Encontro reúne Comitê Gestor da

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Foi realizada na última terça-feira, na Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), a primeira reunião do Comitê Gestor de Cooperação Técnica de projetos que visam recuperar a bacia do Rio Doce. O objetivo do encontro foi fazer a instalação desse comitê que vai tocar o convênio que além da FAPEMIG, conta com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (FAPES), a Agência de Promoção de Investimentos do Estado de Minas Gerais (INDI) e a FundaFoi a primeira ção Renova.

Na reunião foi apresentado um consolidado dos projetos de pesquisa aprovados e não-financiados no âmbito da chamada “Tecnologias para Recuperação da Bacia do Rio Doce” (04/2016). Edital esse, que tem como objetivo financiar projetos de pesquisa científica e tecnológica e de inovação, visando à recuperação das áreas afetadas em Minas Gerais pelo rompimento da barragem em Bento Rodrigues. Além disso, foram discutidas propostas de processos para novas chamadas relacionados ao Rio Doce, assim como um apoio às plataformas do Nova Mineração da FAPEMIG, que desenvolve projetos para integrar, modernizar e otimizar a mineração com um todo.

De acordo com o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela é de suma importante instituições trabalharem em parceria para se ter os melhores resultados possíveis quando o assunto é a recuperação do Rio Doce. Ele lembra que o edital lançado com esse propósito imediatamente após o acidente em Bento Rodrigues, foi uma resposta ao rompimento. “Foi a forma que encontramos para estarmos presentes naquele momento. Teríamos que estar presente!”, observou Vilela.

Para o presidente da FAPES, José Antônio Buffon, a reunião foi importante para delinear os próximos passos para que em algum momento neste ano, possa se realizar um novo edital. Para ele, esse edital irá permitir pesquisar pontos estratégicos que requerem um conhecimento mais aprofundado sobre o futuro do rio e sua recuperação. “É fundamental esses projetos de pesquisa que vão surgir de uma análise da carteira de pesquisa que temos na FAPEMIG e na Fapes. O dever de casa agora e trabalhar de um lado o modelo dos editais e do outro os temas relevantes”, acredita Buffon, que reforça que o conhecimento científico além de permitir a melhora do Rio Doce, também ajudará rios irmãos como o Paraíba do Sul, Jequitinhonha e São Francisco

 

Téo Scalioni