formatos customizados aos públicos não acadêmicos.

Sobre os facilitadores

Willem Minderhoud é designer e illustrador na Flatland. Atua com facilitação e visualização de conversações e sessões criativas, além de workshops e cursos em visual thinking. Willem é mestre em Strategic Product Design pela TU Delft, instituição pela qual se graduou em Industrial Design Engeneering. Trabalhou com pensamento visual e facilitação gráfica em diversos projetos pela agência de design Jogens van de Tekeningen, com sede em Rotterdam, mas atuação em vários países. Conheça seu portfólio de projetos aqui.

Caio Werneck atua nas interseções entre políticas públicas, design e tecnologias. É mestre em Políticas Públicas pela Hertie School of Governance (Berlim), graduado em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro, com especialização em design thinking pelo Hasso Plattner Institut (Potsdam). É servidor da carreira de Especialistas em Gestão Pública e Gestão Governamental desde 2010, onde atuou em várias posições e organizações do Estado de Minas Gerais antes de integrar a FAPEMIG, onde atualmente trabalha assessorando a Diretoria nas questões relacionadas ao desastre de Fundão. Também é co-fundador da organização sem fins lucrativos Onda.

Serviço:

Workshop Beyond papers, how can visual thinking broaden the outreach of scientific research?

18 de julho de 2016, das 14h00 às 17h30

Local: FAPEMIG - Avenida José Cândido da Silveira, 1500, Horto – Belo Horizonte/MG

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/441
<![CDATA[Qual é o lugar da ciência?]]>O professor de Física Marco Aurélio de Jesus viajou cerca de 3600 quilômetros, de Rondônia até a Bahia, para participar da 68ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Eurico Baniwa vem de uma comunidade indígena na fronteira do Brasil com a Colômbia, mas, há sete anos, está no Nordeste e dá aulas no Instituto Federal Baiano (IFBA) e na Universidade Federal da Bahia (UFBA) na área de direito. Amanda Oliveira e Isadora Vitti, alunas do curso de jornalismo da Universidade de São Paulo (USP), apresentaram pôster sobre pesquisa que analisou o discurso de um grande jornal durante as manifestações de 2014.

O que esses personagens têm em comum além de terem participado do evento em Porto Seguro? Cada um encontra a ciência em um lugar diferente. Marco Aurélio mostra que a ciência está em cada um dos 80 alunos do Ensino Médico do Instituto Federal de Rondônia (IFRO). “Nós sabemos que as grandes instituições de ciência estão no sudeste, mas nós nunca nos conformamos com a distância. Queremos fazer do IFRO o maior instituto federal do país e, para isso, não dá para fazer papel de vítima, partimos para o trabalho”, defende o professor.

Essa foi a lição que o professor passou para os seus alunos, tanto que, dois deles, foram os primeiros colocados do Quiz promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e, como prêmio, vão participar da Semana de Ciência e Tecnologia desse ano, em Belo Horizonte. Geziel Fiorotte, 17 anos, descobriu a maneira de se manter 30 mil pontos à frente do segundo colocado, seu colega Felipe Henrique Santos, também de 17 anos. “Não basta acertar as respostas do Quiz, é preciso saber o tempo certo de responder quando você não tiver tanta certeza das respostas”, ensina o campeão. Felipe se manteve frequente no jogo para garantir a boa colocação. “Garanti minha vantagem de pontos, mas também apresentei um pôster sobre uma máquina que criei, que converte energia mecânica em elétrica”, conta, animado.

Eurico Baniwa saiu de sua tribo aos 15 anos para aprender o português. Fez faculdade de filosofia, de publicidade e propaganda e de direito, e nunca mais parou de aprender. Já trabalhou na área comercial de uma grande empresa em São Paulo, mas a vontade de ir ainda mais longe o fez atuar na área jurídica, prestando orientação à população indígena em relação ao cumprimento de penas alternativas. Na reunião da SBPC, participou como palestrante da SBPC Indígena e da Científica. “Muitas vezes as pessoas achavam curioso um índio ter um cargo de destaque em uma multinacional. Na minha aldeia, meu povo também não entende porque eu saí. Eles ainda me perguntam porque eu estudo tanto. Sempre é possível fazer alguma diferença”, afirma Baniwa.

As ruas foram o lugar onde a ciência apareceu para as estudantes da USP, Amanda e Isadora. Por meio da análise de discurso, elas identificaram quando um texto jornalístico tinha a intenção de deixar as manifestações de 2014 em segundo plano ou quando se queria marginalizar o movimento por meio de termos como black blocs. “Com as nossas pesquisas, identificamos que o jornal deixava a notícia das manifestações em situação secundária quando chamava mais a atenção para a situação do trânsito do que para o real motivo das manifestações”, explica Isadora Vitti.

Ciência onipresente

Na cerimônia de encerramento da 68ª Reunião, a presidente da SBPC, Helena Nader, destacou o sucesso do evento e agradeceu a acolhida de todos os envolvidos da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). “Sempre deixamos um legado onde realizamos as nossas reuniões. Aqui deixaremos vários, principalmente aqueles relacionados às demandas dos povos indígenas. É uma alegria ver que a nossa reunião fica sempre com o jeito da cidade sede”, afirma. O encontro também serviu para o anúncio oficial da sede da reunião em 2017: a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para o reitor da UFMG, Jaime Ramírez, “É com carinho e riqueza de atividades, de conteúdo, com diversidade de temas e especial atenção à cultura, que nós aceitamos realizar a SBPC após sucesso tão grande só aumenta a nossa responsabilidade”, afirmou, o reitor, por meio de sua fala que mostra, mais uma vez, que o lugar da ciência é em todo lugar.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/442
<![CDATA[Oficina promete dia de cientista para crianças na UFMG]]>Crianças e professores dos ensinos médio e fundamental têm até esta quinta, 14 de julho, para fazerem as inscrições nas oficinas gratuitas do projeto “Educando para a Ciência – Em busca de novos talentos”, da UFMG.

As oficinas têm como objetivo familiarizar professores e estudantes do ensino médio e fundamental com a metodologia científica. Os participantes terão a oportunidade de usufruir os laboratórios do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) para realizar experimentos que serão propostos pelos próprios estudantes.

Segundo a professora Andréa Macedo, coordenadora geral do projeto, esta é uma oportunidade para que jovens e seus educadores possam vivenciar como a descoberta científica é fascinante, através da formulação de hipóteses e da verificação destas hipóteses por meio de experimentos. “A UFMG adotou como política institucional uma ativa participação e colaboração para melhoria do ensino médio e fundamental”, destaca Andréa.

Os encontros acontecem nas dependências do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Av. Antônio Carlos, 6627, na Pampulha, em Belo Horizonte. MG).

Clique aqui e garanta já sua vaga.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/443
<![CDATA[Programa de concessão de bolsas no exterior é retomado depois de um ano de interrupção]]>O Ministério da Educação retomou o Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE), que estava suspenso desde maio de 2015. Em novo formato, a seleção vai conceder este ano 2.185 bolsas em todas as áreas do conhecimento. Os detalhes sobre as novas oportunidades de bolsas no exterior foram publicados no Diário Oficial de União nesta terça-feira, 12.

Os benefícios contemplam mensalidade e seguro-saúde, além de auxílios deslocamento e de instalação. A bolsa prevê também adicional localidade, quando for o caso. Cada programa de doutorado no Brasil fará jus a uma cota para o ano de 2017, o que equivale a 12 mensalidades. O número de bolsas equipara-se ao de cursos de doutorado atualmente no país, 2.185.

Na prática, a quantidade de bolsistas pode variar, conforme o interesse da coordenação do programa nas instituições de ensino superior, pois a duração da bolsa é de, no mínimo, quatro meses e, no máximo, 12 meses. Assim, será possível cada programa de pós-graduação atender de um a três bolsistas no ano. Em 2015, o PDSE concedeu 1.694 bolsas.

Nessa modalidade, alunos regularmente matriculados em cursos de doutorado no Brasil realizam parte do curso em instituição no exterior e retornam ao país para concluir os créditos e defender a tese. É preciso comprovar qualificação para usufruir, no exterior, da oportunidade de aprofundamento teórico, coleta, tratamento de dados e desenvolvimento parcial da parte experimental da tese.

Os doutorandos interessados devem estar regularmente matriculados e candidatar-se individualmente. É obrigatório ter notas de 3 a 7 na avaliação quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Não é permitido acumular a bolsa de doutorado sanduíche no exterior com outras bolsas no Brasil provenientes de recursos da Capes ou de outras agências de fomento que utilizem recursos do Tesouro Nacional.

Os candidatos também não podem ter sido contemplados com bolsa de doutorado sanduíche no exterior neste ou em outro curso de doutorado realizado anteriormente. É preciso cumprir o período total do doutorado, de acordo com o prazo regulamentar do curso para defesa da tese. Para tanto, o número de créditos referentes ao programa de doutorado no Brasil tem de estar compatível com a perspectiva de conclusão do curso, em tempo hábil, após a realização do estágio no exterior. O candidato também precisa ter obtido aprovação no exame de qualificação da tese.

Acesse o edital com o cronograma na página da Capes

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/444
<![CDATA[FAPEMIG publica Chamada de Apoio a Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) publica a Chamada 06/2016 - APOIO A INCUBADORAS DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICAS, que busca apoiar o desenvolvimento das Incubadoras de Empresas de Base Tecnológicas – IEBTs – do Estado de Minas Gerais. O investimento é uma das ações da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) para apoiar diretamente as Incubadoras, visando ao suporte às empresas incubadas, para que tenham resultados na geração de novos produtos, processos e serviços capazes de posicionar o Estado nos rumos da economia do conhecimento. As propostas podem ser enviadas até o dia 12 de setembro de 2016.

Esta Chamada está em consonância com as Leis de Inovação Federal nº13.243/2016 e Mineira nº17.348/2008, as quais dispõem sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica, e atende à orientação programática da Sectes, observadas as diretrizes de políticas emanadas do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia – CONECIT.

Os recursos alocados nesta Chamada serão na ordem de R$1,5 milhão. O prazo de execução de cada projeto contratado é de até 24 meses.

Acesse as informações completas da Chamada.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/445
<![CDATA[FAPEMIG divulga resultado da chamada 04/2016]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) divulgou hoje,15 de julho, o resultado da Chamada Pública 04/2016 - Tecnologias para a Recuperação da Bacia do Rio Doce. Essa foi a primeira chamada pública lançada pela Fundação voltada à recuperação do rio e seu entorno, após o rompimento da barragem em Bento Rodrigues, em novembro de 2015.

Nessa primeira edição foram submetidos 145 projetos e, após a análise das Câmaras de Assessoramento da FAPEMIG, 29 propostas foram encaminhadas para contratação. Juntas, elas totalizam o aporte de R$ 4 milhões a serem investidos pela Fundação. Das 29 propostas escolhidas, seis estão dentro da linha temática Recuperação do solo, sete na Recuperação da água, oito na Recuperação da biodiversidade e oito na linha Tecnologias sociais. Todas as contempladas podem ser visualizadas aqui.

A iniciativa é parte do conjunto de ações destinado a diminuir os impactos ambientais ocasionados pelo rompimento da barragem. O objetivo é contribuir com alternativas para minimizar o lastro de destruição deixado nas cidades mineiras e capixabas, banhadas pelo rio.

 Sobre a Chamada Pública 04/2016 - Tecnologias para a Recuperação da Bacia do Rio Doce.

A chamada foi uma parceria entre a FAPEMIG e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e teve como objetivo financiar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação visando à recuperação das áreas atingidas. As linhas temáticas podem ser vistas a seguir:

Linha temática 1 – Recuperação do solo

Foco voltado ao desenvolvimento de projetos e tecnologias para a recuperação das encostas e de planícies de inundações afetadas, redução da erosão, formação de solo agricultável, utilização industrial e artesanal da lama (tijolos, pavimentos, produtos cerâmicos), recuperação e mitigação dos danos nas matas ciliares.

Linha temática 2 – Recuperação da água

Foco voltado ao desenvolvimento de projetos e tecnologias para tratamento da água para uso humano e animal, e novas tecnologias para o adequado monitoramento da qualidade da água.

Linha temática 3 – Recuperação da biodiversidade

Foco voltado ao desenvolvimento de projetos e tecnologias para: identificação de fontes de espécimes e material genético capaz de prover o material biológico para o repovoamento das áreas afetadas com espécies nativas (microorganismos, vegetais e animais), recuperação da mata atlântica perdida pela ação antrópica, condições necessárias para o repovoamento com espécies nativas e cultivo de espécies nativas para fins de repovoamento.

Linha temática 4 – Tecnologias sociais

Foco voltado na identificação dos impactos econômicos e sociais nas populações afetadas, visando mitigar os efeitos deletérios e de alternativas para a retomada da qualidade de vida das populações no novo contexto causado pelo desastre.

No caso de dúvidas, entre em contato com a Central de Informações da FAPEMIG pelo e-mail ci@fapemig.br

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/446
<![CDATA[Confira o resultado da Chamada 02/2016 Programa Pesquisador Mineiro ]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) divulgou hoje (15) o resultado da Chamada 02/2016 Programa Pesquisador Mineiro – PPM X. Ao todo, foram recebidas 308 propostas, das quais 184 foram aprovadas para contratação.

O objetivo desta chamada é financiar, por meio da concessão de apoio financeiro mensal (grants), os planos de trabalho vinculados a projetos de pesquisa científica, tecnológica ou de inovação, em desenvolvimento, financiados por instituições de fomento à pesquisa.

O prazo de execução de cada proposta contratada é de até vinte e quatro meses, contados a partir de julho de 2016, sendo vedada a prorrogação.

Confira as propostas aprovadas.

Outras informações: ci@fapemig.br

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/447
<![CDATA[Confira o resultado da Chamada 03/2016 – destinada a Servidor Público Estadual]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) divulgou hoje (15) o resultado da Chamada 03/2016 Bolsa de Incentivo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Tecnológico (BIPDT), destinada a Servidor Público Estadual. Ao todo, foram recebidas 211 propostas, das quais 48 foram aprovadas para contratação.

O objetivo desta chamada é fomentar a atividade de pesquisa científica, tecnológica e de Inovação, em área do conhecimento de interesse do Estado e incentivar a qualificação do pesquisador público estadual, por meio da concessão de bolsas de incentivo a pesquisadores, detentores de títulos de mestre e/ou de doutor, com vínculo funcional/empregatício na administração pública direta e/ou indireta do Estado de Minas Gerais e que estejam desenvolvendo projetos de pesquisa científica e/ou tecnológica financiados por agências oficiais.

Confira as propostas aprovadas.

Outras informações: ci@fapemig.br

 

 

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/448
<![CDATA[Confira os projetos selecionados para o Inova Minas FAPEMIG 2016]]>Nos dias 5, 6 e 7 de agosto, de 10h até 17h, acontece, no Circuito Liberdade, a Mostra Inova Minas FAPEMIG, que busca disseminar junto à sociedade o esforço realizado pelas universidades, centros de pesquisa e empresas para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação por meio da exposição de projetos financiados pela Fundação.Os 40 projetos que serão expostos este ano já foram selecionados. Confira a lista completa aqui.

Ao todo, foram recebidos 220 pitches (vídeos curtos) de projetos desenvolvidos por instituições de todo o Estado. Os trabalhos passaram por uma seleção que analisou critérios como a relevância dos resultados da pesquisa, a tangibilidade desses resultados e a capacidade do pesquisador de explicar o projeto para o público leigo.

A Mostra

O evento vai acontecer simultaneamente em cinco espaços que fazem parte do Circuito Liberdade: Alameda da Educação, Memorial Minas Vale, MM Gerdau, Espaço do Conhecimento UFMG e Casa Fiat de Cultura.

Confira as atrações de cada espaço:

MMGerdau

• Exposição Mostra de Resultados - Cerca de 40 equipes de pesquisadores, de diferentes universidades e centros de pesquisa de Minas Gerais, estarão neste espaço apresentando os resultados de suas pesquisas à população, explicando seus projetos e dialogando com o público.

• Espaço dos Inventores - Estes inventores, não-vinculados às universidades do Estado e apoiados pela FAPEMIG, estarão presentes para apresentar suas invenções aos visitantes e mostrando que criatividade e esforço podem gerar bons frutos!

• Espaço Redes de Pesquisa e Institutos Nacionais de C&T

Rede Mineira de Teleassistência: A equipe da Rede Mineira de Teleassistência estará presente realizando exames clínicos gratuitos e instantâneos, contando com seus equipamentos próprios (retinógrafo e eletrocardiógrafo).

INCT Estruturas Inteligentes em Engenharia: Esta equipe contará com protótipos funcionais, e receberão o público realizando experimentos demonstrativos e atendendo à população quanto a suas dúvidas.

INCT Café: Mostrando que inovação não é só nas tecnologias da informação, o INCT Café apresentará resultados de pesquisa que geraram produtos de alto valor agregado derivados da cadeia produtiva do café.

INCT de Energia Elétrica: O INERGE apresentará alguns de seus resultados de pesquisa com demonstrações de produtos inovadores, tais como a tomada inteligente, pulseiras eletrônicas e o PLC, que permite a transmissão de dados pela rede elétrica.

Casa Fiat de Cultura

• Exposição “100 anos de Ciência no Brasil” – Organizada pela Academia Brasileira de Ciência (ABC)

Especial Barômetro na Mostra Inova Minas FAPEMIG – Projeto inspirado nos cafés científicos filosóficos parisienses desenvolvido pela UFMG, que tem como foco a aproximação e a interação entre cientistas e público.

Espaço do Conhecimento

• Oficinas de robótica - Atividade complementar ao campeonato de robótica, que acontecerá na Alameda da Educação. As oficinas, com vagas limitadas, se propõem a apresentar a crianças e jovens alguns conceitos de robótica por meio de jogos e brincadeiras.

• Lançamento de livro publicado com o apoio da FAPEMIG, seguido de debate com os autores.

• Lounge do Conhecimento

O espaço terá um rodízio de palestrantes com temas atuais e intervenções curtas para trazer um tema pertinente de forma clara e objetiva.

• Especial Barômetro na Mostra Inova Minas FAPEMIG – Projeto inspirado nos cafés científicos filosóficos parisienses desenvolvido pela UFMG, que tem como foco a aproximação e a interação entre cientistas e público.

Alameda da Educação

• Campeonato de Robótica - organizado pelo CEFET-MG, permite ao público conhecer um pouco mais sobre robótica em um ambiente divertido, informal e dinâmico, assistindo às etapas da competição e entendendo mais sobre as máquinas.

• Caminhões da Ciência: Museu Itinerante Ponto UFMG; Projeto Ciência Móvel (EPAMIG); Ciência em Movimento (FUNED); LabTruck (SENAI) – os caminhões estarão distribuídos pela alameda da educação, mostrando seus experimentos, brinquedos interativos, resultados de pesquisas e produtos, permitindo à população o acesso a pesquisadores que poderão tirar dúvidas e atendê-los neste espaço.

Museu das Minas e do Metal

• Oficinas de degustação

Realizada pela equipe da EPAMIG, as oficinas de degustação serão realizadas com inscrições prévias de até 20 pessoas por oficina.

• Especial Barômetro na Mostra Inova Minas FAPEMIG – Projeto inspirado nos cafés científicos filosóficos parisienses desenvolvido pela UFMG, que tem como foco a aproximação e a interação entre cientistas e público.

Em breve, confira a programação completa com o horário de todas as atrações.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/449
<![CDATA[Confira a programação da mostra Inova Minas FAPEMIG 2016]]>Imagine conhecer diversos projetos de pesquisas desenvolvidos em Minas Gerais de uma forma objetiva e totalmente gratuita? Esse é o objetivo da Mostra Inova Minas FAPEMIG, que acontece nos dias 5, 6 e 7 de agosto, das 10h às 17h, no Circuito Liberdade.

Além da mostra de resultados e do bate papo com pesquisadores, o visitante também poderá conhecer as exposições interativas dos caminhões de ciência, torcer para seu robô favorito no campeonato de robótica, participar de oficinas e de degustações.

Confira a programação completa e prepare-se!

 Programação Inova Minas 2016

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/450
<![CDATA[Inova Minas FAPEMIG oferece oficinas gratuitas de degustação, programação e cultura Maker ]]>Anote na agenda! A segunda edição da Mostra Inova Minas FAPEMIG está repleta de novidades este ano. Oficinas de programação, do Centro Federal de Educação Tecnológica Minas Gerais (Cefet/MG), de degustação comentada da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e as promovidas pelo SENAI/MG (Laboratório Aberto Móvel de Prototipagem e Cultura Maker), Netwon Paiva e Movimento Maker Minas são algumas das oficinas gratuitas que acontecerão entre os dias 05 e 07 de agosto, no Circuito Liberdade. As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas.

As oficinas fazem parte da Mostra Inova Minas FAPEMIG, uma iniciativa do governo de Minas, por meio da FAPEMIG e da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes). Em 2016, a Mostra vai acontecer em cinco espaços que fazem parte do Circuito Liberdade: Alameda da Educação, Memorial Minas Vale, MM Gerdau, Espaço do Conhecimento UFMG e Casa Fiat de Cultura.

Sobre as oficinas:

- Oficina de programação (Cefet/MG) - Vagas esgotadas!

As oficinas serão implementadas em ambiente de “laboratório”, nesta atividade, cada participante aprenderá como desenvolver o código de um programa e entenderá seu funcionamento através da aplicação, interagindo com o resultado obtido. Haverá oficinas de desenvolvimento de código para controle de robôs autônomos numa arena de competição virtual e desenvolvimento de aplicativos diversos.

-Oficina de degustação comentada da EPAMIG (vinho, azeite e café) - clique aqui para realizar a sua inscrição

Especialistas irão ministrar degustações comentadas sobre as pesquisas em olivicultura, vitivinicultura e cafeicultura que resultaram na produção de tecnologias que viabilizaram a fabricação em Minas Gerais de azeite extravirgem de qualidade, vinhos finos e cafés especiais. Serão duas degustações por dia.

Inscrições esgotadas para as oficinas de vinho e café.

- Oficinas do Espaço Maker - SENAI/MG (Laboratório Aberto Móvel de Prototipagem e Cultura Maker), Netwon Paiva e Movimento Maker Minas - clique aqui para realizar a sua inscrição

O espaço liderado pelo FabLab Newton, Movimento Maker Minas e Laboratório Aberto do Senai promoverá oficinas rápidas e práticas para a formação de makers em Minas Gerais. Para tornar-se um maker, acredita-se que é preciso algumas habilidades, conhecimentos e atitudes. Sendo assim, serão ofertadas oficinas de Coração Maker, Impressora 3D, Corte 2D e Realidade Virtual. Os inscritos vão fazer parte do Desafio 1K, que durante o Inova Minas pretende formar 100 makers, e, até o final do ano, 1.000 em todo o Estado.

Confira a programação completa do evento aqui.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/451
<![CDATA[Linguagem de programação e robótica fazem parte do Inova Minas FAPEMIG 2016]]>A Mostra Inova Minas FAPEMIG, que acontece no Circuito Liberdade, nos dias 5, 6 e 7 de agosto, terá uma série de atividades que propõe uma maior aproximação do público com a área de programação e robótica. Para Evaldo Vilela, Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), é preciso chamar a atenção dos jovens e colocá-los em contato com as novas tecnologias, pois elas dominam a inovação na nova economia. “Robôs e sensores, cada vez mais, ganham importância na indústria, na agricultura e em muitos aspectos da nossa vida. Isto ressalta a importância da programação em linguagens de computador e é nosso objetivo estimular jovens talentos para a programação e para a tecnologia da informação”, defende.

Além das oficinas de programação, o evento trará uma Mostra de Computação Competitiva composta por várias atividades que buscam divulgar a computação para o público em geral. Uma delas será o Torneio de Robótica. Esses torneios visam demonstrar a aplicação da robótica – na construção do robô e sua integração com um ‘elemento inteligente’ – e, da programação, – na elaboração da estratégia a ser usada pelo poder computacional do robô. “O público poderá assistir à competição percebendo detalhes da construção dos robôs e da linguagem de programação usada”, explica Sandro Renato Dias, professor do Departamento de Computação do Cefet-MG e responsável pela atividade. O torneio acontecerá em duas categorias: Seguidor de Linha – prova em que robôs devem seguir uma linha desenhada na arena e desligar após concluir o percurso – e Sumô – prova de derrotar o oponente empurrando-o para fora da arena circular, ganhará o robô que permanecer na arena após o outro cair.

Na Alameda da Educação, também serão mostrados robôs diversos que realizam atividades como um braço programável que joga xadrez, entre outros. O público presente poderá entender detalhes do funcionamento dos elementos robóticos e, em alguns casos, interagir com os mesmos.

Confira outras atividades e participe:

Maratona programação: Oficina para treinos e explicações sobre a Maratona de Programação (competição voltada a alunos de graduação e a alunos do Ensino Médio).

10h às 12h - Maratona de programação (nível médio) - A competição ocorrerá durante o evento, sendo a final no sábado com a divulgação dos premiados e a premiação no domingo.

13h às 16h30 - Maratona de programação (nível superior) - A competição ocorrerá durante os três dias do evento. Na sexta-feira e no sábado, a competição é das 13h às 17h e, no domingo, acontece a final, das 9h30 às 13h30.

A premiação dos ganhadores será às 14h.

Local: Sala de Oficinas no 4º andar do Espaço do Conhecimento UFMG

Exposição de trabalhos: Atividade voltada para a divulgação dos trabalhos desenvolvidos no CEFET-MG sob a temática de robótica, programação, jogos e automação.

Local: Alameda da Educação

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/452
<![CDATA[BH no circuito da Ciência, Tecnologia e Inovação]]> 

Você sabia que a nanotecnologia pode ser utilizada para uma infinidade de situações, inclusive na área da saúde e no setor elétrico? E que há um movimento em plena expansão no Brasil conhecido como cultura Maker, onde o princípio fundamental é a questão de indivíduos e coletivos poderem criar ou recriar projetos e parcerias por conta própria? E mais, que a FAPEMIG possui programas e parcerias para fomentar a Inovação no Estado? Esses serão alguns dos temas abordados no ciclo de palestras e painéis nos dias 05 e 06 de agosto, durante o II Inova Minas FAPEMIG, no Circuito Liberdade.

Os encontros são gratuitos e não há necessidade de inscrição prévia. Acontecerão entre 10h e 17h, em horários alternados, no 5º andar do Espaço do Conhecimento UFMG. O local nomeado como Lounge do Conhecimento será palco de um descontraído bate-papo e apresentará tecnologias do futuro na área de medicina, dará uma perspectiva sobre o empreendedorismo dentro das universidades, além de esclarecer dúvidas sobre as mudanças e implicações do Marco Legal da CT&I. Ao todo, serão 14 encontros com temáticas distintas e para todos os gostos, que oferecerão um mix de conhecimento e networking.

Temas como a Ciência e Tecnologia a serviço da saúde, Ambientes de Inovação para a Cultura Maker, A nanotecnologia e suas aplicações e Da Ideia para o Mercado: Estrutura de apoio a novos negócios serão alguns dos assuntos abordados. Nesta última, o destaque será a discussão sobre a importância dos parques tecnológicos e incubadoras para a criação de novos negócios para a sociedade. O painel contará com a presença de Renato Nunes, da Rede Mineira de Inovação (RMI). “Trataremos não somente da questão do apoio e responsabilidade dos agentes envolvidos, mas também da necessidade de dar continuidade aos investimentos e seus impactos e oportunidades geradas para o desenvolvimento social e econômico do Estado”, complementa Renato Nunes.

Confira a grade de programação abaixo:

Dia 05/08 – Painel – Lounge do Conhecimento (participação sujeita a capacidade do local)

  • 10h - Da ideia para o mercado: Estrutura de apoio a novos negócios. Convidados: Renato Nunes (RMI) e Ronaldo Pena (BH – TEC).
  • 11h - Marco Legal da CT&I: o que mudou e por que interessa? Convidados: Pedro Vidigal (Fundep) e Rodrigo Gava (RMPI)
  • 15h - Ambientes de inovação para a cultura maker. Convidados: Flávio Baeta (Sebrae) e Márcia Andrade Carmo (Fiemg)
  • 15h30 - Inovação aberta para geração de novos negócios. Convidados: Rafael Soares (Bblend)
  • 16h – Panorama do ensino do empreendedorismo no Brasil e suas consequências. Convidados: João Bonomo (Ibmec) e Douglas Vieira (Enacom).
  • 16h30 - O Futuro das mídias digitais é líquido – Jorge Rocha (Liquid Media Laab).
  • Dia 06/08 – Palestra – Lounge do Conhecimento (participação sujeita a capacidade do local)
  • 10h - Ciência e Tecnologia a serviço da saúde. Palestrante: Ricardo Guimarães (Hospital de Olhos)
  • 10h40 - Cidades Inteligentes: Sustentabilidade e Tecnologia. Palestrante: Hugo Tadeu (Fundação Dom Cabral)
  • 11h20 - A Evolução da inteligência artificial. Palestrante: Nívio Ziviani (Kunumi e UFMG)
  • 12h - Mundo Invisível: A nanotecnologia e suas aplicações. Palestrante: Ado Jório (UFMG)
  • 13h30 - Iot sem mistérios: o que é internet das coisas e como podemos aplicá-la em nossas vidas. Palestrante: Ronaldo Gazel (Founders)
  • 14h10 - Que momento é esse? Entenda por que a inovação começa com a mudança do mindset. Palestrante: Mauro Carrusca (Carrusca Inotavion)
  • 14h50 - Saúde à distância: Conheça a Rede Mineira de Teleassistência. Palestrante: Antônio Ribeiro (UFMG)
  • 15h20 - Neurociências: Infinitudes do cérebro. Palestrante: Angela Maria Ribeiro (UFMG)
  • 16h - Observatório da Web: Agregando valor as informações em tempo real. Palestrante: Wagner Meira (INCT para web)
  • 16h30 – Ideas For Milk: Conheça o desafio de start ups no setor lácteo. Palestrante Mauro Carrusca ( Carrusca Inovation)

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/453
<![CDATA[Os mineiros e a ciência]]>O desenvolvimento científico e tecnológico levará a uma diminuição das desigualdades sociais no Brasil? Qual o nível de interesse em Ciência e Tecnologia (C&T) dos mineiros e com que frequência eles leem sobre C&T em jornais impressos ou na internet? Experimentos científicos devem ser permitidos em animais? Essas são algumas das perguntas que nortearam a primeira enquete sobre percepção pública da Ciência e Tecnologia, realizada em Minas Gerais, e que resultou na publicação do livro Os mineiros e a Ciência, a ser lançado às 11h, no dia 06 de agosto, sábado, na cafeteria do Espaço do Conhecimento UFMG, durante a segunda edição da Mostra Inova Minas FAPEMIG.

Na oportunidade, alguns autores estarão presentes para um bate-papo, quando também serão distribuídos alguns exemplares da publicação. Além de mostrar os resultados, a metodologia da pesquisa também será comentada, já que inovou em alguns aspectos – por exemplo, foram consideradas variáveis relacionadas a valores e contexto de vida, uma novidade em trabalhos semelhantes. Para o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, o material contido nesta publicação é de grande utilidade para pesquisadores e estudantes do tema, bem como referência para outros gestores de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) interessados em conhecer a percepção da população sobre a C&T. “Os dados obtidos podem ser utilizados para guiar programas e políticas públicas na área, além de ajudar na priorização de ações”, destaca.

Sobre os autores:

Yurij Castelfranchi

Possui graduação em Física (Università degli Studi La Sapienza, Roma, Itália), mestrado em Comunicação da Ciência (SISSA – International School for Advanced Studies, Trieste, Itália) e doutorado em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É professor adjunto IV do departamento de Sociologia e Antropologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e coordena o Observatório interdisciplinar InCiTe (Inovação, Cidadania, Tecnociência).

Elaine M. Vilela

Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestrado e doutorado em Sociologia e Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais. Doutorado sanduíche pela Universidade do Texas, Austin, EUA, em Avaliação de Políticas Públicas.

Ildeu de Castro Moreira

Graduação em Física, pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutorado em Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor do Instituto de Física da UFRJ e trabalha também das áreas de História da Ciência e Comunicação Pública da Ciência. É atualmente vice-presidente da SBPC.

Luisa Massarani

Graduação em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mestrado em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, doutorado na área de Gestão, Educação e Difusão em Biociências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-doutorado no Departamento f Science and Technology Studies da University Colege London.

Solange Simões

Graduação em Ciências Sociais e mestrado em Ciência Política pela Univerisidade Federal de Minas Gerais. Doutorado em Sociologia pela Londo School of Economics and Political Science. Atualmente é docente na Eastern Michigan University.

Vanessa Fagundes

Graduação em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), especialização em História da Ciência, pela UFMG, e mestrado em Divulgação Científica e Cultural pela Universidade Estadual de Campinas. Coordenadora do Programa de Comunicação Científica e Tecnológica da FAPEMIG e diretora de redação da revista Minas Faz Ciência.

Ficha Técnica:

Título: Os mineiros e a ciência: primeira pesquisa do Estado de Minas Gerais sobre a percepção pública da ciência e tecnologia.

Organização: Yurij Castelfranchi e Elaine M. Vilela

Capa,diagramação e projeto gráfico: Kleber de Andrade

Revisão: Rita Lopes

Autores: Yurij Castelfranchi, Elaine M.Vilela, Ildeu de Castro Moreira, Luisa Massarani, Solange Simões e Vanessa Fagundes.

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/454
<![CDATA[Inova Minas FAPEMIG tem programação especial para crianças e jovens]]>Durante o próximo final de semana, de 5 a 7 de agosto, acontece a segunda edição da Mostra Inova Minas FAPEMIG, no Circuito Liberdade. O evento vai reunir diversas atividades voltadas ao público infantil e juvenil. A ideia é despertar o interesse das crianças e dos adolescentes pela ciência e tecnologia desde cedo. Para isso, os Caminhões da Ciência ficarão estacionados na Alameda da Educação e o público poderá participar de atividades interativas, ver experimentos, demonstrações, exposições e ações lúdicas diversas. A magia do circo também estará presente com as oficinas voltadas às crianças e suas famílias.

Caminhões da Ciência Ponto UFMG

O Museu Itinerante PONTO UFMG é um espaço científico-cultural, interativo, adaptado em uma unidade móvel que atende, primordialmente, escolas e cidades de Minas Gerais. É constituído de um caminhão estendido com seu espaço interior adaptado em seis ambientes – Sala do Útero, Sala dos Sentidos, Sala dos Biomas, Sala de Projeção 3D, Sala do Submarino e Sala das Cidades. O museu, além das atrações internas, promove exposições e oficinas externas interligando as mais diversas áreas do conhecimento e da ciência.

Ciência Móvel Epamig

O Ciência Móvel da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) é um projeto itinerante de popularização da Ciência e Tecnologia. Desde 2011, o ônibus percorre diversas regiões de Minas Gerais, levando informação tecnológica para produtores rurais, estudantes, visitantes de feiras e exposições agropecuárias e interessados.

Ciência em Movimento Funed

A Fundação Ezequiel Dias (Funed) disponibiliza para todo o estado de Minas Gerais o Programa "Ciência em Movimento", um caminhão diferente que leva conhecimento científico e informação para as comunidades. Criado em 2012, o Programa tem como objetivo difundir o conhecimento científico e tecnológico, através de linguagem lúdica e popular, estabelecendo uma relação de diálogo entre os pesquisadores e a sociedade e entre ciência, saúde e cultura. Com linguagem acessível e exposições interativas, os visitantes têm acesso a exposições sobre animais peçonhentos (morfologia e diversidade animal), produção de medicamentos e soros, vigilância sanitária e epidemiológica, entre outros. O Programa também oferece oficina de reciclagem, jogos interativos e Cine Saúde, com exibição de vídeos relacionados aos temas expostos.

LabTruck – Cultura Maker - SENAI/MG (Laboratório Aberto Móvel de Prototipagem e Cultura Maker), Netwon Paiva e Movimento Maker Minas

O espaço liderado pelo FabLab Newton, Movimento Maker Minas e Laboratório Aberto do Senai promoverá oficinas rápidas e práticas para a formação de makers em Minas Gerais. Para tornar-se um Maker acredita-se que é preciso algumas habilidades, conhecimentos e atitudes. Sendo assim, serão ofertadas oficinas de Coração Maker, Impressora 3D, Corte 2D e Realidade Virtual. Os inscritos vão fazer parte do Desafio 1K, que durante a Inova Minas FAPEMIG pretende formar 100 makers e até o final do ano 1.000 em todo o Estado.

Oficina de circo com a Trupe Gaia

As oficinas de circo têm como objetivo trazer e multiplicar a arte transformadora, despertando o encantamento e aprendizado do circo para crianças e suas famílias. Através de instrutores treinados e capacitados, crianças e adultos terão uma vivência única em contato direto com as técnicas circenses.

A prática de atividades circenses proporciona inúmeras vantagens e benefícios: Além de diversão garantida, desenvolve o equilíbrio, a coordenação motora, concentração, autoconfiança, reflexo, ganho da capacidade aeróbica e anaeróbica, e plena consciência corporal.

Agenda

Evento: Inova Minas FAPEMIG

Data e hora: 5, 6 e 7 de agosto, das 10h às 17h

Local: Circuito Liberdade – Alameda do Conhecimento

Entrada: Gratuita

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/455
<![CDATA[Conheça Redes de Pesquisa e INCTs durante a Mostra Inova Minas FAPEMIG]]>Além da programação da Mostra Inova FAPEMIG, que tem o objetivo de mostrar à população diversos projetos financiados em Minas Gerais com o apoio da FAPEMIG, os visitantes poderão conhecer algumas Redes de Pesquisa e Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs).

De 5 a 7 de agosto, a população vai acompanhar as iniciativas de INCTS como o Acqua, que conduz atividades voltadas à inovação, ao desenvolvimento científico, à integração empresa-sociedade e ao desenvolvimento regional sustentável relacionadas aos temas Recursos Minerais, Água e Biodiversidade. Também será possível conferir a atuação da Rede Mineira de Bioterismo - responsável pelo monitoramento de biotérios, onde são produzidos os animais que dão suporte às pesquisas científicas – e da rede de Teleassistência de Minas Gerais.

O impacto de uma pesquisa feita por diversos pesquisadores e instituições é muito maior, se comparado àquele gerado por um estudo individual.

É dessa forma que o conhecimento avança, proporcionando respostas para questões diversas e abrindo caminho para novas áreas de investigação. Incentivar a colaboração entre grupos e instituições é uma ação estratégica para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), que há mais de 11 anos, criou um Programa de Apoio a Redes de Pesquisa que tinha por objetivo, justamente, estimular a formação de grupos empenhados no estudo de questões consideradas estratégicas para o Estado.

Da mesma forma, os INCTs, visam mobilizar e agregar, de forma articulada, os melhores grupos de pesquisa em áreas de fronteira da ciência e em áreas estratégicas para o desenvolvimento sustentável do país, além de impulsionar a pesquisa científica básica e fundamental competitiva internacionalmente.

Confira as Redes de Pesquisa e INCTs que estarão na Mostra Inova Minas FAPEMIG 2016:

Redes

Rede Mineira de Bioterismo

Rede de Teleassistência de Minas Gerais

INCTs

INCT Web

INCT Acqua

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Evento: Inova Minas FAPEMIG

Data e hora: 5, 6 e 7 de agosto, das 10h às 17h

Local: Circuito Liberdade – Alameda do Conhecimento

Entrada: Gratuita

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/456
<![CDATA[Inova Minas FAPEMIG reúne mais de 15 mil pessoas no Circuito Liberdade]]>“Um final de semana diferente, que deveria acontecer mais vezes”. Com essa frase, Marcus Vinícius Pires Lopes definiu a Mostra Inova Minas FAPEMIG, que levou mais de 15 mil pessoas interessadas em conhecer a produção científica e tecnológica de Minas ao Circuito Liberdade, de 5 a 7 de agosto. Marcus passou pela praça na sexta-feira, dia 05, e conheceu o evento. Gostou tanto, que voltou nos dois dias seguintes para conhecer os projetos e participar das oficinas.

Acontecer na Praça da Liberdade, em cinco espaços que fazem parte do Circuito, foi o diferencial da 2ª edição da Mostra. Em um final de semana de céu azul e clima agradável, as pessoas que faziam caminhada ou estavam passeando resolviam entrar nos caminhões da ciência, conhecer os projetos ou participar de palestras e oficinas. Foi o que fez Fernando Rafael de Oliveira, que se aproximou da Mostra com a esposa e os dois filhos porque achou que se tratava de um evento infantil. “Quando vi o que era, fiquei ainda mais surpreso ao perceber que temas como conhecimento e inovação estavam sendo tratados em eventos abertos à população. Em tempos como o que vivemos, esses temas ganham uma importância ainda maior. Meu filho de seis anos, ficou encantado com a programação relacionada à robótica”, contou.

Para o inventor independente Ezequiel Evaristo da Fonseca, a Mostra foi uma oportunidade de mostrar o projeto de um cinturão inflável criado para proteger motociclistas no trânsito. O projeto foi desenvolvido com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) ao inventor independente. “Achei muito válida a participação. Quando eu apresentava a invenção para as pessoas elas sempre tinham um caso de conhecido que morreu no trânsito para contar, o que mostra a importância do produto”, avaliou. A invenção de Ezequiel foi um dos 40 projetos escolhidos para serem expostos na mostra. Além de projetos desvinculados de instituições, como o projeto de Ezequiel, universidades públicas e particulares, instituições de pesquisa e até uma escola estadual mostraram projetos que receberam algum apoio da FAPEMIG e que são úteis na vida das pessoas.

Tarciana Cerdeiro César aproveitou o domingo para levar os quatro filhos ao evento. Ela mora no bairro Alípio de Melo, mas trabalha perto da praça e resolveu voltar com as crianças para aproveitar. “Gostamos de tudo, principalmente dos caminhões da ciência com conteúdo sobre biologia e robôs, que chamou muita a atenção das crianças”, aponta. Outra programação que despertou o interesse do público foram as oficinas de degustação da Epamig, que reuniram mais de 220 pessoas que conheceram um pouco mais sobre a pesquisa aplicada à produção de azeite, vinho e café. Para o pesquisador Rogério Antônio, que ministrou a oficina de café, o Brasil sempre foi reconhecido pela quantidade da produção, mas agora também quer ser reconhecido pela qualidade de seu café. “É muito importante mostrar às pessoas como a pesquisa pode melhorar o café que elas tomam todos os dias e como etapas como o plantio, a colheita, a torra e o preparo interferem no gosto do produto”, explicou.

Para quem aproveitou o evento para se capacitar, o Lounge do Conhecimento ofereceu palestras rápidas sobre temas diversos. Alisson Henrique Teixeira saiu de Contagem para participar da palestra Ambientes de inovação para a cultura maker e destacou a importância de conhecer iniciativas voltadas ao tema no Estado. “O mais importante é ver que existem novos projetos que buscam democratizar o acesso à inovação em Minas. A ideia do caminhão itinerante (Lab Truck) do Senai e Newton Paiva é muito interessante”, avaliou. Para Roberta Monteiro, que mora no bairro Jaraguá e participou da oficina de stencil, foi importante saber que em um único evento tanta coisa foi oferecida ao público. “Fiquei sabendo do evento pelo Facebook e passei por toda a feira. É fortalecedor perceber que tantos conhecimentos e atividades estão disponíveis de forma gratuita”, afirmou.

Depois de três dias de intenso trabalho e interação com o público, Roberto Nalon, do INCT Web, considerou a oportunidade de participar da Mostra muito produtiva. “O mais interessante é que recebemos um público muito diversificado. Tinha gente com muito conhecimento e pessoas que nunca tinham ouvido falar no projeto e que veio pela curiosidade, mas que percebeu que fazemos um trabalho que está relacionado ao dia a dia delas, como o monitoramento de informações da área de saúde, por exemplo”, contou. Para o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, essa é a essência da Mostra Inova Minas: mostrar, aos poucos, que tem ciência em tudo, desde uma xícara de café até um equipamento que permite um exame de saúde detalhado. “Levamos a Ciência para a Praça, encantamos crianças, jovens e adultos. Levamos esperança de dias melhores a muitas pessoas, com o poder da pesquisa. Mostramos que juntos, movidos pelo entendimento, podemos e devemos ousar, criando uma pauta extremamente positiva, em um momento de notícias ruins. Isso porque acreditando em nosso País, acreditamos que a FAPEMIG pode fazer diferente, apesar das adversidades que pesam sobre cada um de nós”, avaliou o presidente.

Frutos

Além das premiações relacionadas aos campeonatos de robótica, quatro projetos expostos na Mostra foram escolhidos para participar da Feira Internacional de Inovação e Tecnologia (Finit), em novembro, no Expominas. Os contemplados foram o projeto Realidade virtual para o treinamento dos músculos pélvicos, da Universidade Federal de Alfenas (Unifal); o Medidor de velocidade de vento de Baixo Custo, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei); o Refrigerante do Bem, desenvolvido pela Epamig, e o Compensado de Borracha, feito pela JCF Soluções em Resíduos.Ltda – Ecológica. Durante três meses, os ganhadores receberão mentoria da Tropos Lab, para poder melhorar a apresentação dos projetos.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/457
<![CDATA[Atenção ao encerramento do prazo para submissão de apoio a eventos]]>Informamos que, por motivos operacionais, as solicitações de financiamento para as modalidades Participação e Organização de Eventos, Estágio Técnico Científico, Publicação de Artigos, Bolsa Acoplada e Bolsa de Doutorado Sanduíche – que tenham realização prevista para os meses de dezembro-2016, janeiro, fevereiro e março de 2017 – deverão ser submetidas até 14 de outubro de 2016.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/458
<![CDATA[DataViva auxilia empreendedores na abertura de novos negócios]]>Em tempos de crise, muitos brasileiros, desempregados ou em busca de uma renda extra, buscam no empreendedorismo uma alternativa para melhorarem a situação financeira. A famosa máxima de empreender por necessidade. De acordo com uma pesquisa realizada pela Monitor Global de Empreendedorismo, a taxa de empreendedores no Brasil pulou de 29% para 44% em 2015.

O estudo também mostrou que os novos negócios abertos por causa de uma “oportunidade", caiu de 71% para 56% entre 2014 e 2015. O indicador dos movidos por necessidade saltou quase 50%. No entanto, abrir um negócio não é nada fácil e tem suas particularidades, principalmente, para quem ainda não tem experiência.

Por isso, especialistas no assunto recomendam que antes de se aventurar como empresário, é necessário que a pessoa tenha conhecimento, pesquise bem o ramo de negócio que deseja entrar. Esse estudo se torna essencial para que a nova empresa não entre na estatística das que fecham as portas. De acordo com estudo divulgado pela Pesquisa Mensal do Comércio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas em 2015, 191 mil empresas fecharam as portas no Brasil.

No entanto, uma dúvida que acerca os novos empreendedores é justamente saber qual seria o ramo de atuação? Como saber se determinado segmento está em declínio ou em franca expansão? Uma ferramenta que pode ajudar o empresário nesse momento inicial é o DataViva (www.dataviva.info). A plataforma desenvolvida pelo Governo de Minas Gerais, juntamente com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), possibilita uma pesquisa que mostra a evolução ou não de diversos setores da economia brasileira, divididos por cada cidade.

Se o empreendedor quer saber como anda o ramo de restaurantes em Belo Horizonte, por exemplo, a ferramenta disponibiliza vários dados. Quantos empregos geram, o tipo de profissional necessário para o setor, a importância do segmento economicamente para o município, sua evolução ano a ano, dentre várias outras informações e cruzamentos de dados.

Segundo Thiago Borges, coordenador do DataViva, a plataforma totalmente gratuita busca auxiliar as pessoas em uma mudança básica: tomar decisões baseadas em dados e não apenas no "eu acho". Para ele, empreender não é uma tarefa fácil no Brasil, por isso, ter uma análise de mercado é fundamental para o sucesso das iniciativas empreendedoras. “O DataViva é uma plataforma que agrega valor a informações que já estavam disponíveis, mas que são pouco utilizadas pelos cidadãos pela dificuldade em processar.

Para o empreendedor Tomás Duarte, CEO da empresa de tecnologia Tracksale, a plataforma do DataViva possibilidade com que o empreendedor faça um planejamento estratégico para saber o mercado que vai atuar. Segundo ele, a ferramenta permite uma série de informações úteis com base em dados que ajudam o empreendedor a entender os cenários mais aderentes do mercado. “Identificamos, por exemplo, a evolução de fabricantes de bens de consumo, o quanto estavam crescendo e gerando receita. Decidimos atacar esse mercado, pois poderia ser útil para gente, trazendo rentabilidade para a empresa”, lembra Duarte.

Segundo o CEO da Tracksale, a interface gratuita e de fácil navegabilidade, possibilita uma pesquisa mais apurada fazendo com que os novos empreendedores possam converter uma oportunidade em negócio. “Hoje informação é tudo. E quem quer empreender precisa estar atento no andamento do ramo e do mercado que deseja prosseguir”, recomenda.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/459
<![CDATA[FAPEMIG firma nova parceria com instituição do Canadá]]>A internacionalização da ciência por meio de parcerias com pesquisadores internacionais é essencial para potencializar o alcance da ciência. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) incentiva esta prática por meio da parceria com diversas instituições pelo mundo.

Recentemente, uma nova parceria foi firmada com a universidade canadense Lakehead University, que em 2015 completou 50 anos. A formalização desse apoio foi feita com a assinatura de um Memorando de Entendimento entre a FAPEMIG e a Universidade. Entre as atividades previstas no documento, estão projetos de pesquisa em conjunto; a mobilidade de pesquisadores, alunos de pós-doutorado, doutorado e mestrado; programas de treinamento baseados em cursos novos ou já existentes que poderão ser disponibilizados como capacitação profissional para staff sênior da indústria ou governo; seminários e workshops em conjunto e a preparação e coordenação de outras atividades de grupos. As atividades em conjunto com a instituição canadense ainda estão em fase de negociação com a FAPEMIG.

A universidade tem dois campi, um em Thunder Bay e outro em Orillia. São mais de 8.500 alunos e programas de doutorado na área de Biotecnologia, Química e Ciência de Materiais, Estudos Educacionais, Engenharia de Computação e Elétrica, Ciências Florestais, Psicologia Clínica e Psicologia: Ciência Psicológica.

Acesse o site da universidade e conheça a instituição: https://www.lakeheadu.ca

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/460
<![CDATA[Primeira edição do Sarau Científico Cultural ]]>Nesta quarta-feira, às 18h, ocorre o primeiro Sarau Científico Cultural realizado através do projeto O Cefet-MG, do Cabana do Pai Tomás ao Aglomerado da Serra: Conexões entre Ciência, Tecnologia e Educação. O evento será no Centro Cultural Lá da Favelinha, no bairro Novo São Lucas, e terá uma programação diversificada para dar início às atividades que serão realizadas através da Chamada 07/2015 de Popularização da Ciência, da Tecnologia e da Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Segundo o coordenador, professor Bráulio Silva Chaves, objetos de brincar, componentes lúdicos, elementos de arte, e outros artefatos podem auxiliar a percepção da relação entre a história e a cultura na produção científica e tecnológica. Sabendo disso, entre as atrações do Sarau, terá a abertura musical com Kdu dos Anjos, Mc Cláudia e Mano Bráulio, apresentação de dança e exposição de brinquedos para observação e compreensão.

Essa é a primeira ação do projeto que objetiva a realização de ações de popularização da ciência nos aglomerados Cabana do Pai Tomás e da Serra, na cidade de Belo Horizonte. Busca-se, assim, conectar, integrar e compartilhar com a sociedade conhecimentos no âmbito da ciência, tecnologia e inovação, junto com os pesquisadores do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG).

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/461
<![CDATA[Pesquisa mineira ganha destaque no Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia 2015]]>O projeto de pesquisa desenvolvido na Universidade Federal de Lavras (UFLA) em parceria com o Instituto Tecnológico Vale, com o apoio da Vale, intitulado: “Desenvolvimento de um Produto para Uso agrícola, a partir da Reciclagem de um Rejeito da Indústria de Fosfatos” foi agraciado com a menção honrosa na categoria Pesquisador Sênior do Prêmio MERCOSUL de Ciência e Tecnologia – edição 2015.

O Prêmio é organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil (MCTI) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conta com o apoio institucional da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e do Movimento Brasil Competitivo (MBC), com patrocínio da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nesta edição, bateu recorde de participação com 399 trabalhos inscritos.

A menção honrosa foi atribuída ao pesquisador José Oswaldo Siqueira, atualmente diretor científico do Instituto Tecnológico Vale, professor emérito da UFLA/Departamento de Ciência do Solo – DCS, na categoria Pesquisador Sênior. Oficialmente, o prêmio é estendido à toda a equipe de pesquisa, composta pelos pesquisadores Sérgio Leite Rodrigues (Vale Fertilizantes), Luiz Roberto Guimarães Guilherme e Lucas Alberth Ribeiro do Valle (DCS/UFLA), Silvio Junio Ramos (Instituto Tecnológico Vale – Desenvolvimento Sustentável), Enio de Tarso de Souza Costa e Hamilton Seron Pereira (Universidade Federal de Uberlândia – UFU).

“Fábrica-laboratório-patentes-publicações-reconhecimento”. Essa é a síntese apresentada pelo pesquisador José Oswaldo Siqueira ao comentar sobre o prêmio. “Trata-se de uma ação bem concebida, articulada, multinstitucional e que atendeu aos objetivos. Uma equipe que deu certo”, comentou.

Solução Inovadora

O projeto trata de um dos desafios ambientais das indústrias de fertilizantes, que é a destinação do ácido flurossilícico (H2SiF6) que é gerado nas acidulações das rochas fosfatadas. Parte deste ácido é reaproveitado no tratamento de água, mas ainda há uma grande quantidade que é depositada em lagoas de tratamento, onde é neutralizado com calcário. O problema é a quantidade crescente de ácido gerado nas indústrias de fosfato onde as lagoas de tratamento ocupam enorme área dos complexos industriais. Além disso, o tratamento do H2SiF6 apresenta custo elevado, por conta do consumo de calcário, energia elétrica, movimentação de máquinas e manutenção dos pátios e lagoas.

Para solucionar esta questão, o projeto agraciado com o prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia propõe a neutralização do ácido fluorossilícico com óxido de cálcio, a fim de se obter um produto denominado AgroSiCa, que possui grande potencial de uso agrícola. Com isso, os pesquisadores pretendem diminuir a quantidade de H2SiF6 que chega nas lagoas de decantação, dando um destino sustentável e inovador para este ácido.

O trabalho faz parte do projeto: “Desenvolvimento e Avaliação do Potencial de Uso Agrícola da Fluorita com Óxido de Silício (AgroSiCa), derivado da Fabricação de Fertilizantes Fosfatados” que já rendeu aos pesquisadores duas patentes concedidas nos Estados Unidos (EUA), além do artigo: “Beneficial use of a by-product from the phosphate fertilizer industry in tropical soils: effects on soil properties and maize and soybean growth” publicado no periódico Journal of Cleaner Production (Fator de impacto: 4.959).

Nos experimentos em casa de vegetação com o AgroSiCa, os pesquisadores relatam reflexos positivos para o solo e para o crescimento do milho e soja com aplicação do produto. Isso se deve ao incremento nos teores de cálcio, silício e de fósforo disponível para as plantas, além da redução dos teores tóxicos de alumínio do solo. Em outro teste preliminar, o uso do AgroSiCa promoveu ganho de produtividade da cana-de-açúcar em mais de 27 t ha‑1 e incremento de receita na lavoura de R$1.375,00 por hectare. Esses estudos estão sendo validados em outras culturas.

A produção comercial do AgroSiCa já se encontra em avaliação pela área de Negócio da Vale Fertilizantes, pois há interesse do setor sucroalcooleiro na aquisição e uso desse insumo nos canaviais. Os resultados obtidos com o projeto até o momento são promissores, pois, os estudos de valoração realizado pela Vale evidenciou a possiblidade de redução de custo no tratamento do ácido, assim como a viabilidade de comercialização do AgroSiCa e geração de receita, promovendo assim a sustentabilidade da indústria de fosfato com o reaproveitamento de um dos seus subprodutos.

Os autores receberão placa de menção honrosa e ainda terão o trabalho publicado em livro.

O projeto de pesquisa desenvolvido na Universidade Federal de Lavras (UFLA) em parceria com o Instituto Tecnológico Vale, com o apoio da Vale, intitulado: “Desenvolvimento de um Produto para Uso agrícola, a partir da Reciclagem de um Rejeito da Indústria de Fosfatos” foi agraciado com a menção honrosa na categoria Pesquisador Sênior do Prêmio MERCOSUL de Ciência e Tecnologia – edição 2015.

O Prêmio é organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil (MCTI) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conta com o apoio institucional da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e do Movimento Brasil Competitivo (MBC), com patrocínio da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nesta edição, bateu recorde de participação com 399 trabalhos inscritos.

A menção honrosa foi atribuída ao pesquisador José Oswaldo Siqueira, atualmente diretor científico do Instituto Tecnológico Vale, professor emérito da UFLA/Departamento de Ciência do Solo – DCS, na categoria Pesquisador Sênior. Oficialmente, o prêmio é estendido à toda a equipe de pesquisa, composta pelos pesquisadores Sérgio Leite Rodrigues (Vale Fertilizantes), Luiz Roberto Guimarães Guilherme e Lucas Alberth Ribeiro do Valle (DCS/UFLA), Silvio Junio Ramos (Instituto Tecnológico Vale – Desenvolvimento Sustentável), Enio de Tarso de Souza Costa e Hamilton Seron Pereira (Universidade Federal de Uberlândia – UFU).

“Fábrica-laboratório-patentes-publicações-reconhecimento”. Essa é a síntese apresentada pelo pesquisador José Oswaldo Siqueira ao comentar sobre o prêmio. “Trata-se de uma ação bem concebida, articulada, multinstitucional e que atendeu aos objetivos. Uma equipe que deu certo”, comentou.

Solução Inovadora

O projeto trata de um dos desafios ambientais das indústrias de fertilizantes, que é a destinação do ácido flurossilícico (H2SiF6) que é gerado nas acidulações das rochas fosfatadas. Parte deste ácido é reaproveitado no tratamento de água, mas ainda há uma grande quantidade que é depositada em lagoas de tratamento, onde é neutralizado com calcário. O problema é a quantidade crescente de ácido gerado nas indústrias de fosfato onde as lagoas de tratamento ocupam enorme área dos complexos industriais. Além disso, o tratamento do H2SiF6 apresenta custo elevado, por conta do consumo de calcário, energia elétrica, movimentação de máquinas e manutenção dos pátios e lagoas.

Para solucionar esta questão, o projeto agraciado com o prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia propõe a neutralização do ácido fluorossilícico com óxido de cálcio, a fim de se obter um produto denominado AgroSiCa, que possui grande potencial de uso agrícola. Com isso, os pesquisadores pretendem diminuir a quantidade de H2SiF6 que chega nas lagoas de decantação, dando um destino sustentável e inovador para este ácido.

O trabalho faz parte do projeto: “Desenvolvimento e Avaliação do Potencial de Uso Agrícola da Fluorita com Óxido de Silício (AgroSiCa), derivado da Fabricação de Fertilizantes Fosfatados” que já rendeu aos pesquisadores duas patentes concedidas nos Estados Unidos (EUA), além do artigo: “Beneficial use of a by-product from the phosphate fertilizer industry in tropical soils: effects on soil properties and maize and soybean growth” publicado no periódico Journal of Cleaner Production (Fator de impacto: 4.959).

Nos experimentos em casa de vegetação com o AgroSiCa, os pesquisadores relatam reflexos positivos para o solo e para o crescimento do milho e soja com aplicação do produto. Isso se deve ao incremento nos teores de cálcio, silício e de fósforo disponível para as plantas, além da redução dos teores tóxicos de alumínio do solo. Em outro teste preliminar, o uso do AgroSiCa promoveu ganho de produtividade da cana-de-açúcar em mais de 27 t ha‑1 e incremento de receita na lavoura de R$1.375,00 por hectare. Esses estudos estão sendo validados em outras culturas.

A produção comercial do AgroSiCa já se encontra em avaliação pela área de Negócio da Vale Fertilizantes, pois há interesse do setor sucroalcooleiro na aquisição e uso desse insumo nos canaviais. Os resultados obtidos com o projeto até o momento são promissores, pois, os estudos de valoração realizado pela Vale evidenciou a possiblidade de redução de custo no tratamento do ácido, assim como a viabilidade de comercialização do AgroSiCa e geração de receita, promovendo assim a sustentabilidade da indústria de fosfato com o reaproveitamento de um dos seus subprodutos.

Os autores receberão placa de menção honrosa e ainda terão o trabalho publicado em livro.

Visualização do efeito de AgroSica no crescimento de milho e soja

Sobre o prêmio

Instituído em 1998 pela Reunião Especializada em Ciência e Tecnologia do MERCOSUL (RECyT) com a denominação Prêmio Mercosul para Jovens Pesquisadores, a partir da edição de 2004 o prêmio passou a ser denominado Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia. O objetivo é reconhecer e premiar, entre os países membros e associados ao Mercosul, os melhores trabalhos de estudantes, jovens pesquisadores e equipes de pesquisa; incentivar a realização de pesquisa científica, tecnológica e a inovação; e contribuir para o processo de integração regional, mediante incremento na difusão das realizações e dos avanços no campo do desenvolvimento científico e tecnológico local.

O prêmio é lançado anualmente e de forma simultânea nos países membros e associados ao MERCOSUL: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. Na edição de 2015, com o tema “Inovação e Empreendedorismo”, o Prêmio foi atribuído a cinco categorias: Iniciação Científica; Estudante Universitário; Jovem Pesquisador; Pesquisador Sênior e Integração.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/462
<![CDATA[Arena de Negócios será uma das atrações na Finit 2016]]>No dia 23 de agosto, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES) promoverá o lançamento da Arena de Negócios, uma das atrações da Feira Internacional de Inovação e Tecnologia (Finit), que é referência em evento de negócios, tecnologia e inovação do país. O evento ocorrerá às 19h, no Espaço CentoeQuatro, em Belo Horizonte.

Na ocasião, serão apresentados dois dos eventos que farão parte da programação da feira: a DemoLatam: conferência latino americana de startups que promove o desenvolvimento de negócios entre empresas e grupos de investidores, sejam eles anjos ou grandes organizações; e o 100 Open Startups: movimento nacional que conecta grandes empresas, startups e novas soluções em torno de atividades ligadas à disseminação e à prática da inovação aberta no Brasil.

Durante o lançamento representantes da Cemig e da Algar irão bater um papo com convidados, contando sobre a experiência da conexão de grandes empresas com startups e novas ideias. Será uma oportunidade de conhecer mais sobre a nova revolução tecnológica mundial, que conecta empresas de base tecnológica com conceituadas instituições, impulsionando o desenvolvimento de startups e a transferência de tecnologia e conhecimento entre atores do ecossistema brasileiro.

A Finit acontecerá de 09 a 13 de novembro, no Expominas, em Belo Horizonte. Quatro projetos financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) foram selecionados para participar da Feira durante a Mostra Inova Minas Fapemig 2016. Os contemplados foram o projeto Realidade virtual para o treinamento dos músculos pélvicos, da Universidade Federal de Alfenas (Unifal); o Medidor de velocidade de vento de Baixo Custo, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei); o Refrigerante do Bem, desenvolvido pela Epamig, e o Compensado de Borracha, feito pela JCF Soluções em Resíduos.Ltda – Ecológica.

Lançamento da Arena de Negócios Finit

Dia 23/08 às 19h

Local: Espaço CentoeQuatro

Belo Horizonte, Minas Gerais

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/463
<![CDATA[Prêmio Marco Mares Guia 2016 divulga os agraciados]]>Criado pelo Governo do Estado, o Prêmio de Pesquisa Básica Marcos Luiz dos Mares Guia contemplou nessa edição três pesquisadores mineiros que se distinguiram na condução de estudos e pesquisas básicas que contribuíram para o avanço do conhecimento científico e apresentam potencial para subsidiar o desenvolvimento de soluções para problemas da humanidade. A cerimônia de entrega da premiação será realizada no dia 3 de outubro em local a ser definido pela organização.

Confira os agraciados de 2016:

Categoria Pesquisador:

- Elizabeth Pacheco Batista Fontes, da Universidade Federal de Viçosa, com o trabalho Novos mecanismos de imunidade antiviral e respostas adaptativas a estresses fisiológicos em plantas

Categoria Jovem Pesquisador

- Matheus Puggina de Freitas, da Universidade Federal da Lavras, com o trabalho Estrutura molecular e sua relação com propriedades químicas, físicas e biológicas

Menção Honrosa

- José Barbosa dos Santos, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - com o trabalho Impacto ambiental do uso de herbicidas e técnicas de descontaminação ambiental

- Daniele da Glória de Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais, com o trabalho Estudo dos mecanismos imunes envolvidos na resposta do hospedeiro em modelos experimentais de dengue em camundongos.

A escolha dos agraciados foi realizada por uma comissão de pesquisadores, que definiram os selecionados com base na relevância da pesquisa e em critérios de desenvolvimento, considerando os benefícios para a sociedade e sua contribuição para o avanço da ciência. Cada agraciado receberá medalha e certificado, sendo que o vencedor da Categoria Pesquisador receberá também um cheque no valor de 12 mil reais. O selecionado na categoria Jovem Pesquisador receberá 6 mil, somando 18 mil reais nas duas modalidades. A ata para publicação está em fase de aprovação pelos membros da comissão julgadora, após esse processo ela será publicada no Diário Oficial.

O prêmio

Marcos Luiz dos Mares Guia foi um dos mais importantes pesquisadores da área de biotecnologia do Brasil, sendo responsável pela descoberta da insulina humana recombinante. Nascido em 1935 em Santa Bárbara, Minas Gerais, foi um dos envolvidos na criação da primeira empresa capaz de fabricar enzimas no país, dando um importante passo para a geração de inovação no estado. Escolhido como patrono do prêmio, Mares Guia foi professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG e é considerado um dos maiores colaboradores da ciência brasileira.

Criado em 2008, a primeira edição do prêmio aconteceu no ano seguinte, em ambas as categorias. A partir de 2010, a edição passou a cumprir o revezamento entre as modalidades. Desde então, o prêmio é concedido a pesquisadores mineiros em anos pares e a instituições/empresas em anos ímpares. A premiação considera como pesquisa básica os estudos que buscam compreender a natureza e aumentar o conhecimento humano. Geradas a partir da identificação de necessidades da sociedade, tais pesquisas partem de problemas existentes para criar soluções capazes de trazer soluções para o dia a dia das pessoas.

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/464
<![CDATA[FAPEMIG realiza o Seminário Redes de Pesquisa]]>Acontece hoje, quarta-feira (24), no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) o Seminário de Avaliação das Redes de Pesquisa. A inciativa vai reunir até amanhã os 13 representantes das redes beneficiadas com o apoio da FAPEMIG. O objetivo do evento é avaliar os resultados dentro de cada projeto e orientar os representantes de cada instituição sobre o futuro do programa.

Para a avaliação, foi montada uma comissão composta por cinco especialistas de outros estados. Os representantes das redes apresentarão à comissão e ao diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Paulo Beirão, os resultados obtidos nos trabalhos, trocarão experiências com outros participantes e responderão aos questionamentos levantados pela banca. Segundo o diretor, apesar do critério de avaliação ser único, o julgamento deverá levar em conta a natureza distinta de cada rede para ser equitativo “A comissão deverá avaliar e julgar os perfis diferenciados de cada uma, levando em consideração suas particularidades de compartilhamento de estruturas e conhecimento”, acrescenta.

Beirão esclarece que todos os projetos são passíveis de renovação. A previsão é que, ao final desse mês, uma nova chamada pública direcionada às redes de pesquisa seja lançada.

O Programa

A FAPEMIG apoia a criação e manutenção de Redes de Pesquisa Científica no Estado, em áreas estratégicas e de caráter multidisciplinar. Este Programa foi implantado com pioneirismo e, ao todo, a Fundação apoia hoje 13 redes: Rede Mineira de Biomoléculas, Rede Genoma de Minas Gerais, Rede Mineira de Nanobiotecnologia. Rede Mineira de Bioterismo, Rede Estadual de Biotecnologia para o Agronegócio, Rede Mineira de Propriedade Intelectual, Rede de Pesquisa em Oncologia de Minas Gerais, Rede Toxifar, Rede Mineira de Química, Rede Mineira de Teleassistência, Rede de Pesquisa em Doenças Infecciosas Humanas e Animais no Estado de Minas Gerais, Rede Mineira de Toxinas com Ação Terapêutica, Rede de Microscopia e Microanálise de Minas Gerais.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/465
<![CDATA[ Fernando Pimentel recebe equipes de startups mineiras premiadas mundialmente]]>O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, recebeu nesta quarta-feira (24/8) no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, equipes de startups e pesquisadores mineiros que tiveram projetos vencedores em competições mundiais, como a Imagine Cup e a Startup Games. Minas Gerais é o segundo estado em número de empresas de base tecnológica no país, com cerca de 400 empreendimentos.

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e do programa Minas Digital, tem apoiado o desenvolvimento de pesquisas em tecnologia, criando novas soluções para o mercado e uma cultura de inovação efetiva no estado. Essa iniciativa tem aproximado grandes empresas e startups, trazendo eventos para o público mineiro e apostando na economia criativa como um dos novos motores de crescimento da economia mineira.

“Um evento como este mostra, primeiramente, o olhar do governador para esse ambiente. Ele tem deixado claro que essa é uma aposta do Estado. E é uma aposta com orçamento, com ações estratégicas, com conexão com outras instituições importantes, e os resultados estão aí. Das cinco primeiras posições das ‘Olimpíadas’ das startups mundial, nós vencemos as cinco, e concorrendo como Minas Gerais”, afirmou o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa Júnior, que apresentou os projetos vencedores ao governador.

O secretário destacou a capacidade de desenvolvimento dos projetos criados no Estado. “Estamos deixando claro que isso não é uma brincadeira. Já temos startups com valores de mercado de até R$ 40 milhões. Pela sua capacidade de serem escaladas, podendo ser replicadas no mundo todo, elas podem se tornar gigantes. E esse é o caminho que elas estão galgando agora”, garantiu.

Prêmios

A pesquisadora Karina Costa, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), desenvolveu um medidor de velocidade do vento que pode ser utilizado em diversas áreas, como agricultura e construção civil. “É um medidor da velocidade de vento de baixo custo, que desenvolvemos na universidade com o objetivo de democratizar a tecnologia. Ele pode auxiliar uma série de ramos da sociedade a otimizar suas atividades. Um agricultor que sabe a velocidade do vento, por exemplo, sabe a hora correta para irrigar e, com isso, economiza água. Na construção civil, sabendo a direção do vento você instala janelas em uma determinada posição que deixa seu cômodo mais arejado”, explicou.

 

De acordo com Karina, o custo de produção do protótipo (que reutiliza peças descartadas de outros equipamentos) fica em cerca de R$ 50. No mercado, um produto semelhante sai aproximadamente R$ 1,8 mil. O projeto, que foi selecionado na Mostra Inova Minas, realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), vai ser exposto, ao lado de outros três projetos mineiros, na Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (Finit), organizada pela Sectes em novembro. Durante três meses, os ganhadores receberão orientação e treinamento para poder melhorar a apresentação dos projetos na Finit.

Outro participante do encontro, Daniel Sanabria, é um dos desenvolvedores do game “Sonho de Jequi”, premiado na Imagine Cup – Copa Mundial de Tecnologia da Microsoft, competição realizada em março deste ano e que, pela primeira vez, foi em Belo Horizonte, graças a parceria entre a empresa norte-americana e a Sectes. Na etapa mundial, realizada nos Estados Unidos, o projeto terminou em terceiro lugar na categoria games. O jogo conta a história do garoto Jequi, que precisa coletar água para ajudar a sua família, e mostra um pouco da realidade da seca na região do Jequitinhonha.

“O game foi todo pintado à mão, processo que durou seis meses, incluindo o estudo do estilo e da cultura da arte do local. Fizemos parceria com a Caritas, uma ONG que ajuda na região de Araçuaí, e com o Rubinho do Vale, um músico do Vale do Jequitinhonha, para ter uma maior imersão na cultura”, afirmou. Segundo Daniel, o projeto já começou a render frutos para os moradores do Vale do Jequitinhonha, porque é possível arrecadar doações de quem baixa e joga o game. Ele contou que uma primeira cisterna está sendo adquirida com recursos do “Sonho de Jequi” para beneficiar uma família da região de Araçuaí.

Minas Gerais também foi destaque na competição Internacional Startup Games, no Rio de Janeiro, realizada nos dias 8 e 9 de agosto. O evento reuniu empreendedores, especialistas do Reino Unido e do Brasil, mentores, investidores, aceleradoras e instituições de empreendedorismo nacionais e internacionais. Quatro startups mineiras foram vencedoras da competição, que incluiu 50 empresas nacionais e internacionais e representantes de países como Chile, Estados Unidos, Venezuela e Inglaterra. Das 50 startups selecionadas, 22 são ou foram acelerados em Minas Gerais, estado que apresentou o maior número de empresas participantes.

Destaque

Minas Gerais tem se destacado no cenário nacional com a qualidade da sua mão-de-obra, universidades e centros tecnológicos, bem como potencial das empresas nascentes, e está se consolidando como polo de empreendedorismo e uma potência em ciência e tecnologia. O estado abriga o San Pedro Valley, polo de empreendedorismo de Belo Horizonte que é referência para negócios de base tecnológica no país e no mundo; os clusters (arranjos produtivos) de Santa Rita do Sapucaí e Viçosa.

Minas Gerais também possui seis parques tecnológicos: BH-TEC (Belo Horizonte), TecnoParq (Viçosa), PCTI (Itajubá), Lavrastec (Lavras), PCTJFR (Juiz de Fora) e Uberaba. O Estado também conta com seis institutos tecnológicos: UFMG, IFNMG (Norte de Minas), IFSUDESTEMG (Sudeste de Minas), IFSULDEMINAS (Sul) e IFTM (Triângulo Mineiro), além de 23 incubadoras distribuídas em 16 cidades.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/466
<![CDATA[FAPEMIG lança chamada em parceria com instituições francesas]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) lança a chamada 08/2016 - Cooperação Multilateral FAPS / INRIA / CNRS, que prevê apoio a projetos de pesquisa científica e tecnológica. Os recursos alocados para financiamento desta Chamada serão da ordem de R$ 240 mil.

O objetivo da chamada é financiar propostas científicas, tecnológicas e de inovação nas áreas das Ciências e Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), elaboradas em conjunto por pesquisadores vinculados a Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) sediadas no Estado de Minas Gerais. As propostas devem ter vínculo com pesquisadores franceses do Institut National de Recherche en Informatique et en Automatique (INRIA) ou do Le Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), por meio do, com a possibilidade de colaboração de pesquisadores de outros estados da federação.

As propostas deverão ser apresentadas simultaneamente pelo coordenador no Estado de Minas Gerais à FAPEMIG e pelo responsável da equipe francesa ao INRIA e/ou INS2i-CNRS e, no caso de outros Estados, à sua respectiva Fundação de Amparo à Pesquisa. O prazo máximo para submissão de projetos é 30 de setembro de 2016.

Confira a chamada completa.

Outras informações podem ser obtidas com a Central de Informações da FAPEMIG pelo e-mail ci@fapemig.br

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/467
<![CDATA[ Evento discute políticas de periódicos no Estado de Minas Gerais]]>Na próxima terça-feira, 30, às 14h, ocorre no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), a reunião para discussão de políticas de periódicos científicos para o Estado. O evento tem o objetivo de chegar a um consenso sobre essa política, criar um novo edital e propor um portal mineiro de periódicos.

A organização da iniciativa é do pesquisador Sérgio Dias Cirino, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com apoio da FAPEMIG, e é destinada a editores de revistas locais e pesquisadores interessados no tema. “A ideia é melhorar a qualidade para concorrer e dar visibilidade à produção mineira, contribuindo para a circulação do conhecimento”, declara Sérgio Cirino. Na reunião, o pesquisador apresentará o projeto Periódicos de Minas Gerais, financiado pela Fundação, que mapeia e identifica as revistas científicas da UFMG, informa sobre o assunto que elas abordam e quem são seus editores. A partir dessas informações foram criadas diferentes proposições para aumentar a visibilidade, capacitar os profissionais, divulgar os conteúdos e qualificar os periódicos, possibilitando que a iniciativa seja referência para abranger todo o Estado.

Nesse sentido, a reunião visa propor uma política de periódicos para Minas Gerais, com o objetivo de reunir todas as revistas científicas em um só espaço, através de um portal de periódicos. Além disso, com base na experiência alcançada pela UFMG, será possível usar como referência a incubadora de periódicos, para auxiliar na qualificação das revistas científicas. A partir do encontro, os participantes serão convidados para a formação de um Grupo de Trabalho que discutirá essas temáticas.

Reunião para Discussão de Políticas de Periódicos no Estado de Minas Gerais

Data: 30 de agosto

Horário: 14 horas

Local: Auditório da FAPEMIG

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/468
<![CDATA[ Revista Minas Faz Ciência é apresentada no Encontro Regional de História da Mídia]]>A Revista Minas Faz Ciência reflete em suas páginas a ciência produzida nas universidades e instituições mineiras com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Para historicizar e refletir sobre os primeiros 15 anos da publicação (1999-2014), o artigo Minas Faz 15 Anos de Ciência: a revista como instrumento de ação política no tempo presente e construção de memória foi apresentado no IV Encontro Regional Sudeste de História da Mídia, nos dias 29 e 30 de agosto, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói.

O evento teve como tema central Mídias, fluxos migratórios e diásporas: perspectiva histórica. O objetivo foi promover o conhecimento em história dos processos de comunicação e a troca de experiências por meio das atividades da Associação Nacional de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar). O artigo que aborda a Revista foi apresentado pela jornalista e doutoranda em textualidades midiáticas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Verônica Soares da Costa, e pela bolsista do Programa de Comunicação Científica e Tecnológica (PCCT) da FAPEMIG, Roberta Nunes, com mediação do professor Ricardo Benevides, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UEMG).

Ao resgatar a história, o trabalho sinaliza os momentos de mudança na publicação, seja em seus aspectos gráficos, textuais ou editoriais, dão luz a decisões institucionais e indicam as diretrizes da política científica do Estado. De acordo com o artigo apresentado, a trajetória da revista contempla um duplo movimento: um que se faz no presente, marcando os espaços e as vozes autorizadas, e o outro que se configura como construção de um passado, um espaço de memória da Fundação.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/469
<![CDATA[Presidente da FAPEMIG comunica oficialmente premiações recebidas por professores da UFV]]> 

O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG) e ex-reitor da UFV, Evaldo Ferreira Vilela, esteve na Universidade, nesta terça-feira (30), para comunicar oficialmente que os professores Elizabeth Pacheco Batista Fontes, do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular, e Sebastião de Campos Valadares Filho, do Departamento de Zootecnia da UFV, foram vencedores dos prêmios de Pesquisa Básica Marcos Luiz dos Mares Guia e da Fundação Bunge, respectivamente.

Em cerimônia realizada no Salão Nobre do Edifício Arthur Bernardes, do campus Viçosa, Vilela parabenizou os premiados e destacou o pioneirismo deles por permitirem, que, pela primeira vez, a UFV recebesse os prêmios da Fundação Bunge, na área de Ciênicas Agrárias, e do Mares Guia, na categoria pesquisador. Ele ressaltou a contribuição dos professores para a área de produção de alimentos: Sebastião Valadares nas pesquisas relacionadas à nutrição animal, e Elizabeth Fontes na defesa de plantas aos ataques de insetos.

Segundo o presidente da Fapemig, tais pesquisas são muito importantes “porque a produção de alimentos é uma questão de paz”, já que, na década de 1970, a maioria dos gêneros alimentícios do País era importada e havia um índice elevado de fome. Em sua avaliação, se atualmente há muitos alimentos disponíveis foi "em grande parte devido ao empreendedorismo do produtor rural e ao papel das universidades, com pesquisas que estão sempre buscando formas de se produzir com qualidade e de maneira sustentável”.

Como o prêmio Mares Guia é outorgado pela Fapemig, que também integra o comitê de julgamento do Bunge, Evaldo Vilela contou que fez questão de comunicar oficialmente a premiação na UFV por ela sempre se destacar na pesquisa. Segundo ele, devido ao fato de estar localizada no interior de Minas Gerais, “o esforço para mostrar a beleza do que é feito na UFV tem que ser maior”, por isso quis parabenizar pessoalmente os professores. “Precisamos mostrar que realizamos pesquisas muito boas e de ponta. Quando o pesquisador faz um grande avanço científico e tecnológico, e isso produz renda e emprego, precisa ser referenciado e divulgado. Sem a pesquisa nós não formamos cientistas e não avançamos”, ressaltou.

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação, Luiz Alexandre Peternelli, representando a reitoria, agradeceu aos premiados e às suas equipes de trabalho pelas pesquisas e afirmou que é um momento de orgulho ganhar dois prêmios de destaque nacional, quando a UFV completa 90 anos. Para Peternelli, essas premiações permitirão que outros professores “se sintam motivados a contribuir para o engrandecimento da história da Universidade”.

Integraram ainda a mesa de cerimônia a diretora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Maria Goreti de Almeida Oliveira, e o diretor do Centro de Ciências Agrárias, Rubens Alves de Oliveira, que elogiaram a competência dos professores premiados.

Premiações

A professora Elizabeth Pacheco Batista Fontes foi a vencedora do Prêmio de Pesquisa Básica Marcos Luiz dos Mares Guia, na categoria “pesquisador”, pelo trabalho Novos mecanismos de imunidade antiviral e respostas adaptativas a estresses fisiológicos em plantas. A cerimônia oficial de entrega acontecerá no dia 3 de outubro, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte.

Já o professor Sebastião de Campos Valadares Filho foi vencedor do Prêmio Fundação Bunge 2016 na área de Ciências Agrárias – tema Nutrição e Alimentação Saudável. Contemplado na categoria Vida e Obra, pelo conjunto de seu trabalho, ele teve o seu nome anunciado no dia 22 de julho, após uma reunião do júri formado por reitores, ministros e representantes de entidades científicas e culturais. A cerimônia oficial de entrega da 61ª edição do Prêmio acontecerá no dia 23 de novembro, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo (SP).

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/470
<![CDATA[Prêmio México de Ciência e Tecnologia 2016 recebe candidaturas]]>Instituições de pesquisa científica, tecnológica ou acadêmica tem até o dia 15 de outubro para indicarem candidatos para o prêmio México de Ciência e Tecnologia de 2016. A premiação será concedida à uma personalidade de reconhecido prestígio profissional, que tenha contribuído de forma significativa ao conhecimento científico universal, ao avanço tecnológico e ao desenvolvimento das ciências sociais.

O vencedor receberá um montante de 762.666 pesos mexicanos, uma medalha e um diploma que serão entregues durante uma cerimónia presidida pelo Presidente dos Estados Unidos Mexicanos. Para concorrer, os candidatos devem ter a nacionalidade de qualquer país da América Central, América do Sul, Caribe, Espanha e Portugal, sendo que não será aceita candidatura de cidadãos mexicanos e nem candidaturas pessoais. O aspirante deve ser proposto por uma instituição.

Além disso, o vencedor vai dar uma série de palestras em instituições de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica no México, no decorrer de 15 dias a partir da entrega do prêmio. Veja a convocatória completa aqui.

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/471
<![CDATA[FAPEMIG e INDI realizam II Fórum Minas e Mineração no Século XXI]]>Em 2015, Minas Gerais exportou cerca 22 bilhões de dólares em produtos diversos. Apenas no primeiro semestre de 2016, o minério de ferro exportado pelo Estado já tinha sido responsável por 23% desse valor. A mineração é uma atividade tradicional em Minas e, ao longo de sua história, foi responsável por atrair empresas e movimentar a economia. Mas, em pleno século XXI, é preciso refletir: que tipo de mineração queremos? O que seria a “mineração do futuro”, em termos de práticas, parcerias e responsabilidades?

Nesse contexto, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI) realizam o II Fórum Minas e Mineração no Século XXI – série de seminários e workshops que se propõem a alavancar transformações positivas no setor mineral. O encontro acontece no dia 14 de setembro, das 8h30 às 18h, no Auditório Francisco de Assis Magalhães Gomes do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) - prédio 41, no campus Pampulha da UFMG.

O Fórum é parte do projeto Nova Mineração, uma proposta da FAPEMIG que tem como objetivo induzir discussões e ações concretas em torno do tema. O primeiro workshop aconteceu no dia 15 de junho, na sede do BDMG, e discutiu o Desenvolvimento e Tecnologia para Sustentabilidade Econômica e Ambiental. Nesta segunda edição, foram trazidos para o centro da programação os rejeitos e resíduos gerados pela indústria mineral. “Guiados pela ótica da pesquisa, desenvolvimento e inovação, espera-se que o evento contribua efetivamente para um melhor entendimento entre os atores relevantes para o setor”, comenta o assessor da diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Renato Ciminelli, um dos coordenadores do evento.

O evento é direcionado a mineradoras, empresas de engenharia e consultoria, pesquisadores, entidades de classe e empresas potenciais usuárias dos rejeitos e resíduos, pesquisadores, governos e comunidades mineradoras interessadas e impactadas.

A inscrição é gratuita e pode ser feita aqui.

Outras informações: novamineracaodcti@fapemig.br.

R³ Mineral

O tema central desta segunda edição do Fórum – resíduos e rejeitos – já vinha sendo discutido por um grupo de trabalho em funcionamento desde maio de 2016, sob coordenação técnico-científica do pesquisador Fernando Lameiras, do CDTN. O foco do grupo está na utilização destes rejeitos em larga escala, e em diferentes atividades, como a agricultura, pavimentação e construção civil. Esse grupo, que reúne pesquisadores, entidades de classe, mineradoras e empresas com potencial para reutilizar esses rejeitos, agora se apresenta como Plataforma R³ Mineral.

A proposta é que a Plataforma R³ Mineral não seja apenas um fórum de debates, mas também um núcleo promotor de projetos e ações. “O fórum se propõe a mobilizar e induzir protagonistas da comunidade mineral, projetos de pesquisa e soluções inovadoras que envolvam a gestão, redução na geração, reciclagem e utilização externa à mineração de seus resíduos e rejeitos”, explica Caio Werneck, também assessor da FAPEMIG e organizador do evento. A Plataforma e seus objetivos serão apresentados durante o Fórum Minas e Mineração no século XXI.

Programação

08h30 – Credenciamento e café

09h – Abertura

10h – Relato do primeiro evento do Fórum Minas e Mineração no Século XXI

10h30 – Palestra Waste generation: reduce, reuse and recycle and the role of collaboration -- Joe Cucuzza, Diretor Executivo da AMIRA Internacional (Austrália)

11h30 – Painel 1: Práticas de referência em resíduos e rejeitos

12h30 – Almoço

14h – Painel 2: Visões e contribuições de potenciais segmentos consumidores

15h30 – Painel 3: Caminhos futuros: metas e estratégias para os Grupos de Trabalho da Plataforma R³ Mineral

 

 

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/472
<![CDATA[Chamada destinará R$25 milhões para redes de pesquisa]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) acaba de lançar a chamada 09/2016 – Redes de Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação. Ao todo, serão investidos R$25 milhões nas propostas selecionadas. Os interessados têm até o dia 24 de outubro para enviar seus projetos, que devem ser submetidos por meio do Sistema Everest.

O Programa de Apoio às Redes de Pesquisa incentiva a colaboração interinstitucional em torno de temas estratégicos e relevantes para Minas Gerais. Além da colaboração, o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Paulo Sérgio Lacerda Beirão, destaca o compartilhamento de infraestrutura e a troca de informações como diferenciais do Programa. “Essa é uma iniciativa importante para a FAPEMIG, tanto que, apesar das dificuldades, foi decidido que o orçamento global será mantido”.

Atualmente, a FAPEMIG possui 13 Redes de Pesquisa cadastradas, que podem ser conhecidas aqui. Em agosto, elas participaram de um seminário de avaliação, no qual apresentaram seus principais resultados a uma comissão especial formada por especialistas de reconhecida competência, todos externos à Fundação. Uma novidade da chamada é que essa avaliação será computada para a nota final com peso de 40% para aquelas redes que decidirem apresentar novamente propostas de financiamento.

A chamada está disponível aqui.

Informações devem ser solicitadas por e-mail para a Central de Informações da FAPEMIG (ci@fapemig.br).

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/473
<![CDATA[FAPEMIG e Vinnova lançam chamada para smart industries]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e a Vinnova, agência sueca para inovação, acabam de lançar a chamada 10/2016, “Projetos advindos do AIMDAY”. O objetivo é financiar projetos de pesquisa científica e tecnológica e de inovação na área de smart industries (indústria inteligente). Esse campo estuda a integração da manufatura com a tecnologia de informação e comunicação, conectando pessoas, máquinas e processos.

A ideia é investir o total de um milhão de reais em, no máximo, cinco projetos de pesquisadores que tenham participado do AIMDAY Smart Industries, evento realizado na UFMG no dia 19 de maio de 2016. É preciso, também, que a proposta envolva a cooperação de pelo menos dois grupos, um coordenado por pesquisador de Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT) sediada em Minas Gerais e outro coordenado por pesquisador da Suécia.

Além disso, as propostas apresentadas devem ter participação de uma das empresas que estavam no AIMDAY Smart Industries. A empresa participante deverá contribuir, obrigatoriamente, com contrapartida financeira de, no mínimo, 10% do valor a ser investido pela FAPEMIG.

Cada interessado poderá solicitar, no máximo, R$100 mil. As propostas serão recebidas, eletronicamente, pela FAPEMIG, até 16 horas do dia 30 de novembro 2016. A chamada está disponível aqui. Outras informações podem ser solicitadas por e-mail para a Central de Informações da FAPEMIG (ci@fapemig.br).

AIMDAY

O Workshop AIMDAY Smart Industries reuniu representantes da academia e da indústria. Dez grandes empresas participaram do evento, entre elas Saab AB, Atlas Copco Brasil, Ericsson Telecomunicações, Volvo Cars, Fibria Celulose, Vallourec do Brasil, a Vale por meio do Instituto Tecnológico Vale, entre outras. Elas discutiram os desafios atuais da área com especialistas no assunto, do Brasil e da Suécia. Entre os temas abordados no encontro pode-se citar Big Data, sistemas autônomos adaptativos, computação em nuvem, integração horizontal e vertical de sistemas, internet das coisas industrial, sistemas físico-cibernéticos e cibersegurança.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/474
<![CDATA[Decisão da Diretoria Executiva da FAPEMIG sobre os recursos BIPDT]]>Foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais, na última terça-feira (6), a decisão da Diretoria Executiva da FAPEMIG sobre os recursos apresentados para o resultado da chamada 03/16 “Bolsa de Incentivo ao Pesquisador Público Estadual” (BIPDT), especificamente referentes ao item 6.3.5.

Considerando o grande número de participantes que interpretaram de forma errada o teor da exigência, e também que as informações exigidas naquele item podem ser obtidas pela apresentação do currículo Lattes, decidiu-se por acatar os termos dos recursos apresentados.

As propostas foram, assim, reclassificadas e serão julgadas pelas Câmaras de Assessoramento, mas não haverá pagamentos retroativos. O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Paulo Sérgio Lacerda Beirão, reforça que não haverá prejuízo para quem já teve as propostas aprovadas e que a medida é uma oportunidade para que bons projetos sejam financiados.

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2016-09-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/475
<![CDATA[Chamada Pública destinará mais de R$11 milhões para recuperação da Bacia do Rio Doce]]>Resultado da união de esforços entre agências estaduais e nacionais, foi lançada ontem (19) a chamada pública Apoio a Redes de Pesquisa para Recuperação da Bacia do Rio Doce. A iniciativa é uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Agência Nacional de Águas (ANA).

Ao todo, serão investidos mais de R$11 milhões nas propostas aprovadas. Durante a solenidade, realizada na sede da FAPEMIG, em Belo Horizonte, os parceiros destacaram a união de forças e competências para reagir à tragédia resultante do rompimento da barragem em Bento Rodrigues. “O desastre mostrou que a comunidade científica é capaz de se mobilizar em torno de uma demanda estratégica para o País, respondendo com o melhor da ciência, tecnologia e inovação”, destacou o presidente do CNPq, Hernan Chaimovich.

O diferencial desta chamada é a estruturação de redes de pesquisa. Assim, cada proposta deverá envolver no mínimo três instituições, sendo pelo menos uma de Minas Gerais ou do Espírito Santo. São 11 linhas temáticas que abrangem diversas áreas do conhecimento, oferecendo um olhar multidisciplinar sobre o tema. Como lembrou o presidente da Fapes, José Antônio Buffon, o conhecimento e as competências que serão consolidadas por meio dessa chamada pública provavelmente poderão ser aproveitadas em outras bacias e rios.

Já o presidente da FAPEMIG, Evaldo Ferreira Vilela, destacou a forma de acompanhamento das propostas selecionadas. “A FAPEMIG montou uma equipe que vai acompanhar o desenvolvimento dos projetos, buscando tornar as tecnologias pesquisadas disponíveis à população no menor prazo possível”.

Objetivos

O objetivo da chamada é apoiar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, de caráter interdisciplinar, desenvolvidos em rede, visando à formação de recursos humanos em nível de pós-graduação stricto sensu e a geração de conhecimento, tecnologias e processos tendo como objetivo a recuperação da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e ecossistemas associados.

As propostas relacionadas a essa chamada devem ser direcionadas de acordo com 11 linhas temáticas prioritárias: Estudos Socioeconômicos, Uso do solo, Qualidade de vida, Áreas degradadas, Qualidade da água, Biota, Mata Atlântica, Ecossistemas de estuário, Redução de resíduos, Saneamento básico e Governança. A duração máxima dos projetos é de 48 meses, a contar da data de contratação da proposta. Os recursos de custeio serão liberados em até quatro parcelas, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira das Agências. As propostas devem ser submetidas até o dia 20 de junho de 2016 e a expectativa é que o resultado saia em agosto deste ano.

Essa é a segunda chamada que a FAPEMIG lança voltada à recuperação da Bacia do Rio. A primeira foi a 04/2016 - Tecnologias para a Recuperação da Bacia do Rio Doce, lançada em janeiro deste ano, e que está em fase de avaliação.

Acesse a apresentação sobre a Chamada de Apoio a Redes de Pesquisa.

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/384
<![CDATA[Tecnologia para o futuro: sistemas orgânicos para aplicação em dispositivos]]>Nos últimos anos, a indústria eletrônica tem mobilizado governos e empresas para o desenvolvimento de produtos inovadores e sustentáveis. Importantes avanços têm sido alcançados em relação a um dos componentes básicos dessa indústria: os dispositivos semicondutores. Estes materiais semicondutores possuem valores de condutividade intermediários entre os materiais metálicos e os isolantes. Através, por exemplo, da manipulação química de suas estruturas pode-se manipular as propriedades eletrônicas e estruturais, de modo que possam ser usadas como dispositivos eletro-ópticos, por exemplo o LED; fotovoltaicos, como os painéis solares, eletrônicos e sensores.

Os progressos têm levado ao surgimento de novos tipos de dispositivos à base de Carbono, que são nomeados dispositivos orgânicos. A pesquisa Estudo de sistemas orgânicos para aplicação em dispositivos, coordenada pela professora Raigna Augusta da Silva Zadra Armond, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), é uma das iniciativas de destaque na área.

De acordo com a pesquisadora, o projeto que contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), tinha como objetivo principal desenvolver dispositivos semicondutores orgânicos baseados em novos polímeros conjugados e estudar suas propriedades ópticas e elétricas. “Do ponto de vista de aplicação, a gente conseguiu sintetizar materiais orgânicos semicondutores diferentes para aplicação em dispositivos, pois no início trabalhávamos com materiais comerciais. Um dos nossos grandes desafios em aplicação para esses materiais orgânicos eram os dispositivos fotovoltaicos, que captam a energia solar e transformam em energia elétrica. Nesse sentido, conseguimos sintetizar materiais diferentes dos que existente no mercado”, afirma.

Raigna aponta que uma das vantagens desses materiais sintetizados é a possibilidade de manipulá-lo quimicamente de modo a propor aplicações específicas. Os dispositivos feitos de materiais orgânicos possuem custo de fabricação mais barato, permitem fazer dispositivos mais flexíveis e dispositivos com melhor definição de imagem, dentre outras. Além disso, como são mais biodegradáveis, eles poluem menos. A desvantagem é que eles ainda são muito sensíveis à luz e ou à umidade, possuindo um tempo de vida curto, se comparado aos dispositivos inorgânicos. Ou seja, como degradam facilmente, é preciso que sejam encapsulados. “Essa é ainda uma grande limitação que tem que ser trabalhada, e o que fizemos é propor novos materiais semicondutores orgânicos, de modo a diminuir essa sensibilidade e aumentar o tempo de vida dos mesmos”, acrescenta.

A tecnologia dos dispositivos orgânicos é promissora, constituindo o futuro de displays, fontes de iluminação altamente eficientes e a produção de energia limpa e renovável. “Há umas três décadas, pesquisamos esses materiais para substituir os inorgânicos, como o silício, na produção de transistores (componente de circuito elétrico) para chips, células solares e em diversas outras variedades de dispositivos eletrônicos e eletro-ópticos”, lembra Raigna. “Percebe-se, ainda, o êxito do projeto não só em relação à síntese de novos polímeros semicondutores e seus derivados, na caracterização desses materiais e na proposição de um primeiro ensaio do dispositivo fotovoltaico, como também nas publicações relacionadas, na formação de pesquisadores e na geração de patente”, conclui a pesquisadora.

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/385
<![CDATA[Fapemig investe em novo procedimento cirúrgico para tratamento de traumas encefálicos]]>Uma nova técnica cirúrgica para o tratamento do Hematoma Subdural Agudo (HSDA) em traumas encefálicos vem sendo desenvolvida, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), por uma equipe de professores e neurocirurgiões. Eles são ligados ao Núcleo de Habilitação/Reabilitação em Esportes Paralímpicos (NH/RESP) e Laboratório de Projetos Mecânicos, ambos sediados na Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Neste projeto foram investidos R$ 48.000,00 por meio da modalidade Programa Pesquisador Mineiro.

O HSDA é originado a partir de traumas encefálicos, nos quais observa-se a formação de um hematoma cerebral com sangramento no interior de uma das membranas do encéfalo. Esses traumatismos cranianos relacionados a rápidas desacelerações são, basicamente, de dois tipos: o hematoma subdural agudo, que ocorre devido a uma lesão grave na cabeça e é o tipo mais perigoso; e o hematoma subdural crônico, decorrente de um trauma menor na cabeça. A sequência para sua formação é demonstrada a seguir.

O tratamento verificado pelo professor e médico neurocirurgião da UFU, Antonio Geraldo Diniz Roquette, juntamente com o engenheiro mecânico, Ricardo Fortes Miranda, e diversos pesquisadores, é denominado Craniotomia Vértex-basal com Fenestrações Durais – CVBFD. Desde a sua implementação, está salvando vidas, principalmente, em função do trauma, nos casos em que o hematoma causa altos níveis de pressão intracraniana. Com este novo procedimento, foi observada redução em cerca de 20% da morbi-mortalidade dos pacientes nas cirurgias realizadas, em comparação com a cirurgia convencional, chamada Craniotomia Descompressiva.

De acordo com o coordenador do projeto de tratamento Hematoma Subdural Agudo (HSDA) e também coordenador do Núcleo de Habilitação e Reabilitação em Esportes Paralímpicos (NHRESP), Cleudmar Amaral de Araújo, o projeto tem despertado, inclusive, interesse a nível internacional.

“A técnica utiliza princípios físicos conhecidos na engenharia, sendo aplicada de maneira simples, e possui como principal característica a retenção das estruturas cerebrais, tratando os traumas encefálicos, sem causar danos subsequentes. A consequência é o retorno do paciente às suas atividades em menor tempo e a redução dos custos do tratamento. Pela simplicidade, a técnica já vem sendo utilizada por alguns profissionais da área médica. O objetivo é divulgar este procedimento para a comunidade médica nacional e internacional”, diz.

Uma das principais características da técnica é a preservação da integridade das estruturas e à proteção do cérebro. As principais vantagens são: 1) cirurgia mais simples e em menor tempo (40 minutos), já que a cirurgia convencional dura em média três horas; 2) redução dos custos da cirurgia, considerando-se que, na cirurgia convencional, o paciente precisa ficar cerca de 30 dias em UTI e, com esta técnica, o paciente necessita, na maioria dos casos, de no máximo 2 dois dias na unidade de terapia intensiva; 3) recuperação mais rápida do paciente, uma vez que a caixa craniana não precisa ficar exposta, pois o inchaço cerebral é retido e pode-se fixar a parte óssea no final da cirurgia. Já na cirurgia convencional, é demandado maior tempo para a regularização do cérebro e a diminuição do inchaço.

Pesquisa Fapemig

Os interessados em receber apoio para algum projeto de pesquisa devem ficar atentos às chamadas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais. Para cumprir seus objetivos, a Fapemig institui diferentes modalidades de apoio, de caráter permanente.

As solicitações a essas modalidades são recebidas seguindo datas fixadas em calendário específico e, outras, apresentadas a qualquer época, no caso de modalidades de fluxo contínuo. Em todos os casos as inscrições devem ser acompanhadas da documentação completa exigida em cada modalidade e dar entrada mediante registro de protocolo na FAPEMIG, eletronicamente via Everest ou em papel, obedecidas as antecedências mínimas definidas para cada modalidade.

Informações sobre chamadas abertas você encontra no Portal da FAPEMIG. Os processos de seleção dos projetos obedecem a critérios que podem ser verificados aqui. Em 2015, estavam em execução 3.305 mil projetos de pesquisa, representando o valor de R$ 853.445.088 milhões de recursos destinados. A Fundação concedeu 7.043 mil bolsas e apoiou 6.989 participações em eventos na área de CT&I.

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/386
<![CDATA[Cientista mineiro recebe financiamento da Fundação Gates para pesquisa pioneira no combate à dengue]]>Em tempos em que a popularidade do mosquito Aedes aegypti anda alta, a população fica aflita para que a ciência consiga uma solução para controlar doenças como a Dengue, a Zika e a Chikungunya. O que as pessoas desconhecem é que, para as pesquisas avançarem, é necessário manter milhares de mosquitos em laboratório, muito bem alimentados, para que os testes sejam feitos.

Pensando nisso, o jovem estudante de doutorado do Centro de Pesquisas René Rachou da Fiocruz de Minas Gerais, Heverton Dutra, está desenvolvendo uma dieta artificial para mosquitos em laboratório que dispensa sangue humano e animal. Essa pesquisa lhe rendeu a premiação de 100 mil dólares, da Fundação Bill & Melinda Gates, para desenvolver um estudo pioneiro no controle da dengue. O mineiro, de 27 anos, foi o único brasileiro financiado na 16ª rodada do prêmio. Heverton explica que o Brasil, por questões de biossegurança, proíbe que alguma pessoa coloque o próprio braço dentro de uma gaiola e alimente os insetos. Desta forma, a alternativa é a utilização de sangue humano de bancos de sangue. No caso da pesquisa de Heverton, esse é o único caminho, pois alguns grupos de pesquisa alimentam suas colônias com sangue de camundongo, ou de galinhas, mas isso não pode ser feito nesta pesquisa. "Nossos mosquitos possuem uma bactéria chamada Wolbachia, a qual está sendo utilizada por nós como uma forma alternativa e autossustentável de controle da Dengue no país, visto que essa bactéria interfere no desenvolvimento do vírus no mosquito vetor", explica. A pesquisa é apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), por meio do Auxílio Universal Complementar (AUC-00001-16), que prevê um investimento de mais de R$200 mil para a condução do estudo.

A Wolbachia é uma bactéria naturalmente presente em mais de 60% dos insetos e que, quando inserida no Aedes aegypti, reduz a capacidade do mosquito em transmitir o vírus da dengue. Esta característica foi descoberta por pesquisadores do programa internacional Eliminar a Dengue: Nosso Desafio, com a participação do pesquisador da Fiocruz Luciano Moreira, líder do projeto no Brasil e orientador de Heverton no doutorado. Segundo o estudante, uma questão interessante sobre esta bactéria é que, quando presente no mosquito, este só é capaz de produzir ovos de forma satisfatória, se alimentados com sangue humano, visto que sangue de outros vertebrados, como camundongos e galinhas, não possuem todos os nutrientes necessários para que o mosquito com esta bactéria, produza ovos saudáveis.

Pesquisa

A alimentação alternativa estudada por Heverton tem como base quatro pilares essenciais: 1) uma fonte proteica de origem animal, de fácil acesso, diluída em 2) uma solução salina que simule as condições fisiológicas e bioquímicas do sangue humano; 3) um fagoestimulante químico, no caso a adenosina trifosfato (ATP) - que, de acordo com o pesquisador, é amplamente descrita na literatura como sendo um elemento que estimula as fêmeas dos mosquitos a se alimentarem de determinada solução; e 4) uma base lipídica que garanta o desenvolvimento adequado dos ovos dos mosquitos. Tudo isso associado à adição de micronutrientes comumente presentes no sangue humano. "Como o projeto ainda está engatinhando, alguns dos nossos componentes podem ser alterados no futuro, de forma que, semanalmente, buscamos aperfeiçoar cada um dos componentes para ficar o mais próximo possível ao sangue humano", explica o pesquisador.

Até o final do projeto, Heverton espera ter uma dieta 100% artificial em mãos que possa ser usada como base para a aplicação na segunda fase de financiamento da Fundação Bill & Melinda Gates. O estudante diz que o seu sonho, no momento, é ser aprovado nessa segunda etapa e poder levar a dieta artificial para os laboratórios de pesquisa em outros países. "Ter um produto barato, que possa ser transportado facilmente para qualquer lugar do mundo, não necessite de condições especiais de armazenamento, como resfriamento, e que funcione de forma similar ao sangue humano, para a manutenção das colônias de vetores. Sabe os sucos em pó que encontramos aos montes nas prateleiras dos mercados? Essa é a minha meta com a dieta artificial", detalha, entusiasmado.

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/387
<![CDATA[Um brinde à ciência: sete cidades, três noites e um festival que vai tirar os cientistas das universidades]]>Os cientistas vão invadir restaurantes, cafés e bares de sete cidades brasileiras nos dias 23, 24 e 25 de maio. Serão três noites dedicadas a brindar a ciência durante o festival internacional de divulgação científica Pint of Science, que acontecerá este ano em Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Dourados (MS), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ), São Carlos (SP) e São Paulo (SP). O Brasil é o único país da América Latina a participar da iniciativa, que será realizada simultaneamente em mais 11 países.

Em cada uma das sete cidades brasileiras, um grupo de voluntários está trabalhando para organizar diversos bate-papos com pesquisadores. O desafio deles é levar à população o conhecimento sobre questões que têm desafiado os cientistas, possibilitar que as pessoas esclareçam suas dúvidas diretamente com quem faz ciência e mostrar que a jornada de um pesquisador é repleta de encantos e desencantos, tal como toda trajetória humana.

“Nesta época de obscurantismo e acesso fácil à desinformação, o Pint of Science surge como uma oportunidade de ser uma vela na escuridão, diminuindo o abismo entre os cientistas e a sociedade”, ressalta a coordenadora da iniciativa no Brasil, Natalia Pasternak. “O evento também cria a oportunidade de estabelecermos uma comunicação mais informal, descontraída e humana, a fim de que possamos, todos juntos, oferecer um brinde à ciência”, acrescenta.

A iniciativa segue o modelo dos grandes festivais de música, em que os artistas se apresentam simultaneamente em vários palcos a cada noite. Só que, nesse caso, os artistas são os pesquisadores e demais participantes convidados para conversar com o público em cada restaurante, café e bar que vai abrigar o Pint of Science. Em vez de música, a sinfonia que será ouvida nesses palcos está ligada a átomos, genes, vírus, cérebro, sociedade, tecnologia, sustentabilidade, planetas, galáxias e muito mais. Haverá uma verdadeira orquestra de temas, que serão discutidos por um coral de vozes. Para conferir a programação de cada cidade, basta acessar o site www.pintofscience.com.br . No Brasil, o evento é gratuito e as pessoas só pagarão o que consumirem nos locais em que acontecerão os bate-papos científicos, que começam sempre às 19h30.

Da Inglaterra para o mundo – A primeira edição do Pint of Science aconteceu na Inglaterra em maio de 2013. A ideia surgiu um ano antes, quando dois pesquisadores do Imperial College London, Michael Motskin e Praveen Paul, organizaram um evento chamado Encontro com pesquisadores. Nesse encontro, pessoas acometidas por Alzheimer, Parkinson, doenças neuromusculares e esclerose múltipla foram convidadas para conhecer os laboratórios dos pesquisadores e ver de perto o tipo de pesquisa que realizavam. A experiência foi tão inspiradora que os dois decidiram propor um evento em que os pesquisadores poderiam sair de seus laboratórios para conversar diretamente com as pessoas. Nasceu, assim, o Pint of Science.

A iniciativa rapidamente foi se espalhando para outros países e, no ano passado, o evento aconteceu pela primeira vez no Brasil, na cidade de São Carlos. Em 2016, voluntários das sete cidades brasileiras que abrigarão o festival abraçaram a ideia e contam com o apoio de várias instituições. Em âmbito nacional, a Elsevier está apoiando o Pint of Science.

Além do Brasil, os outros 11 países que vão participar da iniciativa nos dias 23, 24 e 25 de maio são: África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Irlanda e Itália. Nas três noites do festival, uma rede global com mais de 100 cidades será construída especialmente para brindar a ciência.

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/388
<![CDATA[Carta de Goiânia será apresentada na Reunião Magna em comemoração aos 100 anos da ABC]]>Nos dias 18 e 19 de abril, pesquisadores brasileiros ligados ao campo e à agroindústria para debater os principais pontos relacionados à pesquisa aplicada na agricultura e na pecuária. O evento foi realizado pela Vice-presidência Minas Centro-oeste e faz parte da programação em comemoração ao centenário da Academia Brasileira de Ciências (ABC).

Com o tema “A Pesquisa na Agricultura: implicações para a sustentabilidade e a segurança alimentar global”, foram realizados sete palestras e quatro painéis, que abordaram temas importantes ligados à pesquisa em toda a cadeia produtiva. Foram ressaltados desde a produção sustentável de grãos, carne, leite e hortaliças, até sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), produção de orgânicos e agricultura de precisão – todos sob uma perspectiva sustentável.

Para o presidente eleito da ABC, Luiz Davidovich, eventos como esse são muito importantes para reunir diversos atores, como pesquisadores, instituições e a sociedade. “Esse é um dos papeis da ABC, contribuir de modo efetivo para a promoção de estudos científicos que contribuam para embasar políticas públicas em temas relevantes para o País e a agricultura é essencial”, afirma Davidovich.

Evaldo Vilela, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa (FAPEMIG) e coordenador do evento, acredita que o encontro foi riquíssimo e contribuiu para manter a pesquisa na agricultura na pauta da ciência nacional. “Os debates foram importantes e o resultado das discussões está consolidado por meio da Carta de Goiânia, divulgada ao final do evento e que será entregue na Reunião Magna da ABC, no Rio de Janeiro, em maio”, explica.

Conheça a Carta de Goiânia.

Acesse todas as apresentações do evento

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/389
<![CDATA[Fachada Digital do Espaço do Conhecimento exibe série de fotografias da Amazônia paraense]]>A partir de 6 de maio, sexta-feira, a Fachada Digital do Espaço do Conhecimento UFMG exibirá a exposição “Amazônidas - um olhar sensível sobre a cultura do Tapajós”. A obra reúne imagens do fotógrafo Israel Souza, conhecido como “Palestina Israel”, que fotografou a região do rio Tapajós, no oeste do Pará, entre 2014 e 2015.

Como explica o fotógrafo, as imagens revelam o cotidiano e os hábitos dos ribeirinhos da Amazônia paraense. “A exposição visa projetar os fazeres de comunidades indígenas ocidentalizadas, grupos sociais que fazem um sincretismo entre cultura indígena e europeia”, explica.

Palestina é nascido em Belo Horizonte, mas mudou-se para a comunidade do Caranazal, uma vila de cerca de 600 habitantes, no distrito de Santarém, oeste do Pará em 2014. “Como um ser humano criado na capital, aprendi a lidar com o mundo urbano, material, objetivo e individualista. Resolvi morar nessa região a fim de construir novos valores e aprender novas culturas, para ter outras percepções do mundo que me cerca”, pondera.

Trazer a floresta para a cidade grande

Para o fotógrafo, é importante que os residentes no meio urbano se recordem do que existe fora das cidades, sobretudo, para que tenham consciência das ameaças a ecossistemas como o amazônico.

“A sensação que eu tenho quando volto para os grandes centros urbanos é que, neles, as pessoas acham que o país se resume às cidades. Fotografar a vida fora das cidades é uma tentativa de dar visibilidade a outros mundos que podem ser destruídos em prol do desenvolvimento e do bem estar de uma parte da população”, analisa.

Palestina atenta para a importância de se discutir o futuro da Amazônia antes que o ecossistema e a cultura regional sejam destruídos pelo avanço econômico. “As causas indígena e ambiental são a ultima fronteira contra o capitalismo selvagem. Preservar esses dois movimentos é dar chance para que, no futuro, os humanos possam viver com dignidade no planeta”, avalia.

Tapajós ameaçado

O rio Tapajós, um dos afluentes do rio Amazonas, nasce no Mato Grosso e atravessa o oeste do Pará em uma das regiões atualmente mais preservadas da Amazônia brasileira.

Entretanto, o Ministério Público Federal do Pará e diversas entidades de proteção ao meio ambiente, nacionais e internacionais (como o Instituto Socioambiental e o Greenpeace) denunciam que os projetos de construção de grandes hidrelétricas e a ação de mineradoras podem causar a morte de diversas espécies, poluir o rio e levar populações ribeirinhas e indígenas à pobreza.

Segundo relatório do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), de 2013, pelo menos 3 mil garimpos clandestinos operam no rio Tapajós.

Fachada Digital do Espaço do Conhecimento

O filme será exibido todas as noites, das 18h às 22h, até o dia 15 de maio, na fachada digital do Espaço do Conhecimento UFMG, na Praça da Liberdade.

A fachada externa do Espaço do Conhecimento UFMG é revestida por um material vítreo especial, o que transforma o edifício em uma grande tela de projeção. Todas as noites, imagens que unem arte, ciência e experimentação são exibidas na fachada, numa interface entre o Espaço e a Praça da Liberdade.

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes por meio da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. O Espaço conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG, da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG e está subordinado à DAC – Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/390
<![CDATA[Pesquisadores brasileiros podem se inscrever em oportunidades do Newton Fund]]>Até o dia 27 de junho, pesquisadores brasileiros podem se inscrever em três diferentes chamadas que fazem parte do Newton Fund, o fundo do governo britânico que visa desenvolver parcerias em ciência, tecnologia e inovação para promover o desenvolvimento econômico e o bem-estar em países emergentes. É esperado que mais de um milhão de Libras Esterlinas sejam desembolsadas para financiar estas propostas.

O Researcher Links tem como objetivo apoiar a realização de workshops coordenados por dois pesquisadores sêniores, um no Reino Unido e outro de instituição de ensino superior ou de pesquisa nos países parceiros. Os proponentes devem ser pesquisadores sêniores, ou seja, que consigam demonstrar a relevância de seu trabalho em seu campo de conhecimento.

Será oferecido apoio financeiro de, no máximo, 42 mil Libras esterlinas para a realização destes encontros entre acadêmicos do Reino Unido e do Brasil. Os workshops deverão ser em inglês e ter duração mínima de 3 dias e máxima de 5 dias.

Os workshops selecionados deverão ser realizados até 31 de março de 2017. Os coordenadores poderão identificar até quatro outros pesquisadores líderes para participar como mentores dos eventos, mas os demais participantes deverão ser pesquisadores em início de carreira de ambos os países (entre 15 a 20 de cada país).

Há chamadas abertas em Pernambuco e Sergipe, Alagoas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Santa Catarina, e Tocantins. Entre os temas elegíveis estão: Zika Vírus, Energias renováveis, Agricultura, Clima e meio ambiente, Educação, Crescimento econômico inclusivo, Saúde (doenças negligenciadas), água e saneamento, alimentação e nutrição, mudança demográfica, infraestrutura, desastres humanitários, governança, prevenção e recuperação de danos causados pela mineração, entre outros. Há, ainda, uma chamada para a realização de workshops tripartites, entre pesquisadores do Estado de São Paulo, Uruguai e Reino Unido, inaugurando a participação brasileira no Researcher Links trilateral.

Já o Researcher Connect consiste em uma série de pequenos módulos interativos para pesquisadores de qualquer formação acadêmica. O foco dos cursos é o desenvolvimento de habilidades em comunicação a serem utilizadas por pesquisadores em contextos internacionais e multiculturais. Os cursos, ministrados em inglês, têm duração de 3 dias e serão realizados na instituição selecionada, no Brasil, entre 1° de agosto de 2016 a 1º de março de 2017.

Representantes de Pró-Reitorias de Pesquisa, Pró-Reitorias de Pós-Graduação, Departamentos e programas de pós-graduação são candidatos elegíveis como coordenadores de curso e serão selecionados para realizar uma edição dos cursos do Researcher Connect em sua instituição. Coordenadores de 15 estados serão selecionados para ministrar cursos. Esta chamada contempla os seguintes Estados: Alagoas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, São Paulo, Sergipe e Tocantins e Santa Catarina.

Cada candidato submeterá uma proposta por instituição para que esta sedie um curso para treinar 20 pesquisadores em qualquer disciplina ou área multidisciplinar. O processo de seleção estará focado no desenvolvimento de habilidades em comunicação em áreas relevantes ao desenvolvimento econômico e social incluindo Ciências Naturais, Ciências Sociais, Artes e Humanidades.

Por fim, o British Council, a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e Scnheider Electric lançam o Institutional Links, que aceita propostas para atividades de cooperação entre instituições brasileiras incluindo workshops, missões, palestras e outras atividades de intercâmbio. A chamada aberta irá financiar uma parceria na área de desenvolvimento sustentável em comunidades ribeirinhas isoladas da Amazônia entre instituições amazonenses e britânicas de ensino superior ou pesquisa. Duas propostas serão selecionadas e receberão apoio financeiro de até 60 mil Libras Esterlinas. Cada proposta terá acesso a até três bolsas de mestrado e três bolsas de graduação e deverá considerar trabalho de campo de até um mês em comunidades selecionadas.

Sobre o British Council

O British Council é a organização internacional do Reino Unido para oportunidades educacionais e relações culturais. Seu trabalho busca estabelecer a troca de experiências e criar laços através do intercâmbio de conhecimento e de ideias entre pessoas ao redor do mundo. Atua em cinco áreas: Educação, Língua Inglesa, Artes, Esportes e Exames. A organização está presente em mais de 100 países, com parceiros como os governos em diversas instâncias, organizações não governamentais e iniciativa privada. No Brasil, tem escritórios em Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. Para mais informações, visite o site www.britishcouncil.org.br.

Sobre o Fundo Newton

Lançado no Brasil pelo Ministro das Finanças britânico George Osbourne em abril de 2014, o Fundo Newton de fomento à pesquisa e inovação em países emergentes investirá £735 milhões em diversos programas que contemplam mobidade, pesquisa e capacitação em 15 países. No Brasil, deverão ser investidos £45 milhões até 2021. O fundo é parte do compromisso assumido pelo Reino Unido diante à comunidade internacional de promover iniciativas que fortaleçam o desenvolvimento social e econômico de países emergentes.

 

 

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/391
<![CDATA[Equipe mineira vence final nacional da Imagine Cup 2016, na categoria games]]>O Brasil já conhece as três equipes campeãs da fase nacional da 14ª Imagine Cup, a Copa do Mundo da Computação da Microsoft. Entre os projetos vencedores está o ‘Sonho de Jequi’, game criado por estudantes da PUC Minas, que retrata a realidade da seca no Vale do Jequitinhonha. Junto aos outros dois selecionados, o projeto passa agora por nova avaliação, que vai escolher o mais inovador para representar o Brasil na etapa mundial nos EUA e concorrer com outros 100 países ao prêmio de 50 mil dólares.

A cerimônia de premiação, na quinta-feira (28/4), aconteceu pela primeira vez em Belo Horizonte, por meio de parceria com aSecretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes). Em evento no Auditório JK, na Cidade Administrativa, foram anunciadas as vencedoras em cada uma das categorias participantes. O projeto WitBox, de Joinville, foi vitorioso como Inovação e o jogo paulista Bridge, voltado para pessoas com deficiência, venceu na categoria Cidadania. As equipes concorreram com mais de 1.600 participantes, que inscreveram 245 projetos tecnológicos para melhorar a vida das pessoas.

Segundo o secretário da Sectes, Miguel Corrêa, os estudantes selecionados para a final brasileira da competição representam a força da educação e da vontade de fazer acontecer. “A inovação é o melhor caminho para um futuro melhor para nosso país. Projetos como estes mostram o potencial da nossa juventude e a relevância do Brasil e de Minas Gerais no cenário mundial de tecnologia”, afirma.

Brasil na Imagine Cup

Mais de 200 mil brasileiros já participaram do campeonato e, em nove das quatorze edições, equipes nacionais foram reconhecidas. O Brasil foi o grande vencedor da última edição, em 2015, com o time E-FitFashion, da USP, na principal categoria com o software “Clothes for Me”, que tem o objetivo de simplificar o processo de compra on-line de roupas sob medida.

“A cada ano, os projetos apresentados pelas equipes brasileiras aumentam em qualidade e relevância, proporcionando soluções importantes para as pessoas. Essa cerimônia, aqui em Belo Horizonte, veio coroar todo o objetivo dessa competição que é abrir novos caminhos, estimular os estudantes a transformar suas ideias em um negócio e propor soluções inteligentes para a sociedade”, comentou o diretor de Inovação e Novas Tecnologias da Microsoft Brasi, Richard Chaves.

A cerimônia de premiação contou com a participação da presidente da Microsoft Brasil, Paula Bellizia, do secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa, além da gerente de nichos de mercado do Bradesco, Hynde Fonseca Neto, da empreendedora Bel Pesce e do youtuber Lucas Rangel, como mestre de cerimônias.

Projetos vencedores

Categoria Games

Os estudantes da PUC Minas, Alessandra Faria de Castro, Érico Grasso, Ramon Coelho de Souza e Daniel Sanabria desenvolveram o game “Sonho de Jequi”. A inspiração do projeto veio de um dado alarmante: o Vale do Jequitinhonha foi considerado pela ONU o Vale da Miséria em 1974 e, após 42 anos, o IBGE apontou que 47% da população ainda vive em situação precária.

No game educativo, destinado a crianças de 5 a 10 anos e seus responsáveis, o jogador tem a oportunidade de conhecer o Vale do Jequitinhonha com o personagem Jequi e seu objetivo é coletar água, já que a seca é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos moradores da região. Ao final de cada fase é apresentada uma tela com a realidade local e o jogador tem a opção de fazer uma doação em dinheiro para ajudar as pessoas que vivem nas zonas áridas de Minas Gerais. A ideia é que os recursos sejam destinados para a criação de cisternas de água e apoiar a ONG Cáritas Diocesana Araçuaí.

A arte 3D do jogo foi pintada em aquarela, referenciando o artesanato local, e a trilha sonora é do artista Rubinho do Vale e amigos.

Categoria Inovação

Mais de 1,25 milhão de pessoas morrem por ano no mundo vítimas de acidentes de trânsito, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), e o Brasil está entre os países que têm o trânsito mais perigoso. Este cenário gerou em 2014 para o Seguro DPVAT mais de 52 mil indenizações por morte e 596 mil por invalidez.

A situação motivou os alunos Lucas Casagrande, Alexandre Viebrantz e Eduardo Garcia da Unisociesc a buscarem uma solução. Eles criaram o projeto inovador chamado WitBox, uma caixa-preta veicular que apresenta evidências para auxiliar a reconstituição de acidentes automobilísticos ao trazer informações úteis para perícias técnicas. A ideia dos jovens é prover novos produtos para seguradoras.

Categoria Cidadania

Os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) foram reconhecidos por um projeto que começou a ser desenvolvido há três anos e já foi testado por mais de mil pessoas. É o “Bridge”, uma plataforma de apoio para que crianças com limitações cognitivas e motoras, como paralisia cerebral e distrofia muscular, possam realizar pequenos movimentos e fisioterapia usando jogos adaptados e divertidos.

No mundo, segundo a OMS, existem cerca de 200 milhões de pessoas com deficiências graves. Para elas, o processo de fisioterapia é bastante doloroso, cansativo e de alto custo. Por isso, a ideia é tornar esse processo acessível, divertido e com uma chance de recuperação mais rápida. Entre os públicos-alvo estão clínicas, hospitais e universidades, uma vez que os benefícios se estendem ao trabalho dos médicos, fisioterapeutas e dos familiares das pessoas com deficiência. O “Bridge” foi criado pelos estudantes Lucas Magon e Talita Dias.

Voto Popular

A novidade deste ano foi o voto popular. Os estudantes participaram de uma campanha nas redes sociais que garantiu maior visibilidade aos seus projetos e respectivos autores. Essa foi uma maneira que a Microsoft encontrou para incluir o público no torneio e o grande vencedor na internet também foi a equipe Bridge.

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/392
<![CDATA[FAPEMIG comemora 30 anos em solenidade na Cidade Administrativa]]>Em 2016, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) completa 30 anos. São três décadas de apoio a projetos de natureza científica, tecnológica e de inovação considerados estratégicos para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social do Estado. Ao longo do mês de maio, haverá extensa programação para celebrar esse marco para a ciência mineira. A solenidade oficial em comemoração à data acontecerá no próximo dia 19, no Auditório JK da Cidade Administrativa, às 10h.

Mas quais são os benefícios de ter uma agência de indução e fomento à pesquisa e à inovação científica e tecnológica no Estado? Para responder a essa questão, é preciso pensar no papel da CT&I na melhoria da qualidade de vida da população. Os avanços na educação, saúde, transporte, moradia e em muitas outras áreas passam pelo processo de pesquisa. A investigação acerca das necessidades das pessoas, estatísticas que mostram áreas carentes de investimento, diagnósticos feitos a partir de estudos epidemiológicos, variáveis que demonstram o acesso da sociedade à educação e a outros serviços essenciais chegam às universidades e servem como base para o desenvolvimento de políticas públicas e produtos.

Para o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, a pesquisa só acontece se existirem problemas a serem resolvidos, pesquisadores dispostos a investigar e dinheiro para investir. “Nesses 30 anos, a FAPEMIG tem atuado não só no financiamento de pesquisas, mas também na articulação dos diversos atores que compõem a área de CT&I do Estado. Esse será um mês de celebração para Minas”, afirma o presidente.

Alguns números

• A constituição estadual prevê que o orçamento da FAPEMIG corresponda a 1% da receita orçamentária corrente do Estado. Em 2015, o valor executado foi de mais de R$360 milhões.

• Em 2015, estavam em execução 3.305 mil projetos de pesquisa, com apoio da FAPEMIG, representando o valor de R$853.445.088,00 de recursos destinados a eles. A Fundação concedeu 7.043 mil bolsas e apoiou 6.989 participações em eventos na área de CT&I.

• Somente na Chamada Universal, que financia pesquisas de diferentes áreas de conhecimento, o valor total investido em 2015 ultrapassou R$ 23 milhões. Foram submetidos 2264 projetos, dos quais 635 foram contratados.

Fórum do Consecti e Confap

Também como parte das comemorações dos 30 anos da FAPEMIG, acontecerá o Fórum Nacional do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap).

Serviço

Evento: Solenidade em Comemoração aos 30 anos da FAPEMIG

Data e horário: 19 de maio, às 10h

Local: Auditório JK – Cidade Administrativa – Belo Horizonte.

Confirmação de presença: cerimonial@fapemig.br

Cadastramento de imprensa: acs@fapemig.br

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/393
<![CDATA[Encontro performance e sustentabilidade na indústria da construção]]>No dia 08 de Junho de 2016, será realizado um encontro de construção civil promovido pela Dow Brasil, em parceria com o CTE (Centro de Tecnologia de Edificações) ENCONTRO PERFORMANCE E SUSTENTABILIDADE NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO, no Hotel Ouro Minas, Belo Horizonte, Minas Gerais.

O objetivo do encontro, que reunirá arquitetos, engenheiros, técnicos, construtoras, empreendedores, entidades de classe, indústria e seguradoras, é trazer aos profissionais e empresas da construção discussões sobre o panorama de inovação, tecnologia e sustentabilidade no mercado de construção brasileiro atrelado a utilização de sistemas construtivos industrializados.

O encontro faz parte do projeto de compensação de emissões de carbono das Olimpíadas do Rio 2016. Serão abordadas temáticas sobre a Norma de Desempenho em edificações habitacionais, produtividade em canteiros de obras e eficiência energética sobre a ótica da utilização de painéis térmicos como solução construtiva, contando com a apresentação de cases de diversas regiões do Brasil.

Clique aqui e veja a programação

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/394
<![CDATA[Nova versão do Data Viva será lançada na UFMG ]]>Uma plataforma que possibilite bilhões de visualizações e cruzamentos de dados sobre as exportações, as atividades econômicas locais e ocupações em todo o Brasil, e que ao mesmo tempo seja de fácil navegabilidade e interaja com o usuário. Assim é a nova plataforma DataViva, uma ferramenta desenvolvida pelo Governo de Minas Gerais, juntamente com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), que terá uma versão atualizada, completamente remodelada, e que será lançada no dia 11 de maio, às 16 horas no Auditório 1 da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A plataforma DataViva responde questões como: Quem são os principais parceiros comerciais para as importações e exportações de estado ou município? Quais as ocupações que mais empregam em determinado município ou no país? Qual o tipo de mão de obra mais abundante na minha região? Que tipo de indústria é mais adequado às capacidades de determinado município?

Além da atualização dos dados, a nova plataforma possibilita que, com poucos cliques, o usuário chegue à informação desejada. Para facilitar a navegação, a ferramenta foi separada de acordo com três perfis, divididos entre Empreendedores, Agentes de Desenvolvimento, Acadêmicos e Estudantes. Com isso, o usuário já identificando em qual perfil se encaixa, conseguirá de uma forma mais rápida, ter acesso à informação que esteja procurando.

De acordo com o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, a nova plataforma visa contribuir para o desenvolvimento regional, pois conta com importantes informações que podem ser úteis para a tomada de decisões de investimento e formação das políticas públicas. “Trata-se também de uma enorme ferramenta de pesquisa que pode auxiliar empresários e empreendedores, acadêmicos em trabalhos científicos e estudantes do ensino médio e fundamental que buscam conhecer mais sobre suas próprias regiões”, acredita Vilela, reforçando que, com a nova versão, a busca pelas informações ficou mais clara, rápida e objetiva.

No dia do lançamento, será realizado uma mesa redonda com o tema Big Data: tratamento, usos e aplicações de grandes massas de dados. Na ocasião, além de Evaldo Vilela, participarão do debate o pesquisador Nívio Ziviani – professor Emérito do Departamento de Ciência da Computação da UFMG e CEO da Zunnit Technologies; Thoran Rodrigues – Sócio-fundador e CEO da BigData Corp.; e Ana Paula Franco Viegas Pereira – Doutora em Demografia pelo CEDEPLAR/UFMG e Gestora de Avaliação Estratégica e Pesquisa da UNIMED-BH.

Serviço

Evento: Lançamento da Nova Plataforma DataViva

Data e horário: 11 de maio, às 16h

Local: Auditório I da Faculdade de Ciências Econômicas (UFMG

Confirmação de presença: cerimonial@fapemig.br

Cadastramento de imprensa: acs@fapemig.br

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/395
<![CDATA[ FAPEMIG apoia inventores independentes]]>Você conhece alguém que vive inventando coisas? Podem ser objetos, softwares ou novas metodologias que facilitam a vida das pessoas e tornam o mundo mais sustentável. Na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), existe uma Política de Apoio própria para os inventores independentes que conta, ainda, com um setor para cuidar da questão da Propriedade Intelectual – que protege as criações do homem nas áreas técnico-científica, literária e artística, de acordo com três modalidades: Propriedade Industrial, Proteção Sui Generis e Direito Autoral.

O engenheiro Luciano Murta já tinha participado de projetos de pesquisa em que a FAPEMIG era a principal apoiadora, mas, há pouco tempo, soube do programa de apoio aos inventores independentes. “É uma enorme ajuda, pois a elaboração da patente é um processo complicado e o acompanhamento do processo é longo e burocrático”, afirma Luciano. O engenheiro trabalha em uma empresa de biotecnologia e está com duas solicitações de apoio em andamento na FAPEMIG, as duas relacionadas à área de engenharia civil, sendo que uma solicitação já foi deferida pela FAPEMIG e o pedido de patente foi depositado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Para ele, o que mais motivou a criar as invenções foi mesmo a curiosidade. “Era um desafio que eu me colocava: como posso melhorar o que já existe, de maneira mais prática e econômica?", explica.

Já o consultor independente de Arquitetura/Desenvolvimento de Software, Lincoln Carneiro Guimarães, passa horas arquitetando softwares mentalmente, fazendo análises de impacto, escalabilidade, performance e disponibilidade, de acordo com cada demanda. Ele teve o apoio da FAPEMIG para a proteção de um coletor de materiais flutuantes, que pode ser usado para a limpeza de qualquer tipo de flor d’água (pequenas ervas aquáticas flutuantes) e, inclusive, em caso de derrame de petróleo em mar aberto. “Havia construído uma piscina sem o skimmer, que serve para ‘limpar’ a superfície da água. Então desenvolvi o equipamento para fazer a mesma função do skimmer. Que traz o ralo de fundo para a superfície, formando uma espécie de ladrão. Seu ajuste é automático. Para usá-lo basta ligar a bomba do filtro e colocar o equipamento sobre o ralo”, explica Lincoln, que já está com outro pedido de patente em andamento.

Se você deseja transformar uma ideia em pedido de patente, saiba o que fazer:

• Saber se a invenção é ou não passível de proteção (ver se não existe nada similar no mundo – a novidade deve ser absoluta – e se a legislação permite proteger o que foi inventado). A busca de anterioridade pode ser feita por meio do Google, em bancos de patentes pagos ou gratuitos, além de bases com informações científicas, como artigos.

• Ver se a invenção atende, além da novidade, a outros dois requisitos: se contempla atividade inventiva e se tem aplicação industrial.

• Solicitar pedido de patente juntos aos órgãos competentes, como o INPI. Caso prefira, o inventor pode procurar direto a FAPEMIG para ver essas questões, incluindo informações sobre a sua Política de Apoio a Inventores Independentes. Solicitando apoio à FAPEMIG, a Fundação analisará a demanda, deferindo ou não a solicitação, considerando critérios técnicos e de mercado. Se for deferida, inicia-se o processo de escrita da documentação técnica, que é feito em conjunto entre o inventor e a FAPEMIG, segundo normas e legislação vigentes. O tempo do processo é variável, de acordo com a complexidade da invenção.

• Acompanhar semanalmente, a partir daí, pelo site do INPI, para verificar se tem algum parecer acerca do que foi pedido. Enquanto o processo existir no INPI, a FAPEMIG acompanha os pedidos de patente dos inventores independentes apoiados. A partir do segundo ano, a FAPEMIG paga anuidade de acordo com as taxas do INPI. O inventor não precisa se preocupar com essa parte de acompanhamento semanal perante o referido Instituto.

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/396
<![CDATA[ Pesquisadores desenvolvem janelas inteligentes]]>Imagine um prédio que possua uma fachada composta por vidros autolimpantes. Boa parte da sujeira seria removida simplesmente pela ação da chuva e da radiação solar, diminuindo os custos de manutenção. Essa tem sido uma das aplicações que os pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) estão desenvolvendo através do projeto Investigação fotoeletroquímica de filmes finos de óxidos semicondutores aplicados a células solares de terceira geração, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Sabe-se que a conversão da energia solar e sua aplicação em larga escala pela sociedade requer o desenvolvimento de novos materiais e dispositivos eficientes, que possibilitem a integração com a infraestrutura existente. Para que isso seja possível, os pesquisadores propuseram o desenvolvimento de filmes finos, quase imperceptíveis a olho nu, sobre a superfície de diferentes substratos vítreos e cerâmicos.

Desta forma, janelas e outras superfícies podem se tornar autolimpantes e serem capazes de contribuir para purificação. O coordenador do projeto, Antônio Otávio de Toledo Patrocínio, descreve esse processo. “Quando o vidro contendo o filme for exposto à luz solar, a água será fortemente atraída para a superfície, evitando o acúmulo de gotas. Como resultado, o vidro não vai embaçar e o acúmulo de gorduras sobre a superfície irá diminuir. Mais do que isso, esses vidros são capazes de decompor gases tóxicos ou odores presente na atmosfera pela ação da radiação ultravioleta”.

Esses filmes são constituídos por nanopartículas de óxidos metálicos e são depositados por simples imersões alternadas sem necessidade de equipamentos especiais, um processo conhecido como automontagem (ou layer-by-layer). Diferentes materiais podem ser empregados e a composição do filme pode ser variada. “Ao utilizarem o óxido de titânio em conjunto com o óxido de tungstênio o grupo de pesquisa foi capaz de dobrar a eficiência de degradação de poluentes gasosos em relação a filmes comerciais”, acrescenta o pesquisador.

Os resultados dessa pesquisa levaram a um pedido de depósito de patente, com apoio da FAPEMIG, e, agora, novas aplicações são propostas para o aproveitamento da energia solar. “Acredito que esses novos materiais e dispositivos podem contribuir para uma maior inserção da energia solar na sociedade, aumentar a qualidade de vida e garantir um futuro sustentável”, conclui Antônio Patrocínio.

 

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/397
<![CDATA[Empresas buscam se adequar à nova revolução industrial por meio da internacionalização em P,D&I]]>Acontece no dia 19 de maio, em Belo Horizonte (MG), o Workshop AIMday Smart Industries, que reunirá representantes da academia e de grandes empresas com o objetivo de encontrar soluções para os desafios da chamada indústria inteligente (smart industry) – considerada a nova revolução industrial por integrar a manufatura com o estado da arte da tecnologia de informação e comunicação, conectando pessoas, máquinas e processos inteligentemente.

Em Belo Horizonte, o evento conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), que comemora, em 2016, seus 30 anos. Cerca de dez grandes empresas já confirmaram participação, entre elas Akaer Engenharia, Saab AB, Atlas Copco Brasil, Ericsson Telecomunicações, Volvo Cars, Fibria Celulose, Vallourec do Brasil, Instituto Tecnológico Vale, entre outras. Elas discutirão seus desafios com cerca de 25 especialistas no assunto, do Brasil e da Suécia. “As discussões serão realizadas em pequenos grupos, nas quais uma única questão é apontada pela empresa e esmiuçada durante uma hora por experts de diferentes áreas”, conta Lars-Eric Larsson, vice-diretor da Uppsala University (UU Innovation) – onde foi desenvolvida a metodologia, chamada de AIMday (Academy Industry Meeting day).

Drivers da revolução – Os especialistas estrangeiros do workshop são todos da Suécia – um dos países da Europa que estão na fronteira do desenvolvimento de tecnologias voltadas para smart industry. Do Brasil, um dos acadêmicos confirmados é o especialista em redes neurais artificiais, Antônio Braga, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele cita algumas tendências tecnológicas, apontadas como os drivers dessa revolução: big data e analytics, sistemas autônomos adaptativos, computação em nuvem, integração horizontal e vertical de sistemas, internet das coisas industrial, sistemas físico-cibernéticos e cybersegurança.

“Trata-se de uma revolução que ocorre no mundo todo, em todos os setores, das empresas de manufatura às que vendem tecnologia.” Segundo ele, com a aquisição de equipamentos cada vez mais complexos, a quantidade de informação só aumenta e a indústria não tem como processá-la. “A iniciativa de operar sob o conceito de smart industry acontece para resolver um problema que já é real para a indústria: o excesso de informação. Nas indústrias, hoje, há sensores para tudo: eles recolhem informação sobre a produção, os processos produtivos, a movimentação dos funcionários. E de vários pontos diferentes. Se a indústria não consegue tratá-los como deveria, tem de fazer por partes, e não consegue tirar dos dados tudo o que eles poderiam oferecer.”

Segundo Alessandra Holmo, Managing Director do Centro de Pesquisa e Inovação Sueco Brasileiro (CISB) – um dos organizadores do evento, a expectativa é que o workshop seja um starting point de uma nova área de cooperação entre Brasil e Suécia baseada no conceito da hélice tripla (governo-academia-indústria), sendo fundamental neste processo o apoio da FAPEMIG, agência de fomento de Minas Gerais, e da VINNOVA, agencia de financiamento da Suécia.

“Nosso objetivo é estimular projetos colaborativos e o AIMday tem se mostrado uma ferramenta valiosa neste processo”, afirma. “A Suécia, por sua vez, pode ser um parceiro estratégico dada as suas competências”, acrescenta. O país, mostra o relatório Big Data Analytics: A Research and Innovation Agenda for Sweden, tem forte tradição de pesquisa em análise de big data – um dos pré-requisitos para que as organizações operem de acordo com os princípios de smart industries.

Sobre o workshop – O Workshop AIMday Smart Industries será realizado em Belo Horizonte (MG), no dia 19 de maio, e integra a programação do Brazil-Sweden Excellence Seminar. Está sendo organizado por meio de uma parceria multi-institucional entre o CISB, a Uppsala University , a Linköping University (LiU), a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mais informações: http://aimday.se/smart-industries-belo-horizonte-2016/

Sobre o CISB

O Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB) é uma associação privada, sem fins lucrativos, cujo objetivo principal é servir como hub internacional, oferecendo um ambiente propício para incentivar a colaboração entre Brasil e Suécia. Seu modelo operacional é inspirado nos parques tecnológicos suecos e baseado nos princípios de inovação orientada por desafios, inovação aberta e hélice tripla. O Centro atua como uma plataforma de inovação promovendo conexão entre pessoas e instituições, fomentando oportunidades, catalisando iniciativas e produzindo resultados para seus membros e parceiros.

ATENDIMENTO À IMPRENSA

Acadêmica Agência de Comunicação – www.academica.jor.br

Érika Coradin – erika@academica.jor.br

11+ 5549-1863 / 5081-5237

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2016-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/398
<![CDATA[Seminário discute Novo Marco Legal de CT&I]]> 

No dia 31 de março, das 14h às 17h, será realizado o Seminário Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação e suas implicações, no auditório da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O evento discutirá a aplicação da lei nº 13.243/16, conhecida como Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, que permite, entre outras novidades, que professores em regime de dedicação exclusiva desenvolvam pesquisas dentro de empresas e que laboratórios universitários sejam usados pela indústria para o desenvolvimento de novas tecnologias, em ambos os casos, com remuneração. O evento é aberto ao público, sem a necessidade de prévia inscrição.

A assessora adjunta de inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Elza Fernandes de Araújo, participará da mesa de discussões. Além dela, estará o professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Gesil Sampaio Amarante Segundo e o assessor da reitoria da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRP), André Alves Pereira de Melo.

O seminário será mediado pelo diretor da Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT), professor Gilberto Medeiros. Após a fala dos convidados, será aberto um debate para a exposição da comunidade acadêmica. As discussões servirão de base para a reformulação da Política de Inovação da UFMG, um dos itens previstos no Marco, que servirão de norteamento para as mudanças na Lei.

Marco Legal de CT&I

Ao todo, o novo Marco Legal de CT&I, sancionado em janeiro, depois de cinco anos de discussões, modifica nove leis. Alguns dispositivos são inéditos, outros dão mais segurança jurídica para serem implementados. Entre as principais modificações estão:

— Dispensa da obrigatoriedade de licitação para compra ou contratação de produtos para fins de pesquisa e desenvolvimento.

— Regras simplificadas e redução de impostos para importação de material de pesquisa

— Permite que professores das universidades públicas em regime de dedicação exclusiva exerçam atividade de pesquisa também no setor privado, com remuneração, aumentando 120 horas para 416 horas anuais (8 horas/semana), o tempo de dedicação fora da universidade.

— Permite que universidades e institutos de pesquisa compartilhem o uso de seus laboratórios e equipes com empresas, para fins de pesquisa (desde que isso não interfira ou conflita com as atividades de pesquisa e ensino da própria instituição)

— Permite que a União financie, faça encomendas diretas e até participe de forma minoritária do capital social de empresas com o objetivo de fomentar inovações e resolver demandas tecnológicas específicas do país.

— Permite que as empresas envolvidas nesses projetos mantenham a propriedade intelectual sobre os resultados das pesquisas.

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/370
<![CDATA[FAPEMIG apoia pesquisadores que querem realizar parte do doutorado em instituição alemã]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), em parceria com o German Academic Exchange Service (DAAD), apoia bolsistas de doutorado que querem realizar parte do programa na Alemanha, visando aprofundamento teórico, coleta e/ou tratamento de dados ou desenvolvimento parcial da parte experimental do projeto de sua tese. O “mini-doutorado-sanduíche” pode ser realizado em universidades, institutos ou centros de pesquisa deste país. Pesquisadores de qualquer área do conhecimento podem participar. Confira os requisitos necessários:

REQUISITOS DO CANDIDATO

a) Ser bolsista de doutorado da FAPEMIG;

b) Estar matriculado há mais de um ano no curso de doutorado;

c) Não ultrapassar quarenta e oito meses no período total do doutorado e retornar ao Brasil no mínimo seis meses antes da defesa da tese;

d) Ter proficiência no idioma utilizado na instituição de destino;

e) Estar cadastrado na Plataforma Lattes;

f) Estar cadastrado no Sistema EVEREST da FAPEMIG;

g) Submeter o pedido à FAPEMIG no mínimo sessenta dias antes do início do doutorado sanduíche;

h) Aprovação do apoio pelo German Academic Exchange Service – DAAD.

REQUISITOS DA INSTITUIÇÃO DE DESTINO

Ter alto nível acadêmico e competência reconhecida internacionalmente na área de conhecimento de interesse do bolsista.

REQUISITOS DO SUPERVISOR/ORIENTADOR DA INSTITUIÇÂO DE DESTINO

Ser pesquisador com produção acadêmica/científica consolidada e ter reconhecida competência na área de conhecimento de interesse do bolsista.

ITENS FINANCIÁVEIS

Pela FAPEMIG:

a) Manutenção da bolsa de doutorado durante o período de estadia na Alemanha;

Pelo DAAD:

a) Ajuda custo de custo EUR 1.250,00 depositado na Alemanha com a primeira mensalidade do auxílio;

b) Seguro-saúde;

c) Auxílio mensal EUR 350,00.

DOCUMENTO EXIGIDO

a) Comunicação do DAAD informando a aprovação do apoio nessa modalidade.

DURAÇÃO

De dois a seis meses.

ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

Demonstrativo de Resultados de Bolsa a ser preenchido no Sistema EVEREST, em até 60 dias após o encerramento da bolsa sanduíche. A FAPEMIG se reserva o direito de, a qualquer tempo, acompanhar o desenvolvimento das atividades e, após a conclusão dos trabalhos, verificar o cumprimento das condições fixadas. Qualquer produção científica gerada pelo bolsista, individual ou em colaboração, deverá mencionar o apoio da FAPEMIG. A não observância desta exigência inabilitará o pesquisador ao recebimento de outros apoios. A prestação de contas deve ser feita conforme indicado no Manual da FAPEMIG.

Para outras informações, entre em contato com: auxilio@daad.org.br

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/371
<![CDATA[Portal da FAPEMIG de cara nova]]>O portal da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) está de cara nova. O novo ambiente possui visual mais moderno e dinâmico, sendo planejado para facilitar o acesso aos conteúdos, principalmente às chamadas fomentadas pela Fundação e ao material de divulgação científica.

Além do novo projeto gráfico, as informações foram organizadas a partir do perfil e preferência dos usuários. A Área do Pesquisador é uma novidade. Nesse campo, há informações das chamadas abertas, em análise, os resultados e a relação das encerradas. Além disso, oferece acesso às diretrizes para elaboração de propostas e apresenta as possibilidades de fomento dentro das linhas Pesquisa, Formação, Inovação Tecnológica e Divulgação Científica. Destaque também para o sistema de busca, que vai ajudar o visitante a encontrar o que precisa.

A fim de contribuir para a difusão da ciência e da tecnologia para a sociedade, a Página Inicial destaca as matérias e reportagens que mostram a qualidade da produção científica no Estado. O projeto de divulgação científica da Fundação, o Minas Faz Ciência (MFC), também ganha destaque, facilitando a visualização dos vídeos do Ciências no Ar, os podcasts do Ondas da Ciência e a Revista Minas Faz Ciência.

A proposta é um portal mais atraente e de fácil navegação, inclusive nos dispositivos eletrônicos - a versão mobile já está disponível para tablets e smartphones. O novo portal condiz com a missão da Instituição, assim como dá mais visibilidade à atividade fim, que é induzir e fomentar a pesquisa e a inovação científica e tecnológica no Estado de Minas Gerais.

Conheça as novidades que preparamos para você!

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/372
<![CDATA[FAPEMIG participa de evento prévio em comemoração aos 100 anos da ABC FAPEMIG participa de evento prévio em comemoração aos 100 anos da ABC]]>Em 2016, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) comemora seu Centenário, um marco histórico da ciência brasileira, que será celebrado na Reunião Magna da entidade, no Rio de Janeiro, entre os dias 4 a 6 de maio de 2016. Antecipando a Reunião Magna, que irá discutir em uma das suas sessões a “Segurança Alimentar Sustentável”, será realizado, em Goiânia, nos dias 18 e 19 de abril de 2016, uma Reunião especialmente dedicada aos avanços da pesquisa brasileira no campo da agricultura, frente aos desafios da produção de alimentos atendendo ao Acordo de Paris – COP 21. O evento alia o reconhecimento da relevância do papel do Centro-Oeste brasileiro para o enfrentamento do desafio da segurança alimentar global com sustentabilidade.

A iniciativa é da Vice-presidência Minas Centro-Oeste da ABC e conta com a correalização das Fundações de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), de Goiás (FAPEG), do Distrito Federal (FAPDF), do Mato Grosso (FAPEMAT) e do Mato Grosso do Sul (FUNDECT), além do apoio do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e do Governo de Goiás, tendo como tema: “A Pesquisa na Agricultura: implicações para a sustentabilidade e a segurança alimentar global”.

As apresentações e debates enfatizarão a contribuição da pesquisa científica e tecnológica que colocou o Brasil na condição atual de grande produtor de alimentos e de fibras. Estes estudos são e serão ainda mais determinantes para fazer frente aos desafios da sustentabilidade na era pós o Acordo de Paris – COP 21 e continuar contribuindo decisivamente para a segurança alimentar global.

Com abordagens críticas sobre o presente e o futuro da pesquisa serão discutidas questões estratégicas para o setor. Serão destacados, ainda, os gargalos da agricultura brasileira e o papel da pesquisa científica, tecnológica e de inovação nas áreas da produção de grãos, produção animal e da genética e no melhoramento de animais e plantas.  

Acesse aqui a programação geral do evento.

Faça aqui a inscrição para o evento.

Carta de Goiânia

Ao final do evento, será entregue à sociedade a “Carta de Goiânia: ciência, produção de alimentos e cidadania”, por uma plataforma científica e tecnológica como base do desenvolvimento social e econômico do Brasil – A contribuição do Centro-Oeste. Nela, serão delineados os principais avanços e desafios do setor, que nortearão os próximos passos no desenvolvimento da pesquisa científica, tecnológica e de inovação para a produção de alimentos sustentáveis e acesso à cidadania.

Desde o início do ano, foram realizadas reuniões com agentes envolvidos diretamente no setor, de modo a coletar as contribuições na construção do documento. E, agora, a Carta de Goiânia está sendo disponibilizada para consulta pública on-line, de maneira a receber contribuições para sua consolidação.

As contribuições poderão ser encaminhadas para o e-mail cartadegoiania@gmail.com até o dia 14 de abril.

Carta de Goiânia: ciência, produção de alimentos e cidadania.

Anexos da Carta de Goiânia: Ciência, produção de alimentos e cidadania.

Parceiros

O evento em comemoração ao centenário da Academia Brasileira de Ciência (ABC) é realizado pela Vice-presidência Minas Centro-Oeste da ABC e correalizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (Fapdf), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) e Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect). Além disso, o evento é organizado pela Fapeg, Universidade Federal de Goiás (UFG) e Instituto Federal Goiano (IF Goiano).

Conta, ainda, com o apoio das seguintes instituições: Governo do Estado de Goiás; Superintendência Executiva de Agricultura da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Supex/SED); Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater Goiás); Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa); Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA-GO/Mapa); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Banco do Brasil; Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg); Fundo para o Desenvolvimento da Agropecuária em Goiás (Fundepec Goiás); Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Goiás (OCB-GO); Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO); Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-GO); Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap); Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – regional Goiás (SBPC-GO); Fórum do Futuro; Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e Universidade Estadual de Goiás (UEG).

Saiba mais sobre o evento:

Centenário da ABC: Projeto de Apoio ao Centenário da ABC

Centenário da ABC: Acadêmicos realizam eventos-satélite pelo Brasil no ano do centenário da ABC

 

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/373
<![CDATA[Marketing Social na captação de doadores de sangue]]>A demanda por doação de sangue no Brasil cresce a cada dia. No entanto, apenas 1,78% da população é doadora, um índice abaixo do ideal que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), deve estar entre 3% a 5% da população. Diante desse cenário e para identificar os principais fatores que influenciam a decisão de doar sangue e analisar como o marketing social pode contribuir para o aumento do número de doadores, a pesquisadora Caissa Veloso e Sousa coordena o projeto Neurociências e marketing na construção de políticas públicas: um estudo sobre a captação de doadores de sangue. A pesquisa é desenvolvida na Faculdade Novos Horizontes, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Na primeira fase do projeto foi realizado um estudo com 421 entrevistados. Por meio de entrevistas, observou-se que as pessoas são movidas a doar sangue pelos sentimentos de cidadania, responsabilidade social, solidariedade e bem-estar pessoal e social. O segundo fator identificado foi o grupo a qual pertencem as pessoas que gostam de serem reconhecidas socialmente como doadoras de sangue e o fazem por influência de quem respeitam e admiram. De acordo com a pesquisa, no que se refere à atitude, a pessoa que doa tem um sentimento favorável a este ato, o considera benéfico e um dever de todo cidadão.

Conforme a legislação brasileira, a doação de sangue é um ato voluntário, que deve acontecer de forma anônima. Para auxiliar na compreensão das motivações de quem a realiza, o projeto gerou duas dissertações de mestrado que investigaram e ampliaram o tema. A dissertação da mestranda Eulene Aparecida Machado trabalhou com metáforas para a identificação de fatores que engajam os potenciais doadores ao ato de doação. O mestrando Jefferson Rodrigues Pereira se dedicou a identificar aspectos relacionados ao processo de decisão da doação de sangue, construindo um modelo analítico que represente as relações entre os fatores que influenciam à doação, verificando a validade desse modelo proposto e apresentando contribuições acerca das estratégias de marketing sociais adotadas.

Entre os resultados obtidos nas fases seguintes, Caissa Veloso observou que as campanhas publicitárias são consideradas fortes instrumentos para influenciar a intenção e a decisão de doar sangue, mas deveria ser levado em consideração a realização dessas campanhas em espaços mais curtos de tempo. Além disso, insatisfações com questões diversas como segurança, política, economia e educação levam a um descrédito no sistema e isso se reflete em toda a esfera de políticas públicas, por isso, campanhas promovidas por órgãos de interesses dos cidadãos se mostraram mais eficazes, de acordo com a pesquisa. A pesquisadora cita o exemplo da campanha “Sócio Torcedor”, dos Considerando os motivos pelos quais as pessoas não doam sangue, evidenciou-se a desinformação sobre os critérios de aptidão, acessibilidade difícil ao serviço de hemoterapia, ser ou estar inapto para doar, esquecimento, medo de agulha ou nunca ter recebido pedido de doação.

Diante desses resultados, os pesquisadores perceberam a possibilidade de aplicabilidade desse conhecimento em outras áreas, como a prevenção e o desincentivo ao consumo de cigarro, que se tornou objeto de estudo da dissertação de mestrado da Maria Izabel Ramos Pereira. A captação de cidadãos que tenham condições de se tornarem doadores de órgãos é o objeto de estudo da dissertação de mestrado de Leonardo Benedito Oliveira Rezende e, a eficácia das campanhas em prol de um trânsito mais seguro, é o tema do estudo da dissertação de mestrado do Rodrigo Galvão Dias.

Sendo assim, a pesquisa pode contribuir para a construção de políticas públicas que potencializem a captação de doadores. “Identificou-se a oportunidade de aprofundar os estudos com base nos modelos de processos decisórios associados à aplicação de técnicas de marketing social que contribuam para as organizações públicas potencializem o processo de atrair doadores. Permitindo, assim, que utilizem os resultados para a construção de campanhas de marketing social mais assertivas”, conclui Caissa.

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/374
<![CDATA[Prêmio Marco Mares Guia 2016 já recebe inscrições]]>O Prêmio de Pesquisa Básica “Marcos Luiz dos Mares Guia”edição 2016 já está com inscrições abertas. Neste ano, os valores concedidos somam R$18 mil.

Criado pelo Governo do Estado, ele é entregue a pesquisadores mineiros em anos pares e, em anos ímpares, a unidade (departamento, laboratório, núcleo, entre outras) de instituição/empresa com atuação em C&T, ou à própria instituição/empresa, pública ou privada, sediada no Estado de Minas Gerais.

Assim, em 2016, o Prêmio contemplará pesquisadores mineiros que tenham se distinguido na condução de estudos e pesquisas básicas que contribuíram, de forma significativa, para o avanço do conhecimento científico e que apresentem potencial para subsidiar o desenvolvimento de soluções para problemas da humanidade. A novidade é a inclusão da subcategoria "Jovem Pesquisador", concedido a profissional de até 40 anos de idade.

Inscrições

As inscrições na categoria “Pesquisador” e na subcategoria “Jovem Pesquisador” serão efetuadas de acordo com os critérios estabelecidos pelo regulamento, publicado no Diário Oficial do Estado “Minas Gerais” de 03/12/2015, e encaminhadas no período de 5 de março a 6 de maio de 2016, à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) – Prêmio de Pesquisa Básica “Marcos Luiz dos Mares Guia” – Av. José Cândido da Silveira, 1500, Bairro Horto - Belo Horizonte – MG - CEP 31035-536. As inscrições só poderão ser feitas via Correios e serão aceitas aquelas efetuadas até a data limite de 6 de maio de 2016, cuja comprovação será o carimbo de postagem.

 Clique aqui para acessar:

- Inscrições/Edital de Chamada

- Ficha de Inscrição

- Mares Guia

- Perguntas mais frequentes

- Regulamento

 

 

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/375
<![CDATA[Fundação Gates, Ministério da Saúde e Fiocruz reúnem força-tarefa de pesquisadores contra Zika]]>Nesta sexta-feira (8), pesquisadores brasileiros financiados pelo programa Grandes Desafios Brasil estarão reunidos com gestores públicos para debater como estudos em saúde materno-infantil podem contribuir para o combate à Zika no Brasil e no mundo. Esta é a primeira vez que o programa Grand Challenges reúne uma força-tarefa de especialistas no Brasil para responder às principais questões científicas sobre uma epidemia. Criado pela Fundação Bill & Melinda Gates em 2003, o Grand Challenges investe em pesquisas inovadoras para solucionar graves problemas em saúde e em desenvolvimento. A iniciativa já financiou mais de 1927 projetos em 84 países – 30 deles no Brasil.

O evento “GC Brasil Workshop de Pesquisa em Zika” é organizado pelos parceiros e financiadores do programa Grand Challenges no Brasil, Ministério da Saúde, Fiocruz, CNPq e Fundação Bill & Melinda Gates. Representantes destas organizações e outras 10 instituições estarão presentes na reunião.

O principal objetivo do workshop é elaborar uma agenda de pesquisa em saúde materno-infantil relacionada à epidemia de Zika e às síndromes neurológicas congênitas que responda as principais questões científicas sobre a doença. Além de preencher lacunas de conhecimento, os estudos também devem atender as necessidades dos gestores públicos das cidades mais afetadas pela epidemia. Com base nessas prioridades, os especialistas identificarão quais pesquisas em curso e as já financiadas pelo programa Grand Challenges no Brasil e no mundo podem atender a essas necessidades. Também serão identificados estudos adicionais que terão de ser desenvolvidos para uma melhor resposta à doença.

No Brasil, o programa Grandes Desafios da Fundação Gates mantém parceria desde 2011 com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A iniciativa foi a primeira voltada para um país específico. Duas chamadas de pesquisa já foram lançadas. Em 2013, 12 pesquisadores brasileiros receberam 8,4 milhões de reais para desenvolver pesquisas inovadoras com o objetivo de reduzir as altas taxas de prematuridade no país. Em 2014, a chamada Grandes Desafios Brasil: Desenvolvimento Saudável para Todas as Crianças buscou estudos e intervenções capazes de detectar obstáculos ao desenvolvimento infantil e propor medidas inovadoras para solucioná-los. Nove projetos receberam 11 milhões de reais para desenvolver suas pesquisas em quatro anos.

Além do programa Grandes Desafios Brasil, a Fundação Gates também lança a cada seis meses chamadas globais do programa Grand Challenges Explorations. O objetivo é financiar ideias altamente inovadoras com US$ 100 mil por projeto. No Brasil, o programa conta com a parceria de Fundações de Amparo à pesquisa de 17 Estados que complementam o financiamento da Fundação com recursos adicionais. Nove pesquisadores brasileiros já foram contemplados nas mais diversas áreas. A iniciativa está com inscrições abertas até o dia 11 de maio em seis temas de saúde. Para mais informações, basta acessar o site: http://grandchallenges.org/grant-opportunities

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/376
<![CDATA[Pesquisadores da UFU buscam converter energia solar em combustível]]>Diariamente, o sol disponibiliza uma grande quantidade de energia luminosa que, se eficientemente armazenada, pode suprir a demanda energética da sociedade de forma sustentável e ecológica. Para que isso seja possível, o projeto Desenvolvimento e caracterização fotoeletroquímica de dispositivos moleculares para conversão de energia solar, coordenado pelo professor Antonio Otavio de Toledo Patrocinio, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), tem buscado novos materiais que possam, de forma limpa e sustentável, converter a energia solar em outras formas como eletricidade e combustíveis. Contribuindo, assim, para a diminuição da dependência dos combustíveis fósseis e o acúmulo de poluentes atmosféricos como o dióxido de carbono (CO2), causador do efeito estufa.

Com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), os pesquisadores usam conceitos de nanotecnologia e engenharia molecular para prepararem esses materiais. “Dispositivos para transformar a energia solar em eletricidade já estão disponíveis comercialmente, mas a eletricidade gerada precisa ser usada imediatamente. Do contrário, é necessário o uso de baterias para armazenar energia, o que diminui a eficiência global do processo e aumenta os custos.”, aponta Antonio.

As plantas convertem diariamente água e luz solar em fonte de energia há milhares de anos, por meio da fotossíntese. Diante disso, os pesquisadores buscam, por meio de fotossíntese artificial desenvolver dispositivos relativamente simples que sejam capazes de converter a luz solar em espécies químicas com alto conteúdo energético. Estas espécies são, por exemplo, aquelas que queimamos no organismo para produzir energia, pois todos precisam queimar combustíveis orgânicos, como a glicose, para produzir energia. Assim, o CO2 é convertido em glicose, que é considerada a espécie de alto conteúdo energético. "Na fotossíntese artificial, buscamos os combustíveis limpos, como o hidrogênio, ou tentamos utilizar os resíduos gerados da queima dos combustíveis fosseis como matéria-prima, no caso o CO2", explica o pesquisador.

A proposta da fotossíntese artificial é usar a energia solar e armazená-la em forma de energia química, como a natureza faz. Sendo possível usá-la para converter substâncias abundantes na natureza como a água e o dióxido de carbono em hidrogênio, oxigênio, metano e outros compostos. Um dos resultados aguardados é comentado por Antônio. “Em especial, espera-se desenvolver uma célula fotoeletroquímica capaz de absorver a luz solar e armazenar a energia luminosa na forma de ligações químicas, ou seja, combustíveis, que podem ser facilmente armazenados e utilizados em diversas aplicações”, afirma Antônio.

Um dos desafios da fase atual da pesquisa é o desenvolvimento de compostos que possam funcionar de catalisadores para as reações de fotossíntese artificial. As pesquisas na área estão sendo desenvolvidas mundialmente. Antônio afirma que a ideia é que isso aconteça a longo prazo, em torno de dez anos, pois os pesquisadores ainda estão na etapa de entender o mecanismo de conversão e as principais características que os materiais a serem utilizados devem possuir para se garantir eficiência e estabilidade. “Não existe uma solução comercial ainda, contudo tem-se o costume de dizer que a fotossíntese artificial é o Santo Graal da utilização da energia solar. Uma vez que você reproduzida em larga escala, a fotossíntese artificial provocará grandes mudanças na matriz energética global”, diz o pesquisador.

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/377
<![CDATA[Habitat e Biominas Brasil lançam Chamada para seleção de novas empresas para o Programa de Incubação]]>A incubadora de empresas Habitat e a sua gestora Biominas Brasil anunciam a chamada 01/2016 para seleção de novas empresas. A chamada é de alcance nacional e internacional e tem o objetivo de identificar e selecionar empreendimentos de base tecnológica no setor de ciências da vida para ingressar no programa de incubação da Habitat ainda no primeiro semestre deste ano. O prazo para as inscrições vai até o dia 01 de maio de 2016.

A Habitat é atualmente considerada a melhor incubadora do Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador promovido pela Associação Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos, a Anprotec e o Sebrae Nacional. A Habitat é referência nacional em incubação de empresas, conta com a chancela da Biominas Brasil e há 19 anos apoia empreendedores na criação e consolidação de novas empresas inovadoras. Acumula 53 empresas já apoiadas, sendo 15 atualmente incubadas e 89% graduadas com sucesso.

Poderão se inscrever empresas nascentes que tenham atuação no setor de ciências da vida, em áreas como: saúde humana e animal, agronegócios, insumos, meio ambiente e TI com foco em saúde, cujos empreendedores brasileiros ou estrangeiros tenham interesse de desenvolver seu negócio na Habitat, que está localizada em Belo Horizonte. Além disso, a empresa deve corresponder a uma das seguintes categorias: (i) nova empresa instituída ou em constituição por pessoa física; (ii) nova empresa instituída ou em constituição por pessoa jurídica; (iii) empresa transferida, da região, de outras cidades do país ou do exterior; (iv) unidade organizacional de desenvolvimento tecnológico de empresa que pretenda desenvolver produtos e ou processos de base biotecnológica.

A proposta a ser apresentada pelos interessados consiste em um Plano de Negócio cujo conteúdo deve atender ao roteiro anexado ao edital que solicita informações técnicas, econômico-financeiras, mercadológicas e gerenciais do projeto. O edital está disponível para download no site da Habitat, clicando aqui.

Os planos de negócio selecionados terão a oportunidade de se desenvolver em uma estrutura arquitetônica especialmente projetada para empreendimentos sensíveis às regulamentações sanitárias, com acesso a salas de uso privativo, laboratório, almoxarifados, câmaras frias, central de esterilização, salas de reunião, auditório e área de convivência, todos de uso compartilhado.

Além disso, o programa oferece uma metodologia para o desenvolvimento do negócio, suporte para o planejamento orientado para o mercado, monitoramento de desempenho, assessorias, cursos, suporte ao licenciamento e ampla rede de contatos e mentores.

Incubadora de empresas Habitat

Operacional há 19 anos, a Habitat, gerida pela Biominas Brasil, é uma incubadora de empresas dedicada a criar, desenvolver e graduar empresas que tenham potencial competitivo para impulsionar as áreas de Ciências da Vida. Ao longo de sua trajetória, já foram apoiadas mais de 50 empresas que, em conjunto, somam mais de R$1,3 bilhão de faturamento. O desempenho pós incubação das empresas que passaram pela Habitat é maior do que a média mundial de incubadoras de empresas (segundo o benchmarking da UBI), sendo e a taxa de sucesso de 89%.

 

Biominas Brasil

A Biominas Brasil é uma instituição especializada em soluções para negócios em ciências da vida. Com uma atuação nacional e internacional, tem em seu core business iniciativas voltadas ao empreendedorismo e à inovação. Atua no desenvolvimento de projetos que contemplam todas as etapas do negócio, da ideação à expansão, por meio de suas três áreas de atuação: Empreendedorismo, Consultoria e Relacionamento.

A Biominas Brasil é a gestora da incubadora Habitat desde a sua criação, uma iniciativa que faz parte da sua área de Empreendedorismo.

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/378
<![CDATA[Nanotecnologia aperfeiçoa procedimentos em saúde]]>A nanotecnologia não é mais apenas um tema em alta. Na prática, a ideia vem de fato ganhando destaque ao redor do mundo. O mercado abraçou a tecnologia de um modo geral e, atualmente, quase todas as áreas da indústria possuem inovações que surgiram a partir da utilização de nanotecnologia. Só no Brasil, já existem cerca de 1.030 patentes depositadas, nas mais diversas áreas de produção.

O professor Ado Jório, nanocientista e membro do Conselho Técnico Científico do Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC) explica que nanotecnologia vem da palavra nanômetro – uma unidade de medida que corresponde à escala de tamanho das moléculas, equivalente a um bilionésimo de metro. “São tecnologias capazes de dominar processos em escala molecular, desde processos relacionados à saúde, como reações químicas do corpo, a questões ligadas a engenharia, como a extração de petróleo da camada do pré-sal”, explica.

Capaz de interagir com a matéria em um nível profundo, a nanotecnologia oferece um grau de controle muito mais amplo. Na área da saúde, tendo em vista que as reações relacionadas ao corpo acontecem em nível molecular, a ferramenta é capaz de aperfeiçoar procedimentos de uma variedade ilimitada. Como exemplo, o professor cita a engenharia de tecidos, na qual tecidos sintéticos são fabricados para substituir os biológicos. “Nesse tipo de procedimento, a rejeição do tecido é um problema a ser considerado. Quando o controle da operação pode ser feito em nível molecular, abre-se a capacidade de aperfeiçoamento de forma concreta”, explica.

Outros exemplos estão na área de tratamentos e diagnósticos. Nanodispositivos desenvolvidos nos últimos anos são capazes de modificar tratamentos invasivos, como o do câncer, direcionando a aplicação de drogas apenas para a área afetada. Uma outra tecnologia é capaz de detectar no organismo vírus em uma quantidade reduzida, tornando mais eficiente o diagnóstico precoce de doenças.

Minas é referência

Em Minas Gerais, também não faltam trabalhos na área da saúde que usam da nanociência para desenvolver soluções, sobretudo na área de prevenção. No departamento de microbiologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG estão em fase de desenvolvimento carreadores (uma espécie de nanoestrutura) que carregam um RNA capaz de modificar a capacidade de reprodução de um vírus – no caso, o da dengue. Os testes trouxeram resultados animadores, aumentando as chances do desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a doença.

Investimento ainda é barreira

Para Ado Jório, apontado como um dos cientistas mais influentes do mundo pelo levantamento The World’s Most Influential Scientific Minds, feito pela Thomson Reuters, o Brasil tem uma produção importante em tecnologia, embora não possa ser comparada com gigantes da Europa e Estados Unidos. Para ele, o país precisa investir em desenvolvimento de instrumentação para vislumbrar um futuro mais promissor. “A nanotecnologia depende de instrumentação específica, e no Brasil, acabamos ficando reféns de importação de tecnologia externa. Estamos fazendo o dever de casa, temos fomento e conhecimento adquirido, mas ainda enfrentamos essa barreira”, completa.

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/379
<![CDATA[Batata-doce é potencializada para produção de biocombustível]]>fatores ambientais e econômicos. Uma das culturas que podem apresentar melhores resultados para a produção de álcool biocombustível é a batata-doce. Nesse sentido, o projeto Batata-doce, a biomassa para etanol biocombustível que contribui para o aumento da produção de alimentos, coordenado pelo professor Wilson Magela Gonçalves, do Departamento de Agricultura, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), vem buscando obter e disponibilizar novos clones de batata-doce que permitam a sua efetiva utilização como alternativa para a produção de etanol combustível e, ao mesmo tempo, contribuam para a produção de alimentos para a nutrição humana e animal.

Para avaliar o potencial dos clones de batata-doce, os pesquisadores usaram alguns critérios de seleção para definir quais aptidões os clones de batata-doce apresentavam. Dentro do programa conduzido na UFLA, foram identificadas aptidões relativas às raízes para consumo in natura, para nutrição animal ou para produção de etanol biocombustível. “Isso inclui pelo menos cinco clones com tripla aptidão, seja para alimentação, etanol ou nutrição animal. Destacam-se entre eles os clones UFLA-07-12 e UFLA-07-49, que apresentam altíssimas produtividade para as três funções”, aponta Wilson.

De acordo com a pesquisa, em comparação com a cana-de-açúcar, a batata-doce pode produzir de 40 a 100 toneladas de raízes em cada ciclo, o equivalente a 6.400 a 16.000 litros de etanol por hectare. A cana-de-açúcar tem um rendimento de aproximadamente 8.100 litros por hectare. Além disso, a batata-doce pode ser plantada em todo o território nacional, inclusive em regiões onde, por força do regime hídrico, a cana-de-açúcar não se adapta. Wilson Magela acredita que, com clones selecionados para a produção de biocombustível, torna-se possível admitir que, ao longo de um ano, o rendimento em álcool da batata-doce possa chegar a ser quatro vezes maior que o da cana-de-açúcar.

Além dessas características, o pesquisador enfatiza as vantagens socioeconômicas e ambientais do cultivo para a produção de álcool etílico. “A batata-doce é explorada em geral pela agricultura familiar, possui baixa emissão líquida de CO2 para a atmosfera, e os resíduos sólidos gerados no processo de obtenção de álcool, misturados à folhagem, podem ser utilizados como ração para a pecuária”, acrescenta. Diante disso, os pesquisadores visam disponibilizar novos clones de batata-doce que permitam a sua efetiva utilização na produção de etanol combustível, ao mesmo tempo gerando resíduos para alimentação animal e contribuindo para o incremento da produção de alimentos.

 

Desafios

Apesar do potencial, o cenário para essa produção não é positivo, segundo Wilson, pois com a queda dos preços do petróleo, que chegou a atingir 150 dólares o barril, e atualmente está na média de 35 dólares, os combustíveis alternativos, incluído o etanol proveniente da cana-de-açúcar, deixaram de ser interessantes economicamente a curto prazo. “Acredita-se que a recuperação de preços de petróleo venha a ocorrer em algum momento nos próximos anos, o que, aliado às demandas ambientais, venha a reacender o interesse por combustíveis alternativos em geral”, aponta Magela.

Enquanto isso, continuam os desafios para otimizar a batata-doce como matéria-prima para biocombustível. De acordo com a pesquisa, ainda é preciso melhoramento genético para obter novos clones de batata-doce resistentes a doenças e pragas de solo e aptas para consumo in natura. Além de melhorar a eficiência dos sistemas de produção de mudas, a mecanização do transplante de mudas e da colheita da batata e o aproveitamento de resíduos da destilação do etanol na produção animal. “Enquanto a pesquisa com a cana-de-açúcar em diferentes regiões brasileiras conta com centenas de pesquisadores por ano, com a batata-doce este número não chega a uma dezena”, acrescenta o pesquisador.

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/380
<![CDATA[ Pesquisadores mineiros desenvolvem alimentos mais saudáveis]]> 

Imagine consumir um alimento em sua dieta diária que, apesar de ter o mesmo sabor e aparência de sempre, agora te fornece mais nutrientes do que o usual e ainda previne doenças? Pesquisas desenvolvidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) buscam justamente isso: criar alimentos mais saudáveis, a partir da troca de componentes no processo produtivo ou do acréscimo de ingredientes naturais, por exemplo.

 Em Juiz de Fora, no Território Mata, o Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT) conduz pesquisas para aplicação na indústria de laticínios. Vinculado à Epamig, o instituto concluiu projeto que desenvolveu um queijo prato que previne doenças oculares.

“O queijo prato tradicional leva urucum como corante, mas, apesar de ser natural e não causar nenhum problema, o urucum também não traz benefícios. Pensei: por que não trocar o corante por outro que, além de dar a cor ao produto, também fosse bom para a saúde?”, conta a pesquisadora que coordenou o projeto, Denise Sobral.

A utilização do corante luteína na fabricação do produto foi testada e deu certo: os resultados apontaram a absorção de 6mg de luteína, quantidade diária necessária para a reposição dessa substância no organismo, em cada 100g de queijo. O mais importante, porém, é que a cor e o sabor do queijo prato não sofreram alterações.

Com propriedades antioxidantes, a luteína previne doenças e lesões oculares, como a catarata e a degeneração macular, doenças que podem levar à cegueira. Como a substância não é sintetizada pelo organismo humano, é necessário que seja suprida por meio da alimentação. “O próximo passo é tentar reter ainda mais a luteína no queijo, de forma que uma porção de 30g do produto já supra a quantidade diária necessária”, finaliza Denise.

 

Outros lácteos incrementados

Outras pesquisas desenvolvidas no Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT) buscam agregar benefícios aos produtos lácteos. A pesquisadora Renata Golim Costa, por exemplo, trabalha com a redução do teor de sódio no queijo minas padrão. “Diminuir a quantidade de sódio no queijo não significa só reduzir o teor de sal, uma vez que ele é fundamental para controlar a maturação do queijo. Isto é, se só tiramos o sal, o queijo pode amargar, ficar mole, muito úmido e mais perecível”, explica Renata.

Ao substituir parte do cloreto de sódio utilizado na produção do queijo por cloreto de potássio, a pesquisadora conseguiu reduzir quase 35% do sódio no produto, sem perder o sabor ou alterar nenhuma outra característica.

Já o pesquisador Junio de Paula queria aproveitar o soro de leite, produto bem nutritivo e que normalmente é descartado. Ele criou uma bebida láctea acidificada, inédita no mercado, que também é enriquecida com luteína. “Se comparada a refrescos e refrigerantes, a bebida apresenta maior valor nutricional para o consumidor, por possuir proteínas, vitaminas e minerais”, diz. Agora, ele busca gaseificar mais a bebida, para estender sua validade de 90 para 120 dias. “O novo produto já foi desenvolvido e está em fase de protótipo. Ficou uma delícia e nossa ideia é que, com ele, as crianças e adolescentes consumam mais leite”, defende.

Soja mais saborosa

Alimento versátil e funcional, a soja fornece nutrientes e traz diversos benefícios à saúde, auxiliando na prevenção de doenças cardiovasculares, por exemplo. Porém, no Brasil pouco se consome o grão, apesar de o país ser um dos maiores produtores de soja. Para conferir um sabor mais suave e até mesmo aparência melhor à soja, a pesquisadora da Epamig regional de Uberaba, Ana Cristina Juhász, começou a estudar o grão.

“Desenvolvemos três variedades a partir de hibridação, isto é, do cruzamento de plantas com características distintas, que ficam combinadas e geram uma variedade melhor”, conta. São três cultivares, como são chamados os grãos: amarelo, marrom e preto. A última, lançada no ano passado, é mais macia e saborosa do que as demais, tem o ciclo menor para ao produtor e possui antioxidantes naturais.

Segundo Ana Cristina, o Programa de Melhoramento Genético da Soja para Alimentação Humana, desenvolvido pela Epamig, Embrapa e Fundação Triângulo, é contínuo e busca grãos de interesse tanto para o produtor quanto para o consumidor. “Queremos que a soja chegue à mesa das famílias e até à merenda escolar”, pontua.

Doces funcionais

Na Universidade Federal de Lavras, no Território Sul, a Fapemig financia e apoia pesquisa que busca produzir doces de baixa caloria e enriquecidos com fibras com capacidade prebiótica, isto é, que auxiliam no bom funcionamento intestinal.

Os doces pesquisados também exercem função antioxidante, isto é, ajudam a prevenir doenças. Produzidos com diferentes frutas do cerrado, como marolo, graviola e maracujá doce, eles são feitos em um processo a vácuo, que os torna mais nutritivos. “Estes aspectos constituem diferenciais em relação a um doce normal, que é rico em açúcares e pode ser pobre em nutrientes, dependendo da fruta e do processamento térmico”, explica a coordenadora da pesquisa, Soraia Vilela Borges.

Soraia também pesquisa a produção de óleos essenciais, como de alecrim e orégano, na forma desidratada. “Eles ficam mais estáveis, e, quando adicionados aos alimentos, são liberados de forma gradual, então suas propriedades são mais aproveitadas. Além disso, são substâncias naturais, ao invés das sintéticas normalmente utilizadas, então enriquecem a dieta”, relata.

 

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/381
<![CDATA[Chamada pública irá financiar projetos em rede para recuperação da bacia do rio Doce]]>Na próxima terça-feira, dia 19 de abril, às 16h, será lançada Chamada de Apoio a Redes de Pesquisa para Recuperação da Bacia do Rio Doce. A iniciativa é uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Agência Nacional de Águas (ANA). Ao todo, serão investidos mais de R$11 milhões nas propostas aprovadas.

O objetivo da chamada é apoiar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, de caráter interdisciplinar, desenvolvidos em rede, em diferentes instituições de ensino superior (IES), institutos de ciência e tecnologia (ICT) e demais instituições, públicas ou privadas sem fins lucrativos, visando à formação de recursos humanos em nível de pós-graduação stricto sensu e a geração de conhecimento, tecnologias e processos tendo como objetivo a Recuperação da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e ecossistemas associados.

As propostas relacionadas a essa chamada devem ser direcionadas de acordo com 11 linhas temáticas prioritárias: Estudos Socioeconômicos, Uso do solo, Qualidade de vida, Áreas degradadas, Qualidade da água, Biota, Mata Atlântica, Ecossistemas de estuário, Redução de resíduos, Saneamento básico e Governança.

Essa é a segunda chamada que a FAPEMIG lança voltada à recuperação da Bacia do Rio Doce após o desastre ocorrido na barragem de Bento Rodrigues (MG), em novembro de 2015. A primeira foi a 04/2016 - Tecnologias para a Recuperação da Bacia do Rio Doce, lançada em janeiro deste ano, e que está em fase de avaliação.

Recursos e prazos

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 11.250.000,00 (onze milhões duzentos e cinquenta mil reais), sendo: R$4 milhões oriundos da FAPEMIG, R$4 milhões da Capes, R$2 milhões da Fapes, R$1milhão do CNPq e R$250 mil da ANA. A duração máxima dos projetos é de 48 meses, a contar da data de contratação da proposta. Os recursos de custeio serão liberados em até quatro parcelas, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira das Agências. As propostas devem ser submetidas até o dia 20 de junho de 2016.

Evento: Chamada de Apoio a Redes de Pesquisa para Recuperação da Bacia do Rio Doce

Data e horário: 19 de abril, às 16h

Local: Auditório da FAPEMIG – Av. José Cândido da Silveira, 1500 – Horto – Belo Horizonte.

Cadastramento de imprensa: acs@fapemig.br

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/382
<![CDATA[Influência do câmbio sobre a economia do Brasil e de Minas Gerais]]> 

A valorização do Dólar perante o Real impacta diretamente a vida das pessoas e das empresas. A elevação de preços de produtos que dependem do dólar, como o trigo, as viagens ao exterior ou mesmo a aquisição de bens para ampliar a produção de empresas são alguns itens que sofrem com o câmbio flutuante.

Segundo o professor e analista econômico Ricardo Couto, da consultoria Versus, o câmbio – caracterizado pela operação de troca de moeda de um país pela moeda de outro – afeta diretamente o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de tudo que é produzido pela economia nacional. Desta maneira, o valor do PIB absorve a variação nas contas de exportação e importação que, por fim, são utilizadas para se verificar quanto de recursos financeiros entram e saem do país.

Neste sentido, Ricardo destaca que uma tradicional teoria macroeconômica (a condição de Marshall-Lerner) já indica a relação entre o aumento do preço de uma moeda comparada ao real e o aumento das exportações, ao mesmo tempo em que as importações diminuem. Isso acontece porque fica mais caro para o empresário realizar compras de equipamentos para sua instituição, influenciando na movimentação de mercadorias e serviços no país.

Com a constatação de que o Real perdeu valor frente ao Dólar Americano, sendo 67% entre janeiro de 2014 e janeiro de 2016, pode-se perceber um aumento das exportações frente às importações em 2015, fato que contribuiu para a redução de 60% do déficit de conta corrente em janeiro de 2016. Para compreender esse processo, basta pensar que se o saldo em conta corrente é negativo, o país seria devedor em relação aos outros países, e isso é chamado de déficit em conta corrente. Se o saldo é positivo, há um superávit, ou seja, os habitantes estão exportando capital para o resto do mundo.

Tendências

Segundo o Boletim Focus publicado em fevereiro, a tendência para o câmbio em 2016 e 2017 é de maior constância, embora se aumente a depreciação (desvalorização do real em relação ao dólar) atual, para R$ 4,35 (2016) e R$ 4,40 (2017). Por este fato, a projeção para a balança comercial é de saldo positivo no patamar de US$ 40 bilhões para ambos os anos, reduzindo ainda mais o déficit em conta corrente para este período.

Por este fato, entre os produtos que apresentaram aumento nas exportações pode-se destacar as commodities metálicas, como o minério de ferro e aço, e as agrícolas, a exemplo da soja. Em contrapartida, reduziu-se a importação, principalmente, o aço provindo da china, os produtos químicos e materiais mais complexos relacionados a novas tecnologias e bens de capital.

Destaca-se ainda que, apesar de o Brasil possuir estreitas e expressivas relações comerciais com países asiáticos, a desvalorização do Real não colaborou com o aumento do volume exportado para este continente. Isso se deve à desvalorização das moedas locais frente ao Dólar e a redução da demanda chinesa. Em contrapartida, percebe-se uma melhoria no aumento do volume exportado à Europa e aos EUA, que além de se beneficiarem mais da depreciação com relação a suas moedas, têm demonstrado maior força de demanda, principalmente vinculados ao esforço de políticas de Quantitative Easing (QE) (mecanismo para criação de dinheiro que visa estimular o consumo e a atividade econômica) para estimular crescimento industrial e do consumo.

Minas Gerais

O analista econômico Elton Freitas, da plataforma DataViva – iniciativa do governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) – indica que entre os impactos do câmbio para o caso específico do Estado, destaca-se o efeito na exportação de minério de ferro. Sendo que, até 2014, o minério de ferro correspondia a 42% da pauta exportadora, apresentando queda desde 2013 devido ao aumento da oferta nos portos chineses e redução da demanda pelo mesmo governo. Por outro lado, as exportações de produtos alimentícios e de origem vegetal tem se mantido constante nos últimos anos, em reflexo ao maior equilíbrio entre oferta e demanda mundial.

Embora o aumento das exportações e a redução de importações corresponda a uma grande ajuda para diferentes setores exportadores, a recente ascensão da volatilidade dos preços nos mercados de commodities, principalmente nos contratos futuros, que trazem um fator implícito da curva de juros nos preços internacionais, tende a minimizar tais ganhos provindos da depreciação do real. Este fato é particularmente importante para os setores siderúrgicos, mineração e energia, cujas principais empresas nacionais exportadoras (Usiminas, Vale, Gerdau, CSN, Petrobrás) têm apresentado amplas redução de margens, embora tenham vivenciado a saída de concorrentes e aumentado o volume exportado.

De maneira complementar, vale destacar que, em empresas cuja relação entre oferta e demanda tem sido mais equilibrada, como no setor agrícola de forma geral, há uma relativa baixa volatilidade dos preços, resultando em um efeito de aumento das exportações, elevando a geração de caixa. Tal fator contribui para o positivismo da economia como um todo. Dentro dos aspectos danosos da depreciação do Real, é preciso destacar a influência negativa na dinâmica dos preços, que ocorre via retroalimentação da inércia inflacionária entre os períodos, que acaba por determinar um círculo vicioso de mais inflação e mais depreciação. “Este fato é particularmente preocupante, pois torna a política monetária relativamente passiva e, embora ainda não se possa concluir a existência de dominância fiscal, a dinâmica da política fiscal tem papel preponderante na resposta da economia, através de choques de preços internacionais”, destaca Freitas.

A influência dos choques de preços internacionais das commodities tem lançado uma nova problemática para o já enfraquecido setor industrial brasileiro e assim a economia como um todo. De acordo com o analista econômico, “O debate da melhoria das exportações e dos movimentos benéficos vinculados a depreciações nominais ou reais do câmbio, deve ser acompanhado dos efeitos prejudiciais. A análise final deve ser concreta, a partir do efeito resultante líquido entre ambas as forças. No entanto, infelizmente, o efeito negativo tem sido preponderante para o Brasil até o momento”.

Saiba mais

O DataViva é uma ferramenta de visualização de dados desenvolvida pelo governo de Minas Gerais em parceria com Media Lab, do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). A plataforma disponibiliza dados oficiais sobre exportações, atividades econômicas, localidades e ocupações de todo o Brasil, em onze gráficos e mais de 1 bilhão de visualizações possíveis.

Por meio de suas visualizações, o DataViva fornece informações valiosas para a promoção das exportações, para decisões de investimentos e formulação de políticas públicas. Além disto, ao fornecer fatos sobre o desenvolvimento econômico e educação, localidades e suas respectivas oportunidades, o DataViva ajuda a criar uma base sólida para o diálogo entre o setor público e o privado, fundamentada por dados empíricos.

 Acesse em: http://dataviva.info/

 

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2016-09-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/383
<![CDATA[O uso indiscriminado da ritalina para melhorar desempenho]]>A competividade no mercado de trabalho e em outras instâncias muitas vezes faz com que as pessoas coloquem a saúde em segundo lugar. Mas, até que ponto vale a pena? O Brasil é o 7º maior consumidor mundial de Ritalina, um dos nomes comerciais do metilfenidato, medicação que promete tratar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). No entanto, evidências preliminares indicam que uma proporção relevante da população tem utilizado fármacos estimulantes cognitivos como uma estratégia para elevar o desempenho em diferentes tarefas que exijam concentração e a execução de atividades repetitivas.

Ao perceber a prática do uso indiscriminado, a estudante de Farmácia Raissa Cândido, orientada pelos pesquisadores Edson Perini e Daniela Junqueira, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), desenvolveu o projeto Práticas de neuroaprimoramento farmacológico entre estudantes universitários – o uso do metilfenidato para a melhoria do desempenho cerebral. A pesquisa teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Como principal produto, Raissa apresentou seu trabalho de conclusão de curso sobre o tema.

A equipe optou por analisar os estudantes universitários da UFMG devido ao contexto em que estão inseridos. Como resultado, percebeu-se que dos 378 alunos que responderam ao questionário, 6% afirmaram que já tinham consumido a Ritalina para aprimorar o desempenho. Desses, 60% fizeram uso há apenas um mês. “Isso mostra que não é consumo uma vez ou outra, a pesquisa foi realizada em diferentes momentos do semestre e demonstra indícios de que o uso da medicação pelos estudantes pode ser frequente. Não é só na época de provas, mas durante o período letivo também”, comenta Daniela.

Outro dado relevante é a maneira pela qual os estudantes conseguem o medicamento, pois, legalmente, a Ritalina é adquirida apenas com receita médica. Segundo os pesquisadores, provavelmente, esses estudantes recebem prescrições médicas para uma finalidade regulamentada, diferente do neuroaprimoramento, adquirem na internet ou com colegas. A inexistência de dados suficientes que respaldem esse uso e a falta de conhecimento dos usuários sobre os riscos envolvidos na prática reforçam a relevância de investigar mais o tema.

“Sabe-se que o uso contínuo, descontrolado e sem justificativa terapêutica, pode estar associado a efeitos que podem ser prejudiciais como dificuldade de dormir, falta de apetite, dor de cabeça, taquicardias, insônia, entre outros”, afirma a pesquisadora Daniela Junqueira. Na literatura científica encontram-se evidências de que os efeitos da Ritalina envolvem as mesmas regiões do cérebro relacionadas aos mecanismos de dependência química, induzindo níveis de dopamina no sistema límbico semelhantes aos níveis observados em consequência do uso de drogas de abuso.

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2016-03-28 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/366
<![CDATA[Pesquisadores da UFV desenvolvem tecnologia nacional para regeneração óssea]]>Pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) estão desenvolvendo, com abordagens inovadoras, biomateriais para aplicações na área veterinária, que auxiliam a regeneração óssea. Com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), o projeto Desenvolvimento de tecnologia nacional, caracterização e aplicação clínica-cirúrgica de biomateriais e terapia celular, coordenado pela pesquisadora Andréa Borges, do departamento de Medicina Veterinária, tem demonstrado que os produtos nacionais podem prover os sistemas de saúde brasileiros com produtos de alta qualidade, mais econômicos, seguros e eficientes.

Um dos diferenciais é o custo, pois o uso de tecnologia nacional e mineira diminui o preço final. “Os produtos importados estão no mercado há anos, porém o custo de importação e a disponibilidade encarecem os sistemas de saúde do Brasil”, comenta Andréa. Esta nova tecnologia desenvolvida é indicada para o uso em animais, para casos de perda óssea, por traumatismos, como acidentes de trânsito, quedas graves, atropelamentos e outros, ou por doenças de diversas origens que levam à perda do tecido ósseo, como as neoplasias, a doença periodontal e a osteoporose. No entanto, a pesquisadora ainda acrescenta que a expectativa é que esses produtos testados nos modelos animais possam ser transpostos, beneficiando também os seres humanos.

Percebeu-se que, para ocorrer a regeneração, é preciso que haja um arcabouço para as células ósseas usarem como meio de migração, sustentação e produção da matriz óssea. “A hidroxiapatita (elemento que representa 99% do cálcio corporal e 80% do fósforo total) é o principal componente da matriz mineral do osso, sendo chamada de osteocondutora”, explica a pesquisadora. Ela detalha ainda que, como é uma cerâmica, é frágil e pode não suportar as cargas mecânicas recebidas pela região na qual está implantada. Dessa forma, está associada a um material de outra classe como os polímeros, a fim de que essa desvantagem seja superada e, em alguns casos, o produto final seja superior ao uso isolado dos componentes.

Resultados

A pesquisadora aponta que, por meio de análises radiográficas e histológicas (dos tecidos biológicos), o compósito de hidroxiapatita e lignina (que tem função de atribuir rigidez, impermeabilidade e resistência aos tecidos vegetais) foi capaz de promover a osteocondução e osseointegração do implante com o tecido ósseo, além de comprovar que o compósito é biocompatível, ou seja, não sofre rejeição pelo organismo.

Esses resultados impulsionam novas pesquisas com esse material. “Espera-se avaliar por um tempo ainda maior a interação do biomaterial com o tecido ósseo e, com isso, avaliar a resposta a longo prazo”, comenta a pesquisadora. Nesse contexto, o compósito poderá substituir o polimetacrilato, atualmente utilizado em próteses de implantes metálicos, com objetivo de promover adesão entre implante metálico e endósteo (camada de tecido conectivo vascular que reveste a cavidade medular do osso).

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2016-03-28 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/367
<![CDATA[Dois novos membros tomam posse no Conselho Curador da FAPEMIG]]>No dia 15 de março, durante a segunda reunião ordinária do Conselho Curador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), foi realizada a posse de dois novos membros: Michele Abreu Arroyo, presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), e Ricardo Vinhas Corrêa da Silva, diretor presidente da empresa Orteng Energia Ltda.

O Conselho é o órgão colegiado de deliberação superior e de formulação de diretrizes da FAPEMIG. O mandato é de quatro anos, renovável por igual período. Entre as atribuições, está a de definir a política geral, deliberar sobre o plano de ação e o orçamento anual, assim como eventuais modificações, além de orientar a política patrimonial e financeira da Fundação.

Michele Abreu Arroyo graduou-se em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e fez o mestrado e doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. De 1999 a 2012, coordenou a diretoria de patrimônio cultural, da Prefeitura de Belo Horizonte. Atuou como Superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Minas Gerais, de 2013 a 2015 e, atualmente, é presidente do Iepha-Mg.

Ricardo Vinhas Corrêa da Silva graduou-se em Engenharia Elétrica pela UFMG e atualmente é diretor presidente da empresa Orteng Energia Ltda., vice-presidente do Grupo Orteng, diretor presidente da Balteau Group, presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Estado de Minas Gerais (Sinaees), vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

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2016-03-28 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/368
<![CDATA[Fitoterápico para diabetes é desenvolvido por pesquisadores da UFJF]]>Segundo a Federação Internacional de Diabetes, existem 371 milhões de diabéticos entre os adultos de todo o mundo, desses, 13,4 milhões estão no Brasil. A doença tem alto custo para o Sistema Único de saúde (SUS), sendo gasto em média R$5.900 por pessoa, anualmente, de acordo com dados do estudo da Sociedade Brasileira de Diabetes. Uma alternativa para reduzir custos e ter mais eficácia pode ser o uso de medicamentos fitoterápicos – que são preparações farmacêuticas nas quais são utilizados extratos de plantas.

Essa foi uma das conclusões da pesquisadora Elita Scio Fontes, a partir do projeto Cecropia pachystachya – estudos químicos e farmacológicos, desenvolvido na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas gerais (FAPEMIG). Há 10 anos, os pesquisadores estão estudando a Cecropia pachystachya, mais conhecida como Embaúba. “Estudos pré-clínicos realizados em ratos diabéticos tratados com extrato da planta mostraram uma redução significativa da glicemia, o que motivou a continuação do trabalho”, explica a pesquisadora. A partir da planta, foi desenvolvido o GLICO-CP, um fitoterápico hipoglicemiante, que pode ser utilizado por pacientes diabéticos.

Os estudos mostraram que o GLICO-CP foi capaz de diminuir em 70% a glicemia dos animais com apenas uma dose diária, ao contrário dos medicamentos antidiabéticos que reduziram a glicemia em 50%. Além de reduzir a glicemia em animais diabéticos, o fitoterápico potencializa o sistema antioxidante, sem causar nenhum dano ao fígado ou aos rins. Percebeu-se também o aumento do HDL, conhecido como “bom colesterol”. “Esta formulação apresentou uma atividade antioxidante importante e nós observamos que, mesmo após interromper o tratamento por seis meses, a glicemia ainda permaneceu em níveis normais”, acrescenta Elita.

Entre as vantagens, a pesquisadora destaca: “Ele é barato de ser desenvolvido, é uma planta fácil de ser cultivada, a administração via oral não é invasiva, por isso merece que o estudo seja aprofundado”. As próximas etapas incluem o processo de reunir parcerias para que essa tecnologia alcance as indústrias de fitoterápicos e de desenvolvimento de novos medicamentos. “Como se trata de uma tecnologia de alto potencial de demanda, a formulação fitoterápica deve ser licenciada para empresa farmacêutica e laboratório. Em breve, estarei me dedicando para promover essas parcerias”, declara a pesquisadora.

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2016-03-28 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/369
<![CDATA[FAPEMIG assina memorando de entendimento para facilitar pesquisa com a Holanda]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) sediou, na manhã de hoje (08), o Workshop Internacional Minas Gerais-Holanda, promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), em parceria com a Agência de Promoção do Ensino Superior Holandês Nuffic Brasil e com a Força-tarefa de Pesquisa Aplicada do Conselho de Pesquisa Holandês (SIA).

O evento conta com o apoio da FAPEMIG e tem o objetivo promover a conexão entre governo, empresas e academia na busca de soluções tecnológicas para o setor produtivo. Durante o Workshop, que reuniu cerca de 150 pessoas, foi assinado um Memorando de Entendimento em cooperação acadêmica, pesquisa aplicada e desenvolvimento entre a FAPEMIG e a Força-tarefa de Pesquisa Aplicada do Conselho de Pesquisa Holandês.

De acordo com o Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Paulo Sérgio Lacerda Beirão, o documento visa a apoiar iniciativas conjuntas de pesquisa aplicada, treinamento e desenvolvimento nas áreas de tratamento de águas, agricultura de alimentos, química verde e ambientes sustentáveis. “Estamos muito satisfeitos com essa parceria, pois ela vai proporcionar que trabalhemos em conjunto para solucionar problemas comuns da sociedade”, afirma Beirão.

O diretor do Conselho de Pesquisa da Holanda, Rolf Bossert, falou sobre o grupo holandês e explicou que eles trabalham em conjunto com empresas e outras instituições para acelerar o desenvolvimento de tecnologias relacionadas à economia e biodiversidade. Já o subsecretário de Ensino Superior da Sectes, Márcio Rosa Portes, apresentou o histórico dessa parceria com a Holanda, que teve suas primeiras conversas ainda em março de 2015. “Esse evento é a consolidação de uma série de ações do governo que visam parcerias internacionais. Em breve, será formado o Núcleo Mineiro de Internacionalização do Ensino Superior, que será um grupo de trabalho gerido pelo estado, que vai buscar apoio para uma série de ações”, acrescenta Portes.

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2016-03-21 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/365
<![CDATA[Dilma sanciona Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação]]>A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (11) o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação em cerimônia no Palácio do Planalto. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 77/2015, que promove uma série de ações para o incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico, foi aprovado pelo plenário do Senado Federal no dia 9 de dezembro.

 

A ideia é aproximar as universidades das empresas, tornando mais dinâmicos a pesquisa, o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação no país, além de diminuir a burocracia nos investimentos para a área.

 

Segundo Dilma, o novo marco regulatório promove uma reforma na legislação que regula a integração entre agentes públicos e privados que compõem o sistema de ciência, tecnologia e inovação. “Estamos dando transparência, simplicidade e segurança jurídica a uma cooperação fundamental para o crescimento econômico, a geração de renda e emprego e que promova o desenvolvimento de forma sustentável”.

 

A presidenta disse que o Congresso, ao aprovar por unanimidade a legislação, demonstrou compromisso com as reformas necessárias à retomada do crescimento econômico. “É uma medida de curto, médio e longo prazos. Agradeço aos congressistas por esse esforço suprapartidário de criar as bases para que a inovação se torne o motor de nosso desenvolvimento”.

 

Na cerimônia, também foi lançada a Chamada Universal CNPq/MCTI nº1/2016, edital promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que vai disponibilizar recursos para projetos de pesquisa científica e tecnológica nos próximos dois anos, em qualquer área do conhecimento, no valor de R$ 200 milhões.

 

Vetos

Em entrevista após a sanção do marco legal, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, disse que a presidenta vetou alguns pontos do texto aprovado no Congresso. Pansera destacou que esses vetos “não mexem no eixo” do novo marco legal.

 

Segundo o ministro, um dos vetos é referente a um trecho que isentava o recolhimento de impostos previdenciários sobre bolsas de pesquisa e compra de produtos. Outro veto foi em um trecho do texto que dispensava a realização de licitação pela administração pública nas contratações de empresas com faturamento de até R$ 90 milhões anuais para prestação de serviços ou fornecimento de bens elaborados com aplicação sistemática de conhecimentos científicos e tecnológicos.

 

Legislação

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o marco legal atualiza a legislação brasileira para facilitar o exercício das atividades de pesquisa científica. O texto prevê a isenção e a redução de impostos para as importações de insumos feitas por empresas na execução de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. O marco também amplia o tempo máximo que os professores das universidades federais poderão trabalhar em projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão, ou exercer atividades de natureza científica e tecnológica.

 

A legislação também permite a participação da União, estados e municípios no capital social de empresas para o desenvolvimento de produtos e processos inovadores que estejam de acordo com as políticas de desenvolvimento científico, além de simplificar a emissão do processo de visto de trabalho para pesquisadores estrangeiros que vierem ao Brasil para participar de projetos de pesquisa.

 

(Fonte: Agência Brasil)

A FAPEMIG também está no Facebook e no Twitter

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2016-01-11 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/320
<![CDATA[Divulgado o resultado de Edital 14/2014 em parceria com a Cemig]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) divulgou hoje (08) o resultado do Edital 14/2014 – Pesquisas na área do setor elétrico, que prevê financiamentos de projetos de pesquisa e de inovação científica e tecnológica para o desenvolvimento de tecnologias alinhadas às demandas da CEMIG.

Ao todo, foram recebidas 140 propostas, das quais 16 foram aprovadas. Os projetos são voltados às demandas CEMIG D e CEMIG GT, visando à implementação do Programa Anual de Pesquisa e Desenvolvimento da CEMIG. O Edital prevê que os projetos gerem um ou mais produtos inéditos, em concordância com a classificação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.

O resultado pode ser conferido aqui.

Outras informações podem ser obtidas com a Central de Informações da FAPEMIG pelo e-mail ci@fapemig.br



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2016-01-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/304
<![CDATA[FAPEMIG lança chamada de apoio aos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs)]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), lançou hoje (08) a chamada 05/2016, de apoio a Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs). O objetivo da chamada é apoiar os NITs – responsáveis por orientar, assessorar, apoiar e gerir atividades relativas à proteção intelectual e à transferência de tecnologia com foco em inovação.

 

O valor para financiamento será de R$ 1 milhão, sendo que a solicitação de financiamento para cada proposta deverá ser de, no máximo, R$ 150 mil. As propostas podem ser enviadas até as 17 horas do dia 29 de abril de 2016.

Acesse a Chamada completa neste link.

Outras informações podem ser obtidas com a Central de Informações da FAPEMIG pelo e-mail ci@fapemig.br .

 

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2016-01-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/305
<![CDATA[Chamada irá financiar tecnologias para recuperação do Rio Doce]]>Soluções rápidas e eficazes para a recuperação das áreas afetadas pelo rompimento da barragem em Bento Rodrigues (MG). Esse foi o desafio proposto aos pesquisadores de Minas Gerais e do Espírito Santo com o lançamento da chamada 04/2016 “Tecnologias para recuperação da Bacia do Rio Doce”. A iniciativa, anunciada hoje (7), é fruto de uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

 

A previsão é de um investimento de cerca de R$ 6,7 milhões nos projetos aprovados. As propostas relacionadas a essa chamada devem ser direcionadas de acordo com quatro linhas temáticas: Recuperação do solo, Recuperação da água, Recuperação da biodiversidade e Tecnologias sociais. As linhas foram definidas após debates com pesquisadores de diferentes áreas que, durante um workshop realizado no início de dezembro, apresentaram sugestões e demandas que atenderiam com maior eficácia a área impactada.

 

As propostas podem ser submetidas até 7 de março de 2016. De acordo com o presidente da FAPEMIG, Evaldo Ferreira Vilela, o que se espera são produtos e tecnologias que busquem soluções para problemas que atingem as regiões afetadas. “Os projetos podem até resultar em artigos e livros, mas não é esse o foco. Estamos em busca de tecnologias que ajudem na recuperação do meio ambiente, e que também levem em consideração as populações afetadas”. Por isso, a chamada prevê que, a cada seis meses, os pesquisadores forneçam relatórios de acompanhamento para verificar os avanços das iniciativas.

 

Parcerias

 

Durante o evento, foram assinados, ainda, dois acordos de cooperação. Um deles, com a Fapes, prevê a elaboração de uma nova chamada pública com foco na recuperação das condições socioambientais dos municípios afetados pelo rompimento da barragem. Essa chamada vai privilegiar propostas em rede, ou seja, apresentadas por grupos que incluam pesquisadores dos dois estados ou mais. O outro acordo foi assinado com a Capes e prevê a colaboração mútua para implementação de ações e programas que visem ao aprimoramento de competências na área de desastres naturais.

 

Quase R$40 milhões para pesquisas

 

O presidente da FAPEMIG anunciou também o lançamento de outras três chamadas que, juntas, totalizam um investimento de quase R$40 milhões. Uma delas é a Demanda Universal, que apoia pesquisas em todas as áreas do conhecimento. Já tradicional na instituição, ele prevê um investimento de R$23 milhões e receberá propostas até 28 de março.

 

Também foi lançada a chamada Programa Pesquisador Mineiro (PPM), que financia, por meio da concessão de apoio financeiro mensal (grants), pesquisadores vinculados a projetos de pesquisa científica, tecnológica ou de inovação em desenvolvimento. Serão investidos R$8 milhões e as propostas devem ser enviadas até 14 de março.

 

Já a chamada para a Bolsa de Incentivo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Tecnológico (BIPDT) irá apoiar, por meio da concessão de bolsas, pesquisadores que são servidores públicos estaduais. As submissões podem ser feitas até o dia 21 de março e os recursos são da ordem de R$2 milhões.

 

Outras informações podem ser obtidas com a Central de Informações da FAPEMIG pelo e-mail ci@fapemig.br .

 

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2016-01-07 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/306
<![CDATA[Espécies vegetais no tratamento de efluentes]]>Soluções de baixo-custo para a sustentabilidade no campo são importantes para famílias e agricultores em diversos níveis de produção. Na Universidade Federal de Viçosa (UFV), um grupo de pesquisadores desenvolveu pesquisa sobre o tratamento e o aproveitamento sustentável de resíduos orgânicos em sistemas de baixo custo, como os alagados construídos, e concluiu ser possível reduzir a presença de poluentes (como os inseticidas), a partir do uso de espécies vegetais, como a erva-de-bicho e a menta aquática.

O coordenador do projeto, professor Alisson Carraro Borges, do Grupo de Pesquisa em Qualidade Ambiental (GPQA) da UFV, orienta trabalhos com o objetivo de avaliar a tratabilidade de efluentes nos alagados construídos, que são reservatórios construídos com material poroso. “Acreditamos que este modelo é sustentável devido ao uso da interface solo-planta”. Dentre as aplicações práticas, famílias podem usar um alagado construído como solução local para o tratamento de efluente: “Em relação ao poluente específico, o inseticida, a aplicação deve ser mais bem estudada, mas você pode visualizar sem problemas um sistema solo-planta tratando águas residuárias de lavagem de galões (vasilhames) desse tipo de composto”, explica o professor.

Alisson Borges destaca que os estudos em sustentabilidade são essenciais para o desenvolvimento humano, sendo a contribuição para um desenvolvimento mais sustentável um dos motivos que o estimulam a pesquisar na área: “Costumo usar em sala de aula a analogia de que somos uma astronave com suprimentos e combustíveis, mas que temos escondido os resíduos produzidos debaixo do tapete da própria embarcação. A motivação passa por aí: sobrevivência e futuro melhor para nossa descendência”.


O projeto desenvolvido com financiamento da FAPEMIG entre 2009 e 2011 é parte de uma linha de pesquisa que tem foco no uso de sistemas alagados construídos, conhecidos internacionalmente como wetlands, na remediação de poluentes aquáticos. “O Brasil possui um bom número de pesquisadores estudando o tema, agregados a um grupo maior chamado Wetlands Brasil”, destaca o professor. Um importante evento sobre a temática aconteceu em junho, na cidade de Curitiba, o II Simpósio Brasileiro sobre Wetlands Construídos.

Atualmente, o professor e o grupo de pesquisadores do GPQA / UFV desenvolvem dois novos projetos com financiamento da Fundação: um sobre a remoção do arsênio via fitorremediação e outro sobre gestão de resíduos em núcleos do programa Minha Casa, Minha Vida, esse de extensão em interface com a pesquisa. “Também temos outros projetos em andamento, em colaboração com os outros pesquisadores do GPQA, como o professor Antonio Matos e a professora Paola Lo Mônaco. Além dos alagados, estudamos digestão anaeróbia e ozonização”.

Interessados no tema podem visitar o site do grupo no endereço www.gpqa.ufv.br. Visite também o site do Departamento de Engenharia Agrícola da UFV: www.dea.ufv.br.

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2016-01-06 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/297
<![CDATA[FAPEMIG firma nova parceria com União Europeia por meio do Confap]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) firmou nova parceria internacional por meio do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e da União Europeia (UE) para o programa EU Horizon 2020 (H2020). Este é o programa de Pesquisa e Inovação da União Europeia que oferece quase 80 bilhões de euros em financiamento ao longo de sete anos (2014 a 2020).

Propostas ao H2020 podem incluir pesquisadores, instituições acadêmicas e não acadêmicas (incluindo empresas) de países fora da União Europeia. No entanto, enquanto a UE financiará a participação de parceiros de possíveis futuros membros da UE, de países vizinhos e de países em desenvolvimento, não financiará automaticamente os parceiros de países industrializados e as economias emergentes, como o Brasil. Os participantes provenientes desses países deverão obter financiamento de outras fontes.

Dessa forma, a FAPEMIG estabeleceu essa nova parceria e os pesquisadores elegíveis para financiamento pela instituição mineira poderão usar os modos normais de financiamento oferecidos pela Fundação para apoiar a sua participação no H2020. Vale ressaltar que as chamadas serão lançadas pelo programa da União Europeia e não pela FAPEMIG, e que as propostas devem deixar claro que o coordenador de Minas Gerais tem participação relevante no desenvolvimento do projeto de pesquisa, como também os resultados dessa colaboração.

Neste link, é possível acessar as chamadas disponíveis.

Aqui, estão as Diretrizes para a elaboração de propostas de pesquisa à FAPEMIG em colaboração com as propostas apresentadas ao EU Horizon 2020.

 

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2016-01-06 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/298
<![CDATA[Livro retrata o processo de autoconstrução de ocupações em Belo Horizonte]]>Brígida é moradora e coordenadora da Ocupação Eliana Silva, localizada na Região do Barreiro. Na fase inicial, ajudava na cantina e cozinhava para os ocupantes. Morou em uma barraca de camping por seis meses, enquanto o marido, que era pedreiro, construía o muro e a base da casa. Já Seu Tião está na Eliana Silva desde o início, quando morava em uma barraca de lona com sua esposa. É aposentado e aderiu à Ocupação para fugir do valor alto de aluguel que pagavam em uma quitinete, no bairro Tirol. Após o sorteio dos lotes, foi um dos primeiros a construir sua casa de alvenaria, comprando material “fiado” no depósito ao lado da Ocupação.

As histórias de Brígida, Seu Tião e de outros moradores fazem parte das conversas com residentes publicadas no livro Saberes [auto]construídos. A professora Denise Morado, da Escola de Arquitetura da UFMG, coordenadora de ações de extensão e do Grupo Praxis/UFMG, organizou o livro que se tornou um registro dos diálogos estabelecidos entre professores, pesquisadores, estudantes de arquitetura e autoconstrutores durante anos.

Para Denise Morado, o livro com o resultado da pesquisa desenvolvida nas ocupações é importante para que o conhecimento chegue à população. “O objetivo é que esta experiência seja de conhecimento não só da universidade, mas principalmente dos moradores e da comunidade. Neste sentido, o livro é importantíssimo para que as pessoas entendam melhor o que são essas ações partilhadas no cenário atual”, afirma.

O e-book tem texto de oito autores, dividido em seis capítulos, que resgata os processos produtivos do espaço urbano em bases econômicas, sociais e culturais legitimadas por ações políticas conjuntas. O livro foi editado pela C/Arte, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Proex/UFMG, Capes e CNPq. O livro será lançado até o final de agosto e estará disponível por R$24,90, mas já é possível a visualização dele neste link.

Atualmente, são mais de 467.480 pessoas morando em ocupações irregulares em Belo Horizonte. É uma população que está imersa na ilegalidade urbana e traz à tona a necessidade de refletir a intervenção, a norma e a legislação. Pensando nisso, o trabalho de extensão atuou, a partir do Grupo Praxis/UFMG, desenvolvendo uma assessoria técnica baseada numa relação de parceria com os moradores. Segundo Morado, o projeto de extensão Diálogos, também apoiado pela FAPEMIG, “contribui para melhorar o acesso ao direito à cidade e à moradia, a partir do momento em que as condições habitacionais de famílias de baixa renda também são melhoradas”.

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2016-01-06 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/299
<![CDATA[FAPEMIG propõe divulgação de resultados de pesquisas em pequenos vídeos]]>Que pesquisas estão sendo desenvolvidas nas universidades? Você conhece os trabalhos feitos por pesquisadores de diferentes áreas? E como esses resultados interferem na sua vida, você sabe? Pois é exatamente essa a proposta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG): divulgar resultados de pesquisas desenvolvidas em Minas por meio de um Pitch – que é um vídeo amador, feito por celular ou câmera comum, no qual o pesquisador apresentará o resultado, produto, processo ou serviço, em uma linguagem acessível a qualquer cidadão.

O objetivo da iniciativa é disseminar junto à sociedade o esforço realizado pelas universidades, centros de pesquisa e empresas para desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação. Todos os parceiros da FAPEMIG estão convidados a apontar os resultados de projetos de pesquisa que possam ser aplicados na solução de problemas que afetam o dia a dia da população, impedem a competitividade de empresas públicas ou privadas, bem como o bom funcionamento dos órgãos e programas governamentais.

Os resultados serão selecionados com base na capacidade de criar soluções e gerar: renda, riquezas, empregos novos e tradicionais, no contexto da nova economia. Os vídeos serão apresentados em um evento-mostra, em novembro de 2015, em Belo Horizonte, com ampla participação de membros dos governos estadual e federal, empresários, pesquisadores, investidores, pessoas inovadoras e o público em geral.


Para participar

1 – Apresentação do Pesquisador (Nome, nome da empresa, equipe principal, instituição/departamento);

2 – Informar instituições de financiamento (FAPEMIG e qualquer outra)

3 – Nome da Tecnologia/Produto;

4 – Especificar o objetivo da tecnologia/produto;

5 – Diferenciais da tecnologia perante a concorrência;

6 – Aplicações científicas e/ou mercadológicas;

7 – Especificar o possível impacto para a sociedade.

É preciso estar atento aos contratos de propriedade intelectual e verificar como é possível divulgar sua tecnologia sem ferir cláusulas contratuais. A abordagem deve ter linguagem comum, não é necessário dar detalhes de funcionamento que representem “segredos industriais”.  

 

Formato e forma de envio 

Tamanho do vídeo: máximo de 300MB
Tempo máximo: 3 minutos

O nome do arquivo de vídeo deve ser o nome da pessoa que aparece nele e sua instituição/empresa. Exemplo: Thiago_borges_FAPEMIG.mp4

O vídeo deve ser compartilhado por meio do Google DRIVE ou DROPBOX ou ONEDRIVE da Microsoft, através da conta: mostrafapemig@gmail.com . Dúvidas também devem ser enviadas para este e-mail.

Para aqueles familiarizados com a utilização do YOUTUBE, também é possível fazer o upload do vídeo no site e apenas enviar o link. (essa opção é até mais simples e efetiva).

Lembre-se de que o PITCH deve ser gravado em linguagem mais acessível possível, pensando que a proposta é de comunicação com o cidadão comum.

Cronograma proposto:

18/08/2015:  Reunião na FAPEMIG para apresentação da proposta – JÁ REALIZADA
11/09/2015: Entrega dos Pitchs
18/09/2015: Resultado da avaliação dos Pitchs
25/09/2015: Entrega do sumário executivo das tecnologias
09/10/2015: Pitchs regravados
18/11/2015: Data proposta para o Evento-mostra (a confirmar)

 

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2016-01-06 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/300
<![CDATA[Sistema desenvolvido por pesquisador pode auxiliar contra Zika Vírus]]>Mais uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti vem assombrando a população: a Febre Zika, transmitida pelo vírus Zika. O vírus está relacionado a 1.761 casos de contaminação, em 422 municípios, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, do dia 8 de dezembro. A Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte também informou que está investigando a relação do vírus Zika com casos de microcefalia em Minas Gerais.

Além disso, até maio deste ano, foram notificados mais de 1 milhão de casos de Dengue e 2 mil casos confirmados de infecção pelo vírus Chikungunya, ambas causadas pelo mosquito. Há mais de 10 anos, o pesquisador Álvaro Eiras, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), criou um sistema de controle do mosquito por meio do Monitoramento Inteligente da Dengue (MI-Dengue). Ao invés de visitar casa a casa para procurar os focos do mosquito, o pesquisador desenvolveu uma tecnologia que usa armadilha – o atraente para a fêmea – dispositivo móvel e site em tempo real, que permite localizar focos no mosquito.

Com o surto do Zika vírus, o pesquisador conta como tem abordado o tema. “O que estamos fazendo agora é o desenvolvimento de testes para análise do mosquito da Dengue que permita diagnosticar o Zika vírus em mosquitos adultos capturados. Esta informação processada em uma semana pode ser crítica para evitar centenas ou milhares de casos. No entanto, uma vez que não existe vacina contra a Dengue, Chinkungunya e agora o Zika vírus, a única solução é o combate ao vetor, e é justamente isso que nossa tecnologia MI-Dengue tem efetivamente realizado e com grande sucesso”, afirma Álvaro Eiras.

Estrutura

A armadilha chamada de MosquiTRAP conta com uma fita adesiva, em que a fêmea do mosquito, responsável pela transmissão do vírus, fica grudada, morre e deixa de colocar ovos. O monitoramento é feito a partir de armadilhas instaladas em toda a cidade. Semanalmente, o agente de saúde vai até a MosquiTRAP, faz a contagem dos mosquitos capturados e envia os dados pelo celular para um sistema de internet. Como as armadilhas também são georreferenciadas, é possível identificar, em um mapa, quais são as regiões com mais mosquitos, para que as autoridades saibam onde concentrar as ações de combate à Dengue. Os casos de Dengue, Chikungunya e Zica vírus também podem ser colocados nos mapas.

Resultados

Segundo o pesquisador, durante 2009 a 2011, a Secretaria do Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou um projeto em 21 cidades prioritárias do Estado para avaliar a aplicação da tecnologia MI-Dengue. Em 2013, os resultados foram publicados em um artigo científico na revista Emerging Infectious Diseases, onde ficou comprovado a redução média de casos de Dengue de aproximadamente 60% nos municípios que adotaram o MI-Dengue; ou seja, houve uma redução de mais de 27.000 casos nas cidades que usaram a tecnologia, trazendo uma economia de cerca de R$ 18 milhões aos cofres públicos do Estado em custos diretos e indiretos.

Reconhecimento

O MI-Dengue já foi apontado como “o melhor dos melhores” em inovação tecnológica, no Tech Museum Awards, 2006, na categoria Saúde, no Vale do Silício (USA) onde a pesquisa foi elogiada até mesmo por Bill Gates.  Em abril de 2013, a tecnologia também foi premiada pela Fundação Thomas Edison (Chicago, USA), na categoria de Tecnologia com Impacto Social e Qualidade de Vida. Além dessas conquistas, o MI-Dengue foi selecionado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), como um dos 70 projetos destaques avaliados por meio dos pitches – vídeos de curta duração. Durante os dias 23 e 24 de novembro, ele foi apresentado no evento INOVA Minas, em Belo Horizonte.

Comercialização

Ao longo de mais de 10 anos de existência, a Ecovec, empresa ‘spin-off’ da UFMG, que licenciou as Tecnologias da UFMG e FAPEMIG, já faturou mais de R$10 milhões com a solução MI-Dengue.  Inicialmente, o MI-Dengue foi concebido para ser comercializado na forma de prestação de serviços, oferecendo uma solução completa para os municípios e estados brasileiros. No entanto, a partir da validação de várias instituições de pesquisas, foi possível trabalhar em parceria com os municípios oferecendo o serviço completo ou parte dele. Por isso, o preço varia do tipo de projeto a ser desenvolvido, mas está em torno de R$ 1,00 por habitante ao ano.

O pesquisador conta que já fizeram propostas para instituições públicas que iriam se responsabilizar por parte da prestação dos serviços do MI-Dengue, permitindo que o custo de incorporação da tecnologia fosse de R$ 0,50 por habitante ao ano, nas áreas que o MI-Dengue fosse implantado. “Se conseguirmos viabilizar parcerias como esta, certamente vamos aumentar as chances de difusão da tecnologia devido ao seu baixo custo e eficácia já comprovada”, declara.

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2016-01-06 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/301
<![CDATA[Pesquisador mineiro é premiado pela Fundação Bunge]]>O jovem pesquisador mineiro, Diego Antônio França de Freitas, recebeu o prêmio Fundação Bunge, edição 2015, na categoria “Juventude”, na área recuperação de solos degradados para a agricultura. Um dos projetos desenvolvidos por ele na Universidade Federal de Viçosa (UFV), intitulado “Plantas de cobertura no controle da erosão hídrica e na melhoria da qualidade do solo na região central do estado de Minas Gerais” foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Para Diego, “este prêmio é um grande incentivo para continuar o trabalho diário relativo às pesquisas científicas, à orientação de estudantes, à gestão universitária e, principalmente, à formação de recursos humanos aptos a atuarem no mercado de trabalho”. A relevância acadêmica das pesquisas desenvolvidas por ele está relacionada à contribuição para a melhoria da qualidade em biomas distintos. “Mais importante que recuperar uma área degradada é conservar os solos, de maneira a evitar um empobrecimento e desgaste de sua estrutura física, química e biológica”, assegura o pesquisador.

Na categoria “Juventude”, são escolhidos pesquisadores jovens de até 35 anos que se destacam em seus campos de atuação. Os agraciados receberão prêmios de R$ 60 mil e medalha de prata, nesta categoria. A premiação será no dia 30/09, em São Paulo.

Natural de Oliveira, Minas Gerais, aos 14 anos, Diego iniciou o curso técnico em agropecuária, ao mesmo tempo em que cursava o Ensino Médio, em Florestal, na Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal (Cedaf), da UFV. Após o término, em 2002, decidiu mudar de cidade para começar o Ensino Superior na Universidade Federal de Lavras (UFLA), que é referência em Ciências Agrárias. Diante das possibilidades, dedicou-se durante a graduação a estudar os solos na região de Mata Atlântica, no Sul de Minas Gerais; no mestrado, o Cerrado; e, no doutorado, o Pantanal.

O reconhecimento de todo esforço proporcionado pelo prêmio Bunge, veio por meio da indicação dos colegas de trabalho, à época, da UFLA. Seu orientador desde a graduação, Marx Leandro Naves Silva, destaca que a indicação do nome dele foi aceita com unanimidade e isso está relacionado ao empenho e competência demonstrados pelo aluno, desde a graduação. “Ele sempre desenvolveu suas tarefas com eficiência, tinha pontuação máxima nas disciplinas, além disso, colaborava com todos os colegas, principalmente, nos trabalhos de campo”, declara Marx.

Atualmente, Diego voltou a Florestal, que desde 2006 tem um campus da UFV. No local onde estudou, atua hoje como professor e diretor de ensino, dando prosseguimento às pesquisas e à docência. “Os objetivos das pesquisas científicas provavelmente serão alterados com o tempo, mas o objetivo de formar e capacitar pessoas será constante”, declara.

 

Diego Antonio França de Freitas
tel: (31)3536-3363
Diretor de Ensino e Professor - Universidade Federal de Viçosa - UFV - Florestal

Engenheiro Agrônomo- Universidade Federal de Lavras - UFLA

Mestre e Doutor em Ciência do Solo - UFLA & Purdue University

 

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2016-01-06 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/302
<![CDATA[FAPEMIG no VII Encontro dos Docentes de Pós-graduação do CEFET-MG]]>O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Evaldo Vilela, e a assessora adjunta de inovação, Elza Fernandes, vão representar a Fundação no VII Encontro dos Docentes de Pós Graduação stricto sensu do CEFET-MG, que tem como tema a Internacionalização, Inovação e Pós-graduação: Desafios integrativos.

Refletir sobre o uso da língua inglesa como meio de instrução para a Pós-graduação, apresentar linhas de financiamento internacionais e as agências responsáveis e pensar sobre a importância da inovação nos programas de Pós-Graduação são um dos objetivos do evento.

O evento também marcará a abertura da exposição itinerante “Auschwitz em Imagens e Sensações”, que foi concebida a partir da experiência de alunas do Programa de Pós-graduação em Estudos de Linguagens e do Bacharelado em Letras do CEFET-MG e intercambistas na Eötvös Lórand University/Hungria. Confira a entrevista sobre o trabalho:

FAPEMIG: Antes de irem para a Hungria, vocês já tinham a ideia de fazer o trabalho? Como surgiu a motivação?

Laura Alice Souza da Silva:  Fomos para a Hungria em épocas diferentes. Ana Cavalcanti, aluna da Graduação em Letras foi no final do verão de 2014 (agosto), Andreia, aluna do programa de Mestrado em Estudos de Linguagens foi no outono de 2014 (setembro) e eu, também do mestrado, fui a última a ir, em fevereiro de 2015 (primavera).  Após a minha visita à Polônia, já em maio de 2015, conversei com as colegas que já tinham ido ao campo de concentração e elas relataram experiências bem diferentes das minhas. Foi então que tivemos a ideia de trazer para o Brasil essa experiência e compartilhar com o público. Submeti o desejo de fazer a exposição à Professora, Inês Gariglio, Secretária de Relações Internacionais do CEFET-MG, e prontamente ela apoiou a ideia.

FAPEMIG: Antes dessa experiência, como vocês lidavam com o tema. O que mudou após a experiência in loco?

Laura Alice Souza da Silva: Em relação ao Holocausto e à Segunda Guerra Mundial, a minha percepção era superficial. Estudei sobre o conflito nas aulas de História no Colégio e já havia visto filmes e notícias na mídia. A história é para mim tão absurda que até então parecia ficção. Estar na Hungria, estar em Auschwitz na Polônia é como levar um choque, alta tensão. Aconteceu, é real e as provas ainda estão lá. O que mudou foi ver, tocar, sentir o cheiro, pôr os pés no lugar onde tudo aconteceu. Não é algo descritível. Felizmente o que trouxemos e vamos compartilhar com a sociedade remonta a sensação de cada uma de nós. Daí surgiu o nome da exposição "Auschwitz em Imagens e Sensações". São fotografias, impressas em banners de pano.  Tudo muito simples buscando a reflexão sobre o Holocausto e mantendo o foco na percepção de cada artista e nas reações que as imagens poderão causar ao público.

FAPEMIG: Como vocês perceberam a população local? Que “fantasmas” do holocausto ainda perduram nas proximidades?

Laura Alice Souza da Silva:  Nós três moramos na região central de Budapeste, que é uma cidade maravilhosa, porém com os vestígios da Segunda Guerra. Ainda é possível notar prédios em ruínas que foram bombardeados durante a segunda Guerra, especialmente no Bairro judeu, onde ficava situado o Gueto. O que sobrou do muro erguido pelos soldados Alemães para confinar os Judeus ainda está lá. Os prédios bombardeados e em ruínas também está (mando foto em anexo). As pessoas contam de seus parentes perdidos durante a guerra. O fato parece mais próximo não só no espaço mas também no tempo. Os vestígios são tantos e tão visíveis que me pareceu que a Segunda Guerra acabou ontem. 

 
FAPEMIG: Que critérios foram usados para a seleção das fotos?


Laura Alice Souza da Silva: Tiramos sim algumas fotos. Não foram muitas, porquê, embora Auschwitz hoje seja um museu, o lugar foi palco de muitos horrores, nem sempre a gente pensa em fotografar, e não fomos lá com esse objetivo (trazer fotos para uma exposição). Não. Algumas fotos inclusive são bem caseiras, e outras, em respeito às vítimas não foram selecionadas para a exibição. As minhas, por exemplo, foram feitas com dispositivo móvel. Outras estão com a resolução baixa, outras sem o foco adequado. Tudo isso fez parte da nossa experiência, do que sentimos, vimos e vivemos lá. E estas fotos estão na exposição! O critério foi o sentimento, a vivência de cada uma de nós. Pessoas diferentes vivências diferentes, é impossível reagir a tudo que vimos de forma padronizada. E isso é interessante na exposição, o público poderá perceber de diferentes formas nosso ponto de vista. Não é, nem de longe, uma exposição padrão, bonitinha e que causará sensações aconchegantes. É pra incomodar, despertar, conscientizar! Como aconteceu conosco lá. O que fizemos, junto à Professora Dra. Giani David Silva, curadora da exposição, foi dividir a obra em três partes (eis o critério): Auschwitz em Preto & Branco da Andreia Oliveira, que foi em na Polônia no outono, clima frio, chuva, sombrio. Auschwitz em Cores são fotos minhas, mais coloridas, porque fazem parte da percepção que eu tive na primavera. Ana Cavalcanti terá as fotos da Fábrica de Schindler expostas, são fotos internas e com contexto bem intenso.

FAPEMIG: Na opinião de vocês, qual a importância do trabalho para trazer o tema do preconceito (em todos os matizes) à tona?

Laura Alice Souza da Silva:  A questão do preconceito ainda é muito latente na sociedade em todo o mundo. Diversos são os motivos, e geralmente são os (motivos) políticos que, ao meu ver, levam ao preconceito racial, intolerância religiosa. Eu mesma sofri preconceito racial na Hungria, o que pode ser ainda um vestígio da Segunda Guerra, uma resistência local ao diferente. O nosso trabalho desperta as pessoas para uma questão muito importante: a intolerância e o extremismo podem levar o ser humano a cometer genocídio, a exemplo do Holocausto, do ataque do Japão à China, do preconceito entre classes no Brasil. Eu particularmente estou muito preocupada com o que ocorre atualmente com os refugiados sírios. A Hungria, que foi porta de saída dos Judeus para Auschwitz e outros campos de concentração, hoje poderia ser a porta de entrada para abrigar e receber os que precisam de ajuda, de abrigo. Não é o que está acontecendo. O primeiro ministro da Hungria pediu que os refugiados ficassem na Turquia e que não tinha como garantir a segurança deles no país. A Alemanha e a Áustria abriram as portas, a Hungria não. Porquê?

Então a exposição é sim forma de despertar. Não foram só os Judeus a serem dizimados na Segunda Guerra. Foram os gays, irmãos gêmeos, presos políticos. O diferente ainda incomoda, e é preciso aprender a conviver com as diferenças. Podemos fazer um paralelo com o que ocorre atualmente. Será o caso dos Sírios o início de um outro Holocausto?

 

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2016-01-06 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/303
<![CDATA[FAPEMIG convida pesquisadores a pensar soluções em prol da recuperação da Bacia do Rio Doce]]>No dia 15 de dezembro, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) convidou pesquisadores de diversas áreas a pensar soluções em prol da recuperação da Bacia do Rio Doce, após o desastre ambiental ocorrido em 5 de novembro, na região de Mariana. A iniciativa é uma forma de a Fundação buscar, por meio da ciência, oferecer alternativas que contribuam para o desenvolvimento de soluções que visam à recuperação do solo, das águas, da biodiversidade e da qualidade de vida das pessoas atingidas.

Para o Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Paulo Sérgio Beirão, o papel da instituição não é o de financiar a recuperação do Rio Doce, mas de articular, junto aos pesquisadores, propostas de pesquisas que possam contribuir e reunir as ações já desenvolvidas. “A FAPEMIG vai lançar uma chamada pública com esse objetivo, mas quisemos primeiro ouvir os pesquisadores para criar uma proposta de edital mais adequada, que considere problemas e soluções reais”, explica.

Participaram do encontro pesquisadores de diversas instituições de Minas e também do Espírito Santo, estado diretamente afetado pelo desastre. O diretor da Academia Brasileira de Ciência (ABC), Evando Mirra de Paula e Silva; a representante da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Maria do Carmo Martins Sobral; o representante da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (FAPES), José Ayres; o representante do governo de Minas Gerais, Bruno Alencar, e, Mariah Brochado, Secretária de Estado Adjunta da Casa Civil, também estiveram presentes.

A reunião de trabalho previu quatro minutos iniciais para cada pesquisador expor questões e sugestões, de acordo com cada tema. Em seguida, foi apresentado um resumo com as ideias principais e os pesquisadores tinham mais dois minutos para fazer as complementações. “Foi um dia muito produtivo no qual pudemos organizar ideias e iniciativas que vão subsidiar a chamada que pretendemos lançar no início do próximo ano”, afirma Beirão.

 

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2015-12-17 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/296
<![CDATA[Parceria entre Universidade do Texas e FAPEMIG]]>Com o objetivo de apoiar a mobilidade de pesquisadores mineiros para atividades de ensino e pesquisa na Universidade do Texas em Austin, UT-Austin, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) apoia a chamada UT-FAPEMIG Research Mobility Call for Proposals. A ideia principal é incentivar que pesquisadoresprofessores de Universidades mineiras deem continuidade a algum projeto de ensino ou pesquisa fruto de parceria com a Universidade do Texas. Uma chamada similar foi lançada em 2014 e resultou na mobilidade da pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Cláudia Cardoso Martins, do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH). “Foi uma experiência excelente. Fui muito bem recebida na universidade e tive todo o apoio e infraestrutura necessários para trabalhar”, contou Cláudia Martins, que desenvolve com a equipe americana estudo sobre comunicação social em bebês e o impacto que ela tem sobre o desenvolvimento futuro do indivíduo.

Pesquisadores americanos com parceiros em Minas Gerais de qualquer área podem enviar propostas, que devem ser submetidas por pesquisadores da UT Austin. O apoio deverá estar de acordo com as regras da FAPEMIG e consiste em mensalidade – cuja responsabilidade é da UT Austin – passagem internacional de ida e volta em classe econômica e seguro viagem, os quais serão financiados pela FAPEMIG. O tempo de permanência na universidade pode ser de um a três meses, no período de agosto a dezembro de 2016.

As propostas podem ser enviadas até as 17 horas (horário do Texas) do dia 18 de fevereiro de 2016, para carla.silva@austin.utexas.edu . Acesse os detalhes da oportunidade aqui.

Outras informações:  aci@fapemig.br ou carla.silva@austin.utexas.edu

 

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2015-12-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/295
<![CDATA[ Minas Digital recebe mais de R$5 milhões da FAPEMIG para reestruturação do SEED]]>O programa Minas Digital, que tem como objetivo tornar Minas Gerais o Estado referência em inovação no país – foi lançado pelo Governo de Minas em julho e seus resultados já são percebidos. Entre eles, destaca-se a realização da primeira edição do Minas Startup Week, em Belo Horizonte.  Hoje (1º de outubro), durante o encerramento do evento, o Secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SECTES, Miguel Corrêa, fará uma apresentação sobre o Minas Digital, como parte do DemoDay Minas, uma das diversas ações do Minas Startup Week.

Além de informar o status do programa, o secretário vai falar sobre os recursos financeiros superiores a 5 milhões de reais que o Minas Digital recebeu para reestruturar o Seed - Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development. Os recursos é resultado da assinatura de um termo de cooperação técnica entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES). Para o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, o aporte de recurso é fundamental para viabilizar o apoio às startups e contribuir para elevar Minas ao patamar de polo internacional de empreendedorismo e inovação. “A parceria promovida entre SECTES e FAPEMIG mostra que os avanços na Ciência estão diretamente ligados à área de inovação. Se quisermos fazer o país ser reconhecido e alavancar o crescimento socioeconômico, é preciso apoiar de forma efetiva iniciativas como essa”, afirma.

Após a apresentação do programa Minas Digital, os participantes do Minas Startup Week estão convidados a participar de uma confraternização final, organizada pela equipe do SEED. Com lançamento da segunda fase previsto para dezembro de 2015, o SEED, que agora integra o conjunto de ações do Minas Digital, sob a coordenação da SECTES, abre as portas das futuras instalações de sua nova sede para celebrar o sucesso da semana mineira no empreendedorismo. O local escolhido não poderia ser mais simbólico: o Espaço Cento e Quatro. Centro multiuso que abriga diversas atividades culturais de Belo Horizonte.

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2015-09-30 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/294
<![CDATA[Pesquisa sobre a presidência na América Latina é premiada por associação americana]]>A pesquisa “Presidência Internacional na América Latina”, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), recebeu reconhecimento internacional. O trabalho foi selecionado pelo American Political Science Association (APSA) como melhor paper sobre Executivos apresentado em 2014. As coordenadoras do projeto Magna Inácio, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e Mariana Llanos, do German Institute of Global and Area Studies(GIGA), receberam o prêmio, em agosto, em uma cerimônia em São Francisco, nos Estados Unidos.

“Para a ciência política latino-americana este é um reconhecimento importante, pois mostra que a pesquisa comparada das Presidências pode contribuir para teorias mais robustas e sofisticadas sobre como os presidentes coordenam o poder executivo e com isso afeta a própria democracia”, explica Magna Inácio. As pesquisadoras, que atuam em conjunto por meio de uma parceria internacional, propõem um olhar inovador para a área com o objetivo de explicar as diferenças na capacidade de governar, a partir do modo de organização da estrutura que dá suporte à presidência.

A investigação comparativa está sendo realizada em países selecionados com base nos tipos de governos: unipartidários, na Argentina e México; de coalizão, no Brasil e Chile; e misto, no Uruguai e Peru. Desta forma, buscam analisar de que maneiras as presidências tem se expandido nas últimas décadas após a redemocratização nos países, entre 1980 e 2013.

Diante dos estudos, uma das principais hipóteses testadas é que o tipo de governo afeta as mudanças na organização presidencial. “O custo de coordenar governos de coalizão é alto e isso pode incentivar o presidente a centralizar decisões e políticas dentro da presidência para ampliar o controle sobre o gabinete e a preservar a sua liderança no processo decisório”, afirma a pesquisadora. As diferenças no desempenho dos presidentes na América Latina não decorrem apenas de estilos ou habilidades políticas, mas principalmente de como eles criam condições institucionais para liderar.

 

 

 

 

 

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2015-09-28 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/293
<![CDATA[Conheça a modalidade BIC Internacional direcionada a alunos de graduação]]>A modalidade BIC Internacional é direcionada a alunos de graduação que estão envolvidos com projeto de pesquisa no Brasil, para que possam realizar parte desta pesquisa no exterior, em uma das instituições parceiras da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG). Não se trata de um bolsa de estudos, mas de um auxílio para realização de parte da pesquisa no exterior, em que o graduando atuará com supervisão tanto do orientador brasileiro quanto do orientador estrangeiro.

 

São itens financiáveis pela FAPEMIG na modalidade BIC Internacional: passagens aéreas, seguro-saúde e despesas operacionais. Despesas operacionais são recursos destinados a cobrir dispêndios operacionais das entidades sem fins lucrativos credenciadas pela FAPEMIG para atuarem com Gestoras. Moradia e alimentação devem ficar a cargo da instituição de destino, no exterior. Esses detalhes devem ser organizados pelo aluno e coordenação antes de enviar a solicitação da modalidade para a FAPEMIG.

 

Para se candidatar à BIC internacional, é preciso enviar para os correios os seguintes documentos, conforme solicitado no Manual da FAPEMIG:

  • Cópia do projeto aprovado por órgão financiador oficial, contendo valor aprovado, início e término previstos;
  • Plano de trabalho do candidato à bolsa. (Não serão aceitos planos de trabalho com cronogramas físicos similares ao constante no projeto, nem planos similares para mais de um candidato);
  • Documento comprobatório da aprovação do financiamento do projeto

 

O candidato poderá enviar os documentos abaixo com intuito de fornecer informações complementares:

  • Folha de rosto, contendo o título do projeto e a identificação do candidato, a saber: nome completo, endereço residencial, telefone para contato e e-mail;
  • Cópia do documento de identidade do candidato;
  • Cópia do Currículo Lattes do candidato;
  • Cópia do Currículo Lattes do orientador brasileiro da pesquisa;
  • Comprovante de matrícula em instituição de ensino superior em Minas, do semestre vigente;
  • Ofício do orientador estrangeiro, informando que o candidato realizará atividades de pesquisa naquela Universidade;
  • Demonstrar claramente no projeto de pesquisa a conexão com a parte estrangeira da pesquisa, bem como os benefícios advindos desta parceria;
  • Cópia do Termo de Outorga do Projeto de Pesquisa em que o aluno de graduação esteja vinculado atualmente no Brasil, obtido junto à agência de fomento (e.g. CNPq, FAPEMIG etc);
  • Documento da agência de fomento contendo o plano de trabalho vigente do projeto de pesquisa em que o candidato esteja inserido;
  • Formulário ou ofício da Universidade no exterior, em que conste a solicitação de contrapartida desta instituição para o custeio da estadia do candidato durante a duração do projeto de pesquisa no exterior.

 

Para o teste de proficiência em inglês, é suficiente que o orientador estrangeiro do candidato à bolsa ateste em um documento formal que este possui as habilidades na língua do país de destino para desenvolver as atividades de pesquisa pretendidas.

 

 

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2015-09-22 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/292
<![CDATA[FAPEMIG participa de Seminário Internacional que debate questão alimentar e sustentabilidade]]>Nos dias 18 e 19 de setembro, acontece, em Brasília, o Seminário “Cone Sul, Fonte Estratégica de Alimentos para a Humanidade – Alimento, Bem-Estar e Sociedade – Desafios e Oportunidades”. O encontro propõe debater questões relacionadas ao crescimento da demanda mundial de alimentos resultante do aumento da população e, ao mesmo tempo, intensificar discussões sobre sustentabilidade.

Promovido pelo Instituto Fórum do Futuro, pelo Instituto Interamericano de Cooperação Agrícola (IICA), e pelo Grupo de Países do Sul (GPS), o evento reunirá gestores públicos, privados e pesquisadores do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Estes países, segundo avaliação da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), deverão responder por 60% da oferta suplementar de alimentos gerados pelo novo quadro de demanda. Evaldo Vilela, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), participa do evento na coordenação de questões relativas à “Sanidade”.

O evento será patrocinado pelo Banco Mundial e pelos Sistemas CNA/ SENAR e OCB/SESCOOP. Conta com o apoio de diversas entidades: EMBRAPA; FAO; CEBRI (Centro Brasileiro de Relações Internacionais); CGEE (Centro de Gestão de Estudos Estratégicos); Conselho Uruguaio de Relações Internacionais; (CURI); Conselho Argentino de Relações Internacionais (CARI); FAPEMIG; FGV-/Agro; CAMPO, Cia de Promoção Agrícola.

Para acompanhar as discussões acerca do tema, o evento criou um espaço com o objetivo de promover um debate on-line, além de toda a programação e bibliotecas com artigos, vídeos e documentos a respeito dos temas.

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2015-09-16 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/291
<![CDATA[FAPEMIG é a primeira FAP a aderir a dois documentos importantes para a Ciência]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) promoveu na manhã de hoje (08) um encontro especial que homenageou seus antigos dirigentes e reinaugurou o auditório da Fundação, batizado com o nome de seu ex-presidente do Conselho Curador, o pesquisador Carlos Ribeiro Diniz.

Durante a solenidade, a FAPEMIG aderiu ao documento “Rigor e Integridade na Condução da Pesquisa Científica”, da Academia Brasileira de Ciências (ABC), e ao “Manifesto sobre Ciência e Criacionismo”, da Sociedade Brasileira de Genética (SBG). A FAPEMIG foi a primeira Fundação de Amparo à Pesquisa a assinar os dois documentos. O primeiro é um Guia que estabelece valores, princípios e orientações para a condução da pesquisa científica e a comunicação de seus resultados. Já o Manifesto é um documento público da SBG que busca comunicar que não existe qualquer respaldo científico para ideias criacionistas que vêm sendo divulgadas em escolas, universidades e meios de comunicação. O objetivo do comunicado é esclarecer a sociedade brasileira e evitar prejuízos no médio e longo prazo ao ensino científico e à formação dos jovens no país.

De acordo com o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, esses documentos são fundamentais para a ciência e a adesão a eles confere mais visibilidade à discussão. “Documentos como esses são especialmente importantes em momentos de crise como esse que o Brasil está passando. Mas, na minha opinião, a crise é mais cognitiva do que econômica ou política, pois, enquanto nós não aprendermos que a ciência pode transformar esse país, continuaremos perdendo cérebros e ativos”, afirma.

Para Mario Neto Borges, da área de Parcerias Internacionais do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap) e ex-presidente da FAPEMIG, o pioneirismo da Fundação é antigo. “É importante lembrar que a FAPEMIG também foi a primeira FAP a se tornar membro da Academia Brasileira de Ciências”, lembra.

Após a assinatura dos documentos, o pesquisador Sérgio Danilo Junho Pena, que também é membro da SBG e professor da UFMG, fez palestra em comemoração aos 150 anos do primeiro artigo publicado de autoria de Gregor Johann Mendel – importante cientista conhecido como o “pai da genética. Em seguida, a pesquisadora e professora adjunta do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG Liza Figueiredo Felicori Vilela apresentou o tema “Criação do Primeiro Núcleo de Biologia Sintética de Minas Gerais”.

Confira as fotos do evento.

Quem foi Carlos Ribeiro Diniz

Natural de Luminárias, Sul de Minas Gerais, Diniz foi um dos primeiros cientistas a estudar venenos de escorpiões, aranhas e serpentes, com notável contribuição para o conhecimento de suas toxinas e mecanismos de ação. Em 1943, Carlos Diniz graduou-se em Medicina e foi contratado como professor assistente de Química Fisiológica na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na década de 1960, destacou-se pela militância em prol do fortalecimento da Ciência e Tecnologia em Minas Gerais. Sua liderança foi decisiva para a construção do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), a princípio na Faculdade de Medicina e, posteriormente, no campus. Nos anos 1980, trabalhou para criação da FAPEMIG. No papel de presidente do Conselho Curador, lançou mão de seu prestígio junto à comunidade científica para garantir o percentual orçamentário que sustenta a Fundação.

 

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2015-09-08 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/290
<![CDATA[FAPEMIG apoia pesquisa sobre o uso de espécies vegetais no tratamento de efluentes]]>​Soluções de baixo-custo para a sustentabilidade no campo são importantes para famílias e agricultores em diversos níveis de produção. Na Universidade Federal de Viçosa (UFV), um grupo de pesquisadores desenvolveu pesquisa sobre o tratamento e o aproveitamento sustentável de resíduos orgânicos em sistemas de baixo custo, como os alagados construídos, e concluiu ser possível reduzir a presença de poluentes (como os inseticidas), a partir do uso de espécies vegetais, como a erva-de-bicho e a menta aquática.

O coordenador do projeto, professor Alisson Carraro Borges, do Grupo de Pesquisa em Qualidade Ambiental (GPQA) da UFV, orienta trabalhos com o objetivo de avaliar a tratabilidade de efluentes nos alagados construídos, que são reservatórios construídos com material poroso. “Acreditamos que este modelo é sustentável devido ao uso da interface solo-planta”. Dentre as aplicações práticas, famílias podem usar um alagado construído como solução local para o tratamento de efluente: “Em relação ao poluente específico, o inseticida, a aplicação deve ser mais bem estudada, mas você pode visualizar sem problemas um sistema solo-planta tratando águas residuárias de lavagem de galões (vasilhames) desse tipo de composto”, explica o professor.

Alisson Borges destaca que os estudos em sustentabilidade são essenciais para o desenvolvimento humano, sendo a contribuição para um desenvolvimento mais sustentável um dos motivos que o estimulam a pesquisar na área: “Costumo usar em sala de aula a analogia de que somos uma astronave com suprimentos e combustíveis, mas que temos escondido os resíduos produzidos debaixo do tapete da própria embarcação. A motivação passa por aí: sobrevivência e futuro melhor para nossa descendência”.

O projeto foi desenvolvido com financiamento da FAPEMIG, entre 2009 e 2011, e é parte de uma linha de pesquisa que tem foco no uso de sistemas alagados construídos, conhecidos internacionalmente como wetlands, na remediação de poluentes aquáticos. “O Brasil possui um bom número de pesquisadores estudando o tema, agregados a um grupo maior chamado Wetlands Brasil”, destaca o professor.

Atualmente, o professor e o grupo de pesquisadores do GPQA / UFV desenvolvem dois novos projetos com financiamento da Fundação: um sobre a remoção do arsênio via fitorremediação e outro sobre gestão de resíduos em núcleos do programa Minha Casa, Minha Vida, esse de extensão em interface com a pesquisa. “Também temos outros projetos em andamento, em colaboração com os outros pesquisadores do GPQA, como o professor Antonio Matos e a professora Paola Lo Mônaco. Além dos alagados, estudamos digestão anaeróbia e ozonização”.

Interessados no tema podem visitar o site do grupo no endereço www.gpqa.ufv.br. Visite também o site do Departamento de Engenharia Agrícola da UFV: www.dea.ufv.br.

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2015-08-26 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/289
<![CDATA[Nota aos pesquisadores]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) informa que as solicitações de financiamento para as modalidades Participação e Organização de Eventos, Estágio Técnico Científico, Publicação de Artigos, Bolsa Acoplada e Bolsa de Doutorado Sanduíche, que tenham realização prevista para os meses de dezembro-2015, janeiro, fevereiro e março de 2016, deverão ser submetidas até 15 de outubro do ano corrente.

Para outras informações: ci@fapemig.br

 

 

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2015-08-24 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/288
<![CDATA[Seminário Internacional debate questão alimentar e sustentabilidade]]>Nos dias 17 e 18 de setembro, acontecerá, em Brasília, o Seminário “Cone Sul, Fonte Estratégica de Alimentos para a Humanidade – Alimento, Bem-Estar e Sociedade – Desafios e Oportunidades”. O encontro propõe debater questões relacionadas ao crescimento da demanda mundial de alimentos resultante do aumento da população e, ao mesmo tempo, intensificar discussões sobre sustentabilidade.

Promovido pelo Instituto Fórum do Futuro, pelo Instituto  Interamericano de Cooperação Agrícola (IICA), e pelo Grupo de Países do Sul (GPS), o evento reunirá gestores públicos, privados e pesquisadores do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Estes países, segundo avaliação da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), deverão responder por 60% da oferta suplementar de alimentos gerados pelo novo quadro de demanda.  Evaldo Vilela, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), participará do evento na coordenação de questões relativas à “Sanidade”.

O evento será patrocinado pelo Banco Mundial e pelos Sistemas CNA/ SENAR e OCB/SESCOOP. Conta com o apoio de diversas entidades: EMBRAPA; FAO; CEBRI (Centro Brasileiro de Relações Internacionais); CGEE(Centro de Gestão de Estudos Estratégicos);Conselho Uruguaio de Relações Internacionais; (CURI); Conselho Argentino de Relações Internacionais (CARI); FAPEMIG; FGV-/Agro; CAMPO, Cia de Promoção Agrícola.

Para acompanhar as discussões acerca do tema, o evento criou um espaço com o objetivo de promover um debate on-line, além de toda a programação e bibliotecas com artigos, vídeos e documentos a respeito dos temas.

 

 

 

 

 

 

 

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2015-08-21 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/287
<![CDATA[Mais vacinas por menos]]>A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias.

Transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres, a infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano.

Epidemias de febre amarela selvagem, bem como surtos da doença urbana, podem ocorrer no Brasil e em demais países da América Latina, aumentando a demanda para o uso da vacina antiamarílica 17DD, vacina de referência, fabricada no instituto Bio-Manguinhos/FIOCRUZ. Por isso, estudos que pudessem indicar a possibilidade de redução da dose vacinal seriam importantes para o aumento do estoque disponível da vacina.

Foi isso que o Centro de Pesquisa René Rachou FIOCRUZ Minas fez: em um experimento de aplicação da vacina antiamarílica 17DD tal como hoje é formulada, e testando cinco vacinas experimentais com concentrações menores de partículas virais, comprovou que era possível reduzir a carga viral sem comprometer a eficácia da dose. A pesquisa teve apoio da FAPEMIG.

O estudo foi feito com 600 militares do Estado do Rio de Janeiro, sendo que 100 receberam a vacina de referência e os outros 500, as vacinas experimentais. Não foram geradas novas metodologias mas, a partir do estudo de fracionamento da vacina antimarílica contendo doses menores de vírus, os resultados comprovaram que a vacina é tão imunogênica e segura em doses menores quanto em sua formulação atual.

A partir de agora, será possível ampliar o estoque vacinal e a distribuição de doses no território nacional e internacional. Essa informação é primordial para uma mudança futura na produção da vacina antiamarílica pelo Bio-Manguinhos e nas políticas de imunização do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde.

Na entrevista abaixo, a pesquisadora Andréa Teixeira de Carvalho, coordenadora da pesquisa, esclarece outros aspectos relacionados ao estudo:

Em quanto foi possível reduzir a carga viral sem perder a eficácia da vacina?

Andréa Teixeira de Carvalho: Foi identificado que uma dose 9 vezes menor da vacina (3.013UI) é capaz de induzir títulos de anticorpos neutralizastes, bem como viremia e níveis de IFN-gama e IL-10 semelhantes à vacina atual (27.476UI).


Essa vacina com carga viral reduzida já está em produção e disponível à população? As vacinas já existentes serão "refeitas" para que se aproveite melhor sua carga viral ou apenas novas doses serão produzidas com a nova carga?

Andréa Teixeira de Carvalho: A vacina com carga viral reduzida não está em produção ainda, porque o estudo foi realizado em adultos e como esta vacina é empregada no calendário vacinal brasileiro em crianças de 9-12 meses de idade, o mesmo estudo ainda precisará ser realizado em crianças. Certamente, quando a redução da carga viral da vacina ocorrer, haverá divulgação. A princípio, as vacinas já existentes continuarão a ter a carga viral atual. Apenas novas doses serão produzidas com a carga reduzida.


Podemos afirmar que a garantia da eficácia da vacina vem acompanhada de uma economia nos custos da produção de cada dose?

Andréa Teixeira de Carvalho: O mais importante a se destacar é que haverá um aumento do número de doses disponíveis em curto período de tempo. Como a mesma matéria-prima produzirá um número de doses maior, o custo de produção/dose poderá ser reduzido.


Quais os principais impactos desse estudo para toda a sequência de ações envolvidas, desde a produção, passando pela distribuição e aplicação das novas doses?

Andréa Teixeira de Carvalho: Com a redução da carga viral presente na vacina em 9 vezes, o número de doses aumentará significativamente. Portanto, em casos de surtos no Brasil e em outros países no mundo, haverá um maior número de vacinas disponíveis para atendimento da demanda, o que pode impactar em sua distribuição e na aplicação de doses necessárias para atendimento da população exposta ao risco de infecção.


Quanto ao treinamento de equipes durante o estudo, você pode descrever os benefícios na formação de recursos humanos?

Andréa Teixeira de Carvalho: Os bolsistas que participaram do projeto receberam treinamentos específicos fornecidos pelas equipes dos laboratórios participantes, referentes aos protocolos e técnicas para realização de ensaios virológicos e análise da resposta imune dos voluntários. Tiveram, ainda, a oportunidade de trabalhar em um projeto abordando pesquisa aplicada e que terá retorno em breve para os indivíduos atendidos pelo SUS e para população em geral. Nesse sentido, perceberam a importância do projeto e o impacto que ele poderá trazer às políticas públicas de imunização.

 

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2015-08-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/286
<![CDATA[Internacionalizar para crescer]]>FAPEMIG destaca a interação com diversas instituições do mundo para viabilizar parcerias

O estereótipo do mineiro “quietim, caladim e sossegado” cai por terra quando o assunto é Ciência, Tecnologia e Inovação. Na área de pesquisa, Minas Gerais está aberta à cooperação com diversos países do mundo e usa esse fator para contribuir com os avanços econômicos e sociais do Brasil.

O Estado é considerado um pólo de internacionalização por desempenhar importante papel político, econômico e cultural. Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país, está localizada na região mais industrializada (a Sudeste), tem o terceiro maior PIB entre os Estados e conta com o maior número de Instituições Federais de Ensino Superior e Pesquisa do Brasil.

Para aproveitar todo o potencial do Estado e promover a troca entre diferentes países e culturas, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) tem um setor dedicado à promoção e gestão de parcerias internacionais, a Assessoria Científica Internacional (ACI). De acordo com a assessora do setor, Flávia Perdigão Cerqueira, a internacionalização é crucial, pois promove a cooperação com países estrangeiros, o que possibilita o aperfeiçoamento dos profissionais, a realização de projetos de pesquisa, workshops e outras atividades conjuntas e, sob uma perspectiva ampliada, maior participação no desenvolvimento industrial, econômico e social do Estado. “Internacionalizar também é uma forma de divulgação e reconhecimento de Minas Gerais no cenário mundial da pesquisa”, acrescenta Flávia Cerqueira.

Os pesquisadores e as instituições se beneficiam com a internacionalização por meio da ampliação das possibilidades de financiamento de pesquisa e de diversas outras atividades, além do aumento do acesso a conhecimentos distintos produzidos dentro e fora do País. Esse fator contribui para a criação de novas soluções de problemas locais e de oportunidades de capacitação de profissionais (acadêmicos ou não) e alunos, o que impacta positivamente nas instituições como um todo.

 

Algumas parcerias

Entre as parcerias com atividades em vigor, destaca-se a realizada com o Fundo Newton, programa que visa promover o desenvolvimento social e econômico dos países definidos como parceiros. Apenas no âmbito dessa parceria, realizada no escopo do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (CONFAP), foram lançados editais com cinco Instituições diferentes somente este ano.

A parceria da FAPEMIG com a Fundação Bill e Melinda Gates, Instituição dos Estados Unidos, também tem grande relevância. Por meio do prêmio Grand Challenges Explorations, de iniciativa da fundação norte americana, a FAPEMIG pôde contribuir com uma contrapartida de mais de R$ 160 mil para o projeto da pesquisadora Zilma Reis, da UFMG, vencedora do prêmio. A pesquisa da professora mineira vai trabalhar pelo desenvolvimento de um instrumento capaz de medir a idade gestacional de recém-nascidos.

Como se pode perceber, além de um povo hospitaleiro e acolhedor, o mineiro também sabe compartilhar conhecimento e transformá-lo em valor para o Estado e para o Brasil.

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2015-08-14 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/285
<![CDATA[FAPEMIG participa de Audiência Pública na ALMG relacionada à pesquisa agropecuária]]>Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais participou ontem (12) de Audiência Pública da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O encontro teve como objetivo debater o papel da FAPEMIG no fomento da pesquisa agropecuária no Estado e sua contribuição na integração das ações à pesquisa e à inovação científica.

A discussão levou em conta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2/15, cuja proposta prevê que 10% dos recursos destinados à pesquisa no Estado (pela Constituição Estadual, 1% da receita corrente ordinária deve ser dirigida ao fomento à pesquisa) sejam utilizados para financiar a infraestrutura da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

O presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, destacou a importância da Epamig para a pesquisa agropecuária no Estado e afirmou que, como já vem acontecendo, a FAPEMIG continuará apoiando a instituição por meios de editais específicos. “Sabemos que boa parte dos nossos recursos vêm dos impostos provenientes do agronegócio. A parceria com a Epamig é muito importante para a FAPEMIG, mas nós também temos limitações ”, defendeu Evaldo Vilela.

Rui da Silva Verneque, presidente da (Epamig), expôs a situação financeira da instituição nos últimos quatro anos. “Desde 2012, a Epamig está gastando mais do que a sua arrecadação. A falta de recursos está deixando a instituição em uma situação crítica”, explicou Verneque. O deputado Fabiano Tolentino lembrou que, em momentos de dificuldades, é preciso investir em pesquisa e fomento.

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa da Silva Júnior, se manifestou contrário à PEC 2/15 e afirmou que a FAPEMIG e a Epamig precisam pensar em soluções de forma conjunta. “Disputar uma fatia orçamentária com a FAPEMIG, que é grande parceira da Epamig, não é o melhor caminho. Mas isso não significa que não seja necessário reorganizar a questão, pois não é possível que a Epamig sobreviva sem custeio”, argumentou. Miguel Corrêa defendeu como alternativa o repasse de 0,1% do Orçamento do Estado à Epamig. O objetivo é que os presidentes da FAPEMIG e da Epamig levem essa proposta diretamente ao governador Fernando Pimentel.

 

 

 

 

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2015-08-13 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/284
<![CDATA[Energia produzida a partir do lixo]]>Instituída por meio da Lei nº 12.305/10, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) chegou ao ano de 2015 com pouco a comemorar. Os resultados referentes ao ano de 2014, em que a PNRS entrou em sua plena vigência, não foram suficientes para mudar a cultura de lixo no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais. Mais de 40% do lixo produzido no Brasil ainda tem destino inadequado. Entre 2003 e 2014, a produção de lixo no país aumentou em 29% nos últimos dez anos – enquanto o crescimento populacional foi de apenas 6%.

Diante desse cenário, pesquisas que propõem soluções para o problema do lixo se fazem não apenas necessárias, mas urgentes. Na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), um grupo coordenado pelo professor Electo Eduardo Silva Lora no Núcleo de Excelência em Geração Termelétrica e Distribuída (NEST/UNIFEI) publicou artigo que trata da avaliação técnico-econômica da gaseificação de resíduos sólidos urbanos para a geração de eletricidade nos municípios do Brasil.

Uma das conclusões da pesquisa é que o processo de gaseificação, ou seja, a transformação dos resíduos sólidos urbanos em um gás combustível contendo hidrogênio (H2), monóxido de carbono (CO), metano (CH4), etc., pode ser utilizada em motores de combustão interna, acoplados a geradores elétricos, para a geração de eletricidade com viabilidade econômica para municípios com mais de 200 mil habitantes.

A gaseificação pode ser definida com uma queima parcial de um determinado combustível orgânico. Na gaseificação, é introduzida uma quantidade de ar menor do que a requerida pela estequiometria da reação química para a queima total, portanto, não se produz CO2 e H2O, como na incineração completa dos resíduos sólidos, mas gases combustíveis como o CO (monóxido de carbono), H2 (hidrogênio) e CH4 (metano), além de outros hidrocarbonetos (denominados de alcatrões), além de partículas (material particulado).

De acordo com o doutorando em engenharia mecânica e membro do grupo de pesquisa Mateus Rocha, poderiam ser atendidas 133 cidades do Brasil, totalizando 85 milhões de habitantes. A potência instalada nessas cidades seria equivalente a 63 MW, o que corresponde ao atendimento de 22% da população (do total de 85 milhões). Mas essa é apenas a primeira etapa da pesquisa. “Como a tecnologia de gaseificação ainda está em desenvolvimento, nós não conhecemos nenhuma iniciativa sobre a sua utilização. A segunda etapa envolve a engenharia aplicada, visando ao desenvolvimento da tecnologia, através do projeto e testes práticos”, explica o doutorando.

O PNRS estabeleceu que os municípios são obrigados a dar uma destinação correta aos resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários e não mais em lixões a céu aberto. Mas na impossibilidade de destinação em aterros, os resíduos devem passar por outros processos para eliminação de seu potencial poluidor e redução do imenso volume produzido. Algumas dessas soluções são a incineração ou gaseificação. Rocha acredita que a gaseificação pode se tornar viável a curto-prazo:

 

“Já se vê alguma sinalização nesse sentido, alguns municípios da região metropolitana de São Paulo, como Arujá, Mogi das Cruzes, Guararema, Salesópolis e Biritiba Mirim, firmaram um contrato de intenções para a implantação de uma usina de incineração de resíduos sólidos. Além disso, o grande ABC, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra também já assinaram um acordo para a construção de uma segunda unidade de incineração, portanto essas tecnologias que no passado eram economicamente e ambientalmente inviáveis, atualmente estão se tornando atrativas”.

 

“Na dimensão política, algumas questões ainda precisam ser resolvidas. Por exemplo, recentemente, o Senado Federal prorrogou o prazo para a adequação completa dos municípios na Lei 12.305/10 para 2018, dessa maneira, algumas cidades no Brasil ainda continuarão a dispor seus resíduos sólidos em locais inapropriados”, lamenta o pesquisador. O objetivo do Núcleo de Excelência  em Geração Termelétrica e Distribuída (NEST) da UNIFEI é justamente ajudar no desenvolvimento de tecnologias que possam contribuir com esse quadro, ainda que sejam implantadas apenas no futuro.

 

Gaseificação para geração de eletricidade

Atualmente, o grupo de pesquisa NEST está realizando um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) financiado pela CEMIG/ANEEL (Projeto GT °418 – Gaseificação de Resíduos Sólidos Urbanos para a Geração de Eletricidade), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), que visa projetar, construir e operar uma planta piloto de gaseificação de resíduos sólidos urbanos. O projeto consiste em fazer a triagem e separação dos materiais recicláveis (vidros, plásticos, metais) e encaminhar o material remanescente (papel e matéria orgânica) para a um secador para a extração da umidade. Em seguida, os compostos secos são triturados para a redução da granulometria do material, visando à fabricação de briquetes, que é o combustível usado no gaseificador. Esse briquete produzido através da compactação de resíduos de matéria orgânica e papel prensado é denominado de Combustível Derivado de Resíduos (CDR).

 

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2015-08-12 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/282
<![CDATA[Conselho Curador da FAPEMIG tem dois novos conselheiros]]>Dois novos membros do Conselho Curador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) tomaram posse na Fundação em 11 de agosto: Roberto do Nascimento Rodrigues, da Fundação João Pinheiro (FJP), e Esther Margarida Alves Ferreira Bastos, da Fundação Ezequiel Dias (Funed).

Roberto Rodrigues é presidente da FJP, professor titular do Departamento de Demografia da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, de onde também foi pró-reitor de Recursos Humanos. Em 2014, atuou como assessor especial e chefe de Gabinete do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Esther Bastos é pesquisadora e Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Funed, tem experiência na área de Botânica, com ênfase em Palinologia e Anatomia Vegetal aplicada ao Estudo de Recursos Alimentares de Abelhas, atuando principalmente com temas relacionados à identificação de grãos de pólen, polinização, flora apícola, origem botânica da própolis de abelhas Apis mellifera, interação Apis mellifera x Baccharis dracunculifolia, controle de qualidade e atividade biológica dos produtos apícolas.

O Conselho Curador é o órgão colegiado de deliberação superior e de formulação de diretrizes da FAPEMIG. O mandato dos membros do Conselho é de quatro anos, renovável por igual período. Definir a política geral da Fundação, deliberar sobre o plano de ação e o orçamento anual da FAPEMIG, assim como sobre suas eventuais modificações, e orientar a política patrimonial e financeira da Fundação são algumas das atribuições do Conselho.

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2015-08-12 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/283
<![CDATA[Pesquisador da UFMG recebe o Prêmio Georg Forster Research Award]]>O pesquisador cardiovascular Robson Augusto Souza dos Santos, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG,) ganhou o Prêmio Georg Forster Research Award, da Fundação alemã Alexander von Humboldt (AvH). O prêmio lhe permitirá intensificar a cooperação com o Professor Michael Bader e seu grupo de pesquisa do Centro Max Delbrück de Medicina Molecular na Associação Helmholtz (MDC). Robson Santos estará no MDC em 2015 e 2016, mas a investigação vai acontecer por vários meses. O valor do prêmio é de 60 mil Euros.

A pesquisa de Robson Santos está relacionada aos peptídeos da angiotensina. Estes são parte de um sistema complexo de hormônios e enzimas conhecidas como o sistema renina-angiotensina (RAS), a qual regula o equilíbrio de água e sal do corpo, bem como a pressão arterial. As angiotensinas são hormônios que têm grande influência sobre a regulação do sistema cardiovascular e desempenham um papel no aparecimento da hipertensão e doenças cardiovasculares e renais.

Em 1988, durante uma estadia de pesquisa na clínica de Cleveland, em Cleveland, Ohio, EUA, Robson Santos descobriu um peptídeo angiotensina chamado Ang- (1-7). Ele mostrou que esta angiotensina tem uma função protetora e é um antagonista da angiotensina II, o que faz com a pressão arterial subir.

No MDC, o pesquisador vai concentrar-se na análise das funções de alamandine, outro hormônio do sistema renina-angiotensina, que ele descobriu recentemente, em conjunto com o Prof. Bader.

O pesquisador Robson Santos ganhou reputação internacional em seu campo e recebeu inúmeras homenagens. De 2010 a 2013, foi Presidente da Sociedade Interamericana de Hipertensão, foi presidente da Sociedade Brasileira de Fisiologia e da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Ele também é membro da Academia Brasileira de Ciências e do Conselho para a pressão arterial elevada da American Heart Association (AHA).

 

O prêmio

O prêmio concedido ao pesquisador Robson Santos é uma homenagem a Georg Forster (1754-1794), um dos estudiosos alemães mais eminentes de sua época. Forster navegou ao redor do mundo e foi um escritor e revolucionário. A Fundação Alexander von Humboldt concede o prémio "em reconhecimento das realizações inteiras de um pesquisador até à data", cujas "descobertas fundamentais, novas teorias, ou insights ter tido um impacto significativo na sua própria disciplina".


Fonte: Adaptado do site da MDC

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2015-08-10 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/281
<![CDATA[Por mais investimento em CT&I no Brasil ]]>Os presidentes, Jacob Palis, da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Helena Nader, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) enviaram uma carta ao ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, manifestando apoio às gestões do ministro, que tem buscado a manutenção dos programas nacionais de CT&I.

Na carta, os presidentes das duas instituições reconhecem o momento econômico complicado pelo qual passa o país, mas ressaltam a necessidade de se continuar investindo em áreas estruturantes para o desenvolvimento, como são os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) e outros programas estratégicos de CT&I.

A iniciativa é pertinente e merece uma atenção, principalmente porque o investimento em CT&I possibilita o desenvolvimento de programas e ações que podem ajudar em diversas áreas, como é o caso da segurança digital no país. A Câmara Brasil-Alemanha, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Embaixada Alemã estão reunidos hoje, em Brasília, para apresentar uma visão geral do cenário digital e da segurança cibernética no país e no mundo e também discutirá sobre as principais ameaças no universo online.

O encontro, intitulado "Desafios para um Brasil Digital Seguro", conta com a participação do acadêmico Virgílio Almeida, da Secretaria de Políticas de Informática do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Embaixador da Alemanha no Brasil, Dirk Brengelmann.

 

A carta enviada a Aldo Rebelo pode ser conferida na íntegra aqui:
http://www.abc.org.br/IMG/pdf/doc-6676.pdf

Fonte: Academia Brasileira de Ciência

 

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2015-08-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/280
<![CDATA[Inscrições para o Researcher Connect vão até 31 de julho]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) está apoiando duas instituições mineiras na realização de cursos presenciais para o desenvolvimento de habilidades em comunicação científica para pesquisadores.

 

Researcher Connect é mais uma chamada para projetos de pesquisa em colaboração entre o Reino Unido e o Brasil, no escopo do Fundo Newton. E os interessados devem ficar atentos, pois as inscrições serão encerradas em 31 de julho.

 

A iniciativa consiste em um curso com duração de três dias composto por módulos interativos para pesquisadores de qualquer formação acadêmica. O foco é desenvolver habilidades de comunicação de excelência, utilizadas em contextos multiculturais internacionais, de forma a fortalecer as capacidades dos pesquisadores brasileiros e fomentar o intercâmbio cultural.

 

Os cursos devem ser realizados entre julho de 2015 e março de 2016 e serão capacitados até 20 pesquisadores por curso. Em Minas Gerais, as aulas ocorrerão em outubro e novembro deste ano. As instituições podem optar por duas modalidades de curso: para participantes menos proficientes em inglês ou para participantes com nível B2 ou acima, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas. Cada instituição poderá sediar um curso; caso haja apenas uma proposta elegível para um Estado, é permitido dois cursos por campus.

 

A proposta deve estar em concordância com as diretrizes da política Overseas Development Assistence (ODA) do Reino Unido, cujas atividades de fomento focam em resultados que promovam crescimento sustentável de longo prazo e para os países na lista do Comitê de Assistência ao Desenvolvimento da Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD) e é administrada tendo como objetivo principal a promoção do desenvolvimento econômico e do bem-estar dos países em desenvolvimento.

 

Valor do edital: R$ 38.000,00 pelos dois cursos apoiados pela FAPEMIG  (Sendo R$ 25.000,00 o valor do apoio da FAPEMIG na organização dos dois cursos e, R$ 13.000,00 do British Council).


Confira o edital aqui.

 

Mais informações: www.britishcouncil.org.br

 

 

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2015-07-29 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/279
<![CDATA[FAPEMIG participa do lançamento do programa Minas Digital]]>Na tarde de ontem (27), o governador Fernando Pimentel lançou o programa Minas Digital, que tem como objetivo central tornar Minas Gerais o estado referência em inovação e formação tecnológica no país. Nos próximos 10 anos, a expectativa é que haja um investimento de R$ 1 bilhão nas áreas pública e privada e que sejam capacitados 100 mil jovens no setor de tecnologia. O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Evaldo Vilela, representou a Fundação no evento.

 

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Miguel Corrêa, esclareceu que a ideia do Programa não é lançar um novo projeto, mas reunir diversas iniciativas que já funcionam para que elas, juntas, possam fortalecer a inovação no Estado. “A FAPEMIG, como é a responsável pelo fomento da pesquisa em Minas, será uma importante parceira do Minas Digital”, afirmou.

Incentivar o segmento de startups é um dos pontos fundamentais do projeto. Haverá uma série de iniciativas que apoiam aqueles que desejam investir ou ampliar o próprio negócio. O projeto vai selecionar 600 startups de todas as regiões de Minas e, ao final do processo de graduação, que levará cerca de um ano e meio, 30 empresas do segmento terão 20% de seu capital comprados pelo Estado.

 

A capacitação de jovens também será ampliada com o Minas Digital. Na primeira etapa do programa, que acontece em setembro, serão abertas as inscrições para os estudantes de todo o Estado interessados em fazer os cursos superiores, técnicos e de pós-graduação voltados para a área da tecnologia. Depois dessa etapa, o governo fará o processo de seleção, para, em 2016, serem iniciadas os estudos para a criação de empresas de economia digital. A única exigência é que o participante tenha ensino médio completo.

 

 

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2015-07-28 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/278
<![CDATA[Como despertar nas crianças o interesse pela Ciência?]]>Falar sobre a vida de grandes pesquisadores, transformar as aulas de Ciências em uma brincadeira, fazer com que os alunos construam seus próprios experimentos, crias alternativas para mostrar que a Ciência não é nenhum bicho-papão. Tem muita gente mobilizada para aproximar a criança da Ciência desde cedo. A SBPC Jovem, parte da programação da 67ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), que acontece até o dia 18 de julho em São Carlos (SP), dedicou um espaço a esse objetivo.

 

O Laboratório de Objetos de Aprendizagem (LOA), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), é um exemplo desse esforço. Ele transforma a Física, o Português, a História, a Matemática, a Química, a Música e outros conteúdos em jogos pedagógicos que auxiliam as crianças a assimilar o conteúdo mais facilmente. Com a ajuda do LOA, é possível unir-se a Vasco da Gama em sua jornada marítima até as Índias e conhecer a obra clássica “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões. Um mergulho no mundo dos sonhos, onde balões caem do céu, também pode levar aos clássicos dos jogos adaptados para o aprendizado da Gramática da Língua Portuguesa. A Química fica muito mais divertida com o Quimemória, que possibilita relacionar os elementos químicos com seus símbolos, sendo possível a troca das imagens para proporcionar o reuso. Para a pesquisadora da Universidade Tecnológica do Paraná, Nilvânia Aparecida de Mello, a principal vantagem de recursos como esse é que os alunos não se esquecem do que aprendem. “Temos um grupo em Pato Branco (PR), que usa os jogos para ensinar ciência dos solos para crianças do Ensino Fundamental. Percebemos, por meio dos estudos, que, além de ser mais divertido para as crianças, o jogo torna o conteúdo mais fácil de assimilar”, explica.

 

O Museu Itinerante Ponto UFMG também está na SBPC Jovem. Com salas interativas que mostram diversos projetos e uma exposição externa, as crianças estão aprendendo de maneira muito mais divertida. O estudante Pedro Sei Suzuki, de 8 anos, se diz encantando com tantas coisas expostas no evento. “Gostei de tudo, mas os projetos que falam de astronomia eu gosto muito mais. Eles são mais bonitos e com muitas informações interessantes”, conta.

 

Quem visita a SBPC também vai encontrar a Banca da Ciência, um projeto desenvolvido pela Universidade de São Paulo e mostra que não é preciso ter um laboratório todo equipado para fazer Ciências. Para o especialista em desenvolvimento de recursos pedagógicos Ricardo Augusto Viana de Lacerda, a intenção é mostrar que é possível construir os próprios recursos para fazer experimentos. “O projeto surgiu há cinco anos, mas tem pouco tempo que começamos a itinerar. A ideia é mostrar que podemos fazer Ciência com materiais simples, como tampinhas de garrafa e outros reciclados”, acredita

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2015-07-16 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/277
<![CDATA[CONCEA baixa resolução normativa que orienta pesquisadores e patrocinadores no manejo com animais em pesquisas ]]>A polêmica sobre a utilização de animais na investigação científica vai além das questões éticas.Inclusive há pesquisadores e ativistas que questionam a aplicabilidade das pesquisas testadas em animais nos humanos e a necessidade de utilização de técnicas alternativas que possam substituir o uso de animais em testes, como a aplicação de modelos matemáticos e computacionais, técnicas in-vitro com tecidos de seres humanos ou animais.

 

O tema gera uma boa discussão, principalmente pelo fato de que não há como substituir o animal, por técnicas alternativas, em todos os testes. Por esses e outros motivos, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) publicou, no Diário Oficial da União (29/06), Seção 1, a Resolução Normativa nº 22, de 25 de Junho de 2015, que baixa o Capítulo "Estudos conduzidos com animais domésticos mantidos fora de instalações de instituições de ensino ou pesquisa científica". A resolução prevê orientar os pesquisadores e patrocinadores, além de definir os requisitos mínimos necessários para a condução dos estudos com relação aos aspectos éticos relacionados ao manejo e bem-estar dos animais utilizados durante a pesquisa.

 

Dentre as orientações apresentadas estão a garantia de manter os animais nas melhores condições de manejo possíveis, considerando-se a realidade local, a fim de preservar sua integridade física durante o estudo, garantir que a utilização dos animais não comprometa suas necessidades básicas de bem-estar e as características de cada espécie estudada e também a necessidade da presença de um médico veterinário para prestar os cuidados médicos necessários aos animais durante a pesquisa.

 

Veja a resolução completa aqui:

http://www.mct.gov.br/upd_blob/0237/237003.pdf

http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/310553.html

 

 

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2015-07-14 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/274
<![CDATA[SBPC plural]]>Quem chega à 67ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), que acontece até o dia 18 de julho no Campus São Carlos da UFSCar, em SP, percebe a diversidade presente em cada detalhe do evento. São pesquisadores, estudantes, expositores e visitantes de diversas partes do País reunidos com um único objetivo: contribuir para o progresso e maior acesso à ciência e à tecnologia.

 

Vanessa Cristina Francisco, mestranda da área de ciências dos alimentos, está pela primeira vez na SBPC e considera um privilégio para a cidade receber um evento deste tamanho. “Quando eu cheguei fiquei encantada com o tamanho da estrutura, é muito bom ver a nossa cidade recebendo um evento desse porte. Estou aproveitando para fazer o minicurso de escrita científica com o professor Valtenecir Zucolotto”, conta. Já a estudante de nutrição Edvânia Silva, além de estar fazendo o mesmo mini-curso, está aproveitando para observar cada detalhe da feira. “A programação é diversificada e dá para aproveitar um pouco de cada temática”, acredita.

 

A estudante de educação física Ingrid Pinheiro, estudante da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) está expondo um pôster no evento sobre a importância da coordenação motora em crianças de oito anos de idade e se diz impressionada com a extensão da universidade. “Usamos um teste que nos permitiu identificar que um terço das crianças analisadas tinham alguma problema motor que poderia estar relacionado com outros fatores, como a nutrição, por exemplo”, explica.

 

O estudante da área de ciências agrárias, Luis Afonso Cruz dos Santos, vê o evento como um grande encontro entre pessoas de áreas diferentes. “Estudo no Instituto Federal da Bahia e estou fazendo o minicurso sobre recursos hídricos. Embora o evento tenha programação em diferentes áreas, estou aproveitando o que pode ser mais útil para o meu curso”, diz.

 

Além da mistura de sotaques, o encontro conta com uma programação voltada para a cultura indígena, a SBPC Indígena. A conferência "Movimento indígena e contexto político atual" foi o primeiro tema tratado na SBPC Indígena, que teve participação de Sonia Guajajara, militante e representante da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib)

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2015-07-14 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/275
<![CDATA[PL 2177/2011, Código Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação é aprovado e segue para o Senado Federal]]>Iniciativa com reinvindicações de um novo marco legal para a ciência brasileira, o Projeto de Lei 2177/2011, intitulado Código Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação foi aprovado na última sexta-feira, dia 10 de julho, em sessão extraordinária realizada na Câmara dos Deputados, onde segue para o Senado Federal.

 

Desde a sua criação, o PL 2177 sofreu várias alterações e gerou um conjunto de iniciativas complementares. Abandonou-se, por exemplo, a ideia da criação de um Código, classe de dispositivos legais que carregam em si a ideia de consolidação e pouca abertura a mudanças; o que é inadequado para a temática em constante e rápida evolução. Neste novo contexto, o PL 2177, tem como proposta fomentar o  desenvolvimento científico, a pesquisa, a capacitação científica e tecnológica, além da inovação.

 

A sessão teve votação por acordo de líderes e não foi exigida votação nominal. Algumas emendas foram acatadas pelo deputado Sibá Machado (PT-AC), relator do PL 2177/2011, que manteve o texto original escrito em parceria com as entidades científicas. Os três destaques apresentados e que poderiam inviabilizar a conclusão da votação foram retirados pelos seus autores.

 

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2015-07-14 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/276
<![CDATA[FAPEMIG na 67 SBPC ]]>De 12 a 18 de julho, a Fundaçãode Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) estará na 67 Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Este ano, a reunião traz o tema Luz, Ciência e Ação e acontece na Universidade Federal de São Carlos, na cidade de São Carlos (SP).

Com uma extensa programação, o evento oferece 212 atividades e conta com a participação de pesquisadores renomados do Brasil e do exterior. Ao todo, serão 64 conferências, 62 mesas-redondas, 52 minicursos, 13 sessões especiais, 11 simpósios, cinco assembleias e quatro encontros. Na solenidade de abertura do evento, a presidente da SBPC, a pesquisadora Helena Nader, destacou a importância de eventos como esse em tempos difíceis como o que o Brasil está passando. “A cidade de São Carlos nos mostra que, mesmo épocas de crise econômica e de valores, é possível contribuir para o crescimento do País, tendo a ciência e a educação como apoio”, acredita Nader.

A cidade de São Carlos é considerada um polo tecnológico do Estado de São Paulo. Com duas universidades federais (USP e UFSCAR), duas unidades da Embrapa e outros importantes centros tecnológicos, a cidade é referência na área de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I). Durante o evento, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, disse que as políticas de C,T&I do País precisam obedecer às especificidades nacionais. “Precisamos observar as necessidades do País, mas sem nos deslocarmos dos anseios universais. Mesmo com cortes no orçamento, temos buscado alternativas para continuar avançando, como a solicitação de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para realizar obras de infraestrutura na área”, explicou o ministro.

Além da ExpoT&C – exposição de trabalhos científicos e tecnológicos de diversas instituições – a SBPC traz, pela primeira vez, a SBPC Inovação, em virtude da relevância do tema para a sociedade. Durante a semana, os visitantes também poderão aproveitar a SBPC Jovem, a SBPC Indígena e a SBPC Cultural.

Durante a reunião de abertura também foi divulgado o vencedor do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnoçógica na categoria "Instituição ou Veículo de Comunicação": a Fiocruz conquistou o prÊmio de 2015. O Prêmio anual, concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) desde 1978, é destinado a iniciativas que contribuam significativamente para tornar a Ciência, a Tecnologia e a Inovação conhecidas do grande público.

Segundo o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, receber o Prêmio José Reis “representa a consagração e o reconhecimento de uma das questões das mais caras desde e constituição da Fiocruz”.

 

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2015-07-13 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/273
<![CDATA[DataViva em prol da excelência nas contas do Estado]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES) e a Fundação Arthur Bernardes (Funarbe) assinaram um Termo de Cooperação Técnica inédito na tarde de ontem (8). O documento vai garantir a evolução da ferramenta DataViva – sistema de visualização de dados abertos que reúne grande volume de informações estratégicas – para contribuir com o desenvolvimento econômico do sistema estadual de ciência e tecnologia e com a elaboração de soluções voltadas ao tratamento dos dados do Tribunal de Contas.

O DataViva foi desenvolvido por meio de parceria entre o governo de Minas e o Media Lab, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Vai ser a primeira vez que um órgão de controle usa uma ferramenta desse tipo em suas atividades. De acordo com Raquel de Oliveira Miranda Simões, Diretora Geral do TCE que acompanhou desde o início o projeto, o Tribunal de Contas detém um volume muito grande de informação que, com essa parceria, será organizado e disponibilizado para ser útil à sociedade. “O prefeito de um município poderá ter acesso detalhado à quantidade de recursos que chegam à cidade e quanto dessa quantia é proveniente de convênios, por exemplo”, explica Raquel Simões.

A ferramenta também contribuirá para aperfeiçoar os mecanismos de controle social do Tribunal, além de auxiliar no diagnóstico e nas soluções de problemas que possibilitem a construção de políticas públicas mais assertivas.  Para o conselheiro e presidente do TCE, Sebastião Helvécio, a parceria representa uma importante etapa. “Com esse projeto, estamos unindo a ciência, a tecnologia e o controle para que a sociedade se desenvolva mais, melhor e mais rápido”, acredita o presidente.

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa da Silva Júnior, Minas Gerais precisa aproveitar suas universidades federais e estaduais, além de instituições como a FAPEMIG, para concorrer no mercado digital do País. “O conhecimento é a ferramenta fundamental desse processo e o DataViva é um mecanismo importante que vai possibilitar o acesso mais facilitado à informação”, defende o secretário.

O coordenador da iniciativa na FAPEMIG, Thiago Bernardo Borges, explica que o projeto no Tribunal de Contas vai servir de modelo para outros no Estado e que, inicialmente, vai atuar em duas frentes principais: os dados para controle interno e as informações públicas relacionadas à transparência. “Essa etapa contará com o envolvimento da equipe do DataViva, de bolsistas e dos funcionários do Tribunal, que permitirá a transferência da tecnologia”, conta Thiago.

O presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, lembra o pioneirismo do DataViva e destaca que o trabalho integrado entre FAPEMIG, Sectes, Funarbe e TCE é que vai permitir aproveitar o que a ferramenta tem de melhor. “O DataViva tem nos proporcionado uma alegria enorme e, nessa etapa, a possibilidade de encontrar soluções se expande junto com a capacidade de tomar decisões com base em informações”, afirma o Presidente.

A assinatura do Termo de Cooperação aconteceu no Salão Nobre da presidência do Tribunal de Contas e contou, ainda, com a presença do Presidente da Funarbe, Luiz Eduardo Dias; do coordenador do DataViva na Sectes, Paulo Roberto Gentil Alves, e dos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais.

 

 

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2015-07-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/272
<![CDATA[Audiência pública na Assembleia debate repasses da FAPEMIG]]>Ontem (03), a diretoria executiva da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) participou de audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para esclarecer acerca dos atrasos nos repasses de recursos que afetam a Fundação.

O presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, acredita que, mesmo que o repasse constitucional fosse pago por completo (1% do orçamento), o valor ainda seria aquém do necessário. De acordo com ele, de 2004 a 2014, a FAPEMIG investiu R$ 1 bilhão em pesquisas. “Parece muito, mas esse valor é o que a Fundação de Amparo à Pesquisa em São Paulo (Fapesp) vai aplicar só em 2015”, comparou, acrescentando que o mínimo constitucional para investimento em pesquisa científica em São Paulo é de 3% do orçamento. De acordo com Alexsander Rocha, Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, apenas 30% do valor devido foi pago em 2014.

Outro assunto abordado foi o artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), em tramitação na ALMG (Projeto de Lei 1.503/15), que determina que 50% da verba destinada à FAPEMIG seja investida em projetos de instituições estaduais. O Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação, Paulo Sérgio Lacerda Beirão, destaca que a FAPEMIG não dá dinheiro para instituições, mas investe em projetos, por isso é importante que sejam os melhores projetos. “Não faz sentido distinguir entre universidades federais e estaduais”, acrescenta Beirão.

 

 

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2015-07-03 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/271
<![CDATA[Pesquisa inédita no Estado mostra a percepção do mineiro sobre Ciência e Tecnologia]]>

A Fundação do Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) apresentou hoje (24) para a imprensa os resultados da primeira pesquisa que mede indicadores da opinião pública sobre Ciência e Tecnologia no Estado. O trabalho foi realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – por meio do Observatório Incite (Inovação, Cidadania e Tecnociência) –, com o apoio da FAPEMIG.


Os dados foram apresentados pelo coordenador da pesquisa Yurij Castelfranchi, professor adjunto do departamento de sociologia e antropologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da UFMG. Além da presença dos jornalistas e da diretoria executiva da FAPEMIG, participaram do encontro o subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Dias de Oliveira, e o presidente do Conselho Curador da FAPEMIG, João Francisco de Abreu.

 

Yurij Castelfranchi destacou a importância da enquete para promover políticas públicas de fomento a ações de divulgação científica em Minas Gerais. “Essa pesquisa foi importante para desmitificar alguns preconceitos. Por exemplo, identificamos que não é a escolaridade e o acesso à informação que definem o interesse sobre ciência e tecnologia. Essa questão está muito mais ligada aos valores, ao trabalho e à trajetória de vida do indivíduo”, explica o pesquisador.

 

Embora o estudo tenha demonstrado que a opinião dos mineiros sobre C&T é, em geral, positiva, os entrevistados manifestaram preocupação com questões ligadas à ética, controle social da C&T, efeitos sociais e ambientais e demandaram maior participação nas decisões ligadas à área. Outro ponto levantando foi a necessidade de inovar a comunicação científica, promovendo debates, encontros e eventos sobre C&T para aumentar o acesso da população à ciência. “Sabemos das dificuldades da área, mas precisamos aumentar a produtividade no setor de Ciência, Tecnologia e Inovação. É importante estarmos atentos ao relacionamento entre Governo, Instituição de Ensino e Pesquisador para promover uma comunicação pública focada no diálogo”, acrescenta Evaldo Vilela, presidente da FAPEMIG.

 

A amostra ouviu 2000 pessoas em todas as regiões de Minas, que representam a população com idade superior a 16 anos. O grau de precisão é de 95%, com erro amostral de 2% para mais ou para menos.

Principais resultados da pesquisa:

 

  • Grande parte dos mineiros de quase todas as camadas sociais declaram interesse por C&T;
  • Os interesses dos mineiros mudam também com a idade. Com o avanço da idade, aumenta o interesse sobre temas religiosos, enquanto que os jovens declaram interesse elevado para o esporte e para C&T. Adolescentes de 15 e 16 anos se interessam por ciência e tecnologia muito mais que os adultos com 55 anos de idade ou mais;
  • Os homens se declaram mais interessados do que as mulheres em esportes, política, ciência e tecnologia. As mulheres estão, em média, mais interessadas que os homens em medicina, saúde e religião.
  • O interesse em temas de C&T, medicina e meio ambiente é mais elevado em regiões menos ricas: Jequitinhonha, Vale do Mucuri, Norte de Minas;
  • As atitudes dos mineiros sobre C&T são, em geral, otimistas e positivas, prevalecendo a percepção dos benefícios da pesquisa científica, a confiança nos cientistas e seu trabalho e a valorização da importância do investimento público em C&T;
  • As pessoas mais informadas não necessariamente possuem visões mais positivas e as pessoas com visão mais cautelosa ou crítica não necessariamente possuem menor grau de escolaridade: a velha ideia de que “ignorância gera medo” está, em parte, errada;
  • 44% dos entrevistados disseram que uma das motivações do cientista é “contribuir para o avanço do conhecimento”; 39% disseram que é também “solucionar problemas das pessoas”.
  • Apesar do interesse declarado por temas científicos e tecnológicos e das atitudes positivas, o grau de acesso à informação da grande maioria dos mineiros é muito baixo;
  • O consumo de informação científica é baixo e tem como principal fonte de informação a mídia televisiva.

 

Confira o resumo executivo completo da Pesquisa aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

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2015-06-24 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/270
<![CDATA[Semana Nacional de Ciência e Tecnologia premia museu mineiro]]>11ª rodada teve recorde de inscritos e Museu Itinerante Ponto UFMG foi um dos contemplados

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2014) premiou, na última segunda-feira (15), o Museu Itinerante Ponto UFMG, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no Desafio+Ciência. A iniciativa, que conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), venceu na categoria Instituição Pop Ciência 2014, que reconhece as três instituições com o maior número de atividades comprovadas e cadastradas. A cerimônia aconteceu na Fundação Ezequiel Dias, durante a abertura do VIII Seminário de Empreendendorismo e Inovação- SIMINOVE.

O Museu Itinerante Ponto UFMG é um espaço científico-cultural, interativo, adaptado em uma unidade móvel que atende, primordialmente, escolas e cidades de Minas Gerais, promovendo exposições e oficinas externas, interligando as mais diversas áreas do conhecimento e da ciência. A coordenadora do projeto, Tânia Margarida Costa, ressalta a importância de iniciativas como essas na valorização e popularização da ciência no Estado. “Esse prêmio é um reconhecimento ao trabalho que desenvolvemos com muita dedicação e empenho por educadores, alunos de graduação e servidores do Centro Pedagógico e da UFMG, e a certeza de que estamos na direção correta”, comenta Tânia. Este é o terceiro ano consecutivo que o projeto recebe a homenagem em função das suas atividades e da importância da sua atuação no Estado.

Com o tema “Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social”, a SNTC de 2014 teve recorde de inscrições. Foram cerca de 35 mil atividades cadastradas para concorrerem as premiações. Para 2015, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou o novo tema: “Luz, Ciência e Vida”. A temática foi escolhida com o objetivo de alinhar o evento ao Ano Internacional da Luz, estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).  A 12ª edição do evento está marcada para 19 a 25 de outubro de 2015 e o Museu Itinerante Ponto UFMG já se prepara para a próxima rodada. “Além de retomar os projetos iniciados em 2013 - a FEBRAT e o Café Científico Virtual – vamos realizar oficinas temáticas sobre a luz e apresentaremos, pela primeira vez, uma parte da exposição externa do Museu totalmente dedicada à luz”, comenta Tânia.

Esse ano, o Museu Itinerante Ponto UFMG estará na 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece em São Carlos, interior de São Paulo, no próximo dia 12 de julho.

Saiba mais sobre o Museu em museu.cp.ufmg.br.

 

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2015-06-22 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/268
<![CDATA[Semana Nacional de Ciência e Tecnologia premia museu mineiro]]>11ª rodada teve recorde de inscritos e Museu Ponto UFMG foi um dos contemplados

Em outubro ocorreu a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 20014) que teve recorde de inscrições, foram cerca de 35 mil atividades cadastradas para concorrerem as premiações. Destas, o grande vencedor do prêmio Desafio+Ciência foi o projeto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG): O Museu Ponto UFMG, a iniciativa venceu na categoria Instituição Pop Ciência 2014, que reconhece as três instituições com o maior número de atividades comprovadas e cadastradas. Cerimônia de premiação aconteceu na Fundação Ezequiel Dias, durante a abertura do VIII Seminário de Empreendedorismo e Inovação- SIMINOVE.

O Museu Itinerante Ponto UFMG é um espaço científico-cultural, interativo, adaptado em uma unidade móvel que atende, primordialmente, escolas e cidades de Minas Gerais; promovendo exposições e oficinas externas, interligando as mais diversas áreas do conhecimento e da ciência. A coordenadora do projeto, Tânia Margarida Costa, ressalta a importância de iniciativas como essas na valorização e popularização da ciência no Estado “ Esse prêmio é um reconhecimento ao trabalho que desenvolvemos com muita dedicação e empenho por educadores, alunos de graduação e servidores do Centro Pedagógico e da UFMG e a certeza de que estamos na direção correta”, comenta Zilma. Este é o terceiro ano consecutivo que o projeto recebe a homenagem em função das suas atividades e da importância da sua atuação no Estado.

Em 2014 o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia foi “Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social”, para 2015 o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação anuncia novo tema: “Luz, Ciência e Vida”, a temática foi escolhida com o objetivo de alinhar o evento ao Ano Internacional da Luz, estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU.  A 12ª edição do evento está marcada para 19 a 25 de outubro de 2015 e o Museu Ponto já se prepara para a próxima rodada “Além de retomar os projetos iniciados em 2013 - a FEBRAT e o Café Científico Virtual – vamos realizar oficinas temáticas sobre a Luz e apresentaremos, pela primeira vez, uma parte da exposição externa do Museu totalmente dedicada à Luz”, comenta Tânia. 

Esse ano o Museu Ponto UFMG será apresentado pela FAPEMIG na 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece em São Paulo, no próximo dia 12 de julho. 

 

 

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2015-06-22 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/269
<![CDATA[Inovação, Cultura e Juventude em um único exemplar]]>Em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), o PlugMinas – Centro de Formação e Experimentação Digital - lançou recentemente o segundo exemplar da Revista PlugMinas – Inovação, Cultura e Juventudes. A publicação traz uma coletânea de artigos científicos cujas temáticas permeiam a cultura digital, a educação e o papel do jovem como protagonista na utilização e difusão das novas tecnologias. Entre os objetivos está o de consolidar o PlugMinas como um espaço de produção de conhecimento cientifico.

A revista, com periodicidade anual, pode ser adquirida de forma gratuita em universidades, bibliotecas, centros culturais, escolas públicas e centros de pesquisa do estado e do país. A proposta é dar visibilidade aos trabalhos que os professores, pedagogos e pesquisadores desenvolvem em prol dos jovens nas universidades e escolas do país.

A segunda edição da revista pode ser conferida aqui. Sugestões e críticas podem ser feitas pelo serviço de ouvidoria do PlugMinas, chamado PlugEscuta, ou por meio das redes sociais: facebook.com/plugminas e @PlugMinas_Tweet.

PlugMinas

Criado em 2009, o PlugMinas – Centro de Formação e Experimentação Digital é um projeto do Governo de Minas dedicado à juventude. Em seu amplo espaço localizado no bairro Horto, estudantes da rede pública de ensino podem fazer cursos gratuitos nas áreas de empreendedorismo, arte, tecnologia, idiomas e design. Para participar, o estudante ou egresso da rede pública de ensino deve ter entre 14 e 24 anos e residir em Belo Horizonte ou região Metropolitana.

 

 

 

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2015-06-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/267
<![CDATA[Grand Challenges Explorations anuncia projetos aprovados na 14ª rodada]]>Zilma Reis é a única brasileira contemplada pelo programa, que tem o apoio da Fapemig.

 

O Grand Challenges Explorations é uma iniciativa que visa estimular soluções inovadoras e não convencionais em saúde global e desenvolvimento. Nesta 14ª rodada, a única brasileira selecionada foi a Dra. Zilma Reis, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O projeto pretende criar um aparelho portátil, simples e de baixo custo que utilizará luz de LED para medir a espessura da epiderme e a concentração de queratina na pele do recém-nascido “Com esse processo não-invasivo, esperamos detectar a idade do bebê de maneira mais precisa que os métodos convencionais”, afirma Zilma.

 

Atualmente, são utilizadas duas formas de medir a idade gestacional: via ultrassom ou por meio de um teste clínico ao nascimento. Segundo Zilma, além do ultrassom ser um exame que pode não ser acessível a todas as mães durante o pré-natal, ele ainda possui um erro de até 3 semanas que pode ser prejudicial para a saúde do bebê “A correta datação da gestação no nascimento é o principal marcador de prognóstico para saúde e sobrevida do recém-nascido”, comenta a pesquisadora.  Ao final de um ano e meio, a cientista terá um protótipo produzido em impressora 3D para testar os benefícios do novo aparelho e compará-lo com as técnicas já existentes.

 

Desde sua primeira edição, em 2008, o Grand Challenges Explorations já selecionou 4 projetos mineiros. O primeiro foi o engenheiro mecânico da UFMG, Antônio Ávila. Em 2009, ele criou uma fossa biodegradável que se transforma em fertilizante para o solo quando está cheia. Em 2013, o também engenheiro mecânico Ricardo Capúcio, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), usou os 100 mil dólares para produzir uma máquina leve, fácil de usar e específica para mulheres agricultoras que é capaz de plantar até duas culturas ao mesmo tempo. Em 2014, o geógrafo e educador Bernardo Oliveira, também da UFMG, foi um dos 12 financiados pelo primeiro Grand Challenges criado especificamente para cientistas brasileiros. Lançado em parceria com o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), o Grandes Desafios Brasil: Prevenção e Manejo de Partos Prematuros buscou soluções inovadoras para entender as causas dos nascimentos prematuros e tratar suas consequências. Oliveira planejou e lançou em abril deste ano uma exposição itinerante e interativa para valorizar o parto normal e reduzir o número de cesáreas desnecessárias.

 

Nesta 14ª foram cerca de 1.800 inscritos e deste, um total de 52 projetos aprovados de 19 países vão receber 100 mil dólares, e outros 5 foram escolhidos para receber os recursos extras. O investimento na pesquisa da Dra. Zilma terá contrapartida da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). A próxima rodada do programa deve ser aberta em setembro. Os candidatos aos desafios podem ter qualquer nível de experiência, em qualquer área do conhecimento e ser de qualquer organização, incluindo instituições de ensino e pesquisa, universidades, laboratórios do governo, ONGs e companhias que visem ao lucro. No Brasil, o programa é implementado em parceria com as Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) de 17 estados, inclusive da FAPEMIG. Elas oferecem financiamento adicional para transformar ideias inovadoras em soluções para graves problemas mundiais.

 

Breve currículo da Dra. Zilma Silveira Nogueira Reis

Graduada em Medicina(1988), mestre em Medicina (1993) e Doutora em Medicina (2002) pela Universidade Federal de Minas Gerais, quando obteve bolsa de doutorado-sanduiche na Alemanha, PROBRAL 113/00 (CAPES/DAAD). Possui título de especialização em estatística pelo ICEX-UFMG (2008). Realizou Estágio Sênior Pós-Doutoral no Exterior com bolsa CAPES, no 1o semestre de 2011, na Universidade do Porto, Portugal. Atualmente é Professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia, do Programa de Pós-graduação em Saúde da Mulher da UFMG e Médica do Hospital das Clínicas.

 

Pesquisadora no INCT Nano Biofar desde 2008. Coordena o Centro de Informática Médica da Faculdade de Medicina da UFMG desde 2012. É coordenadora da Diretoria de Educação da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), biênio 2015/2016. Já foi coordenadora do Serviço de Auditoria e Gestão da Fundação dos Empregados da Fiat. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Obstetrícia e Informática Médica, atuando principalmente nos seguintes temas: informática médica, metodologia científica e saúde da mulher.

 

Grand Challenges Explorations.

Lançado em 2008, o programa de apoio à pesquisa Grand Challenges Explorations promove a inovação na pesquisa em saúde global e já financiou mais de 1070 pesquisadores em mais de 60 países .

 

A Fundação Bill & Melinda Gates está investindo US$100 milhões para incentivar cientistas no mundo todo a expandir o fluxo de novas ideias focadas nos grandes desafios da saúde global. A iniciativa usa um processo ágil e rápido para conceder financiamento, lançando mão de um formulário de solicitação curto, de duas páginas e sem necessidade de dados preliminares. As solicitações são enviadas on-line e os candidatos ganhadores são escolhidos em aproximadamente 5 meses depois da data limite do envio.

 

Duas vezes ao ano são abertas chamadas para o apoio inicial de US$100.000. Os projetos bem sucedidos têm a oportunidade de concorrer a um financiamento adicional de continuidade de até US$1 milhão.

 

 

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2015-06-17 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/266
<![CDATA[Missão ao Reino Unido deve ampliar oportunidades para pesquisadores brasileiros]]>Membros do CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa) estiveram em missão internacional na Inglaterra, entre os dias 1 e 5 de junho.  O presidente Sergio Gargioni, a vice-presidente, Maria Zaíra Turchi, e o coordenador da Área Internacional, Mario Neto Borges, participaram da conferência Going Global 2015 e de uma série de reuniões relacionadas ao Fundo Newton. Também acompanharam a missão o coordenador geral de Planejamento e Gestão da Rede Federal, Nilton Nélio Cometti, a diretora de Relações Institucionais do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Glenda Lorena Mezarobba e diretor de Educação e Sociedade do Conselho Britânico, Claudio Anjos.

No maior evento de ensino superior do planeta, o Going Global 2015, o CONFAP participou de uma mesa-redonda sobre os sistemas de educação superior em nove países: Índia, China, Nigéria, Rússia, Brasil, Indonésia, Paquistão, Estados Unidos e Reino Unido. Juntos, esses países possuem mais da metade do número de matrículas em universidades do mundo. Os representantes de agências de fomento e institutos de educação falaram sobre os recursos, desafios e estratégias para reformar e desenvolver seus sistemas acadêmicos.

Em outra sessão, cerca de 50 pessoas de países tão diversos quando Egito, Colômbia, Turquia e Chile fizeram uma avaliação das parcerias no âmbito do Fundo Newton, iniciativa do governo britânico que financia pesquisas em países emergentes a fim de promover o desenvolvimento econômico e bem-estar social. “Chamou atenção da audiência o sucesso do CONFAP, citado como o Conselho que melhor implementou o Fundo Newton”, disse Gargioni.

Na quarta-feira, a diretoria do CONFAP visitou o embaixador brasileiro em Londres, Roberto Jaguaribe, para fazer um balanço das atividades do Fundo Newton e do Ciência sem Fronteiras, além de estratégias para ampliar a cooperação. O embaixador tem afinidade com a área de CTI,
é formado em Engenharia Elétrica e foi presidente do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). “Pedimos para que ele acompanhe o Fundo Newton e defenda sua continuidade”, resumiu o presidente do CONFAP.

No mesmo dia 3, a delegação brasileira esteve com representantes do Conselho Britânico, um dos responsáveis pela gestão do Fundo Newton no Brasil, em que foram feitas apresentações sobre o NARIC (National Recognition Information Centre) e o QAA (Quality Assurance Agency for Higher Education). Também discutiram quais outros programas, além do Researcher Links e o Researcher Connect, podem ser implementados no Brasil. Cogita-se lançar um programa na área de inovação e uma proposta para apoio compartilhado aos programas de doutorado sanduíche das FAPs, segundo o presidente.

Já na quinta-feira, o encontro foi com representantes das UK Academies, para revisar detalhes da chamada que pretende atrair pesquisadores britânicos para o Brasil, nos mesmos moldes  da chamada lançada no ano passado com o CONFAP. Naquela oportunidade, 30 pesquisadores brasileiros foram selecionados para desenvolverem projetos, nas modalidades de Mobilidade e Fellowship, que permitam fortalecer a capacidade de pesquisa de seu grupo por meio de treinamento e colaboração com parceiro no Reino Unido.

Ainda no dia 4, o grupo seguiu para a cidade de Swindon, sede dos Research Councils UK (RCUK), onde foram realizados encontros com membros do Medical Research Council (MRC), Biotechnology and Biological Sciences Research Council (BBSRC) e oEconomics and Social Science Research Council (ESRC) para tratar das chamadas conjuntas em aberto. Também houve encontro com o Natural Environment Research Council (NERC) e o Arts & Humanities Research Council (AHRC) para avaliar possibilidades de parceria. Ao final da tarde, o chefe internacional do RCUK coordenou a reunião final do CONFAP, CNPq e os RCs presentes sobre alternativas que possam ampliar o leque de parcerias além do Programa Fundo Newton.

No último dia da missão, a delegação visitou a Universities United Kingdom (UUK), organização representativa das universidades do Reino Unido responsável por analisar as candidaturas do programa Ciência sem Fronteiras. Nesta oportunidade foi solicitado às universidades presentes que divulguem as chamadas já abertas.

Link:  http://confap.org.br/news/newtonfund.

“Considero que a missão foi extremamente proveitosa. Terá resultados para curto, médio e longo prazos com parceiros estratégicos no Reino Unido. As oportunidades podem ampliar o número de FAPs participantes das atividades internacionais e envolver as FAPs recém criadas”, resumiu Mario Neto Borges.

Fonte: Assessoria do CONFAP

 

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2015-06-11 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/261
<![CDATA[Conheça a Rede Mineira de Comunicação Científica]]>Quando um grupo de pessoas se reúne para fortalecer um objetivo comum, as ideias ganham força e amplificam o potencial de alcance na sociedade. Essa é a ideia da Rede Mineira de Comunicação Científica, formada a partir da necessidade de fortalecer os esforços relacionados à popularização da ciência no Estado. Com esse objetivo, representantes de Universidades, Centros de Pesquisa e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) têm se reunido para pensar soluções e alternativas que tornem a ciência um assunto mais próximo da população em geral.

Entre os assuntos tratados pelos integrantes da Rede está a solicitação de mais recursos para as estruturas de divulgação científica (ou órgãos similares) das Instituições de Ensino Superior (IES) e centros de pesquisa e o incentivo ao fomento contínuo às várias modalidades e ações de Divulgação Científica (feiras, exposições, programas de rádio e TV, revistas e jornais científicos etc.). Além disso, a Rede também apoia o desenvolvimento de tecnologias e serviços para ampliar e a facilitar a divulgação científica no Estado; o apoio para que todos os programas e projetos financiados pela FAPEMIG desenvolvam ações contínuas de divulgação científica, entre outras ações.

A discussão acerca da profissionalização das pessoas que atuam com divulgação científica, a disponibilização de cursos que já existem em outras instituições e a oferta de cursos temáticos que auxiliem na qualificação da cobertura de temas da ciência também são assuntos debatidos pelos membros do grupo.

Para Marcílio Lana, diretor de Divulgação e Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e moderador da Rede, é essencial compartilhar com a sociedade, de forma efetiva, o conhecimento produzido nas instituições. “Para tanto, precisamos incorporar a cultura da popularização do conhecimento científico como parte do ‘fazer científico’ de nossas instituições. Além disso, a divulgação científica precisa ser percebida por nossas estruturas e canais de comunicação – rádios, TVs universitárias, boletins, revistas, sites e portais, eventos, redes sociais, entre outros – como uma atribuição elementar. Ao fazermos isso em rede, seguramente os efeitos e resultados serão ampliados”, esclarece.

Conheça os membros da Rede:

Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Universidade Federal de Lavras (UFLA), Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha (UFVJM),  Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet MG), Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas), Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), Universidade Federal de Itajubá (Unifei).

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2015-06-11 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/262
<![CDATA[Membros das Câmaras de Assessoramento se reúnem na FAPEMIG]]>Antes de um projeto ser financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), ele passa por uma seleção que observa uma série de critérios. Uma dessas etapas inclui a avaliação dos membros das Câmaras de Assessoramento, que analisam os projetos quanto ao mérito científico e técnico, pedidos de fomento, apoio e incentivo recebido pela FAPEMIG. Os membros das Câmaras emitem um parecer técnico que tem carácter de recomendação e, depois, é submetido à Diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Para destacar o importante papel das Câmaras na FAPEMIG, durante os dias 10 e 11, os membros de Câmara se reuniram para discutir acerca de suas atividades e sobre questões que envolvem o contexto da Ciência, Tecnologia e Inovação em Minas e no País. A palestra de abertura trouxe um tema atual e que ainda precisa de debate por parte da comunidade acadêmica: Integridade e Boas Práticas na Pesquisa, apresentado pelo pesquisador da área de genética Sérgio Pena. O pesquisador apresentou dados e casos de estudos que envolveram conflitos éticos ao longo da história da ciência. “Muitas vezes, as fraudes demoram anos para serem descobertas e levadas a público por meio dos periódicos científicos. Mas é importante diferenciar fraude de erro. O erro pode ser positivo, porque ele tem potencial criador, a fraude não”, acredita Sérgio Pena.

 

Para o Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG, Paulo Sérgio Lacerda Beirão, o encontro desses dois dias foi importante para propiciar um diálogo entre todos os membros das Câmaras e a Diretoria executiva da casa. “Durante o evento foram apontadas questões que vão ser consideradas para futuras melhorias por parte da diretoria da Fundação e das próprias Câmaras. Foi um evento muito positivo”, comentou o diretor.

Ao todo, a FAPEMIG tem dez Câmaras divididas nas seguintes áreas: agricultura, medicina veterinária e zootecnia, ciências biológicas e biotecnologia, ciências da saúde, ciências exatas e dos materiais, arquitetura e engenharia, recursos naturais, ciências e tecnologias ambientais, ciências sociais aplicadas, ciências humanas, sociais e educação e capacitação de recursos humanos.

Conheça mais aqui (http://www.fapemig.br/institucional/camaras-de-assessoramento/)

 

 

 

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2015-06-11 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/263
<![CDATA[Professor da Unimontes é premiado por artigo científico]]>Entre os dias 28 e 30 de maio, a XIII Reunião da Academia Iberoamericana de Patologia e Medicina Bucal reuniu em Sevilha, na Espanha, diversos profissionais da área para analisar o progresso da patologia e da medicina oral. Entre os participantes estava o professor do Departamento de Odontologia da Unimontes, Hercílio Martelli Júnior, que foi agraciado com o melhor artigo científico do ano com o estudo Association of variants in DNA repair genes with nonsyndromic cleft lip with or with out cleft palate.

Financiada pelo Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), a pesquisa avaliou simultaneamente fatores genéticos e ambientais para ocorrência das fissuras labiais e palatinas em uma extensa população brasileira de quatro estados do país. Em função disso, foi demonstrado que genes de reparo de DNA e tabagismo materno no primeiro trimestre gestacional interagem para aumentar a incidência de fissuras orais. O trabalho contou com uma rede de pesquisadores na execução de diversas universidades do Brasil e do exterior.

Segundo Hercílio Martelli, esta linha de investigação científica perdura por mais de dez anos e nasceu a partir do sonho e da concretização da criação do Centro Pró-Sorriso na sede da Universidade José do Rosário Vellano (Unifenas), em Alfenas, pelo professor Edson Antônio Velano. “Mais relevante do que a premiação é a busca por compreender e poder ajudar as pessoas que nascem com alterações craniofaciais, particularmente as fissuras envolvendo o lábio e o palato”, afirma.

Hercílio Martelli já foi diretor adjunto de Ciência na FAPEMIG e atualmente é professor da área de diagnóstico bucal, do Departamento de Odontologia, do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, além de Programas de Pós-graduação em Ciências da Saúde e Cuidado Primário em Saúde. Também atua na Pró-reitoria de Pós-graduação. 

 

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2015-06-03 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/260
<![CDATA[Os mineiros e a ciência ]]>

O Observatório Incite, da UFMG, e a FAPEMIG realizam a primeira enquete de Percepção Pública da C&T de Minas Gerais

 

A UFMG, por meio do Observatório Incite, em parceria com a Fundação de Amparo do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), realizam a primeira pesquisa que mede indicadores da opinião pública sobre ciência e tecnologia. Trata-se de um tipo de pesquisa que, nos EUA e na Europa, é efetuada periodicamente desde as décadas de 1970 e 1980, e considerada importante para avaliar o estado do sistema de C&T no país e o impacto de políticas públicas de divulgação  e educação científica. No Brasil, foi realizada, em nível nacional, apenas em 1987, 2006, 2010 e 2015, e, nos últimos anos, no Estado de São Paulo (pela Fapesp).

 

A metodologia foi inovadora. De um lado, incorporando o estado da arte mundial em tais pesquisas, para produzir perguntas e escalas de respostas bem calibradas e comparáveis internacionalmente. De outro, acrescentando indicadores específicos para o Brasil e MG e variáveis ligadas também ao contexto de vida e aos valores morais e políticos dos entrevistados.

 

A pesquisa foi executada pela empresa Pólis Pesquisa Ltda. A amostra (2000 pessoas entrevistadas em todas as regiões do Estado) representa a população, de 16 anos de idade ou mais, do Estado de Minas Gerais inteiro. O grau de precisão é de 95% de confiança, com um erro amostral de 2% para mais ou para menos.

 

A pesquisa mostrou que as mineiras e os mineiros possuem um interesse bastante elevado em temas científicos e tecnológicos e uma visão substancialmente positiva sobre ciência e tecnologia, embora estejam atentos às implicações éticas e a questões ambientais, políticas, sociais entrelaçadas com o desenvolvimento tecnológico e com a pesquisa científica. Infelizmente, o grau de acesso à informação é ainda baixo, e marcado por grandes desigualdades regionais e sociais.

A seguir, 10 principais resultados da primeira enquete do Estado de Minas Gerais de Percepção Pública da Ciência e da Tecnologia:

 

  1. Cidadãos e cidadãs de Minas Gerais declaram ter interesse por temas científico e tecnológico (C&T, medicina e saúde, meio ambiente): comparável com a média nacional, europeia e dos EUA

  2. Os mineiros também confiam nos cientistas, e atribuem valor e prestígio à profissão de cientista. Também são vistas de forma positivas as instituições que fazem pesquisa científica ou tecnológica em nosso Estado, bem como a qualidade em geral da C&T no Brasil

  3. As atitudes dos mineiros sobre os efeitos, a importância e os benefícios da C&T são também positivas. A maioria da população afirma que C&T trazem “mais benefícios do que malefícios para a humanidade”, ou até mesmo “só benefícios”. Mas não por isso a visão dos mineiros é simplista ou acrítica.

  4. Uma parte consistente da população de MG expressa a opinião de que a ciência e a tecnologia também possuem implicações delicadas e questionáveis do ponto de vista dos efeitos sociais, ambientais, éticos, e se declaram, em sua maioria, favoráveis a um controle social e político da ciência, à formulação de códigos de conduta, ao princípio de precaução, e afirmam também que, nas decisões importantes sobre C&T, a população deveria ser ouvida.

  5. Em particular, os mineiros concordam, em média, que a “C&T vão ajudar a eliminar a pobreza e a fome no mundo”, mas também há muitas pessoas concordando com as afirmativas que “por causa do conhecimento, os cientistas têm poderes que os tornam perigosos” e que “C&T são responsáveis pela maior parte dos problemas ambientais atuais”.

  6. Apesar do interesse que os mineiros demonstram e da visão globalmente positiva, o acesso da população à informação científica e tecnológica é ainda baixo, e marcado por grandes desigualdades. Muito escassa também é a frequentação de espaços ou atividades de difusão cultural, tais como museus, debates ou palestras. O consumo de informação científica nos meios de comunicação é elevado apenas em uma minoria da população.

  7. Como consequência, mesmo entre pessoas com grau de interesse elevado e escolaridade alta, pouquíssimos mineiros conseguem lembrar o nome de alguma instituição que faça pesquisa no Estado de Minas, ou o nome de algum cientista brasileiro. São também poucos os que conhecem a Fapemig.

  8. A maioria dos mineiros aponta que deveria houver maior investimento em pesquisa em medicina, sendo que as pessoas com maior nível de escolaridade apontam também a importância de investimento em energias alternativas, e as com menor nível de escolaridade enfatizam a importância de investir em agricultura.

  9. Por fim, descobrimos que o otimismo, ou o pessimismo, das pessoas sobre os benefícios e os riscos do desenvolvimento técnico e científico não é determinado pelo grau de escolaridade ou pela renda: não necessariamente pessoas com menos anos de estudo terão mais “medo” da ciência. Algumas das atitudes, ao contrário, se tornam mais cautelosas ou críticas entre pessoas de alta escolaridade. A região e o contexto de moradia , o interesse de cada pessoa em C&T e seu consumo de informação, bem como os valores e o posicionamento moral, são fatores mais importantes para forma a opinião das pessoas sobre diversos aspectos da C&T.

  10. Os resultados desta primeira enquete de percepção pública da ciência e tecnologia no Estado de Minas Gerais apontam, de um lado, por uma curiosidade e uma demanda por informação e acesso a atividades de difusão da cultura científica, mas mostram, ao mesmo tempo, a necessidade de uma maior oferta de divulgação científica de qualidade, de um fortalecimento da educação, formal e informal, em ciências, denunciando uma grande diversidade e desigualdade entre as diversas regiões do estado e entre diversos grupos sociais. Muito pode ser feito para que a ciência e a tecnologia façam parte integrante da cultura e das competências dos mineiros, e para que todos os cidadãos, pelo acesso à discussão democrática e à diversidade de saberes sobre meio ambiente, saúde, tecnologia e ciências em geral, possam atuar de forma cada vez mais ampla e profunda, tanto em suas vidas profissionais, como no exercício da cidadania.

 

Equipe de pesquisa:

  • Yurij Castelfranchi & Elaine Vilela (InCiTe – UFMG,  Coordenadores)
  • Ildeu Castro Moreira (UFRJ)
  • Luisa Massarani (Museu da Vida-Fiocruz)
  • Solange Simões (Univ. of Michigan)
  • Vanessa Fagundes (Fapemig)
  • Alunas: Ana Carolina Corrieri, Eloah Costa, Flávia Lacerda (Fafich-UFMG)
  • Coleta de dados efetuada pela Pólis Pesquisa Ltda

 

 

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2015-06-02 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/259
<![CDATA[Educação em pauta]]>Pesquisadores de todo o país estão reunidos na Faculdade de Educação da UFMG desde ontem (27) para debater questões relativas à educação. A programação faz parte do seminário “Educação no Espaço Público: a comunicação pública da pesquisa em educação no Brasil”, realizado pelo Projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil. A proposta do evento é promover uma discussão acerca das questões que envolvem a comunicação pública da ciência, a Universidade e o espaço público no Brasil, além da relação dos pesquisadores da área de educação com a chamada “grande imprensa”.

Para Tarcísio Mauro Vago, um dos coordenadores do evento, embora o país precise de muitos avanços na área da educação, é preciso reconhecer que nunca estivemos em situação melhor que essa, por isso é preciso debater o tema e ter um olhar otimista para o futuro. “Temos que continuar a pensar a educação e o Brasil porque esse é o nosso ofício. É por isso que estamos aqui e essa é a nossa proposta nesse encontro”, afirmou.

De acordo com Paulo Sérgio Lacerda Beirão, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), a área de divulgação da ciência é fundamental e por isso a FAPEMIG tem um setor dedicado a ela. “A disseminação do conhecimento é muito importante, mas deve ser feita de forma crítica e curiosa. Ela ajuda a mostrar à população que é preciso questionar as informações o tempo todo”, defende Beirão.

Para o pesquisador Juca Gil, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o evento é uma oportunidade de refletir sobre a interação entre pesquisadores e a mídia. “Frequentemente, sou acionado por órgãos de imprensa para falar sobre políticas públicas educacionais. Encontros como esse nos ajudam a pensar como organizar essas ideias, de forma clara, concisa e que facilite o entendimento do público”, explica.

 O Projeto

O projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil articula ações de ensino, pesquisa e extensão em universidades públicas brasileiras, na busca de alternativas para se pensar o Brasil, a partir de uma reflexão sistemática sobre um dos grandes desafios do nosso tempo: a educação pública. Com início em 2007, vem sendo desenvolvido por professores e alunos da Faculdade de Educação, do Departamento de Educação Física e de outras unidades da UFMG, em sua maioria, participantes do GEPHE (Centro de Pesquisa em História da Educação). Para alcançar seus objetivos, tem realizado algumas ações como um programa semanal de rádio, seminários, publicações e pesquisas, além da manutenção desta página virtual.

 

 

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2015-05-28 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/258
<![CDATA[Pesquisa agropecuária de Minas Gerais]]>Como uma das principais fomentadoras da pesquisa agropecuária do Estado, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) esteve presente ontem (27), representada pelo presidente Evaldo Vilela, no Painel:  pesquisa agropecuária de Minas Gerais promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). Com o objetivo de debater os rumos da pesquisa no Estado, o evento foi mediado por João Cruz Reis Filho, secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que ressaltou a importância de aproximar a sociedade e as parceiras para pensar o futuro no setor.

Eliseu Alves, assessor da Presidência da Embrapa, proferiu a palestra “O futuro da pesquisa agropecuária no Brasil – o papel das instituições estaduais de pesquisa” e apresentou as formas de tornar a extensão rural mais importante para o país. Segundo o assessor, o Brasil precisava criar instituições de pesquisa que fossem envolvidas com os problemas do país, sobretudo os da agricultura. “A minha palestra toca em grande parte nos problemas que uma instituição precisa resolver para garantir uma coisa única e a mais importante delas: a sobrevivência”, afirmou.

             

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2015-05-28 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/265
<![CDATA[Minas Gerais celebra a inovação ]]>A noite de ontem (19) foi dedicada aos vencedores do Prêmio Mineiro de Inovação, promovido pela Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Artesanato de Minas Gerais, em parceria com o Governo do Estado de Minas Gerais e Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Ao todo, 79 projetos concorreram nas categorias: Produto, Processo, Intangível e Menção Honrosa, que, nesta edição, abordou o tema “Inovação na Educação”.

O Prêmio tem por objetivo reconhecer e gratificar ideias inovadoras que contribuíram para o avanço do conhecimento no Estado. Os primeiros colocados de cada categoria receberam, individualmente, um cheque no valor de R$ 20 mil. Segundo Victor Junior, ganhador pelo produto Ciranda: “Cadeirinha para chão”, o prêmio é importante para inspirar novos empreendedores. “O processo desenvolve novos líderes e é preciso inovar na forma como são apresentadas as mudanças e também as técnicas. Precisamos ser cada vez mais justos e inclusivos”, disse.

O evento contou com a participação do Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, do presidente da Câmara, Valentino Rizzioli, do presidente da Fiemg, Olavo Machado Junior, do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Altamir Rôso e do secretário municipal de Desenvolvimento, Eduardo Bernis. O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Geais, Evaldo Vilela, também esteve presente e afirmou o desejo de fazer com que a inovação se torne um valor maior para a sociedade. Os empreendedores precisavam ter esse reconhecimento dentro de uma premiação. Aprendemos diariamente com a natureza, mas é importante, também, ressaltar a intervenção humana para a qualidade da terra. A inovação é uma contribuição real capaz de favorecer a concretização de um sonho”, comentou.

Confira aqui como ficou a classificação. As fotos do evento podem ser vistas aqui.

 

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2015-05-20 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/257
<![CDATA[FAE promove evento gratuito sobre comunicação pública da pesquisa em educação]]>Com o intuito de aprimorar o trabalho de discussão e divulgação de pesquisa sobre educação, o projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil - 1822 / 2022 realiza o Seminário “Educação no Espaço Público: a comunicação pública da pesquisa em educação no Brasil”. Nos dias 27 e 28 de maio, a Faculdade de Educação (FAE) da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG – recebe os articulistas do semanário Pensar a Educação em Pauta, além de jornalistas e pesquisadores ligados à Divulgação Científica e à educação. A programação do evento inclui mesas redondas, conferências e integra as atividades do Programa de Pós-graduação em Educação.

 

Confira a programação:

 

EDUCAÇÃO NO ESPAÇO PÚBLICO:

A comunicação pública da pesquisa em educação no Brasil

 

 

Dia 27/05 – Quarta-feira

 

09h – Abertura (Auditório Luís Pompeu)

Profa. Juliane Corrêa – Diretora da Faculdade de Educação

Profa. Benigna Maria de Oliveira – Pró-reitora de Extensão da UFMG

Prof. Evaldo Vilela – Presidente da FAPEMIG

Prof. Tarcísio Mauro Vago – Coord. do Projeto Pensar a Educação Pensar o Brasil – 1822/2022

Prof. Luciano Mendes de Faria Filho – Coordenador do Seminário

 

10h – Mesa Redonda: A comunicação pública da ciência no Brasil (Auditório Luís Pompeu)

Convidados:

Profa. Fabíola Imaculada de Oliveira – Editora do Jornal da Ciência da SBPC

Prof. Marcílio Lana (CEDECOM/UFMG)

Prof. Tarcísio Mauro Vago – Coord. Projeto Pensar a Educação Pensar o Brasil – 1822/2022

Coordenação: Prof. Luciano Mendes de Faria Filho

 

12h -  Almoço

 

14h – Mesa Redonda: Universidades e espaço público no Brasil: tensões e conexões(*)(Auditório Neidson Rodrigues)

Convidados:

Prof. Alexandre Vaz (UFSC)

Prof. Marcus Vinicius Corrêa Carvalho (UFF)

Coordenação: Profa. Maria Cristina Soares Gouvêa

 

16h30 Recepção e conversa informal com os articulistas do Pensar a Educação em Pauta  (Auditório Neidson Rodrigues)

 

 (*) Essa mesa integra as atividades do Programa de Pós-graduação em Educação

 

 

 

Dia 28/05 – Quinta-feira

 

 

08h30 Mesa Redonda: Comunicação pública da pesquisa em educação: para quem escrevemos?(Auditório Luís Pompeu)

Convidados:

Profa. Renata Simões (UFES)

Profa. Ana Costa de Jesus (USP)

Profa. Eliane Marta (UFOP/UFMG)

Coordenação: Prof. Marcus Taborda

 

10h30 Café

 

11hMesa Redonda: Educação no Espaço Público: entre a ciência e a opinião. (Auditório Luís Pompeu)

Convidados:

Profa. Virgínia Ávila (UPE)

Prof. Juca Gil (UFRGS)

Prof. Tiago Tristão (UFMS)

Coordenação: Prof. Tarcísio Mauro Vago

 

13h – Almoço

 

14h30 – Mesa Redonda: Os pesquisadores da educação e a “grande imprensa”: relatos e análise de experiências (Auditório Luís Pompeu)

Convidados:

Prof. Paulo Carrano (UFF)
Profa. Aleluia Lisboa (Col. Santo Agostinho)

Prof. Luciano Mendes de Faria Filho(UFMG)

Coordenação:

Profa. Natália Gil (UFRGS)

 

19h – Conferência de encerramento: Das Escolas Normais à Pós-graduação: 180 anos de formação de professores no Brasil (Auditório Neidson Rodrigues)

 

Conferencista: Profa. Anamaria Bueno de Freitas (UFS)

Outras informações: http://www.pensaraeducacao.com.br/

 

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2015-05-19 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/256
<![CDATA[Researcher Links abre sessão para tirar dúvidas]]>

 

 

 

 

 

 

 

O Fundo Newton está com uma chamada aberta para o programa Researcher Links voltada a pesquisadores que desejam realizar workshops de pesquisa que incentivem a colaboração entre cientistas brasileiros e britânicos. Os interessados em se candidatar terão a oportunidade de tirar dúvidas a respeito do edital no dia 28 de maio, quinta-feira, às 18h, na Biblioteca do British Council, em São Paulo. A sessão irá abordar instruções sobre a candidatura, formulário de inscrição e orçamento.

Essa é mais uma parceria entre o Reino Unido e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). O evento deverá ser apresentado em inglês e coordenado por dois pesquisadores líderes, sendo um do Reino Unido e outro de instituição de ensino superior ou pesquisa do Brasil e deverá abordar as seguintes áreas do conhecimento:

  • Agricultura, especialmente voltada à pequena propriedade;
  • Clima e meio ambiente (mudança climática, tecnologia verde, desenvolvimento sustentável, serviços de ecossistema, escassez de recursos);
  • Energia renovável e energia limpa;
  • Educação;
  • Crescimento econômico inclusivo;
  • Saúde (doenças negligenciadas);
  • Água e saneamento;
  • Alimentação e nutrição (incluindo segurança alimentar);
  • Mudança demográfica/migração/urbanização (foco em urbanização e direitos humanos e transformação urbana);
  • Infraestrutura (infraestrutura para desenvolvimento ? foco em comunidades remotas);
  • Desastres humanitários e emergências;
  • Governança, sociedade e conflito (transparência, accountability, instituições eficientes, direito à terra e recursos naturais com foco em populações indígenas, justiça criminal, diminuição da pobreza, desenvolvimento social, desigualdades estruturais, processos de pacificação (peace building), sociedade civil);
  • Coleta, análise de qualidade e acesso a dados relevantes aos índices de desenvolvimento (incluindo informações administrativas e estatísticas macroeconômicas).

 

Os workshops devem acontecer até 1º de março de 2016. As propostas devem ser encaminhadas até 13 de julho e o edital e mais informações podem ser conferidos aqui.

Serviço

Sessão informativa sobre chamada aberta para o programa Researcher Links

Quando: 28 de maio, das 18h às 20h
Onde: British Council São Paulo – Centro de informações (Biblioteca): rua Ferreira de Araújo, 41 – térreo / Pinheiros

 

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2015-05-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/254
<![CDATA[DEFINIDO OS FINALISTAS DO PRÊMIO MINEIRO DE INOVAÇÃO]]>Doze projetos são finalistas do Prêmio Mineiro de Inovação, promovido pela Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio – MG, em parceria com o Governo do Estado de Minas Gerais e Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).  No total, foram 79 projetos que concorreram nas categorias: Produto, Processo, Intangível e Menção Honrosa, que, nesta edição, abordou o tema “Inovação na Educação”. A seleção foi feita durante reunião da banca examinadora, e os vencedores serão anunciados durante cerimônia de premiação no dia 19 de maio, na sede da Fiemg, que contará com a presença do Governador Fernando Pimentel.

 

O Prêmio Mineiro de Inovação tem por objetivo reconhecer e gratificar àquelas ideias inovadoras que contribuíram para o avanço do conhecimento no Estado. O presidente da Fapemig e presidente da Comissão Julgadora do Prêmio, Evaldo Vilela, diz acerca do impacto positivo para o País, sobretudo para Minas Gerais: “O Prêmio Mineiro vem para motivar e incentivar a sociedade mineira a promover a inovação, com a geração de novos produtos, novos processos ou novos serviços, capazes de fortalecer a economia em nosso Estado e preservar a cultura em prol de melhores condições de vida da nossa gente”.

 

A iniciativa conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), do Sistema Mineiro de Inovação (Simi), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), do Grupo Dirigente Fiat, da União Brasileira para a Qualidade (UBQ), da SAE - Brasil e da Associação Mineira de Municípios (AMM).

 

A premiação

Os primeiros colocados de todas as categorias que compõem o Prêmio Mineiro de Inovação serão contemplados, individualmente, com o valor de R$ 20 mil; já os vencedores dos segundos e terceiros lugares ganharão troféu e certificado.

 

Conheça aqui os finalistas do Prêmio Mineiro de Inovação.

Fonte: Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio – MG

 

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2015-05-18 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/255
<![CDATA[Informações para o Programa Intercâmbio de Curta Duração]]>

 

 

 

 

 

 

 

Para fortalecer a cooperação acadêmica e científica entre Alemanha e Brasil, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e com o DAAD/Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico promovem o Programa de Intercâmbio Científico Brasil-Alemanha de Curta Duração. O objetivo é financiar a ida de pesquisadores de instituições brasileiras à Alemanha e a vinda de pesquisadores de instituições alemãs ao Brasil.

Os pedidos podem ser feitos pelo sistema Everest (everest.fapemig.br) e o prazo é até 1º de dezembro para missões entre 1º de maio de 2016 e 30 de abril de 2017, e até 1º de abril de 2016 para missões entre 1º de setembro de 2016 e 31 de setembro de 2017. Confira aqui mais informações. Dúvidas podem ser encaminhadas para a Central de Informações pelo e-mail ci@fapemig.br.

 

 

 

 

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2015-05-14 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/253
<![CDATA[Funed lança livro do Programa de Incentivo à Inovação]]>Ontem (12), foi lançado o 12º livro com os resultados do Programa de Incentivo à Inovação (PII), agora contemplando trabalhos desenvolvidos pela Fundação Ezequiel Dias – Funed. O encontro foi na sede do Sebrae Minas e contou com a participação do Gerente de Sustentabilidade e Inovação do Sebrae, Anízio Dutra Vianna; do secretário adjunto de Ciência Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Vinícius Barros Rezende e da vice-presidente da Funed, Carmen Lúcia Soares Gomes.

O PII chegou à Funed em 2013 e identificou 41 projetos de grande potencial inovador. Destes, 17 Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica, Comercial e de Impacto Ambiental e Social (EVTECIAS) foram feitos e registrados no livro de resultados. Por estarem diretamente ligados à área de saúde, os projetos têm impacto direto na qualidade de vida da população e estão relacionados a pesquisas avançadas de medicamentos, vacinas e tecnologias que ampliam as soluções para tratamento de doenças, controle de epidemias e melhoria da qualidade de vida da população. Para Esther Margarida Bastos, diretora de pesquisa e desenvolvimento da Funed, o PII foi de grande importância porque ele veio mudar a cultura da Fundação, em um momento em que os pesquisadores estavam com a autoestima prejudicada por uma série de motivos. “O Programa chegou com uma visão de fora que ofereceu um diagnóstico que dificilmente seria percebido por nós. Foi muito interessante o processo porque ele ajudou o pesquisador a perceber o potencial tecnológico do seu projeto e a pensar em outras soluções, além da aplicação inicial”, conta.

De acordo com Anízio Dutra Viana, o papel do Sebrae é transformar o conhecimento gerado no estado em negócio e a ferramenta usada na Funed foi o PII.  “O Programa avalia o grau de desenvolvimento daquela pesquisa e não se ela é melhor ou pior que outra. O nosso papel é levar uma metodologia, o ritmo de trabalho é da própria instituição. Hoje, estamos lançando o livro, mas o trabalho não acaba. A cultura de inovação fica na Funed”, afirma Anízio.

Da bancada para o mercado

O cotidiano de um pesquisador inclui anos de pesquisas, análises e testes, mas não contempla treinamentos que lhe mostre a comercialização do produto de sua pesquisa no mercado. Foi exatamente isso que o PII fez: mostrou aos pesquisadores que é possível sair de suas bancadas e mostrar as pesquisas como produtos. As pesquisadoras Luciana Maria Silva, Letícia da Conceição Braga e Fernanda Coelho viram todo esse processo de perto e desenvolveram um exame capaz de predizer a resposta quimioterápica de pacientes com câncer de ovário. Elas usam os dados moleculares das pacientes para entender porque algumas são resistentes ou sensíveis aos tratamentos empregados. “Como o câncer de ovário é uma doença de baixa prevalência, alta letalidade e de diagnóstico precário, esse exame vai auxiliar na seleção de pacientes que vão passar por quimioterapia, para indicar quem tem mais chance de responder positivamente a determinado tratamento”, explica Luciana Silva. Apesar de o processo ainda estar em andamento, as pesquisadoras já perceberam que o princípio inicial pode ser usado em outros tipos de câncer, por isso fundaram a Oncotag, empresa especializada em tratamento personalizado para pacientes oncológicos e medicina personalizada. A empresa será a primeira Spin-off da Funed, ou seja, é uma empresa que nasceu a partir de um grupo de pesquisadores da Instituição, em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), visando explorar um novo serviço ou produto de alta tecnologia.

Programa de Incentivo à Inovação

O PII começou em Minas Gerais há oito anos, por meio de uma parceria entre Sebrae Minas, Sectes e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Desde então, foram realizados 15 Programas de Incentivo à Inovação no estado, com 280 projetos de pesquisa selecionados e publicados. Até 2014, foram investidos R$23 milhões de recursos, vindos de órgãos de fomento, investidores, venda de patentes e transferência de tecnologia. O valor supera em mais de três vezes o aporte feito pelos parceiros do Programa.

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

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2015-05-13 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/252
<![CDATA[FAPEMIG promove workshop de inovação e planejamento tecnológico]]>Começou ontem (6) a série de oito workshops voltados à inovação e ao planejamento tecnológico das 49 empresas contempladas no Edital Tecnova (13/2013). Para facilitar o acesso de todas as empresas, de maio a agosto, acontecerá um encontro mensal em Belo Horizonte e um no município de Santa Rita do Sapucaí. A proposta dos encontros é capacitar gestores a desenvolver uma compreensão da dinâmica da inovação na sociedade do conhecimento e a traçar um plano tecnológico estratégico pautado no trinômio tecnologia, produto e mercado. “É a primeira vez que um trabalho desse tipo está sendo realizado. A contribuição de parceiros como a Fundação Dom Cabral e a UFV vai contribuir muito para o amadurecimento dos projetos de inovação das empresas”, afirma Heber Pereira Neves, da Gerência de Inovação da FAPEMIG.O evento é uma parceria do Núcleo de Tecnologia de Gestão da Universidade de Viçosa (NTG/UFV), com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG – dentro do Programa Tecnova – FAPEMIG/Finep.

Inovação na economia do conhecimento e Planejamento Tecnológico foram os temas abordados no workshop de hoje. A professora Adriana Ferreira de Faria, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), conduziu a capacitação do dia e instigou os participantes a questionarem sobre as tendências tecnológicas do seu setor, identificarem as diferenças entre descoberta e inovação, pensarem sobre quais necessidades dos clientes foram consideradas quando o produto foi criado e outros temas. De acordo com a Profa. Adriana, é preciso pensar em criar valor e ser capaz de desenvolver novos negócios. “Uma empresa com um produto único dificilmente sobrevive no mercado. É importante ter um bom produto inicial e criar produtos secundários para diversificar o portfólio”, sugere a professora.

Além das exposições, os participantes foram convidados a apresentar sobre os processos de inovação em suas empresas. O empresário Joel Yutaka Sugana falou sobre a Tbit Tecnologias e Sistemas, empresa do ramo de agronegócio que avalia a qualidade e os parâmetros de sementes, grãos e plântulas através de um sistema de análise por imagens, em Viçosa. Já Mirian Shulltz, da In Vitro Cells, de Belo Horizonte, trabalha na área industrial com testes de eficácia para medicamentos e cosméticos, e na área de saúde com testes que avaliam a qualidade de vida das pessoas. Mirian considera esse tipo de encontro muito interessante, principalmente quando são focados na resolução de problemas. “Mais importante que a parte teórica, esses cursos são importantes porque nos levam a ter ideias sobre problemas objetivos que fazem parte do cotidiano da empresa”, avalia a empresária.

Ao final do programa, a expectativa é realizar 64 horas de capacitação, oferecer 320 horas de tutoria para cada empresa, implantar a metodologia de gestão da inovação em todas as empresas inscritas e capacitar cerca de cem profissionais.

Tecnova

O Programa TECNOVA é uma iniciativa da FINEP para trabalhar de forma conjunta com as Fundações de Amparo de Pesquisa dos Estados, como parceiros descentralizados, estruturados e capacitados. Em Minas Gerais, a parceria com a FAPEMIG resultou em um Edital de Subvenção Econômica lançado em 2013 para financiar propostas de micro e pequenas empresas, sediadas no estado, para o desenvolvimento de projetos de inovação.

 

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2015-05-07 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/251
<![CDATA[NOVA CHAMADA PARA FINANCIAMENTO DE PROJETOS DE PESQUISA NO ESCOPO DO FUNDO NEWTON]]>Também já estão abertas duas novas chamadas para projetos de pesquisa em colaboração entre o Reino Unido e o Brasil, ambas dentro do escopo do Fundo Newton. As áreas contempladas são Healthy Urban Living e Social Science of the Food-Water-Energy Nexus. A previsão é de um investimento de mais de 7,5 milhões de libras nas propostas aprovadas.

A data limite para apresentação das propostas é 2 de julho de 2015. Para outras informações, acesse www.esrc.ac.uk/uk-brazil-collaborative-research (chamada do Economic and Social Research Council - ESRC), ou http://www.mrc.ac.uk/funding/browse/uk-brazil-neglected-infectious-diseases-partnership/ (chamada do Medical Research Council - MRC). Pela página do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) também é possível acessar os documentos.

Dúvidas podem ser enviadas para esrc-confap-cnpq@cnpq.br ou, no caso de pesquisadores de São Paulo, para chamada_nf_cities_nexus@fapesp.br.

 

Assessoria de Comunicação Social / FAPEMIG

Telefones: (31) 3280-2106 / 2228 / 2229

acs@fapemig.br

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2015-05-05 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/250
<![CDATA[Simpósio promoveu intercâmbio entre estudantes e universidade da Inglaterra]]>Um projeto para implementar estratégias de monitoramento da biodiversidade em Unidades de Conservação (UCs) nos biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado foi apresentado ontem (28) durante o Simpósio de Monitoramento da Biodiversidade, que aconteceu no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Segundo o coordenador Marcio Uehara-Prado, a ideia é institucionalizar o projeto, que tem como objetivos avaliar a efetividade das UCs, gerar informação para subsidiar ações de conservação e uso sustentável de espécies e estabelecer uma rede de monitoramento. “O monitoramento é fundamental para que a gente acompanhe de perto o que está acontecendo na biodiversidade”, diz.

Marcio Uehara-Prado esteve ao lado de outros seis pesquisadores durante o Simpósio, que promoveu colaborações, intercâmbio técnico e oportunidades para estudantes de graduação e pós-graduação. Em parceria com a Universidade de Salford, da Inglaterra, e com o Centro Universitário de Sete Lagoas (UNIFEMM), o evento contou com a presença de Adelaide Baeta, coordenadora do Mestrado em Biotecnologia e Gestão da Inovação, do UNIFEMM, e do presidente da FAPEMIG, Evaldo Ferreira Vilela, que reforçou a importância da internacionalização. “Colocar estudantes brasileiros em contato com instituições estrangeiras é um grande passo para a pesquisa. E é isso que estamos fazendo neste encontro: construindo pontes e ligações com o nosso trabalho”, completou Vilela.

Jean Boubli, professor de Salford, reforçou a proposta de colaborações relacionadas à diversidade, dizendo que a área é uma preocupação da humanidade. A Universidade de Salford, que já trabalha em uma série de ferramentas de ponta no Monitoramento da Biodiversidade in situ, busca colaborações com cientistas e instituições brasileiras interessados em pesquisas de biomonitoramento e suas aplicações à gestão de áreas protegidas. O Brasil tem um dos maiores sistemas de áreas protegidas nacional no mundo e é o pioneiro em monitoramento do desmatamento por meio de sensoriamento remoto. Porém, a avaliação da perda da biodiversidade continua a ser um desafio para as autoridades locais, devido à complexidade e os custos logísticos. Esses dados são, no entanto, essenciais para o planejamento e gestão eficaz das áreas protegidas brasileiras.

 

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2015-04-29 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/249
<![CDATA[FAPEMIG promove Simpósio de Monitoramento Ambiental]]>Na próxima terça-feira (28), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) irá realizar, a partir das 9h, no auditório da Fundação, o Simpósio de Monitoramento da Biodiversidade. O objetivo do encontro é promover colaborações e um intercâmbio técnico, além de oferecer oportunidades para estudantes de graduação e pós-graduação. O evento tem parceria com a Universidade de Salford, da Inglaterra, e com o Centro Universitário de Sete Lagoas (UNIFEMM).

A Universidade de Salford, que já trabalha em uma série de ferramentas de ponta no Monitoramento da Biodiversidade in situ, busca colaborações com cientistas e instituições brasileiras interessados em pesquisas de biomonitoramento e suas aplicações à gestão de áreas protegidas.

O Brasil tem um dos maiores sistemas de áreas protegidas nacional no mundo e é o pioneiro em monitoramento do desmatamento por meio de sensoriamento remoto. Porém, a avaliação da perda da biodiversidade continua a ser um desafio para as autoridades locais, devido à complexidade e os custos logísticos. Esses dados são, no entanto, essenciais para o planejamento e gestão eficaz das áreas protegidas brasileiras.

O evento é aberto ao público e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail cerimonial@fapemig.br.

 

Programação

Manhã

9h – Abertura
9h15 – Fala de Jean Boubli
9h30 – Definição do Contexto: O programa brasileiro de monitoramento da biodiversidade em áreas protegidas: objetivos, indicadores e desafios –  Marcio Uehara Prado, do ICMBio
10h10 – Monitoramento da Biodiversidade na Floresta Nacional de Jamari, Lições aprendidas – Samuel Nienow, do ICMBio
10h50 – Agenda da Universidade de Salford para o monitoramento da Biodiversidade no Brasil: Nossa experiência em casa–- Jean Boubli, de Salford
11h40 – Endendendo a Biodiversidade de Mamíferos no Tempo e no Espaço: A importância da Sistemática na Conservação da Biodiversidade – Robin Beck, de Salford.

Tarde

14h – A Ecologia do Comportamento de Organismos Aquáticos como indicador de mudanças ambientais – Chiara Benvenutto, de Salford.
14h50 – Bioacústica: uma ferramenta de biomonitoramento eficaz, confiável e acessível? – Robert J. Young, de Salford.
15h40 – Indicadores de Biodiversidade da Floresta Tropical a partir de um novo laser scanner terrestre - Mark Danson, de Salford.
16h30 – Coffee Break
17h – Mesa Redonda
17h30 – Encerramento

Serviço

Simpósio de Monitoramento da Biodiversidade
28 de abril
Auditório da FAPEMIG – av. José Cândido da Silveira, 1500, Horto.

 

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2015-04-24 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/246
<![CDATA[FAPEMIG e Embraer apresentam Edital em parceria]]>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) promoveu hoje (24) o workshop sobre o Edital 05/2015 FAPEMIG/Embraer para pesquisa na área do setor aeronáutico. O encontro ofereceu a oportunidade para os pesquisadores conhecerem as demandas do edital e tirarem suas dúvidas. Segundo Carlos Hilário, engenheiro de desenvolvimento de produto da Embraer, a ideia do workshop é explorar as linhas temáticas do edital, que foram selecionadas por estarem alinhadas às estratégias da instituição.

O evento também contou com a presença do presidente da Fundação, Evaldo Vilela, que reforçou a satisfação da parceria com a Embraer. “Ser parceiro da Embraer é uma alegria. Estamos fazendo um esforço para promover a inovação com as empresas e dentro disso, temos nos valido de editais cada vez mais democráticos, oferecendo oportunidades para todos”, diz.

O edital visa o financiamento de projetos de pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias alinhadas interesses da empresa do setor aeronáutico, de acordo com as linhas de trabalho, a saber:

  • Captação de energia (Energy harvesting);
  • Controle de escoamento;
  • Célula combustível;
  • Otimização de missões complexas para aviação comercial;
  • Configurações alternativas de aeronaves com propulsão distribuída;
  • Eficiência energética de arquiteturas de propulsão híbrida;
  • Gerenciamento de energia térmica.

O investimento total será de R$ 1 milhão e o objetivo principal é estimular a produção de conhecimento e criar competências para o setor aeronáutico de Minas Gerais. A submissão das propostas deve ser feita por meio do sistema eletrônico Everest (http://everest.fapemig.br), até as 17h do dia 12 de maio 2015. Confira aqui o Edital. Dúvidas podem ser enviadas para a Central de Informações pelo e-mail ci@fapemig.br.

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2015-04-24 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/247
<![CDATA[Simpósio e diplomação de novos membros afiliados da ABC - Regional MG & CO]]>Em 28 de abril, próxima terça, será realizada a cerimônia de diplomação de novos membros afiliados da Academia Brasileira de Ciências (ABC) Regional Minas Gerais & Centro-Oeste, eleitos para o período 2015-2019. O evento é organizado pelo vice-presidente regional da ABC MG & CO, Mauro Martins Teixeira, e Vanessa Pinho da Silva, membro afiliado da ABC e acontecerá na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Face/UFMG) - Campus Pampulha.

A cerimônia contará com palestra do presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Evaldo Ferreira Vilela, com o tema "Do Conhecimento Novo à Inovação: o caso da Fábrica de Insulina de Marcos Mares Guia e o Quadrante de Pasteur". O encontro também vai contar com a apresentação das pesquisas dos novos membros afiliados.

Confira a programação completa do evento.

Simpósio e diplomação de novos membros afiliados da ABC - Regional MG & CO

Data: 28 de abril

Endereço: Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Face/UFMG) - Campus Pampulha

Av. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha 

 

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2015-04-24 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/248
<![CDATA[Programa Grand Challenges Explorations financia desafios em cinco temas]]>Estão abertas, até 13 de maio, as inscrições para a 15ª edição do Grand Challenges Explorations (GCE). Em Minas Gerais, o programa da Fundação Bill & Melinda Gates é desenvolvido em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). O GCE financia desde aplicativos a soluções para doenças infantis e está aberto a qualquer disciplina, ou seja, de alunos a professores titulares e de qualquer organização que demonstrem potencial no desenvolvimento de ideias inovadoras em saúde, agricultura e desenvolvimento para solucionar grandes desafios nas temáticas propostas.

Os temas desta edição serão centrados em cinco questões de impacto global:

• Promoção da Saúde Intestinal de Bebês e Recém-Nascidos por Meio da Engenharia do Microbioma Mediada por Bacteriófagos
• Explorando Novas Maneiras de Medir Dados de Oferta e Uso de Serviços Financeiros Digitais
• Facilitando a aceitação de pagamentos via celular por parte de comerciantes
• Ferramentas de Vigilância, Diagnóstico e de Dieta Artificial para Apoiar Novas Abordagens em Controle de Vetores
• Novas Abordagens Para Enfrentar a Transmissão Residual de Malária · Novas Maneiras de Reduzir Mortes de Crianças Por Pneumonia com Tratamentos Eficazes e Administrados a Tempo

A descrição completa, em português, pode ser vista aqui (http://gcgh.grandchallenges.org/GCGHDocs/Round_15_Topics_Portuguese.pdf). Para participar, é necessário enviar a proposta, em inglês. As descrições detalhadas e instruções de como se inscrever podem ser conferidas aqui (http://gcgh.grandchallenges.org/Explorations/Pages/PortGCEIntroduction.aspx). Este ano, o programa destinará o aporte financeiro de US$100 mil aos projetos selecionados. Os projetos bem sucedidos com os recursos iniciais irão concorrer a um financiamento adicional no valor de US$1 milhão. No Brasil, uma parceria com 17 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) garante um aporte adicional de 50.000 a 100.000 dólares a inovadores desses 17 estados que tiverem suas ideias selecionadas pelo programa.

Confira aqui os critérios envolvidos na escolha das propostas e tire outras dúvidas sobre o programa na seção FAQ.

Histórico

O programa foi lançado em 2008 e mais de 1140 projetos em 60 países já foram financiados, sendo que sete deles no Brasil. O mais recente é o da pesquisadora Marilyn Nations, da Universidade de Fortaleza (UNIFOR), primeira instituição do Nordeste financiada pelo GCE. Em 2011, o pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Antônio Ávila foi o único brasileiro a conquistar o prêmio entre os 88 agraciados, dentre 2.500 trabalhos inscritos. O feito fez do professor o segundo dos três brasileiros vencedores do prêmio desde seu lançamento. Veja outros projetos brasileiros em: http://grandchallenges.org/.

 

 

 

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2015-04-23 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/245
<![CDATA[Workshop apresentará demandas do Edital FAPEMIG/ Embraer a pesquisadores]]>Com objetivo de oferecer oportunidade para os pesquisadores conhecerem as demandas do Edital FAPEMIG 05/2015, para pesquisa e desenvolvimento do setor aeronáutico no estado, será realizado, na sexta-feira, 24 de abril, o Workshop do Edital FAPEMIG/Embraer. O evento acontecerá na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), no bairro Horto, em Belo Horizonte, das 9h às 11h. Haverá apresentação das tecnologias de interesse do edital e sessão de perguntas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por aqui.

Por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Sectes, a FAPEMIG firmou uma parceria com a empresa Embraer para realizar investimentos de R$ 1 milhão no setor aeronáutico. Cada instituição deverá investir R$ 500 mil. O Edital visa o financiamento de projetos de pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias alinhadas aos interesses da empresa do setor aeronáutico, de acordo com as linhas de trabalho abaixo. O objetivo principal é estimular a produção de conhecimento e criar competências para o setor aeronáutico de Minas Gerais.

 São ao todo 7 linhas temáticas:

- Captação de energia (Energy harvesting);

- Controle de escoamento;
- Célula combustível;
- Otimização de missões complexas para aviação comercial;
- Configurações alternativas de aeronaves com propulsão distribuída;
- Eficiência energética de arquiteturas de propulsão híbrida;
- Gerenciamento de energia térmica.

O valor dos recursos solicitados à FAPEMIG em cada projeto inscrito deverá ser de até R$ 250 mil, incluindo as despesas operacionais.

De acordo com a assessora adjunta de inovação da Fundação, ligada à Diretoria de Ciência Tecnologia e Inovação, Elza Fernandes de Araújo, “os benefícios do Edital serão inúmeros, mas o principal é promover a parceria entre instituição governamental, empresa e universidades que tenham bons centros de pesquisa para que o conhecimento possa ser agregado às empresas em seu crescimento”, afirma. Para ela, o objetivo é gerar um conhecimento novo, científico e tecnológico, em áreas do conhecimento – aeronáutico – que as empresas possam utilizar as pesquisas para o fortalecimento científico das mesmas e, consequentemente, para o crescimento de Minas Gerais e a sociedade como um todo.

Submissão de propostas

Serão consideradas elegíveis as propostas de Entidades Científicas de natureza criativa ou empreendedora, desenvolvidas sistematicamente, buscando à geração de novos conhecimentos ou aplicação inovadora de conhecimento existente. As propostas serão recebidas eletronicamente pela Fundação, até as 17 horas do dia 12 de maio de 2015. O resultado final da seleção das propostas será publicado no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais e, na íntegra, na página da FAPEMIG no endereço www.fapemig.br. A FAPEMIG vai fazer toda a gestão dos trabalhos prospectados, que serão levados à efetivação e implementação das pesquisas selecionadas.

 

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2015-04-22 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/244
<![CDATA[FAPEMIG financia pesquisas no setor aeronáutico em parceria com a EMBRAER]]>Edital aberto pela FAPEMIG e EMBRAER totalizam 1 milhão de reais em pesquisas para impulsionar o setor aeronáutico no Estado

 

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), por meio da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SECTES), estabeleceu parceria com a EMBRAER, considerando as Leis de Inovação - federal e estadual – de incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica, visando ao financiamento de projetos de pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias alinhadas aos interesses da empresa do setor aeronáutico. A FAPEMIG e a EMBRAER vão investir 1 milhão no total, sendo 500 mil de cada uma das parceiras. O resultado almejado com a parceria é a produção de conhecimento e criação de competências para o setor aeronáutico no Estado.

 

De acordo com a assessora adjunta de inovação da FAPEMIG, ligada à Diretoria de Ciência Tecnologia e Inovação, Elza Fernandes de Araújo, o objetivo é gerar conhecimento novo em áreas do conhecimento do setor aeronáutico de forma que as empresas possam utilizar os resultados da pesquisa para o fortalecimento científico das mesmas e, consequentemente, para o crescimento de Minas Gerais e a sociedade como um todo. “Os benefícios serão inúmeros, mas o principal é promover a parceria entre governo, empresas e universidades, para que o conhecimento gerado possa ser agregado às empresas, onde de fato a inovação se torna realidade”, afirma Elza.

 

Entre as linhas de atuação da FAPEMIG está o incentivo à inovação, que inclui apoio às incubadoras, parques tecnológicos do Estado, envolvendo também o lançamento de editais em parceria com empresas, como o recente Edital publicado em parceria com a EMBRAER. Países onde as empresas são fortemente inovadoras a inovação científica e tecnológica ocorre por meio de parcerias entre estado, empresa e universidades. “A tríplice hélice: promover a interação entre universidades, empresas e o estado, é o papel da FAPEMIG como agente facilitador do avanço da inovação científica e tecnológica”, conclui Elza.

 

Com base nas diretrizes do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia - Conecit, a FAPEMIG e a empresa convidam por meio do Edital 5/2015, Entidades Científicas, Tecnológicas e de Inovação - ECTIs sediadas no Estado de Minas Gerais, cadastradas junto à FAPEMIG, a apresentarem propostas para obtenção de apoio financeiro para o desenvolvimento de projetos de pesquisa, em conformidade com o que estabelece o Edital. O valor dos recursos solicitados à FAPEMIG em cada projeto inscrito deverá ser de, no máximo, 250 mil, incluindo as despesas operacionais.

 

São consideradas elegíveis as propostas de ECTIs de natureza criativa ou empreendedora, desenvolvidas sistematicamente, buscando à geração de novos conhecimentos ou aplicação inovadora de conhecimento existente. As propostas serão recebidas, eletronicamente, pela Fundação, até as 17 horas do dia 12 de maio de 2015. O resultado final da seleção das propostas será publicado no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, em forma de extrato e, na íntegra, na página da FAPEMIG no endereço www.fapemig.br.

 

Linhas temáticas

 

- Captação de energia (Energy Harvesting);

 

- Controle de escoamento;

 

- Célula combustível;

 

- Otimização de missões complexas para aviação comercial;

 

- Configurações alternativas de aeronaves com propulsão distribuída;

 

- Eficiência energética de arquiteturas de propulsão híbrida;

 

- Gerenciamento de energia térmica.

 

 

 

 

 

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2015-04-13 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/243
<![CDATA[Workshop apresenta plataforma iTec para promover encontro entre empresas]]>

 

 

 

 

 

 

 

 

A Plataforma iTec – desafios e soluções tecnológicas foi apresentada hoje (10) no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). O objetivo do evento foi discutir a inovação aberta baseada em desafios para promover negócios e parcerias tecnológicas entre as empresas que apresentam as demandas e instituições que se propõem a atendê-la.

O evento contou com a presença do presidente e do diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação, Evaldo Ferreira Vilela e Paulo Sérgio Lacerda Beirão, respectivamente, e também de José Luciano de Assis Pereira, gerente de Inovação do Centro de Inovação e Tecnologia (CIT), do Senai/Fiemg campus Cetec, e Roberto Rosenbaum, superintendente de Inovação Tecnológica da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes).

Vilela falou sobre a importância de plataformas de negócio no setor tecnológico e de parcerias para implementá-las. “Temos que fazer um esforço para que dê certo. Para dar resultados, precisamos romper barreiras, enfrentando os desafios das empresas e praticando a nossa capacidade de desenvolvimento”, reforçou o presidente. Segundo José Luciano de Assis Pereira, o CIT está ligado ao projeto porque tem interesse em gerar negócio. Além disso, o gerente enfatizou a importância de uma política de inovação para apoiar empresas a inovar e a construir parcerias.

workshop foi realizado por Daniel Daher Saad, sócio-diretor da Inventta, que agradeceu aos mais de 80 parceiros locais que foram fundamentais para que o evento e a plataforma acontecessem. “Foram 14 cidades em 11 estados e mais um Comitê Técnico se reunindo mensalmente para dar corpo ao projeto”, disse. O encontro abordou conceitos de inovação aberta baseada em desafios com a apresentação da Plataforma iTec e um tutorial sobre como usá-la, apresentando Guias Práticos de Desafios e de Soluções Tecnológicas que auxiliam potenciais usuários.

A plataforma

Desafios e soluções podem ser cadastrados com informações não confidenciais e ficam disponíveis por determinado tempo na Plataforma iTec. Nesse período os potenciais solucionadores podem conhecer as demandas e verificar se tem soluções tecnológicas que as atendam. Em caso positivo, cadastram suas soluções e as vinculam ao desafio a ser atendido. Esse é o objetivo final da Plataforma iTec – encontrar e aproximar demandantes e solucionadores tecnológicos para potencializar negócios em inovação e tecnologia, aumentando a competitividade das empresas e do país.

A Plataforma iTec promove o primeiro encontro entre as partes que, posteriormente, podem continuar os entendimentos e encaminhamentos acordados para o estabelecimento de parcerias e negócios tecnológicos. Os interessados podem conhecer a Plataforma iTec no site www.plataformaitec.com.br.

 

 

 

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2015-04-10 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/242
<![CDATA[TecnoPARQ de Viçosa completa quatro anos]]>O Parque Tecnológico de Viçosa (tecnoPARQ), uma das unidades do Centro Tecnológico de Desenvolvimento Regional de Viçosa (CenTev), órgão vinculado à Universidade Federal de Viçosa (UFV), completa quatro anos. Com uma proposta inovadora, o tecnoPARQ visa promover a interação entre universidades e o setor produtivo, possibilitando que o empreendedorismo de base tecnológica possa ser transformado em riquezas e benefícios para a sociedade.

Nesses quatro anos, o tecnoPARQ tem muito a comemorar. O Parque possibilitou, por exemplo, a fixação das empresas oriundas do programa de Incubação da IEBT CenTev (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica CenTev/UFV) em Viçosa, e a atração de novas empresas de base tecnológica devido ao ambiente favorável de empreendedorismo e inovação. “O tecnoPARQ, apesar de ser um empreendimento ainda recente, obteve grande destaque nos cenários voltados a empreendimentos de inovação nacionais,  figurando como finalista na categoria Melhor Parque Tecnológico na premiação promovida pela Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e conquistou prêmio na Conferência Internacional da IASP (International Association of Science Parks and Areas Innovation), ambos em 2014.”, conta Rodrigo Garcia Vilela, coordenador do tecnoPARQ.

O Parque também contribuiu para a estruturação da Lei de Inovação Municipal de Viçosa através de incentivos fiscais às empresas de base tecnológica, com a vinda de empresas de outras cidades para o município e pelo desenvolvimento dos Projetos do Centro Tecnológico de Biossegurança e Quarentena Vegetal (CTBQV) e do Centro Tecnológico de Biossegurança Bioagentes (CTBB). De acordo com Rodrigo Vilela, atualmente, o tecnoPARQ atrai empresas de base tecnológica que buscam um ambiente inovador, gerando emprego qualificado e mais arrecadação para a cidade, além de ser um potencial agente de desenvolvimento de políticas públicas no estado, beneficiando diretamente a comunidade local e a Universidade Federal de Viçosa. “É de fundamental importância a parceria da FAPEMIG e de outros atores como a Prefeitura Municipal de Viçosa, a SECTES e a UFV. Especificamente, destacamos o apoio da FAPEMIG para contratação de bolsistas e estagiários, pelo aporte de recursos aos planos de urbanização do parque e dos projetos do CTBQV”, cita o coordenador.

Para o futuro, o Parque projeta abrigar mais empresas de base tecnológica, ter maior projeção nacional e internacional e ser reconhecido como ambiente diferenciado de inovação e empreendedorismo. No dia 10 de abril, haverá uma solenidade no CenTev para comemorar os quatro anos do tecnoPARQ.

 

 

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2015-04-09 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/241
<![CDATA[Participe do 1º Workshop de Inovação Tecnológica do país]]>Imagine um ambiente onde empresas, pesquisadores, inventores, futuros empreendedores e gestores estarão juntos para discutir e planejar a inovação do país. Agora pense que, para participar desse ambiente colaborativo, basta se inscrever gratuitamente e acessar a internet. Pois é exatamente essa a ideia do 1º WITEC – Workshop de Inovação Tecnológica – que acontecerá de 16 a 22 de março de 2015 e terá como lema “Por que Inovar, é preciso!”.

O WITEC reunirá mais de 20 experts renomados, nacionais e internacionais, da área de inovação tecnológica que vão compartilhar gratuitamente conteúdo de alto valor, informações práticas, aplicáveis e organizadas, além de vários cases de sucesso que podem ser aplicados e impactar positivamente os resultados de uma empresa.

O Brasil ainda ocupa a posição 61 no ranking mundial da inovação tecnológica, de acordo com o levantamento feito, em 2014, pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual com 143 países. De acordo com o Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), é preciso parar de competir e começar a trabalhar de forma colaborativa. “É importante criar ambientes de cooperação entre a comunidade acadêmica e o mundo empresarial”. É justamente essa a proposta do 1º WITEC: juntar as pessoas envolvidas no processo de inovação do país para que possam colaborar e buscar soluções que ajudem o País a criar oportunidades e transformar ideias em ações.

Para participar do evento, acesse www.witeconline.com.br/ e cadastre o seu e-mail. Você receberá uma mensagem com um link de confirmação. Ao clicar no link, ele estará automaticamente inscrito no 1º WITEC e passará a receber as informações e atualizações sobre o Evento.

 

Para saber mais sobre o Projeto, acesse também:

Fanpage Witec: www.facebook.com/witeconline  

Canal Youtube Witec: www.youtube.com/channel/UC_LYSE9x8AvzOfyBiS8k6w  

 

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2015-04-07 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/240
<![CDATA[Opção para pesquisadores que ainda não assinaram o Termo de Outorga]]>Opção para pesquisadores que ainda não assinaram o Termo de Outorga

Os pesquisadores que tiveram propostas aprovadas nos últimos editais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e ainda não assinaram o Termo de Outorga - TO - podem submeter propostas para o edital 03/2015 – Bolsa de Incentivo ao Pesquisador Público Estadual (BIPDT).

O principal objetivo desse edital é incentivar pesquisadores, servidores públicos estaduais, detentores de títulos de mestre e/ou doutor, com vínculo funcional/empregatício em administração pública direta e indireta do Estado de Minas Gerais e que estejam desenvolvendo projetos de pesquisa científica e/ou tecnológica financiados por agências oficiais. E os pesquisadores devem ficar atentos: data limite para submissão de proposta é 6 de abril.

O BIPDT visa fomentar a atividade de pesquisa e o desenvolvimento tecnológico em área de conhecimento de interesse do Estado, aumentando o potencial de pesquisa em Minas Gerais. Serão investidos R$ 2 milhões nessa modalidade.

Os interessados devem ficar atentos ao item 4.3, pois houve mudanças nas subcategorias de quem pode submeter projetos. Há dois valores de bolsas para doutores nas categorias A e B, R$ 1300 e R$ 1100 respectivamente, e não há mais subdivisão para os mestres, que agora recebem valor único de bolsa R$ 900. Também será necessário preencher o roteiro anexo ao edital para enviar a proposta.

Veja aqui o edital completo. Dúvidas podem ser enviadas para a Central de Informações pelo e-mail ci@fapemig.br.

 

 

 

 

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2015-04-01 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/239
<![CDATA[GOVERNO GARANTE REPASSE DE BOLSAS]]>Para garantir o repasse de recursos destinados a diversas modalidades de bolsas concedidas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), será celebrada na próxima terça-feira, 17 de março, às 10h, no auditório da Fundação, uma solenidade de assinatura de convênios dos convênios dos programas de bolsas mantidos pela agência mineira. O evento contará com a presença do governador do Estado, Fernando Pimentel, do secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa, do presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, e de representantes de 86 instituições de ensino e pesquisa do Estado.

Entre as instituições aguardadas estão universidades como a UFMG e a UFV, e centros de pesquisa do Estado, como o Hemominas e o Centro de Pesquisas René Rachou. Todas elas foram contempladas em modalidades como o “Programa de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC)”, “Programa de Apoio à Pós-graduação” (PAPG), “Programa de Bolsas de Iniciação Científica Júnior (BicJr)” e “Programa de Capacitação de Recursos Humanos (PCRH)”.

Os convênios abrangem o período de cinco anos – com exceção do PCRH, que possui vigência de quatro anos – e correspondem a um investimento de mais de R$ 456 milhões. Segundo Evaldo Vilela, estes convênios asseguram a possibilidade e o compromisso da Fundação e, portanto, do Governo de Minas Gerais, de repassar recursos visando à manutenção e o fortalecimento do sistema mineiro de Ciência e Tecnologia. “As bolsas são muito significativas para o desenvolvimento de Minas. Para as instituições, que se caracterizam pela oferta de oportunidades de capacitação de jovens em C&T, estes recursos são a garantia de que planejar suas atividades de pesquisa e formação na área”, diz Vilela.

A renovação visa primeiramente manter a legalidade das ações conjuntas da FAPEMIG com as instituições de C&T mineiras, públicas e privadas. “Além disso, é necessário comunicar à sociedade o valor das parcerias apoiadas pelos convênios e o alcance dos resultados”, acrescenta o presidente da Fundação. Vale destacar que, em 2014, a Fundação concedeu cerca de sete mil bolsas, promovendo a formação e o desenvolvimento dos jovens, servidores estaduais e pesquisadores do Estado.

 

Serviço:

O que: Solenidade de assinatura dos convênios dos programas de bolsas mantidos pela FAPEMIG.

Quando: 17 de março, às 10h

Onde: Auditório da FAPEMIG – Av. José Cândido da Silveira, 1500, Horto - Belo Horizonte/MG - Bloco 6 – 3ºandar

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2015-03-13 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/238
<![CDATA[Opção para pesquisadores que ainda não assinaram o Termo de Outorga]]>Nomeado novo diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPEMIG

Foi nomeado, hoje (11), o novo diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Paulo Sérgio Lacerda Beirão assumirá o cargo no lugar de Evaldo Ferreira Vilela, atual presidente da Fundação, para um mandato de três anos. A nomeação foi feita pelo governador Fernando Pimentel, que escolheu o diretor com base em uma lista tríplice enviada pelo Conselho Curador da FAPEMIG.

Beirão foi presidente do Conselho Curador da FAPEMIG no período de 2010 a 2011 e sob sua gestão foi elaborado o projeto de criação do Parque Tecnológico da UFMG (BH-TEC). Participa, como representante da comunidade científica, de várias comissões ligadas à Educação, Ciência e Tecnologia, como Conselho Deliberativo do CNPq, Conselho Consultivo da FINEP, Comissão de Coordenação do PRONEX e Comissão Coordenadora da elaboração do Plano Nacional de Pós-Graduação (2011-2020).

O novo diretor possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestrado e doutorado pelo Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutorado pela University of Leicester, do Reino Unido. Atualmente, é professor titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG.

 

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2015-03-11 00:00:00http://www.fapemig.br/en/home/ver_noticia/237